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quarta-feira, 2 de julho de 2014

É Correto o Cristão ser Ator?

Eu gostaria de seguir a carreira artística, atuando em forma teatral e cinematográfica. Isso é cabível a um cristão?

Aparentemente não há nada de errado em ser ator ou atriz. Contudo, você deveria perguntar para você mesmo: será que conseguirei seguir a Cristo com esta profissão? Será que não serei influenciado a aderir aos costumes mundanos? Será que por “amor a arte” não iria eu comprometer meus princípios cristãos, aceitando papéis que expressam a degradação do mundo?

Existe muito misticismo, muito espiritismo no mundo artístico. Embora tenha o seu lado romântico e bonito, a dramatização e a vida de artista não condiz com a filosofia de Cristo. Contudo, nada o impede de estudar teatro para fazer representações bíblicas e cristocêntricas com o objetivo de propagar o amor de Cristo demonstrado no Calvário. O que poderia realmente lhe prejudicar seria viver exclusivamente do teatro, pois uma vez que o seu sustento dependeria exclusivamente deste fator, talvez você vivesse situações em que seria forçado a aceitar qualquer papel  por necessidade.

Que Deus ilumine as suas decisões para que você escolha aquela que lhe trará maior felicidade. Jamais esqueça que a decisão mais segura é ao lado de Jesus. Estaremos orando por você.

 “Entrega o teu caminho ao SENHOR, confia nele, e o mais ele fará”. (Salmos 37:5 RA).

Veja mais sobre o assunto em:

PEÇAS TEATRAIS NA IGREJA: QUAL O PROBLEMA?


quinta-feira, 20 de setembro de 2012

PROFETAS MENORES - Amós 1-4

Hoje, começaremos a estudar o livro do profeta Amós, que é o terceiro livro na seqüência dos livros que chamamos de profetas menores. Na Bíblia, há os profetas maiores e os menores. Amós é um desses. Não que ele seja menor em importância. Eles recebem esse nome porque têm um volume menor de palavras e estão agrupados juntos. O tamanho dos livros é menor. São eles: Oséias, Joel, Amós, Obadias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias.


Mas, apesar de que os escritos proféticos deles sejam menores em tamanho de texto, são poderosíssimos em transmissão profética. A vida de Amós ilustra muito bem isso. Amós não era um grande escritor ou alguém da linhagem real. Ou seja, aos olhos humanos, não era nenhuma celebridade, era alguém muito improvável de ser um grande profeta. Era um boiadeiro, um homem do campo, que cuidava de criação de animais. Só isso. Nada mais. Como se essa profissão fosse sem importância.

Eu sei o que é ser um boiadeiro. Já trabalhei com vacas. Já levantei de madrugada para tirar, com mais três peões, 400 litros de leite, no braço. Já passei a tarde no sol quente campeando o gado. No entanto, para mim, aquilo tudo era o máximo. Eu achava o meu serviço muito importante. Primeiro porque amava a cada um daqueles animais, pensando em como Deus cuida e ama cada uma das Suas criaturas. E segundo, porque ficava imaginando quantas pessoas deveriam beber um leite sadio, se nós cuidássemos bem do nosso trabalho. Mas, por incrível que pareça, havia pessoas que achavam que o nosso trabalho era o mais sem importância da comunidade. Mas não é bem assim! Quer ver só?

A palavra Amós significa “carregador de fardo” ou “levantar um peso”. E olha que cada vez que eu levantava um balaio cheio de silagem pesado para tratar daquelas vacas leiteiras que comiam para valer, eu deveria lembrar isso.

Na Bíblia, existia um homem que sabia o que era isso, tanto que o seu nome era levantador de peso: Amós. Sabe o que Deus fez de Amós? “Certamente o SENHOR, o Soberano, não faz coisa alguma sem revelar o seu plano aos seus servos, os profetas” (Amós 3:7). Amós tornou-se um grande mensageiro, com uma missão tão importante, que é uma mensagem importante até hoje.

Com ele, aprendemos que toda a profissão que mantenha os valores morais do ser humano dignos, é digna e deve ser respeitada e valorizada. E se você se sente pequeno, dirija seus olhos a Deus, porque Deus pode e faz de você, um gigante.

Não importa sua profissão, seja um mensageiro do Senhor!


Valdeci Júnior
e
Fátima Silva

sábado, 12 de maio de 2012

SALÁRIO MUITO BOM - 2Crônicas 08-09


Existem muitas pessoas que não estão satisfeitas com o que ganham. Os entendidos em economia dizem que o salário é insuficiente para muita gente. No entanto, geralmente o que existe é má administração das finanças pessoais. Não sei quanto você ganha, mas imagino que você gostaria de ganhar mais.
Você gostaria de ter seu salário igual ao de quem? Quero falar para você de um homem que tinha um bom salário. O salário base mensal do rei Salomão era cinqüenta e sete mil dólares. Já pensou em ganhar um “salariozinho mínimo” assim?
Você deve estar se perguntando como cheguei a essa conclusão. Na leitura de hoje, peguei todos os valores e converti os pesos e medidas para os nossos valores atuais. Fiz várias comparações e contas até concluir isso. Quando lemos a Bíblia e encontramos esses pesos em talentos, medidas em côvados, unidades de tempo medidas de forma diferente, a leitura bíblica fica muito vaga. Na realidade, ficamos sem entender realmente o que se passava por lá.  
Então, vou propor um desafio. Quando você fizer a leitura de hoje, coloque os itens e os valores na ponta do papel. Faça uma pesquisa e descubra a conversão dos valores, colocando tudo na realidade atual. Isso é empolgante, porque é como se você fosse abrindo uma cortina para descobrir um mistério. E o bom é que você vai descobrindo com seus próprios esforços. Então, é gratificante também. Quando você desvenda esses mistérios, a leitura geral que você está fazendo daquele contexto bíblico fica gostosa. Você passa a ter noção de como era naquele tempo e consegue fazer uma ligação com a nossa vida real, em pleno século XXI. Depois disso, o próximo passo é fazer a aplicação para os nossos dias. É tirar o que há de lições proveitosas que possam ser aplicadas para nossa vida.
Os capítulos de hoje mostram os feitos de Salomão, suas riquezas, os relacionamentos internacionais que ele mantinha e o esplendor do seu reino. As riquezas dele eram medidas em bens materiais, mas em cima dessa riqueza, você pode lucrar outra riqueza superior. A leitura da Palavra de Deus é uma caça ao tesouro. É uma busca certa, onde quem procura acha. Ela vale mais que o salário de Salomão que era em ouro. O próprio sábio disse em Provérbios 16:16: “É melhor obter sabedoria do que ouro!”
Salomão ganhava quase dois mil quilos de ouro por mês. E você tem a oportunidade de ganhar mais que isto, lendo a Bíblia. Você ganha valores eternos. Sem esse salário, de que vale o homem ganhar o mundo inteiro e no fim perder sua alma?

Twitter: @Valdeci_Junior
e
Fátima Silva


quarta-feira, 9 de maio de 2012

ATITUDES NOBRES -- 1Crônicas 28-29


Louvado seja Deus por mais um dia de vida, por mais um comentário, por finalizarmos a leitura de mais um livro da Bíblia. Na leitura de hoje, os dois últimos capítulos de Crônicas falam do final da vida de Davi, o principal rei que Israel teve, e do começo da vida ativa do seu filho Salomão, como sucessor dele. Encontrei virtudes muito nobres no comportamento desses dois homens e quero compartilhar com você.
Davi, sabendo que estava no corredor final da vida, fez uma reunião com todos os líderes de Israel. Ele explicou-lhes que o grande sonho da vida dele tinha sido construir o templo de Deus, mas que ele não pudera fazer isso. Deus o havia impedido de realizar esse sonho. E mesmo assim, sem desobedecer a Deus, Davi fez uma campanha, angariando fundos e muitos recursos para que o templo fosse construído. Deixou tudo pronto para que seu sucessor fizesse a obra.
Essa é uma atitude muito nobre! Um chefe, que está sendo destituído do cargo, frustrado por ter sido impedido de realizar seu grande projeto, tem a nobreza, de chamar aquele que estava pegando a vaga dele e passar tudo certinho para esse sucessor e ainda fazer uma bela oração a Deus, louvando a Ele por isso!
Esta é a humildade que acompanha os grandes homens da história. Não é qualquer pessoa que tem uma atitude tão digna. Muitas vezes já vi pessoas sendo demitidas ou transferidas de cargo, deixando tudo uma verdadeira bagunça para o próximo que chega. O trabalho fica sem seqüência, e o próximo que chega não tem o que fazer a não ser falar mal do que saiu. Mas Davi foi ético, profissional e, acima de tudo, cristão. Esse é o primeiro grande exemplo.
Quando você for substituído por alguém, tenha a hombridade de tirar os sentimentos pessoais de lado e, com profissionalismo, deixar o trabalho nas melhores condições possíveis. Isso é dignidade. E isso leva a uma conseqüência óbvia. Seu nome fica em alto prestígio e o trabalho continuado pelo próximo prossegue com um sucesso que dá crédito tanto para ele quanto para você.
Davi descansou, depois de uma jornada de trabalho de 40 anos, com um fim de vida digno. “Morreu em boa velhice, tendo desfrutado vida longa, riqueza e honra” (1Crônicas 29:28). Salomão, uma vez ungido rei, seguiu os planos que Davi tinha traçado, e a conseqüência veio: “O Senhor exaltou muitíssimo Salomão, em todo o Israel” (verso 25).
Compensa seguirmos os conselhos dos nossos pais, seguirmos as orientações dos mais velhos e honrarmos a tradição da Família. Compensa muito mais ainda seguir os planos de Deus.

Twitter: @Valdeci_Junior
e
Fátima Silva


sábado, 12 de novembro de 2011

O Pastor é Um Professor

Ao terminar de ler o livro Ensinando Para Transformar Vidas, como pastor, cheguei à conclusão: o pastor, mais do que ninguém, é um “ensinador”. E o ensino do pastor, mais do que qualquer outro, objetiva transformar a vida de quem é o seu público alvo. Ou, pelo menos, impacta-lo.
E esse livro está mais relacionado ao trabalho do pastor do que ao trabalho de um professor ou de um comunicador. Porque: a)Como ministro do evangelho, o pastor é um professor, um comunicador, e muito mais; b)O livro fala exatamente sobre o ensino da Bíblia.
O pastor precisa amar o que faz. Amar comunicar, ensinar e transformar vidas. Quem ama o que faz dá a vida pelo que faz. E só uma entrega assim é capaz de habilitar o pastor, como mestre, a buscar ter uma experiência de vida que seja rica o suficiente para servir de base ao seu ensino.
Aí é onde a lei do ensino entra na prática da rotina de trabalho do pastor. Porque o pastor deve gastar seu tempo estudando e visitando. Nessas duas atividades, ele poderá dominara a matéria e conhecer muito bem as suas ovelhas.
A transformação de vida que o pastor procura influenciar na vida dos seus membros é chamada de discipulado. É quando os membros da igreja são envolvidos numa experiência altamente transformadora. Isso só é possível quando o pastor tem acesso ao coração das suas ovelhas. E para ter esse acesso, primeiramente, o pastor precisa ter uma auto motivação sadia no seu intelecto, na sua vontade e nos seus sentimentos.
Isso é contagiante. Logo, o que o pastor vive e sente irá aparecer, de forma refletida, na vida e no comportamento dos seus liderados. É como se fosse uma lei natural, que acontece sem um esforço direto para com a mesma, mas por conseqüência, como efeito.
Um dos maiores desafios do pastor é motivar as pessoas. As dicas apresentadas na parte do livro que trata disso são muito bem vindas a qualquer pastor que esteja realmente tentando transformar vidas.
É preciso muito preparo. O pastor precisa ser preparado (formação), receber preparo (devoção pessoal) e estar constantemente se preparando (aprimoração). Se o pastor não investir em si mesmo, não terá nada para investir nas suas ovelhas.
Diante disso tudo, a oração do pastor deveria ser: “Pai, a despeito das minhas limitações, transforma-me em um conduto do Teu poder, para transmitir aos outros, além do conhecimento, o amor que Tu tens por cada filho Teu”.

Twitter: @Valdeci_Junior

Pergunta Que Será Respondida Amanhã:
Ao pensar no casamento, como o jovem deve fazer a escolha do companheiro de vida?

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Ser Professor e Cristão ao Mesmo Tempo: Tem Como?

Como faço para ser uma boa professora e, ao mesmo tempo, manter-me cristã?

Antes de ter lido esse livro, eu já havia lido o livro As Sete Leis do Aprendizado, de Bruce H. Wilkinson, o autor desse prefácio. Pra quem já leu o livro de Wilkinson sabe que ele é uma excelente obra, singular em suas características, e muito aplicável à prática do ensino.
O interessante é que nesse relacionamento de Hendricks e Wilkinson, a gente vê que eles não são meros apologetas de teorias irrelevantes à vida prática. No prefácio, Wilkinson, já deixa claro ser ele um discípulo de Hendricks, por isso, é impossível ao leitor que conhece ambos os autores e ambas as obras, não fazer a leitura sem relacioná-los, uns com os outros, obras e autores.
Não precisa dizer mais nada. Essa é a maior moral do livro Ensinando Para Transformar Vidas: o que Hendricks transmite realmente discipula.

Um Forte Amor Pelo Ensino

Mas antes de gerar discípulos como Bruce, Howard já era uma semente que guardava latente em si a paixão e o talento de ensinar a ensinar. Nesse capítulo, “Um Forte Amor Pelo Ensino”, ele compartilha isso, contando um pouco de quem ele é, através de sua própria história.
E o autor não faz rodeios para deixar claro o seu objetivo. Ele deseja, ardentemente, que o leitor passe a ter, ou cultive, um “forte amor pelo ensino”. E que tal amor seja eterno.

A Lei do Professor

É importante que o professor tenha conteúdo. Para isso, ele deve: viver e aproveitar a vida. O aproveitamento da vida se dá em buscar estar sempre crescendo, nas diferentes áreas da vida, mas, principalmente, no conhecimento.
Na necessidade que existe de que haja mais professores está uma das tarefas do professor. O professor não deve somente transmitir conhecimento aos seus alunos. Ele deve também formar outros professores.
Para conseguir tais proezas, e para ser coerente, o professor então deve ser o primeiro “transformado”. Podemos resumir essa idéia do autor em sua frase: “o passado existe para aprendermos com ele, não para vivermos nele”.
A filosofia de crescimento de Hendricks, baseada em Lucas 2:52, é de uma perfeita visão holística do ser humano. “...só obterão um pleno desenvolvimento espiritual se o associarem ao crescimento intelectual, físico, social e emocional”.

A Lei do Ensino

Esse é um capítulo bem complexo, mas nele o autor leva o leitor a refletir basicamente sobre quatro pontos centrais.
O professor que nos faz pensar: esse é o mestre por excelência, que é apreciado por seus alunos.
É preciso levar em consideração que cada um é cada um. Se cada aluno é diferente do outro, logo, cada aluno irá aprender de maneira única. Isso acontece porque os alunos se oriundam e se prolongam a partir de níveis passados de experiências pessoais, personalizados (família, lugar de origem, cultura, grau de instrução, aspecto econômico, etc).
O professor precisa ter suas metas pessoais. E dentre essas metas, como prioridade precisa ter a meta de ser um professor segundo o coração de Deus.
Mesmo com todos os seus esforços, o professor não deve esquecer-se dos seus insucessos. Os insucessos contribuem para o desenvolvimento pessoal, pois fazem com que ele reflita muito e busque ser melhor.

A Lei da Atividade

O autor se preocupa  com o fato de que o professor tem que causar impacto. Deve ser por isso que ele gosta tanto das idéias de John Milton Gregory. Pra esse capítulo, eu não resisto em deixar de usar as palavras de Gregory como a representação do resumo:

“Não podemos transferir conhecimentos de nossa mente para a de outrem como se eles fossem constituídos de matéria sólida, pois os pensamentos não são objetos que podem ser tocados, manuseados... As idéias tem que ser pensadas na outra mente; as experiências, revividas pela outra pessoa”.

Isso só é possível quando se põe a “mão na massa”, o que faz com que o aluno se envolva. E quanto mais ele se envolver, mais aprenderá.

A Lei da Comunicação

O autor pode até ser um bom professor, mas não é lá essas coisas como comunicador. Porque ele faz da comunicação um bicho de sete cabeças. Mas isso é bom, porque por ser esforçado, o autor até que saca uns bons princípios da comunicação para ajudar o leitor.
Baseado na história da experiência de Jesus com a Samaritana e na etimologia do termo latino “communis”, Hendricks mostra que a comunicação tem que ter as suas vias. Uma ponte tem que apoiar suas cabeceiras.
Portanto, é imprescindível que, pra comunicar, sejam estabelecidas pontes de ligação. Como bom comunicador, além de estar bem preparado, o professor tem que estar pronto para os imprevistos que possam surgir. No estúdio a gente chama isso de feeling.

A Lei do Coração

Se o assunto do qual um professor trata é tão impregnado de realidade, ele não pode deixar de manifestar uma atitude ardorosa. Isso se acha refletido no nosso jeito de ser que “é mais importante do que o que dizemos ou fazemos já que determina o que dizemos ou fazemos”.
A base de uma comunicação eficiente é aquilo que somos, vem de dentro de nós. É por isso que os maiores professores não são os mais inteligentes, mas os mais apaixonados.
Mas para que essa paixão tenha efeito, é preciso conhecer bem os alunos, conseguir conquistar o direito de ser ouvido, e ter a disposição em mostra-se vulnerável diante dos alunos. Isso não é fácil.

A Lei da Motivação

Esse capítulo é um tanto redundante ao anterior. Mas como a redundância pode ser o reforço ao aprendizado, podemos nele crescer na linha de conhecimento que já vem sendo traçada.
A Motivação tem que ver com a curiosidade, o senso de propriedade, de utilidade, de atender a necessidades, desafios, reconhecimento social e aceitação, por parte dos outros. Por isso, é preciso ter sensibilidade para com o Quociente Motivacional do aluno.
A lei da motivação é a eficiência do ensino proporcional ao quanto o aluno se achar adequadamente motivado. Portanto, bons resultados não são apenas o fruto de “fazer a coisa certa”. Muitas vezes, o que determina são as razoes que produzem a motivação.
A Motivação Criativa é a mais poderosa.

A Lei da Preparação Prévia

Se o professor, antes de ir pra sala de aulas, se preparar e também tiver preparado o aluno, a eficácia do processo de ensino e de aprendizagem será incomparavelmente maior.
O aluno deve ser preparado através de tarefas proveitosas. Essas tarefas colocam o pensamento em movimento, ajudando o aluno a ter um ponto de partida e a aprender a estudar independentemente.
O professor deve preparar-se pra ser inusitado.

“Estudos têm demonstrado um fato muito interessante: existe uma relação inversamente proporcional entre a previsibilidade de nossos atos e o impacto que podemos causar. Quanto maior for essa previsibilidade, menor o impacto que causamos. E do mesmo modo, quanto menor a previsibilidade, maior o impacto”.

É muito bom fazer surpresas! Elas marcam.
E o professor que, em seu preparo, lida com aquilo que não é óbvio, termina ficando preparado para lutar contra o silêncio (que se opõe à necessidade do diálogo interativo necessário em uma aula), a saber se comportar diante de perguntas difíceis e a saber controlar os monopolizadores.

O Investimento

O autor lembra que as leis que ele apresenta nessa obra (do professor, do ensino, da atividade, da comunicação, do coração, da motivação, e da preparação) são princípios que, para ser aplicados, precisam ser adaptados. Para o autor, nessa adaptação, deve levar-se em conta que mais importante que isso tudo, são as pessoas.
Só é possível colocar tal teoria em prática, pelo poder de Deus. Em primeiro lugar, o professor precisa deixar que Deus o transforme, e logo em seguida, que o use. Pra isso, é preciso pagar o preço.

Que Deus abençoe o seu magistério/ministério,

Twitter: @Valdeci_Junior

Pergunta Que Será Respondida Amanhã:
Amanhã, continuarei este assunto.