domingo, 22 de fevereiro de 2015

Dez Dias de Oração - Quarto Dia

A primeira coisa que fiz quando acordei hoje, foi abrir a revista na página treze e lê-la junto com minha esposa. Ainda debaixo da coberta, oramos. Na proposta pelo projeto, oração pela vitória sobre as tentações e o pecado.

Hoje é o quarto dia do projeto “10 Dias de Oração – 10 Horas de Jejum”. A revista que estamos estudando nos ensina hoje sobre a oração incessante, persistente, eficaz, e contínua, que tem a ver com uma fé intensa, quando cada respiração do ser torna-se uma prece. É com tal fé inabalável e com oração tão ousada que devemos imitar a Cristo sem que nada venha a nos distrair. Dessa forma, além de obtermos vitória sobre Satanás, Deus não nos despedirá vazios.

Existem inúmeras formas pelas quais você pode participar do projeto. É só você digitar no Google “Dez Dias de Oração”, e verá a infinidade de recursos desta mobilização da igreja em buscar o poder do Espírito Santo. Você pode ler ou baixar a revista clicando aqui.

Particularmente, eu lhe faço dois desafios: a) Coloque o seu relógio para despertar vinte minutos mais cedo, e leia, a cada dia, o capítulo do dia, na revista. b) Coloque seu celular para disparar um alarme às 6h da manhã, e vamos formar uma grande corrente de oração, orando todos juntos neste mesmo horário, pelo mesmo propósito.

É Jesus quem nos apela: Até agora vocês não pediram nada em meu nome; peçam e receberão para que a alegria de vocês seja completa (João 16:24).


Participe desta grande consagração mundial, e fiquemos todos Reavivados Pela Oração!

Um abraço,
Pr. Valdeci Jr.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Recado Para a Igreja em 21 de Fevereiro de 2015

Recado do pastor Valdeci Júnior para a Igreja Central de Caxias do Sul em 21 de Fevereiro de 2015.

Por favor, leiam o boletim da Igreja: http://www.centralcaxias.org/#!noticias/cfq8 .



Mas, eu quero destacar duas coisas:

1) Hoje é o terceiro dia do Reavivados Pela Oração, e ninguém deve ficar de fora; está sendo distribuída na igreja uma revista para cada família; pegue a sua, reúna-se com sua família a cada dia dessa semana, e participe dessa mobilização mundial da igreja da busca pelo poder do Espírito Santo; aqui na nossa igreja, todos nós devemos colocar o nosso relógio pra despertar às 6h da manhã; esse será o horário em que estaremos fazendo nossa corrente de oração, todos juntos, cada um de onde estiver;

2) Point Jovem: Hoje, às 18h15min, todos os jovens deverão se reunir na porta da igreja central, dali, às 18h15min, todos nós iremos para algum lugar para realizarmos louvor, adoração, orações e um brainstorm sobre "Política, Corrupção e a Ètica do Jovem Cristão".

E nessa manhã, quem traz a mensagem à igreja, é o irmão Itor, pelo poder do Espírito.

Tenham um feliz sábado!

Pr. Valdeci Jr.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

10 Dias de Oração - Segundo Dia

Bom dia! Segundo dia de oração! O tema para orarmos é:Orar por humildade e dependência de Deus em tudo. Ore não só por você, mas por todas as pessoas que estão participando e que serão tocadas através de nossas orações. #10horasdejejum #10DiasDeOração Participe conosco! —


Um abraço,
Pr. Valdeci Jr.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

10 Dias de Oração, 10 dias de Poder, 10 Horas de Jejum

Iniciamos hoje a jornada de "10 DIAS DE ORAÇÃO E 10 HORAS DE JEJUM".

Você está participando de uma mobilização mundial da Igreja Adventista do Sétimo Dia em busca do poder do Espírito Santo.

Aproveite este período para ouvir mais atentamente a voz de Deus e permita que ele atue poderosamente em sua vida.

Envolva sua família e amigos nesta jornada.
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“As tremendas questões de eternidade demandam de nossa parte algo mais que uma religião de pensamento, uma religião de palavras e formas, onde a verdade é mantida no recinto exterior. Deus pede um reavivamento e uma reforma.” (Ellen White, Profetas e Reis, 320).



Dia #1 Orar por firmeza na busca constante de Deus
Dia #2 Orar por humildade e dependência de Deus em tudo
Dia #3 Orar para que Deus nos use como missionários
Dia #4 Orar pela vitória sobre as tentações e o pecado
Dia #5 Orar por milagres reais
Dia #6 Orar por perseverança espiritual
Dia #7 Orar pelo perdão divino
Dia #8 Orar pela conversão de amigos e parentes
Dia #9 Orar em gratidão pela proteção do céu
Dia #10 Orar por nossa preparação para os eventos finais

Além de unir-se conosco em oração, compartilhe este material com seus amigos.
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Participe!


Um abraço,

Pr. Valdeci Jr.

domingo, 15 de fevereiro de 2015

O que é um Presbítero

Qual o Papel de um Presbítero?


A palavra presbítero (bispo), vem do grego presbýteros. Na bíblia é utilizada para designar a função daquele que coordena os trabalhos, que presta assistência a uma igreja ou região de igrejas.

De acordo com o texto de I Timóteo 3:1-7, há algumas características que o presbítero deve possuir. São Elas:

“Fiel é a palavra: se alguém aspira ao episcopado, excelente obra almeja. É necessário, portanto, que o bispo seja irrepreensível, esposo de uma só mulher, temperante, sóbrio, modesto, hospitaleiro, apto para ensinar; não dado ao vinho, não violento, porém cordato, inimigo de contendas, não avarento; e que governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito (pois, se alguém não sabe governar a própria casa, como cuidará da igreja de Deus?); não seja neófito, para não suceder que se ensoberbeça e incorra na condenação do diabo. Pelo contrário, é necessário que ele tenha bom testemunho dos de fora, a fim de não cair no opróbrio e no laço do diabo.” (grifos acrescentados).

Um cristão dirigente deve ter sua vida como um exemplo a ser seguido nos princípios bíblicos, deve viver o que prega, se quiser dar um bom exemplo de cristianismo a outras pessoas. “Uma corrente de água não alcança um nível mais alto que o de sua fonte, e em geral uma congregação não se elevará mais alto do que quem a dirige (ver Oséias 4:9)”.[1]

1- Irrepreensível – Que não admita censura, no sentido de que ninguém tenha algo para  culpa-lo por algum problema moral.

2- Esposo de uma só mulher – Os ministros devem ser fiéis a sua esposa, para que possam ser um exemplo digno para sua congregação.  “O íntimo companheirismo dos esposos é um dos meios ordenados pelo Altíssimo para o desenvolvimento espiritual de ambos, como Paulo mesmo o declara (Ver Comparar Ef 5:22-23; 1 Tm 4:3; Hb 13:4).”[2]

Desta forma, estarão melhor preparados para atender os problemas familiares das pessoas com quem entrarem em contato.


3- Temperante – Um dos princípios do Cristão, sendo um fruto do espírito santo, é a temperança. O domínio de si mesmo é algo fundamental, para ser um bom líder (ver Pv 16:32).

4 – Sóbrio – Manter a mente sadia, é uma das qualidades fundamentais para que o Espírito Santo possa se comunicar conosco. É necessário o equilíbrio, para evitar o fanatismo, e ajudar a igreja em momentos de emergência.

5 – Modesto  - A humildade é uma das características de um verdadeiro líder. “Existem homens grandes, que são ‘humildes’, mas não há um homem humilde que não seja grande”

6 – Hospitaleiro – Ter disposição para acolher pessoas que estejam de viajem (Ver Rm 12:13).

7- Apto para ensinar – Um cristão deve estar sempre pronto para dar a outros a razão da fé que há nele. Para isso, deve ter um pleno conhecimento das principais doutrinas, para que possa ensina-las a outros.

8- Não dado ao vinho – O vinho perverte o juízo dos homens (Pv 20:1). Devemos cuidar de nossos corpos, que são o templo do Espírito Santo.

9- Não violento – Um caráter conciliador e pacifista, é um meio muito eficaz de se mostrar  o poder de Deus aos que não crêem nEle. O cristão não deve ser violento, pois isto é totalmente contra as Escrituras.

10 – Cordato- Também pode ser traduzido com prudente, que tem bom senso.

11- Inimigo de contendas – O verdadeiro cristão procura apaziguar, não criar contendas.

12 – Não avarento – O amor ao dinheiro foi um dos maiores fatores que causaram sua perdição. O fiel que ama mais as riquezas, que a causa de Deus, não está apto ao ministério.

Por fim, o presbítero deve amar sua família, e fazer dela o tanto quanto possível um pedaço do céu aqui na terra. Não há sermão, conselho, ou outra coisa que o cristão diga aos outros que fale mais alto que seu exemplo de vida, seu trato com sua família.

Que Deus possa te guiar no ministério que te foi confiado.




[1] SDABC ,
1Timóteo 3:2
[2] Idem.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Leandro Quadros Em Caxias do Sul

Não perca! Palestra Entre 2 Reinos com Leandro Quadros da TV Novo Tempo, na Comunidade Nova EsperançaRua Amazonas, 1000, 95050-030 Caxias do Sul - Sextaàs 19:30 - 21:00. 

Você não pode perder.

Este é um momento oportuno para trazer convidados. Convide seus amigos, parentes, colegas de trabalho, vizinhos, etc...

Se tem alguém por aí dizendo que não vai por falta de convite, baixe esta imagem e imprima para entregar o convite a seu amigo, vizinho, colega de trabalho, etc. Ninguém deve faltar por falta de convite!



Quem é Leandro Quadros? De acordo com ele,

Um apaixonado por Deus, minha família e pelo ensino da Bíblia. Sou Leandro Soares de Quadros, produtor e apresentador dos programas “Na Mira da Verdade” e “Lições da Bíblia” na TV e rádio Novo Tempo.
Com bacharelado em Comunicação Social, pós-graduação em jornalismo científico e quase concluindo meu Mestrado em Teologia, meu desejo de auxiliar o ser humano em suas dúvidas bíblicas e em seus sofrimentos faz com que separe parte de meu tempo para responder dúvidas bíblicas e dar aconselhamento espiritual.
Nasci em Palmeira das Missões, RS, em 16/6/1979 e, atualmente, também me dedico a escrever livros, e artigos para o blogwww.novotempo.com/namiradaverdade

Para conhecer um pouquinho do trabalho do Leandro Quadros, acompanhe pelo site da rádio Novo Tempo, os áudios do programa Lições da Bíblia. Sempre uma pequena lição que engrandece nosso dia. http://novotempo.com/audios/categoria/licoes-da-biblia/
Conheça mais do trabalho de Leandro Quadros pelo site: http://leandroquadros.com.br/

Curta Leandro Quadros no Facebook. https://www.facebook.com/leandroquadrosnt
Fonte: https://www.facebook.com/events/1553578678232275/?fref=ts


#rpsp


Na graduação, nosso professor de Introdução Geral à Bíblia, certa vez nos contou a respeito de uma ocorrência rotineira na intimidade do seu lar. Segundo ele, sua esposa, sem ter visto o que ele fizera pela manhã, mas baseada apenas em seu comportamento do dia, saberia dizer se na manhã daquele dia ele teria feito sua leitura bíblica ou não. Por um comportamento gentil, ela poderia dizer: “Humm, você leu sua Bíblia hoje, certo?” Por uma atitude áspera, ela poderia perguntar: “Por que você não leu sua Bíblia hoje?” E ela sempre acertava!
“Você já leu sua Bíblia hoje?” não é meramente uma pergunta diária que o pastor Amilton Menezes nos faz na Rádio Novo Tempo. Deve ser o martelar constante do Espírito à nossa mente. Não estamos aqui na busca pelo reavivamento e reforma? Como reavivar-se senão no Espírito? E onde encontrar as instruções para a reforma senão em Sua palavra?
É irônico que existam cristãos que almejem o reavivamento e reforma sem ter o hábito constante, diário e intenso do estudo bíblico pessoal. Se você é um desses, desista! Não da busca pelo reavivamento, mas de ficar sem ler a Bíblia! Afinal, se a Palavra de Deus é o nosso pão espiritual como você vai sobreviver sem se alimentar? Reavivar-se é realimentar a continuação da existência da vida. Experimente ficar sem comer. Se você não come, come insuficientemente ou come mal, seu organismo vai passar mal, depois vai adoecer e, consequentemente, vai morrer. No dia em que você escolhe partir para suas próprias atividades sem antes ler a Bíblia sua vida espiritual fica mal, poderá ficar doente. Embora religioso e respirando, poderá até estar morto para Deus. Por isso, não ler a Bíblia é pecado. E, por isso, os que a leem são abençoados (Apocalipse 1:3).
Se não quiser ler a Bíblia, não espere ter um dia sequer tão abençoado como Deus sonharia pra você ou como mesmo apreciaria. Entende por que temos uma fé tão fraquinha? É porque a fé viria pela nutrição da Palavra de Deus (Romanos 10:17). O incrível é que, se você tiver o hábito de se alimentar da leitura bíblica, terá mais sabedoria em todas as demais matérias do conhecimento (2Timóteo 3:16-17). Ainda que a robótica pareça não ter nada a ver com o texto do cânon sagrado, o cientista dessa área terá mais lucidez ainda para seu próprio desempenho se ele for um habitual estudante bíblico. O costume de ler a Bíblia também faz com que o indivíduo tenha melhor habilidade em se relacionar com as outras pessoas.
E até entre as nações! Em nossa cultura ocidental, ao longo da História, o sucesso ou o fracasso dos países estiveram quase sempre relacionados ao apego ou ao desprezo à Bíblia. Foi por privar o acesso da população ao conteúdo bíblico que a Igreja sucumbiu todo o Ocidente ao obscurantismo da Idade Média. A Alemanha saiu daquela era das trevas quando, renegando tais tradições, declarou estar do lado da Palavra de Deus. Quando o mundo seb encontrava no caos da Idade Escura, a libertação se deu por causa da traduções da Bíblia para a língua do povo. A França teve sua maior crise nacional após ter oficialmente promovida a queima e a proibição do uso de todos e quaisquer exemplares bíblicos que pudessem ser encontrados. Os Estados Unidos, fazendo seus juramentos tendo a Bíblia como a base da verdade, chegaram a maior prosperidade que os países modernos já conheceram.
É possível provar que a Bíblia é diferente de todos os demais livros da humanidade e que ela é inspirada. Ao longo da História, milhões de pessoas têm provado isso. A Bíblia é o único livro do mundo capaz de transformar o caráter de alguém e de regenerar o destino de uma comunidade inteira. Durante minha vida de trabalho, tenho visto criminosos e viciados profundos serem reintregados à vida sã pelo poder da leitura bíblica. Famílias são salvas da morte quando a obediência à Palavra entra em seus lares. Que outro livro é capaz disso? Eu não posso provar nada disso para você, mas você pode provar isso em sua própria vida. Como aquele professor de teologia, também sinto a diferença para melhor ou para pior no meu dia quando leio ou não a Bíblia. Não por obrigação, requisito, profissionalismo ou tarefa, mas por meditação. Experimente ouvir a voz de Deus pelo hábito profundo de estudar a Bíblia e fique reavivado por Sua Palavra[1].
[1] Participe do Reavivados Por Sua Palavra (#rpsp): http://reavivadosporsuapalavra.org/
Fonte: http://noticias.adventistas.org/pt/coluna/valdeci-junior/rpsp/

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Jesus Curava no Sábado


Muita dúvida tem sido suscitada quanto ao Sábado como dia de descanso. Como entender as curas que Jesus realizava no dia de Sábado?



Vamos analisar este assunto mais de perto.


Nos relatos evangélicos se registram sete curas realizadas por Cristo no sábado. (Lucas 4:33, 38-39; 6:6-10; 13:10-17, 14:2-4; João 5:5-10; 9:1-14). Alguns pontos são evidentes ao examinarmos tais relatos. Vejamos:

(a) Sempre que Jesus cura alguém no dia de sábado, Ele é acusado de ser um transgressor do quarto mandamento (Êxodo 20:8-11);

(b) A defesa de Jesus é realizada de maneira enfática. Ele se defende das acusações;

(c) Jesus não se considera um transgressor do Sábado. Muito pelo contrário: Ele coloca a guarda do Sábado em um nível superior ao dos judeus. Ele se declara Senhor do Sábado (Marcos 2:27 e 28), diz que o sábado foi feito para o homem e que é lícito (de acordo com a lei) realizar atos de bondade no dia do Sábado (Mateus 12:12).

Cristo chama os judeus de hipócritas quanto à guarda do sábado. (Lucas 13:15). Por que? Porque eles pretendiam guardá-lo, mas haviam colocado tradições, regras, mandamentos sobre o sábado que o próprio Deus jamais colocara. Quem quer que examine, hoje, os livros de ensino e tradição dos judeus (Mishnáh, Talmud e outros) perceberá as incríveis distorções do mandamento sabático.



Por que os judeus questionavam as curas no dia do sábado? Porque para eles - não para Deus - curar era uma espécie de trabalho. Curar = trabalhar, e o mandamento diz: "Não farás nenhum trabalho" (Lucas 13:14). Incrível, não?

Como pode? Você tem razão em questionar a maneira como eles guardavam o mandamento. Eram mesquinhos, desumanos e desprovidos de qualquer misericórdia. É até irônico! Eles eram capazes de tirar uma ovelha que caísse num precipício (para evitar prejuízo material) mas não queriam que Jesus estendesse a mão para curar doentes e pecadores - não é terrível?!

E o mandamento que fora dado pelo próprio Cristo no monte Sinai (Atos 7:30-52) para ser um dia deleitoso, prazeroso (Is 58:13,14) tornou-se um fardo insuportável que o judeus hipócritas, impunham sobre os infelizes membros da nação judia. Por isso Jesus disse que queria misericórdia e não sacrifício.

Jesus é o Senhor do Sábado! Ele criou o sábado (Gênesis 2:2,3); deu-o como mandamento no Sinai (Êxodo 20) e o ratificou com sua vida aqui neste mundo. O Sábado não foi dado apenas para os Judeus, foi dado para toda a humanidade como um incentivo à gratidão e a união entre a criatura e o Criador.




Jesus jamais transgrediu aquilo que Ele mesmo estabelecera. E quando Ele foi julgado pelo Sinédrio e por Pilatos, buscaram argumentos para condená-lo. Se Cristo tivesse de fato transgredido o sábado os judeus achariam facilmente tal motivo, pois para eles esse era um dos principais mandamentos - mas nada acharam Nele!


O significado do sábado, como guardá-lo hoje, como distingui-lo dos demais dias - eis um grande tema para nosso estudo! A compreensão e a prática desse mandamento só é alcançada em plena comunhão com Cristo, o Senhor do Sábado!

domingo, 18 de janeiro de 2015

Eu Sou a Mensagem!

Veja o tema do Ministério Jovem 2015!



Canção inspiradíssima, 

Um abraço,
Pr. Valdeci Jr.

Acesse também: MÚSICA ADVENTISTA.

sábado, 17 de janeiro de 2015

Recado do Pastor Para a Igreja em 17 de Janeiro de 2015

Hoje é sábado, dia de adorar ao Senhor e estar em família. Por isso, você é muito bem vindo à casa do Pai, para estarmos todos juntos em uma só família. Quero lhe dizer três coisas: 1) Eu amo muito você, como meu irmão, minha irmã, na fé. 2) Se você quiser ir ao acampamento de verão (com Leandro Quadros), talvez ainda tenha alguma vaga; procure o Edson Charles ou a direção jovem da Nova Esperança; 3) Você está convocado para a Missão Calebe; pergunte ao Edson Charles sobre como você faz para ingressar-se na mesma. "O Senhor recompensa aqueles que são fiéis e corretos".


Tenha um Feliz Sábado!
Pr. Valdeci Jr.

domingo, 11 de janeiro de 2015

ADVENTISMO: Um olhar histórico

Nesta postagem, não pretendo redigir a redundância. Várias obras já contam, de forma convencional, como a Igreja Adventista surgiu e cresceu, desde seu início até os atuais dias. Mas como “‘as Ciências da Religião’ têm que ser preeminentemente históricas” (ANA, 1998, p. 60), partindo desta conhecida história, neste texto eu sigo numa análise do paralelismo entre as linhas de pensamento adventista e do mundo que cerca os adventistas. E sob o prisma historiográfico, “o pensamento religioso não evolui sozinho no espaço simbólico, ele interage com outras formas de pensamento e outras esferas de organização social, política e cultural” (DELGADO; FERREIRA, 2003, p. 102).
Um olhar atento aos pressupostos das escolas de pensamentos, em comparação ao que antecedeu à época em que o adventismo nasceu, não pode deixar se desperceber que “a ortodoxia protestante dos séculos XVII e XVIII sustentava como seu ponto central a autoridade da Bíblia” (JARDILINO, 1994, p. 25). Mas isso acompanhava a cosmovisão da época, pois

o século XVIII, no entanto, assim como o XIX, mostrou uma contínua acomodação do protestantismo à moral burguesa secularizada e iluminista, constituindo sua disciplina em sancionadora dessa moral. Assim, a conversão nada mais era do que um processo de remodelação dos indivíduos ao novo tipo de sociedade necessária à ideologia do progresso (MENDONÇA, 2008, p. 56).

O “retorno de muitas pessoas ao cristianismo durante as duas primeiras décadas do século dezenove” foi o “Segundo Grande Despertamento”. Miller estava entre os influenciados por este movimento. “À semelhança de muitos de sua geração, sentiu-se impelido a estudar a Bíblia” (KNIGHT, 2000, p. 10). “No começo do século dezenove, uma filosofia religiosa de restauração do cristianismo para a sua condição neo-testamentária primitiva começou a emergir nos Estados Unidos” (RODRIGUES, 2012, p. 277). Era o restauracionismo.
Craig Van Gelder traça as mudanças do pensamento sócioreligioso ao longo dos últimos séculos (1992, p. 69-83). Ele coloca que até no Iluminismo a cosmovisão cristã ainda estava focada em Deus e na revelação das Escrituras em harmonia com a ordem racional, o progresso histórico e o gerenciamento da vida (p. 69 e 81). Mesmo na parte inicial da Modernidade, verdades empíricas podiam ser mantidas através dos fatos observáveis e isso incluía os campos dos valores humanos (p. 78). Então Gelder argumenta que a modernidade trouxe a secularização (mudanças na ordem social, surgimento de tecnologias, migrações, novas formas de produção, etc.) que se tornou em secularismo (mudanças nos valores, chegada do individualismo, antropocentrismo e desestruturação da família) e modernismo. “O individualismo foi, sem dúvida, um dos elementos do protestantismo que mais contribuíram para a necessária mudança social ao progresso e ao mundo moderno” (MENDONÇA, 2008, p. 57).
As igrejas históricas foram participantes do processo de “racionalização e intelectualização” ocorrido no Ocidente e citado por Max Weber (1982, p. 182), “ao forjar uma postura racionalizante de vida, isto como um crescente processo de secularização” (PROENÇA, 2011, p. 251). E aqui, “entenda-se como históricas as igrejas que incorporam em suas doutrinas e ensinos os postulados fundamentais da Reforma Protestante ocorrida na Europa no século XVII, mesmo que sua origem tenha se dado muitos anos depois” (OLIVEIRA, 2004, p. 51), podendo então, para os termos deste estudo, enquadrar a Igreja Adventista do Sétimo Dia como uma igreja protestante.
Até por volta do final do século XIX e início do século XX, o conhecimento humano havia crescido em grande medida na área que hoje conhecemos como científica (UEHARA, 2008). As grandes descobertas, acompanhadas das possibilidades acadêmicas cada vez mais avançadas, deram ao homem a ideia de sentir-se seguro em seus conceitos desde que estes pudessem ser provados empiricamente (BERNARDES JUNIOR, et al., 2008). Como dizia Einstein: “Temos de procurar palavras antes de podermos exprimir ideias” (PAIS, 1995, p. 249).
A área de conhecimento chamada Ciência ajudou a humanidade nessa cristalização conceitual graças às grandes maravilhas das descobertas científicas. Notando o que hoje se define como Ciência, como sendo o “corpo de conhecimentos sistematizados adquiridos via observação, identificação, pesquisa e explicação de determinadas categorias de fenômenos e fatos, e formulados metódica e racionalmente” (HOUAISS; VILLAR, 2009, p. 463), não é difícil entender então que, no afã desta novidade, o pensamento, para ser válido, era então, construído de forma “científica”, na possibilidade de ser provado. “A modernidade ocidental caracterizou-se, basicamente, pelo processo de racionalização crescente, no qual os critérios do pensamento científico passam a dominar todas as esferas humanas” (WANDERLEY, 1998, p. 29).
Nessa mesma época, o adventismo estava decolando em seus termos missionários globais (NUNES, 1994; MAXWELL, 1982). A evangelização tinha seus desafios, mas os adventistas tinham uma vantagem: a capacidade de provar aquilo que defendiam, só que de um modo diferente, é claro. “Neste espírito de súplica e piedosa investigação das Escrituras, emergiu triunfante o movimento adventista” (OLIVEIRA, 1988, p. 35). A forte ênfase na metodologia de dar provas bíblicas das doutrinas que defendia (ver Isaías 8:20) deu forças dogmáticas ao adventismo. Mas, alguém que participara dos idos pioneiros desta igreja já tinha previsto que “novos métodos e novos planos resultarão de novas circunstâncias. Novos pensamentos virão com os novos obreiros que se dedicarem ao trabalho” (WHITE, 2007, p. 216; ver também 1Coríntios 9:19-22).
E, realmente, ao observar a história da Igreja Adventista, é possível perceber que essa força de provar a “verdade” (João 14:6), como um grande diferencial oferecido aos seus prosélitos, durou de maneira mais destacada até as décadas de 1970 e 1980, quando então o mundo já estaria tomando força em outra direção de pensamento (SANTOS, 2011, p. 631-666). Ou seja, embora os adventistas sejam oriundos do restauracionismo (KNIGHT, 2005, p. 30; RODRIGUES, 2012, p. 265-287), em alguns aspectos, a IASD já se alinhou à forma puritana e abandonou sua herança reformadora restauracionista mais radical (SEPULVEDA, [s.d.] a,b), na saudável busca pela contextualização da transmissão de sua mensagem de valores eternos, inovando os métodos sem perder os valores.

Deus Seja Louvado!

Feliz 2015!

Pr. Valdeci Jr.

Leia também: MÚSICA ADVENTISTA

ANA, Júlio de Santa. Estudos de religiã o: conflito das interpretações. In: SOUZA, Beatriz Muniz et. al (Org.). Psicologia da religião no Brasil. São Paulo, SP: PUC/UMESP, 1998.

BERNARDES JUNIOR, Assis Barreto. et al. Cientificismo e cientologia. 2008 Disponível em: <http://www.lia.ufc.br/~rudini/ufla/ufla/2008i/com161.trab.cientif.pdf>. Acesso em: 15 mar. 2011.

DELGADO, Lucila de Almeida Neves: FERREIRA, Jorge (Org.). O Brasil republicano. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003, v.  4.

GELDER, Craig Van. Secularization and the city. In: GREENWAY, Roger S. (Ed.).  Discipling the city: a comprehensive approach to urban misión. 2. ed., Grand Rapids, Michigan: Baker Book House, 1992.

HOUAISS, Antônio; VILLAR, Mauro de Salles. Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. 1ª ed. Rio de Janeiro, RJ: Objetiva, 2009.

JARDILINO, Jose Rubens Lima. As religiões do espírito: visão histórico-teológica do pentecostalismo na década de 30. São Paulo: Centro Ecumênico de Publicações e Estudos, 1994.

KNIGHT, George R. Uma igreja mundial: breve história dos adventistas do sétimo dia. Tradução de José Barbosa da Silva. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2000.

KNIGHT, George R. Em busca de identidade. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2005.

MAXWELL, Mervyn. História do adventismo. Santo André: Casa Publicadora Brasileira, 1982.

MENDONÇA, Antonio Gouvêa. Protestantes, pentecostais & ecumênicos. 2ª ed. São Bernardo do Campo, SP: Universidade Metodista de São Paulo, 2008.

NUNES, Luiz. História do adventismo. Cachoeira, BA: Seminário Adventista Latino Americano de Teologia, 1994.

OLIVEIRA, Enoch de. A mão de Deus ao leme. 2ª ed. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 1988.

OLIVEIRA, Marco Davi de. A religião mais negra do Brasil. São Paulo: Mundo Cristão, 2004.

PAIS, Abraham. A ciência e a vida de Albert Einstein. Rio de Janeiro, RJ: Editora Nova Fronteira, 1995.

PROENÇA, Wander de Lara. Sindicato de mágicos: uma história cultural da Igreja Universal do Reino de Deus (1977-2007). São Paulo: Editora Unesp, 2011.

RODRIGUES, Gerson. The United States in the first half of the nineteenth century. In:  KUHN, Wagner (Ed.). The book and the student: theological education as mission. Michigan: Department of World Mission, 2012.

SANTOS, Zinaldo A. Missão e ministério no mundo pós-moderno. In: SOUZA, Elias Brasil de (Ed.). Teologia e metodologia da missão: palestras apresentadas no VIII simpósio bíblico-teológico sul-americano. Cachoeira: CEPLIB, 2011.

SEPULVEDA, Ciro. Reinventing adventist history:  how adventist historians transformed adventist heritage so that it would fit neatly into the National Mythology. [s.d.]a Disponível em: http://www.oakwood.edu/historyportal/Ejah/Reinventing%20SDA%20history.htm. Acesso em: 24 abr. 2014.

______. The tent and the cathedral: white-collar adventists and their search for respectability. [s.d.]b Disponível em: . Acesso em: 24 abr. 2014.

UEHARA, Mituo. História e filosofia da ciência. São José Dos Campos, SP: Univap Virtual, 2009.

______. Ciência, filosofia e religião diante da questão da origem do Universo. Ago. 2006. Disponível em: . Acesso em: 15 mar. 2011. 

WANDERLEY, Luiz Eduardo W. Estudos da religião no Brasil: buscando o equilíbrio entre adaptação e criatividade. In: SOUZA, Beatriz Muniz et. al (Org.). Psicologia da religião no Brasil. São Paulo, SP: PUC/UMESP, 1998.

WEBER, Max. Ensaios de sociologia. 5ª ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S.A., 1982.

WHITE, Ellen G. Conselhos sobre educação. 3ª ed. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2007.


sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Meu Recado Pra Igreja em 10 de Janeiro de 2015

De volta das férias, continuamos juntos, matando a saudade e trabalhando para o Senhor, sob o lema:
Por Uma Só Família.



Um Abraço,

Pr. Valdeci Jr.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Não Consigo Crer na Bíblia Como a Palavra de Deus

"O que faço? Não consigo crer na Bíblia como a Palavra de Deus," perguntou um internauta.

Resposta:

 Antes de tudo, há algo maravilhoso que você precisa estar plenamente seguro (a): Deus lhe ama embora você não consiga acreditar em muitas coisas, Ele não está cobrando de você fé para poder amá-Lo. Ele simplesmente o ama. Só que, se um dia você conseguir crer, descobrirá uma outra dimensão da vida, e conseguirá ser muito mais feliz do que é hoje.
Nós consideramos que a Bíblia é a Palavra de Deus por vários motivos:
1) Os escritos bíblicos assim afirmam. Os profetas Jeremias, Isaías e outros dizem que registraram a Palavra que Deus lhes confiou. São Paulo afirma: "Toda a escritura é inspirada por Deus" II Timóteo 3:16. São Pedro declara que "os santos homens de Deus falaram sendo inspirados pelo Espírito Santo" II Pedro 1:21.
Mas isso qualquer homem poderia ter escrito, não é motivo suficiente para crer que a Bíblia é a Palavra de Deus.
2) O cumprimento das profecias. Durante muitos anos a ciência pensou que a terra era plana. Mas a Bíblia já dizia que ela era redonda (Isaías 40:22). Em 1492 Cristóvão Colombo provou para o mundo que a Bíblia tinha razão.
Durante anos também a ciência pensou que a terra era sustentada por algo. Alguns até pensavam que Hércules carregava a terra, outros que seria uma tartaruga, etc. A Bíblia dizia que a Terra está pendurada no espaço. Jó 26:7.
Se você tivesse a oportunidade de estudar as profecias bíblicas, veria como elas descrevem perfeitamente a história do mundo em detalhes.
3) A Bíblia foi escrita em um período de 15 séculos. Moisés, o primeiro escritor bíblico, não conheceu João, o último. Houve escritores de diferentes capacidades, classes sociais e culturas. Lucas foi médico, Paulo um filósofo, Oséias um  agricultor, Pedro, pescador, e muitos deles não se conheceram, mas através de toda a Bíblia existe uma unidade de pensamento. É como se um tivesse dito ao outro: eu escrevo até aqui e você continua depois. Só podemos entender isso pelo fato de que havia por trás deles uma mente divina, inspirando-os.
4) Mas o argumento que realmente vale é o poder transformador da Bíblia. Não há pessoa que vá à Bíblia com atitude humilde, cuja vida não seja transformada. Ao longo da história milhares e milhares de pessoas podem testemunhar o poder transformador de Deus nas suas vidas.

Não sinta culpa por não crer. Mas em algum momento fique a sós com Deus e diga: "Senhor, não consigo crer, não consigo ter fé, mas preciso ser feliz e se ter fé é o que está faltando em minha vida, então, por favor, dá-me um coração capaz de crer".

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

El pecado de la devoción

El tiempo pasa… Y continuamos hablando, y hablando, y hablando sobre el Reavivamiento y la Reforma. ¿Hasta cuándo? ¿Cuándo va a terminar esto? Recientemente, aquí donde trabajo, el pastor Moisés Mattos predicó un sermón mostrándonos que mientras los seguidores de Cristo están preocupados por el tiempo en relación con Su venida, al Maestro le gustaría que los mismos se preocupasen por el reavivamiento para Su venida (Hechos 1:6-8). ¿No sabemos eso?
Lo recuerdo como si fuera hoy. Yo dirigía una combi blanca entre Monte Mor y Capivari (SP) y conmigo estaban dos colegas más. Discutíamos sobre el por qué de los sermones tan débiles espiritualmente. Fue cuando mi amigo Rodrigo Bertotti comentó: “¿No es solo intensificar la comunión a través de la oración, del estudio de la Biblia… en fin, de la devoción personal? Pero si solo es eso, ¿por qué no lo hacemos?” ¡Qué cosa!
Más de una década después, estuve en un evento de la Iglesia donde el teólogo Amim Rodor cuestionó exactamente sobre eso. Entendí de él que uno de los mayores problemas de nuestra campaña para el Reavivamiento y la Reforma es hacer tanta campaña al punto de no hacer lo que sabemos que debería ser hecho. Hace un mes que asistí a aquella conferencia, y eso todavía está martillando en mi mente. ¿Sería lo que otro teólogo, Márcio Costa, dijo en un encuentro que tuvimos esta semana en Porto Alegre sobre “el pecado de la devoción” refiriéndose a la irónica situación de los fariseos de perder la salvación al buscar la santidad? Responda usted.
Lo que sé es que quedo muy triste con los elogios que recibo de mis queridos oyentes del programa “Reavivados Por Su Palabra”. Reconozco el cariño de cada uno de estos amigos. Pero lo que me entristece es lo que comentan: “Me gustó mucho su programa”, “Usted habla bien”, “Escucho el programa todos los días”, etc. Todavía nunca comentaron: “Estoy haciendo la lectura bíblica del día”, “Estoy leyendo más la Biblia”, “Estoy buscando el reavivamiento”… Entonces, al recibir el elogio de aquella primera línea de comentarios, provoco la reacción a esta segunda categoría con preguntas del tipo: “Y usted, ¿ya hizo su lectura de hoy?”, “¿Está leyendo la Biblia buscando quedar realmente reavivado por la Palabra?”, “¿Está haciendo la lectura bíblica diaria, hermano?” La respuesta casi siempre es: “Eh… lo debo hacer”. Ya dijo todo. Pero así es. Si estuviese buscando realmente quedar reavivado no precisaría oír tal programa en la Radio Nuevo Tiempo.
Actitud
Si estuviésemos luchando verdaderamente por la reforma no precisaríamos de esta columna donde, ahora, usted está leyendo el presente texto. Pero aquí estamos. Hoy por la mañana me sentí fuertemente tentado a escribir este texto antes de haber hecho mi lectura bíblica, de haber estudiado la lección de la Escuela Sabática, de haber pasado tiempo en oración, de haber orado con mi esposa… Para mí, esta es la mayor de todas las tentaciones para todos los cristianos: no hacer la devoción personal. Si el diablo le hiciera caer en ésta, usted ya estará derribado para las demás. Buscar el reino de Dios en primer lugar es mucho más que un discurso. Es una disciplina de constante esfuerzo habitual. ¡Insustituible!
¿Vamos a buscar la verdad? Deje de imaginarse una persona “sofisticada” y reconozca que necesita decir “Padre Celestial”, dijo el pastor Marcos Bomfim a nuestro grupo de pastores estudiantes de maestría, cierta vez, allá en Bahía. Si es tan simple, deshaga la complicación. Deje las mil y una cosas, pensamientos, preocupaciones, planteamientos y pérdidas de tiempo y quédese con lo obvio, que es lo vital. Pase mucho tiempo en oración, abriendo el corazón a Dios como a un amigo. Levántese de orar solamente cuando tenga la certeza de que está salvo. Mantenga esta salvación a través de bastante lectura bíblica. Transmita esta salvación desde el culto familiar hasta la práctica intencional y activa del testimonio personal. No tiene para dónde correr. No hay que reinventar. ¡Es solo eso!
Pero eso es todo.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

¡Vacaciones hasta de Dios!

Me choca lo que yo mismo acabo de escribir: “Reavivados de Vacaciones”. Voy a explicar. Escribo y grabo los programas “Reavivados Por Su Palabra”, en casa (en Rio Grande do Sul), y envío el material del contenido sin procesar, para ser editado y puesto al aire en la sede de Nuevo Tiempo (SP). Como el programa es diario, hago eso semanalmente; mando un promedio de siete cada vez. Sucede que esta vez, envié 41 programas de una sola vez. Entonces, entré en Facebook y creé una charla colectiva con mis tres productores de Jacareí para verificar si estaba todo “ok” con el material. Cuando el Face me solicitó colocar un nombre a la charla, le di el título de “Reavivados de Vacaciones”. Hasta ahí todo bien, por tratarse de la provisión por adelantado de trabajo suficiente para que no falte nada durante las vacaciones. Pero, los reavivados ¿toman vacaciones? Sí, ese término finalizó llevándome a reflexionar en realidades más profundas sobre nuestra condición de “Reavivamiento y Reforma”.
Desde que pasé a ser pastor de iglesia, hace años vengo observando un fenómeno interesante. Es muy común que en los meses de diciembre a febrero las entradas financieras de una congregación sufran bajas. Y eso es intrigante. ¿Por qué aquellos que son dadores regulares durante los otros nueve meses del año, entregarían menos ofrendas y diezmos justamente en los meses en los que hay inclusive más dinero en sus manos? ¿Sería porque el mayor volumen de dinero los llevaría a la tentación de no dar? ¿Estarían viajando y donarían en otras iglesias? ¿No estarían suficientemente instruidos para administrar una cantidad monetaria un poco mayor? ¿Los gastos extra mensuales típicos de fin y principio de año estarían debilitando más sus bolsillos? Después de buscar hipótesis tras hipótesis, que al revelarlas siempre me decepcionaban con un “no”, encontré un “especialista” que me dio una respuesta convincente.
Ese colega era un pastor designado para trabajar exclusivamente con la Mayordomía Cristiana, atendiendo a todas las iglesias de una gran área geográfica. Y él me explicó que el problema sí estaba relacionado con Mayordomía Cristiana, pero no con los “Diezmos y Ofrendas”. Entonces me mostró algunos estudios que apuntaban a un tipo de “vacaciones de Dios”. Yo me asusté. Al llegar el verano, la rutina de vida cambia. Algunos trabajan más, pasando a tener dos o tres empleos, para aprovechar el mercado reactivado y hacer su provisión anual (o conseguir una “extra” para reducir sus deudas). Otros dejan de trabajar por algunos días o semanas. Y aun otros hacen ambos. Desgraciadamente, el cambio temporario de quehaceres cotidianos también ocurre con la costumbre de las disciplinas espirituales. ¡A raíz de la infidelidad viene la falta de devoción!
La comunión con Dios no sucede por un pase de magia. La lectura bíblica, el tiempo de oración profunda, la alabanza y el testimonio personal son el pan de cada dia. El día en que usted no come, o come mal, el organismo lo pasa mal. Muchos días sin comer, o sin comer bien, traen debilidad, enfermedad, falta de poder y apostasía. Y eso no puede suceder solo porque usted apretó la tecla de “pausa” para algunos otros usos diarios. La narrativa bíblica está repleta de héroes de la fe que cayeron al bajar la guardia (Abrahán, Moisés, Sansón, Saúl, etc.), inclusive y muchas veces, después de grandes experiencias espirituales (David, Elias, Pedro, Judas, etc.). Algunos se volvieron a levantar, pero otros dejaron, para siempre, de ser héroes. Y esa tentación al fracaso sigue golpeando la puerta de los creyentes que, generalmente, ponen a Jesús en el cajón justamente el sábado o el domingo de noche, después de haber tenido “un dia de adoración”.
Espero que, como yo, usted también tenga la oportunidad de descansar este verano. En cuanto a su trabajo, ¡haga eso! Pero no en cuanto a su fe. El mandamiento de Jesus dado en Mateo 6:33 significa que la devoción personal es prioridad por encima de la recreación, del ocio, del placer y del descanso. Al hacer viajes largos, vaya escuchando audios que le hablen de Dios. Lleve material evangelístico y vaya repartiendo. Al levantarse (tal vez no tan temprano), haga su culto personal. Si fuese a trabajar doble, haga como Lutero, que entonces oraba el doble. En su búsqueda, al armar el itinerario, incluya las iglesias. Siga cuidando de su salud, pues al fin, dar recreo al resto del cuerpo y no al sistema digestivo seria una aberración. En su descanso, incluya música cristiana. Continúe leyendo la Biblia diariamente y no pierda los cultos. “Velad, pues en todo tiempo orando…” (Lucas 21:36). El reavivamiento y la reforma no tienen pausa. El amor y el cuidado del Señor por usted no tienen descanso. Tome vacaciones, ¡pero no de Dios!

sábado, 20 de dezembro de 2014

Férias até de Deus!

Acabo de ficar chocado com o que eu mesmo terminei de escrever: “Reavivados de Férias”. Vou explicar. Escrevo e gravo os programas “Reavivados Por Sua Palavra”, em casa (no Rio Grande do Sul), e envio a matéria bruta do conteúdo a ser editado e colocado no ar para a sede da Novo Tempo (SP). Como o programa é diário, e faço isso semanalmente, mando uma média de sete a cada vez. Acontece que, desta vez, enviei 41 programas de uma vez só. Então, entrei no Facebook e criei uma conversa coletiva com meus três produtores de Jacareí para checarmos se estaria tudo “ok” com o material. Quando solicitado pelo Face para nomear a conversa, dei o título de “Reavivados de Férias”. Até aí tudo bem, por tratar-se da provisão antecedente de trabalho suficiente para não faltar nada durante as férias. Mas os reavivados tiram férias? Sim, esse termo terminou me levando à reflexão de realidades mais profundas sobre nossa condição de “Reavivamento e Reforma”.
Desde que passei a ser pastor de igrejas, há anos venho observado um fenômeno interessante. É muito comum que nos meses de dezembro a fevereiro as entradas financeiras de uma congregação sofram baixas. E isso é intrigante. Por que aqueles que são doadores regulares durante os demais nove meses do ano entregariam menos ofertas e dízimos justamente nos meses em que há mais dinheiro, inclusive em suas mãos? Seria por que o volume maior de dinheiro os levaria à tentação de não doar? Estariam viajando e doariam em outras igrejas? Não estariam instruídos o suficiente para administrar uma quantia monetária um pouco maior? As despesas extras mensais típicas de fim e começo de ano estariam minando mais os seus bolsos? Depois de perseguir hipótese por hipótese e, ao desvendá-las, sempre me decepcionar com um “não”, encontrei um “especialista” que me deu uma resposta convincente.
Esse colega era um pastor designado para trabalhar exclusivamente com a Mordomia Cristã[1], atendendo a todas as igrejas de uma grande área geográfica. E ele me explicou que o problema estava sim relacionado à Mordomia Cristã, mas não no assunto “Dízimos e Ofertas”[2]. Então ele me mostrou alguns estudos que apontavam para um tipo de “férias de Deus”. Eu fiquei assustado. Ao chegar o verão, a rotina da vida muda. Alguns trabalham mais, passando a ter dois ou três empregos, para aproveitar o mercado aquecido e fazer sua provisão anual (ou conseguir um “extra” para quitar dívidas). Outros param de trabalhar por alguns dias ou semanas. E ainda outros fazem os dois. E, infelizmente, a mudança temporária de afazeres cotidianos também acontece no costume das disciplinas espirituais[3]. A raiz da infidelidade vem da indevoção!
A comunhão com Deus não acontece num passe de mágica. Leitura bíblica, tempo de oração profunda, prática de louvor e testemunho pessoal são o pão de cada dia[4]. No dia em que você não come, ou come mal, o organismo passa mal. Muitos dias sem comer, ou sem comer bem, trazem a fraqueza, a enfermidade, a falta de poder, a infidelidade, a apostasia. E isso não pode acontecer só porque você apertou a tecla “pause” para alguns outros usos diários. A narrativa bíblica está repleta de heróis da fé que caíram ao baixar a guarda (Abraão, Moisés, Sansão, Saul, etc.), inclusive e muitas vezes, após grandes experiências espirituais (Davi, Elias, Pedro, Judas, etc.). Alguns se reergueram, mas outros deixaram, para sempre, de ser heróis. E essa tentação ao fracasso continua a bater à porta dos crentes que, geralmente, colocam Jesus na gaveta justamente no sábado ou domingo à noite, após terem tido “um dia de adoração”.
Espero que, como eu, você também tenha a oportunidade de ter um repouso neste verão. Quanto ao seu trabalho, faça isso! Mas não quanto à sua fé. O mandamento de Jesus dado em Mateus 6:33 significa que a devoção pessoal é prioridade acima do recreio, do lazer, do prazer e do descanso. Ao fazer longa viajem, vá ouvindo áudios que lhe falem de Deus. Leve material evangelístico e vá distribuindo. Ao levantar-se (talvez não tão cedo, rsrsrsrs), faça seu culto pessoal. Se for trabalhar dobrado, faça como Lutero, que então orava em dobro. Na sua pesquisa para montar o roteiro, inclua as igrejas. Continue cuidando da sua saúde, pois afinal, dar recriação ao restante do corpo e não ao sistema digestivo seria uma aberração. No seu relaxamento, inclua músicas cristãs. Continue lendo a Bíblia diariamente e não perca os cultos. “Portanto, fiquem vigiando e orem sempre” (Lucas 21:36). O reavivamento e a reforma não têm pausa. O amor e o cuidado do Senhor por você não têm descanso[5]. Tire férias, mas não de Deus!

[3] Foster, Richard, Celebração da Disciplina: O Caminho do Crescimento Espiritual. (São Paulo: Editora Vida, 2007).
[5] João 5:17; 1Coríntios 13:8.

Fonte: http://noticias.adventistas.org/pt/coluna/valdeci-junior/ferias-ate-de-deus/

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Feliz Natal!!!!!!!!!!!!

O clima da festa sempre chega antes! Portanto, mesmo umas duas semanas antes da chegada do aniversário do Rei Menino, eu já quero lhe desejar um...



Feliz Natal!

Pr. Valdeci Jr.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Relatório Quadrienal da Associação Central Sul Rio-Grandense da Igreja Adventista do Sétimo Dia

Relatório Quadrienal da Associação Central Sul Rio-Grandense da Igreja Adventista do Sétimo Dia - Apresentado em assembléia geral da reunião quadrienal em dezesseis de Novembro de 2014.



Um abraço,
Pr. Valdeci Jr.