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terça-feira, 6 de setembro de 2016

Meu Youtube, Meu Ministério

Como o [ jovem ] Cristão pode fazer o bem pela internet? Visualize o que pode ser visualizado:



Meu Talento, Meu Ministério,

Um abraço,

Pr. Valdeci Jr.

terça-feira, 28 de junho de 2016

terça-feira, 7 de junho de 2016

DOM DE LÍNGUAS: eu creio - Revelação Bombástica de Pastor Adventista

Apesar de ser pastor adventista do sétimo dia, preciso fazer uma confissão: EU CREIO NO DOM DE LÍNGUAS. Neste vídeo, explico o porquê.



Leia mais sobre o assunto em:

Novas Línguas

Dons Espirituais

Língua dos Anjos


Um abraço,

Pr. Valdeci Jr.

terça-feira, 31 de maio de 2016

OLIMPÍADA GOSPEL - Vìdeo

Existem as Olimpíadas de Verão, as de Inverno e as ParaOlimpíadas. Mas você já ouviu falar das OLIMPÍADAS CRISTÃS?


COMPARTILHE!

Um abraço,
Pr. Valdeci Jr.

terça-feira, 3 de maio de 2016

Cada Um Salvando Um no Portal da Maestra

Testemunho de uma igreja envolvida com a missão



Um abraço,
Pr. Valdeci Jr.

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Você Acredita? Resenha Crítica do Filme

Fiquei profundamente envergonhado. Explico. Isso aconteceu quando acabei de assistir ao filme “Você Acredita?”. Tive o mesmo sentimento de alguns dos personagens que se negligenciavam diante da “velha e feliz história”. A minha vergonha foi em ter me deixado levar por fúteis e inúteis discussões sobre “pode versus não pode” e ter ocultado minhas postagens que visavam promover a mensagem da old rugged cross.

Pause. Vou parar um pouco de escrever este texto.

Voltei. Eu fui orar e pedir perdão a Deus pelas timelines dos meus perfis de redes sociais vazias da oportunidade de divulgar com força o sacrifício salvador de Cristo. Ele já me perdoou. Eu já coloquei de volta no ar tudo aquilo que tinha ocultado. Foi também o que fizeram vários dos personagens do drama fictício, porém real, escrito por Chuck Konzelman e Cary Solomon. Eles voltaram a não tratar o evangelho vergonhosamente. Porque como o verso que abre o enredo declara, uma fé que não for acompanhada por ações é morta (Tiago 2:7).

Você deve estar curioso.

Eu estou falando de um filme onde um cara como eu, um pastor, se vê encurralado por circunstâncias polêmicas da vida que o levam a pôr a fé que ele diz professar em xeque-mate. Matthew (Ted McGinley) se vê confrontado, desafiado, pela simples ação de um morador de rua que parece ser louco ao ficar arrastando uma cruz, não somente pregando para as pessoas, mas também ajudando-as de forma prática. É como se aquele líder eclesiástico parasse pra pensar: “caramba! será que eu não estou sendo um hipócrita? esse mendigo não está sendo mais ‘pastor’ do que eu? o quê que eu to fazendo da minha vida?”.

E isso deve ser também a minha reflexão. Reflita.

Assim que o botão start desse reavivamento é acionado, uma reforma também começa a acontecer. Em seu cotidiano, doze indivíduos que aparentemente não teriam nada a ver umas com as outras passam a viver eventos marcantes que estão conectados por uma única linha que, apesar de invisível, é real. Quando um pregador ungido e comissionado por Deus resolve radicalizar seu ministério, discípulos chamados são levados a trilhar para a encruzilhada entre a vida e a morte na contemplação da cruz de Cristo.

Uma das primeiras dessas pessoas foi encontrada no lixo, com um barrigão de nove meses. Maggie (Madison Pettis) é a adolescente grávida que vai morrer para dar à luz àquele que será filho da Graça (Tracy Melchior), revelado ao mundo por Mateus (Ted McGinley), num nascimento longe do hospital. É interessante como neste filme quase todos os nomes têm profundos significados. E vários outros alquebrados vão entrar na via dolorosa, como a workaholic Elena (Valerie Dominguez), enfermeira que trabalha com o médico ateu Thomas Farell (Sean Astin), é casada com o técnico de emergência médica Bobby (Liam Matthews), e irmã do ex-combatente Carlos (Joseph Julian Soria). Na trama, tanto ela quanto seu irmão e seu marido vão lidar com vidas que em seus momentos finais serão levadas a encararem a cruz do Salvador.

O Carlos salva Lacey (Alexa PenaVega) quando ela estava indo se suicidar e depois livra da morte a menina sem teto Lily (Makenzie Moss) e o casal que estava cuidando dela J.D. (Lee Majors) e Teri (Cybill Shepherd). Enquanto isso, o Bobby faz com a advogada Andrea (Andrea Logan White) o que Jesus faria por Seus inimigos, ao mesmo tempo que sua esposa, presenciando o milagre do diácono Joe Phillips (Brian Bosworth) voltar à vida, coloca médico ateu com seus conceitos na parede. Isso tudo acontece num acidente causado pelo último a se converter no filme: um ladrão por quem seu irmão ex-ladrão Pretty Boy (Schwayze) deu a vida numa morte evangelística.

Numa outra descrição,

Um pastor (McGinley) é abalado por um pregador de rua a respeito de sua fé, o que provoca uma cadeia de eventos para doze pessoas diferentes, em direção a um evento cataclísmico. Alguns vão sobreviver, enquanto outros não, mas muitas vidas serão alteradas. Um casal de idosos (Majors e Shepherd) perdera a única criança que tinham. O pastor acima mencionado e sua esposa (Tracy Melchior) foram incapazes de conceber uma criança. Um mãe (Sorvino) e sua filhinha (Makenzie Moss) encontram-se sem abrigo, uma jovem enfermeira (Dominguez) e seu marido (Matthews) são pegos em um caso judicial que pode arruinar suas vidas. Uma jovem mãe (Pettis) está prestes a dar à luz. Um veterano de guerra (Soria) volta para casa com estresse pós-traumático. Uma jovem suicida (PenaVega) pede para ver seu pai e se sentir amada novamente. Uma gangue de rua é pega no mix de, quando um dos membros (Shwayze) termina inesperadamente na igreja, enquanto está correndo e se escondendo da polícia[i].

E depois de serem distribuídas em uma pregação, várias pequenas cruzes passam de mão em mão desses personagens que, um a um, vão tendo suas oportunidades vitais de aceitarem a eternidade no Céu, ou não. Você acredita (na cruz de Cristo e no poder que ela tem para salvar)? Então a pergunta é: O que você fará a respeito? Os personagens fizeram: entregaram a vida a Cristo e passaram a agir efetivamente em levar outros à salvação tanto no tempo presente quanto para a vida eterna. Os atores
também não saíram ilesos. Por exemplo, Cybill Shepherd encontrou sua fé após trabalhar no filme. Aliás, aceitarem participar num filme desses já foi um tremendo trabalho missionário.

Muitos obreiros e pastores jamais conseguirão realizar tamanha obra missional que este elenco hollywoodiano está fazendo. Desprezá-los ou ignorá-los seria um pecado, pois muitos só serão tocados por Jesus através deste trabalho. O erro estaria em deixar tamanha oportunidade passar. Porque o filme realmente mexe com qualquer um que mergulhe nele. Profundamente emocionado, eu chorava ao ser tocado enquanto a película ia diminuindo a distância entre mim e Deus. Que religare! E se a semiótica supor que eu esteja sendo neurologicamente invadido, louvado seja o Deus que não pede licença para o ser humano na exposição de Sua revelação.

Vou sim, voltar a assistir a este filme várias vezes, até captar bastante suas mensagens, pois muito escapa na primeira vez. O filme é muito rico em seus detalhes e em suas segundas mensagens indiretas contidas ao fundo das cenas, nas músicas, nos jogos de palavras, etc.

Agora, na realidade, minha mínima obrigação é divulgar, e com força, esse caminho do qual devemos nos orgulhar. Portanto eu lhe exorto: assista “Você Acredita?”, sem reservas e declare:

www.EuAcreditoNaCruz.com.br
#euacreditonacruz
Um abraço,
Pr. Valdeci Jr.





[i] https://en.wikipedia.org/wiki/Do_You_Believe%3F_(film)

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

O Cinema e a Identidade do Adventismo Relevante

Algo que deixa muitos pastores e obreiros tristes é a ênfase do “pode versus não-pode” em uma sessão de perguntas depois de uma palestra. Precisamos sim saber o que é devido ou não, mas quando ficamos exageradamente focados nisso, aí podemos ter o sintoma de algo maior. Essa discussão de usos e costumes ganhou força no mês passado. O assunto do uso do cinema para fins evangelísticos veio das redes sociais para muitas igrejas. E tive o privilégio de participar de uma espécie de mesa redonda onde vários grandes pensadores da igreja no nosso território deliberavam sobre este tema.
Daquele brainstorming, dois comentários me chamaram a atenção. O primeiro, sobre a relevância que a presença da igreja no mundo precisa ter. Na lição da Escola Sabatina deste trimestre, estamos estudando sobre essa grande necessidade da contextualização da mensagem. O mundo precisa entender, em sua própria “língua”, o que estamos pregando. E o outro comentário foi sobre a identidade singular que a igreja precisa manter no contexto em que ela está inserida. Somos um movimento de missão que nasceu de uma profecia, tem a tríplice mensagem angélica a proclamar de forma singular e, assim, agrega crenças distintivas que somam uma plenitude da sistematização de tudo aquilo que já conseguimos compreender da Revelação.
Relevância e identidade. Termos que parecem, em primeira mão, ser paradoxais. Porque temos uma identidade pela qual lutamos por sua preservação como igreja. Então, quando zelamos tanto dessa identidade podemos correr o risco de ir para o extremismo, onde a identidade, tão importante como um fim em si mesma, nos faz alienar da sociedade, perder a relevância. Sem relevância, para quê identidade? Por outro lado, temos o perigo de então abrir mão deste radicalismo de identidade para nos tornarmos relevantes, chegando a nos alinharmos tanto com a linguagem do público-alvo a ponto de perdermos a identidade. E sem identidade não haverá mais relevância. É uma linha tênue.
O espectro onde buscar o equilíbrio de não ter exagerada identidade a ponto de perder a relevância e perder a importância da própria identidade, e de não ter tanta relevância a ponto de perder a identidade e anular a própria relevância é longo. Mas não existe antagonismo nisso. Existe a necessidade de um equilíbrio que não seja sincrético. Sim, é uma tarefa difícil! É como pisar num pântano minado por baixo e embaçado por cima. Como encontrar segurança?
O motivo por trás da busca determinará o extremismo ou o bom senso. O que origina a busca pela relevância? Quais são as razões do zelo pela identidade? Não é suficiente fazer o certo. É preciso ter a motivação correta. É difícil classificar os tantos motivos errados, mas a origem correta é fácil de ser vista. Você precisa ler Mateus 16:13-28: uma conversa de Jesus com os discípulos sobre a identidade e a relevância do Mestre, da Igreja e de Sua missão. Na primeira parte, Pedro agiu como um homem muito à frente de seu próprio tempo com um insight, se não louco, sobrenatural. Ele reconheceu e declarou que Jesus era o Messias! Pense em tudo o que isso significava! Mesmo assim, tal zelo foi uma bênção, pois ele fora motivado pelo Espírito Santo. Logo em seguida, o mesmo discípulo faz outra inserção, porém agora desastrosa. Desta vez, a origem da ação humana deixara de ser divina.
Não muito tempo depois, quando chegou a hora de alavancar a missão, o santo discurso dos discípulos é traduzido para as línguas supostamente pagãs (Atos 2). O próprio Pedro se vê obrigado a quebrar as regras religiosas em nome da pregação (Atos 10 e 11). E por que tudo aquilo não caiu no extremismo desastroso? Quem sabe como alcançar a relevância sem perder a identidade é o Espírito Santo. Note que foi Ele quem fez tanto a condução à casa de Cornélio quanto a tradução idiomática.
A língua é um fator cultural que, no mundo antigo, poderia chegar a ser considerado santo ou profano. Entre os judeus, o zelo pelo hebraico canônico era muito grande. Mesmo os trechos vétero-testamentários que foram escritos em aramaico ainda tinham sido dados numa língua “do povo de Deus”. Mas quando o cristianismo começou, o idioma internacional era o grego. E os santos homens cometeram a audácia de redigir as Escrituras nesta língua que não seria sagrada? Espere! Na Revelação, a inspiração é dada pelo Espírito Santo (2Pedro 1:21). Ele foi o autor que escolheu ter agora um cânon mais relevante.
É daí que vem a única segurança que podemos ter. A maioria dos religiosos prefere polarizar-se porque o malabarismo do equilíbrio é temeroso. Na corda bamba, precisamos que Alguém nos dê a mão. O zelo pela identidade é tão necessário ao testemunho pessoal e à igreja quanto a relevância da contextualização missional. E no risco da busca por esse equilíbrio, temos que abrir mão da nossa força e deixar que o Espírito Santo guie. Ou seja, a nossa principal preocupação deve ser a busca intensa pelo reavivamento. Quando chegarmos a esta plenitude, estaremos curados das discussões que forem inúteis. O que antes era importante, teremos considerado sem valor “por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus” (Filipenses 3:6-15). Porque a reforma em, por exemplo, censurar ou permitir o uso do cinema visando o testemunho do evangelho terá sido dada pelo Espírito Santo, o ponto final.
Um abraço,
Pr. Valdeci Jr.

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Como Me Tornei Um Milionário

Ganhei Um Milhão! Obrigado!

Eu me tornei milionário neste mês de março de 2015. Cantando como Roberto Carlos - “eu quero ter um milhão de amigos, e bem mais forte poder cantar” - realizei este sonho, aqui Na Sala Do Pastor, ao ultrapassarmos um milhão de acessos. A Sala hoje aparece nas melhores pesquisas do Google e está linkada em muitos outros sites. Nem sei quantos!

Se fizermos uma média aproximada das clicadas, são 207.000 acessos por ano, 17.200 acessos por mês, 575 acessos por dia, 24 acessos por hora. Levando em consideração que cada acesso demora vários minutos, é possível perceber que o blog nunca está sem um internauta online. E na prática, posso constatar que, sempre que clico no “Who’s On?” do medidor que contrato, sempre me encontro com, no mínimo, uns cinco internautas navegando na Sala. Geralmente tem mais, muitas vezes, dezenas. O medidor que uso é o da figura abaixo, o SiteMeter. Não vou mostrar a página “Who’s On Your Site” aberta aqui para não expor quem estiver acessando agora.





Este texto que você está lendo agora é a postagem de número 1595. Destas, mais de mil e duzentas são de textos com conteúdo atemporais, úteis para pesquisa, como sermões, comentários bíblicos, aconselhamentos, respostas a dúvidas bíblicas, considerações pastorais, etc. Mais de mil destes textos, são de autoria própria. É muuito trabalho. Mas sou grato a Deus em perceber, olhando a estes números de acessos, que não tem sido em vão o esforço em partilhar do evangelho da graça de Deus.

Eu criei o blog com o objetivo de compartilhar. Nós pastores estamos constantemente produzindo sermões, meditações, discursos e palestras, para apresentarmos aos nossos rebanhos, no cotidiano do nosso trabalho. Na maior parte das vezes isso fica tudo guardado, “enferrujando e empoeirando”, nos arquivos pessoais do pastor. Então pensei: “porque não deixar o meu arquivo aberto para o mundo? Vai que mais alguém queira se utilizar do mesmo, e lhe seja útil!”. E foi isso que aconteceu! Hoje, somos milhares de seres humanos acessando um arquivo que poderia estar apodrecendo inutilmente no canto. E olha que eu nem consigo postar tudo.





Mas esse sucesso todo não aconteceria se não fosse você, internauta, que clica aqui. Estou escrevendo para simplesmente agradecer-lhe por  você tornar-me um milionário de alegria em compartilhar as boas novas da salvação, e a teologia aplicada que isso implica. Uma grande dívida tenho também para com minha esposa, que está nos bastidores deste site. Obrigado, meu amor Fátima Silva. E acima de tudo, ao Senhor seja toda honra e glória. E a você, querido internauta, mais uma vez:

MMMuuuuuiiiiiiiittttttoooooo    oooooobbbbbrrrrrriiiiiiiggggaaaaaddddoooooo!!!!!!!!

Que Deus seja louvado!
Um abraço,
Pr. Valdeci Júnior.


sábado, 14 de março de 2015

O Cristão Deve Protestar?

As Manifestações e o Evangelho


POSIÇÃO OFICIAL DA IGREJA SOBRE AS MANIFESTAÇÕES: 

O Brasil vive momentos delicados e complexos com a possibilidade de novas manifestações no País, inclusive de forte conotação política. Há um descontentamento de parte da população por conta do aumento de taxas, preços e custos, além de constante relação do Brasil com a corrupção na administração pública. Já vivemos no passado atos pacíficos e outros violentos entre manifestantes e policiais, resultando no vandalismo em várias cidades.

Diante desse quadro complexo, a pergunta que se ouve nestes últimos dias é: devem os adventistas se envolver nessas manifestações? Devem os pastores adventistas sair às ruas e fazer eco aos protestos?

Vale a pena mencionar uma citação inspirada da escritora Ellen White, que esclarece alguns pontos:
“O governo sob que Jesus viveu era corrupto e opressivo; clamavam de todo lado os abusos — extorsões, intolerância e abusiva crueldade. Não obstante, o Salvador não tentou nenhuma reforma civil. Não atacou nenhum abuso nacional, nem condenou os inimigos da nação. Não interferiu com a autoridade nem com a administração dos que se achavam no poder. Aquele que foi o nosso exemplo, conservou-Se afastado dos governos terrestres. Não porque fosse indiferente às misérias do homem, mas porque o remédio não residia em medidas meramente humanas e externas. Para ser eficiente, a cura deve atingir o próprio homem, individualmente, e regenerar o coração”. (O Desejado de Todas as Nações, 358).



Como Igreja, respeitamos as reivindicações porque nós temos saído às ruas para defender ideias, como o projeto Quebrando o Silêncio , contra o álcool, o fumo e as drogas e em defesa da liberdade religiosa. Saímos com os jovens no projeto Missão Calebe  e para doar sangue (www.vidaporvidas.com), chamando a atenção da sociedade para o bem, entre outras iniciativas.
Não é errado defender ideias e ideais, e todos têm o direito de se manifestar livremente, conforme a própria Constituição Brasileira prevê. Como Igreja, contudo, alertamos que nessas manifestações existem pessoas com intenções equivocadas que não combinam com os nossos pensamentos e princípios cristãos. Muito mais do que reivindicar, nossa missão é proclamar. Como cristãos, fomos chamados para influenciar o mundo e devemos continuar fazendo isso através do amor, doando-se e desgastando-se pelo bem da comunidade.

Na continuação, Ellen White diz: “Não pelas decisões dos tribunais e conselhos, nem pelas assembleias legislativas, nem pelo patrocínio dos grandes do mundo, há de estabelecer-se o reino de Cristo, mas pela implantação de Sua natureza na humanidade, mediante o operar do Espírito Santo. “A todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; aos que creem no Seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade do varão, mas de Deus”. Jo 1:12, 13. Aí está o único poder capaz de erguer a humanidade. E o instrumento humano para a realização dessa obra é o ensino e a observância da Palavra de Deus”. (O Desejado de Todas as Nações, 358)

Estamos, como adventistas, neste mundo com uma mensagem especial que é preparar um povo para o encontro com o Senhor! Cremos que a nossa força não deve estar nas manifestações por justiça, mas em anunciar a volta do Senhor Jesus, a verdadeira causa!

A Bíblia é o nosso guia segura sempre. No livro de Hebreus 11:16 está escrito que: “Mas, agora, aspiram a uma pátria superior, isto é, celestial. Por isso, Deus não se envergonha deles, de ser chamado o seu Deus, porquanto lhes preparou uma cidade.”

O sonho dos sul-americanos, o sonho dos brasileiros, o sonho dos europeus… Todos querem uma pátria melhor. E ela existe. A cidade de Deus, a pátria celestial. Enquanto não estamos nela, seguindo Romanos 13, dedique tempo para orar pelas autoridades e para que o evangelho continue sendo anunciado com toda a força.

Lembre-se sempre: “Crede no Senhor vosso Deus e estareis seguros”. (2 Crônicas. 20:20).

Fonte: http://www.adventistas.org/pt/comunicacao/2015/03/11/as-manifestacoes-e-o-evangelho/

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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Aprovado Projeto de Lei que institui Dia Municipal dos Desbravadores em Caxias do Sul


O trabalho desenvolvido pelo Clube de Desbravadores em Caxias do Sul, RS foi reconhecido pela Câmera de Vereadores da cidade, que criou na sessão ordinária do dia 13 de agosto, um Dia Municipal do Desbravador Caxiense.



O Clube de Desbravadores está na cidade desde 1973 e a sua boa atuação e atividades desenvolvidas, foram parabenizadas pelos representantes da tribuna. Segundo Henrique Silva, vereador que trouxe o projeto de lei ao parlamento: “Os Desbravadores são um grupo que merece todo o apoio e valorização, pois estão alicerçados em valores honrosos e contribuem positivamente para a sociedade em seu redor”, comentou.



Na ocasião, ainda foi apresentado um vídeo que contou a história dos Desbravadores no Brasil, América do Sul e no mundo. Estiveram presentes 21 vereadores e o projeto de lei teve a aprovação unânime do plenário. Ficando assim determinada a celebração do Dia do Desbravador em Caxias do Sul, no terceiro sábado do mês de setembro.


Fonte: http://www.usb.org.br/acsr/desbravadores/noticia/aprovado-projeto-de-lei-que-institui-dia-municipal-dos-desbravadores-em-caxias-do-sul-12300

Confira mais fotos:



















quinta-feira, 24 de julho de 2014

DEVO TUDO A DEUS!!!!!

Hoje é um dia muito diferente na minha vida. Olhe a figura lá em baixo e você vai saber. Estou saindo do IAENE, de volta pro Sul. Foram quatro anos peregrinando pra cá, para crescer em conhecimento. E ontem terminei a última das últimas tarefas deste Mestrado em Teologia com ênfase em Missão Urbana, de modo que agora não tenho nada a me ocupar mais com isto, a não ser usufruir. Não sei explicar o misto de sentimentos que se chacoalham dentro de mim. Talvez o Salmo 30:11 expresse um pouco daquilo que passamos (com minha família) de dificuldades, e agora Deus transforma tudo em júbilo, alegria!

Pode ser que pareça pequeno para alguns. Eu sei. Muitos já são acadêmicos por natureza. Muitos chegam aqui com enormes facilidades. São dotados de muitos dons. Mas eu não sou um destes. Sou um guaipeca que Deus pega e lhe concede graça. Obrigado, meu Deus! Quando escrevo neste título que devo tudo a Deus é nos dois sentidos: passado e futuro. Foi Ele quem me fez, me deu tudo que tenho e me trouxe até aqui. Devo isso a Ele. É a Ele quem devo servir com tudo que eu puder. Devo isso a Ele.

E também a todos os chegados que me ajudaram tanto. Minha amada e dedicada esposa, o Dani, a Sara, e todos os outros queridos também: Valéria, Luana, Barroso, Pedrinho, Méri, Marcelo, Carlos, Pedrinho, Elso, Sabrina, Vilson, Mana, Sérgio, Eliane, Karen, Gisele, Mateus, Celi, Tereza, Kauana, Zinho, Dia, Kauê... e por aí vai. Gente! Não tenho como pagar, o apoio que cada um de vocês deram nesse abraço familiar que fez com que eu pudesse chegar até aqui.

Minhas amadas igrejas das quais fui pastor nesse período também merecem meu reconhecimento. Submeteram-se a serem autônomas enquanto precisei gastar tempo estudando. Eu lhes agradeço, reconheço e admiro muito. Agradeço a toda a denominação, representada pelos presidentes e administradores que me autorizaram e apoiaram, representados hoje pelo grande pastor Moisés Mattos. Agora vamos pôr a teoria em prática, né, rsrsrsrs?


Obs: Esses três messes aí "já era", pois Deus me ajudou fazer tudo nesta semana, e hoje já está tudo entregue.


É como escrevo na primeira seção da dissertação:

A - G - R - A - D - E - C - I - M - E - N - T - O - S

Em primeiro lugar, agradeço a Deus, pois se não fosse por milagre, este trabalho não teria sido concluído. O Senhor foi muito bondoso e misericordioso para comigo. Creio que o pensamento desta monografia nasceu em Seu coração. Portanto, primordialmente ao grande Pesquisador, Redator e Mestre, sejam todas as honras, glórias, louvores e créditos devidos.

Fátima Silva não se doou somente a esta pesquisa, mas a tudo mais, dos demais interesses da nossa vida, para que eu ficasse trabalhando na mesma. Esta minha amante também fez o belo trabalho de revisão. Mais que uma esposa dedicada, com imensuráveis paciência, conselhos e amizade, me amou inúmeras vezes mais, para que este trabalho existisse. Agradecê-la é pouco, mas aqui nesta seção, ela merece destaque.

O Dr. Wagner Kuhn sabe ser mais que um orientador, mas um mentor por excelência. Sem confundir as coisas, permite que um clima de amizade construa o saber. E se não fora esta sua habilidade em relacionar-se, tenho certeza de que eu não conseguiria ter sido guiado por ele ao longo destes quatro anos. Muito obrigado, grande professor, por todas as diretrizes que fizeram este trabalho acontecer.

Maria das Graças: abaixo de Deus, devo o que sou à senhora, a mãe mais linda do mundo. Obrigado por transmitir-me grande parte dos seus dons linguísticos e de comunicadora. Eles estão aqui, nesta dissertação, que é também sua.

Eu gostaria de voltar a reencontrar cada colega da turma de mestrado para dar-lhes meu abraço de agradecimento pela amizade, coleguismo, compartilhar de informações e materiais, dicas e palavras de ânimo. Gestos que, por várias vezes, impediram-me de desistir. Mas cada um deles tem o meu estimo.

Com apreço especial, também devo meus agradecimentos a uma professora que teve uma disposição incondicional de orientar-me quanto à análise dos dados da pesquisa de campo. E com muita eficiência, conseguiu me ensinar. Obrigado, Paula Aciole.

Para mim, não faz diferença que este mestrado seja intra corpus. Sou tão grato à IASD, representada por todos os professores, obreiros, administradores e instituições que, um a um, foram abrindo-me portas de oportunidades para que eu pudesse cursar e concluir este mestrado, que quero agora, em resposta prática, devolver-lhe tudo que posso através da melhoria que tal programa colocou em mim.

Mudaste o meu pranto em dança, a minha veste de lamento em veste de alegria, para que o meu coração cante louvores a ti e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te darei graças para sempre
(Salmo 30:11-12, NVI).


DEVO TUDO A DEUS!!!!!!!!!!!!

Valdeci Jr.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

EBENÉZER - A Deus seja toda honra e glória!

Com mais de 600 pessoas visitando-a todos os dias, a "Sala" prepara-se para mais um aniversário. E este blog não sobreviveria se não fosse você, querido internauta. São os seus acessos, as suas clicadas, que o mantem numa boa escala do hit do Google. É bem verdade que já postei quase 1500 textos, sendo que mais de 90% deles são de minha autoria. É muuuito suor.
Mas toda honra e glória devem ser dadas a Deus. Na realidade, a "Sala" e esse gaudérinho menor da foto aí fazem aniversário no mesmo dia. Mas eu lhe confesso que gosto bem mais dele do que da "Sala", rsrsrs.

E aqui vale também dar os créditos aos tantos outros sites que carinhosamente linkam o internauta pra cá. Sou feliz também por perceber o quanto os queridos irmãos tornam o que é veiculado aqui uma utilidade para sua vida prática.

Há um ou outro que de vez em quando reclama de alguma coisa. Normal. Quem dá muito chute a gol, vez ou outra a própria lei da probabilidade vai fazê-lo dar um chute fora. Faz parte de quem faz. O importante é fazer, e não ficar na inércia, sem fazer. O saldo são os inúmeros gols feitos. Isso é o que importa. Se nem Jesus agradou a todos, quem sou eu, né? Rsrsrsrs. Mas Jesus ofereceu salvação a todos, e isso é o que a Sala, com a bênção dEle, faz. Amém?

Portanto, nesse preparo para o próximo aniversário, Deus e você são os parabenizados.

Continue conosco, internauta, nessa "Sala" do Senhor Jesus. E assim ela continuará abençoada!

Um abraçaço!

Pr. Valdeci Jr.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

O que significa temer a Deus?

A expressão temer  Deus na Bíblia, não é utilizada no sentido de ter medo de Deus mas, no sentido de respeitar a Deus; de querer tão bem a Deus a ponto de não fazer nada para desagradá-lo.
Um dos versos bíblicos que nos ilustram o significado bíblico de “temer a Deus” é o Salmo 130:3 e 4 (confira abaixo em duas conhecidas versões: Almeida Revista e Atualizada, & A Bíblia na Linguagem de Hoje)
“Se observares, SENHOR, iniqüidades, quem, Senhor, subsistirá?  Contigo, porém, está o perdão, para que te temam” (Salmos 130:3-4 RA).
“Se tu tivesses feito uma lista dos nossos pecados, quem escaparia da condenação?  Mas tu nos perdoas, e por isso nós te tememos” (Salmos 130:3-4 BLH).
Veja bem: “Tu nos perdoas, e por isso nós te tememos”
Qual é o sentimento que temos para com alguém que nos perdoa? Gratidão, apreço, reverência. Este é o sentimento que Deus espera de seus filhos.
Há outros versos bíblicos nos ajudam a entender o significado da expressão “temer à Deus”. Vejamos:
Jó 28:28: E disse ao homem: Eis que o temor do Senhor é a sabedoria, e o apartar-se do mal é o entendimento.
Provérbios 8:13:  O temor do SENHOR consiste em aborrecer o mal; a soberba, a arrogância, o mau caminho e a boca perversa, eu os aborreço.
Temer a Deus aqui nestes versos é sinônimo de afastar-se do pecado. Por isso a Bíblia diz que o temor do Senhor é o princípio do conhecimento e apartar-se do mal é entendimento, nós vemos que essas duas expressões são usadas de modo semelhante.
Portanto, a pessoa que têm respeito por Deus, reverência para com Deus, não vai viver no pecado, mas vai procurar agradar a Deus em tudo que puder. Irá apegar-se ao Espírito Santo para ser vitorioso em todos os aspectos da sua vida.

Que o seu interesse pela verdade seja sempre crescente e que o amor de Jesus seja a grande motivação da sua vida.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Globo Pode Ensinar Os Cristãos a Se Vestirem

Já ouviu falar que, muitas vezes os filhos deste mundo são mais prudentes que os filhos da luz? Pois é. Não quero julgar as pessoas que trabalham para a Rede Globo. Em hipótese alguma! Mas quero citar que a Globo, totalmente secular, que trata apenas dos assuntos limitados a este mundo, do qual eu e você fazemos parte, está dando um show de prudência pra servir de exemplo para as igrejas, que se propõem a serem canal de uma mensagem que seria de outro mundo, do mundo da luz (Lucas 16:8).

Acabei de ler a matéria “Globo proíbe jeans rasgado, manga bufante, cabelão e unha preta” no site de notícias da UOL. O texto deveria ter sido escrito por nós, líderes, como orientação eclesiástica não somente aos pregadores e professores de Bíblia, mas também a todos os que se propõem serem repórteres do evangelho. E sabe quem são? Todos os cristãos. Porque Paulo explica que todos que resolvem ser cristãos tornam-se “cartas vivas” das boas novas de Cristo (2Coríntios 3:1-8). Queira ou não, você está veiculando algum tipo de testemunho. E que news reporta você ao mundo? Como transmitir a mensagem da esperança sem ruído de comunicação? A Comunicação Social pode lhe ensinar. Por isso, leia abaixo, a matéria em paráfrase.

A Igreja [Globo] editou na semana passada uma nova norma colocando limites na flexibilização no visual dos cristãos [jornalistas] adotada nos últimos anos. Diante de alguns excessos, a instituição cristã [emissora] deixou claro que o pregador [repórter] e [o apresentador] a testemunha do evangelho que aparecem diante das pessoas [no vídeo] não devem brilhar mais do que as boas novas [notícia]. Assim, não devem usar cabelos muito compridos, camisa xadrez, esmalte preto ou azul e roupas com mangas bufantes. Calça jeans pode, mas só no corte tradicional, sem manchas ou rasgos.

Até o final dos anos 2000, a Igreja [Globo] exigia blazers para mulheres e ternos para homens. Para deixar os jornalistas mais próximos do visual que o telespectador usa, criando identidade, o ministério [a emissora] passou a adotar trajes menos formais. Homens podem usar camisas sociais e polo, dependendo da ocasião. Mas ocorreram exageros, e a nova norma tenta disciplinar o que pode e o que não pode.

Pela norma, muitos cristãos [apresentadores de afiliadas e repórteres como Ilze Scamparini] estão fora do padrão Cristão [Globo] de visual de bom testemunho [jornalismo]. Confira as principais regras:
Cabelos: devem ser curtos ou médios, no máximo na altura dos ombros. Cabelos compridos chamam muita atenção. Franjas estão proibidas. Deixam a pessoa que não é adolescente [jornalista] com cara de adolescente.

Acessórios: brincos, colares, pulseiras e relógios devem ser pequenos, discretos, sem pedras. Proibido usar mais de um anel na mesma mão.

Unhas: Até cinco anos atrás, esmaltes coloridos eram proibidos. Tons beges e vinhos agora são permitidos, mas unhas pretas, azuis, verdes e roxas estão vetadas.

Mangas: estão proibidas as mangas muito curtas, tipo baby look, as bufantes e as muito volumosas. As primeiras não ficam bem para mulheres com braços gordos. As bufantes infantilizam.

Estampas: roupas xadrezes, estampadas e de listras fortemente contrastadas continuam proibidas porque chamam muita atenção e porque podem causar "batimento" na vista das pessoas [no vídeo], gerando uma distorção na mensagem a ser transmitida [imagem].

Brilho: roupas com brilho ou decotadas não podem ser usadas no serviço da igreja nem no trabalho missionário [vídeo]. Babados e tecidos que amassam muito, como o linho, também não. 

Transparências são permitidas, desde que com uma outra roupa por baixo.

Calças: nem pensar em ir para a rua com calças capri (aquelas que batem na canela), muito justas (skinnies), sarouels e leggings. São casuais demais e, no caso das sarouels, na prática [no vídeo] parecem fraldões. Recomenda-se calças de alfaiataria para os homens. Jeans pode, desde que de corte reto e tradicional. Nada de calças rasgadas ou com lavagens que descolorem o brim.

Tamanho: é proibido usar roupa justa. Cristãos [Jornalistas] devem preferir peças mais soltas no corpo, porque marcam menos. Mulheres devem tomar cuidado com malhas e tecidos de elastano, evitando mostrar sutiãs e "pneus".

Apenas o parágrafo dos acessórios precisaria de um pequeno ajuste. No mais, que aula perfeita esta página de manual de jornalismo dá para a igreja! Está difícil alcançar o Céu? Por que nós cristãos não chegamos pelo menos ao nível dos nossos amigos jornalistas? Se a Comunicação Social tem tanto o que ensinar à Religião, imagine Deus! Busque conhecê-Lo, bem como Sua vontade. Siga o padrão Jesus!

“E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus
(Romanos 12:2)”.

Um abraço,
Pr. Valdeci Jr.


sábado, 21 de dezembro de 2013

SEJA UM POTE DE JESUS - 2Coríntios 01-04

Certo carregador de água tinha 2 grandes potes, cada um pendurado numa ponta de um cabo, o qual ele carregava sobre seus ombros. Um dos potes tinha uma rachadura, enquanto o outro pote era perfeito e sempre levava a porção completa de água até o final da longa caminhada.
O pote rachado chegava só com a metade.
Por 2 anos isto se repetiu diariamente, com o carregador trazendo apenas um pote e meio de água.
Naturalmente, o pote perfeito estava orgulhoso de seu desempenho, perfeito para o propósito a que tinha sido feito.
Mas o pobre pote rachado estava envergonhado de sua própria imperfeição, e miserável por ser capaz de alcançar apenas metade daquilo a que tinha sido feito para fazer.
Depois de 2 anos do que sentia ser uma falha insuportável, ele um dia falou ao carregador perto de um riacho:
-Estou envergonhado de mim mesmo, disse o pote, e eu quero me desculpar com você.
- Por quê? - perguntou o carregador.
- Do que você está envergonhado?
- Tenho conseguido, nestes últimos 2 anos, entregar apenas metade de meu carregamento porque esta rachadura faz com que a água vaze por todo o caminho.
Por minha causa, você tem que realizar todo este trabalho, e você não recebe todo o valor de seus esforços, disse o pote.
O carregador sentiu pena do velho pote rachado, e em sua compaixão ele disse:
- Enquanto nós voltarmos à casa, eu quero que você note as flores lindas que há ao longo da trilha.
De fato, à medida que eles subiram a colina, o velho pote rachado notou o sol que aquecia as lindas flores silvestres ao lado da trilha, e isto o animou um pouco.
Mas ao final da trilha, ele ainda se sentia mal porque tinha vazado metade de seu carregamento, e novamente se desculpou com o carregador por sua falha.
O carregador disse ao pote:
- Você notou que havia flores apenas em seu lado da trilha, mas nenhuma do lado do outro pote?
É porque eu sempre soube da sua rachadura,e eu aproveitei isso para o bem.
- Eu plantei sementes de flores do seu lado da trilha, e a cada dia enquanto eu voltava do riacho, você as regou. Por 2 anos eu tenho sido capaz de colher estas lindas flores para decorar a minha mesa.
Sem você ser do jeito que você é, e com a rachadura que você tem eu nunca teria esta beleza para embelezar a minha casa.
Mesmo sentindo-se imperfeito, descubra, na leitura de hoje, que tipo de pote, vaso, você pode ser para Jesus.
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Valdeci Júnior

Fátima Silva

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

TESTEMUNHO CLARO DA FÉ - Atos 04-06

Além de ler os três capítulos propostos para hoje, por favor, demore-se em Atos 4:1-12. Creio que o núcleo deste trecho pode estar nas palavras: “Com que poder, ou em nome de quem vocês fizeram isso?... Por meio do nome de Jesus Cristo... (Atos 4:7 e 10)”.
Pedro e João foram presos porque haviam proclamado uma palavra de libertação a um homem doente na porta do templo e anunciado Jesus como o único Salvador do mundo (veja Atos 3). O que move estes homens a anunciarem o nome de Jesus?
Eis alguns aspectos que nos ajudam a entender esta motivação: 1)Eles experimentaram na própria vida o amor de Deus através de Jesus Cristo. Estes discípulos estiveram com Jesus (v.13) e, junto dEle, receberam amor, paz, consolação, direção, salvação dos pecados e a esperança da vida eterna. 2) Eles experimentaram o poder de Deus. Jesus não permaneceu na morte, mas ressuscitou ao terceiro dia. O Senhor ressurreto esteve com eles. Ao subir aos céus, prometeu-lhes o Espírito Santo. Este lês concedia poder para testemunhar (Atos 1:8). 3) Os seus corações estavam firmados em Cristo. Seus corações não duvidavam que o senhor e Salvador do mundo é Jesus.
Eles compreenderam a missão de Jesus, o seu propósito de trazer salvação ao mundo. Aí os discípulos não podiam mais calar-se! Outros precisam ouvir de Jesus e ser salvos (João 17:18).
Você crê em Jesus como seu único e suficiente Salvador? Se você respondeu “sim”, então, por favor, responda a esta outra pergunta: Com quem você tem compartilhado sua fé em Cristo? O testemunho da igreja é este: Jesus é o Salvador do mundo, de todos que carecem de uma palavra de amor e esperança!
Mas há outro aspecto do testemunho claro da fé. As pessoas precisam ver, não apenas que Jesus nos salvou, mas também, que a nossa vida é submissa à vontade dEle. Este é o aspecto de reconhecê-Lo como Senhor. Além de ser o seu Salvador, Jesus precisa ser o seu Senhor. Entende este aspecto? Note, na leitura de hoje, como aqueles personagens cristãos deixavam guiar-se pela vontade de Deus, e não por suas próprias filosofias e interpretações. “Um senhor é aquele que tem poder e autoridade sobre outras pessoas. Senhor é algumas vezes usado como título por pessoas em posição de poder (Andy Diestelkamp)”. Para que Jesus seja o seu Senhor, você já submeteu-se ao Seu senhorio?
As pessoas verão a salvação em você através da submissão da sua vida a Ele.
Dê um testemunho claro da sua fé.
Adaptado de: “Orando em Família – Meditações Diárias - 2000”, Ed. Martin Weingaertner Curitiba: Encontro Publicações, 188.


Valdeci Júnior
Fátima Silva


quarta-feira, 7 de novembro de 2012

HISTÓRIA REAL - Atos 07-09

Certo dia, num percurso de viagem que eu estava fazendo, ao embarcar, estava pensando em como poderia testemunhar. Cheguei até a orar em pensamento sobre isso. Então, quando encontrei minha poltrona e sentei, percebi que, humanamente falando, não seria fácil testemunhar. Sentei-me entre dois homens. Do lado direito, um sujeito de meia idade, que só queria dormir. Do lado da janela, um adolescente, que não parecia querer conversa. Pensei: se não vou conversar, vou trabalhar. E o pior é que não dava! Sempre levo o computador a bordo, mas, sem muitas razões, naquele translado eu havia despachado o computador com a bagagem. Então, só me restava um livro. E o curioso é que, diferente do normal, já fazia tempo que eu tinha começado a ler aquele livro e nunca terminava. Decidi aproveitar o tempo para ler. Esqueci do mundo ao redor e mergulhei na leitura.

Quando o vôo estava quase terminando, eu cansei de ler, fechei o livro e o deixei na mesinha, na minha frente. Foi aí que o adolescente virou-se para mim e perguntou se eu era crente. Eu disse que cria em algumas coisas daquele livro, em outras não. Comentei que o autor do livro era um jornalista, e jornalista é muito critico. Então o rapaz me disse que também trabalhava com algo relacionado a comunicação, como o autor do livro e como eu. Ele trabalha com algo relacionado à TV. Eu disse: Interessante! Mas por que pergunta se sou crente? Ele apontou para o título do livro, que falava de Jesus (O Jesus que Eu Nunca Conheci - Philip Yancey).

O que isso tem a ver? – eu perguntei.

Então ele disse que estava lembrando da mãe, que era uma cristã, mas que naquele momento estava muito triste, porque o marido havia falecido há menos de um mês. Disse para o rapaz que também tinha perdido meu pai, mais ou menos na idade dele. Assim, conversamos até que chegou a hora do pouso.


No solo, antes de descermos, eu estava pensando nos porquês da oportunidade daquela conversa. Sem muita explicação abri o livro no lugar onde tinha parado, então eu tomei um susto: eu estava na penúltima página. Antes que as portas do avião se abrissem, deu tempo de ler as duas últimas páginas. Daí, rapidamente, anotei meu email no livro e entreguei ao rapaz, de presente. Ele ficou assustado, mas foi embora feliz pelo presente e palavras de conforto. Fui embora feliz, em perceber como o Espírito Divino havia conduzido cada detalhe daquela viagem com um único objetivo: que eu tivesse a oportunidade de testemunhar. Essa história moderna é real, mas parece uma repetição da história bíblica da leitura de hoje.

Um abraço,
 
Valdeci Jr.
Fátima Silva

terça-feira, 6 de novembro de 2012

SALVA-VIDAS - Atos 04-06

Gosto muito, mas muito mesmo da leitura do livro de Atos, principalmente da primeira parte quando aprendemos sobre como Deus nos salva do pecado. Penso que o versículo mais bonito do livro de Atos, pelo menos para mim e que é o ponto mais alto do livro diz: “Não há salvação em nenhum outro, pois, debaixo do céu, não há nenhum outro nome dado aos homens pelo qual devamos ser salvos” (Atos 4:12).


Esse texto fala sobre o poder do nome de Jesus para nos salvar. Fala sobre salvação e o único meio de salvar-nos. Porque quando uma pessoa se encontra em uma situação onde ela não pode contar com nenhum meio de salvação, aí a situação é complicada.

Um dia desses, eu estava em viagem, sozinho. Estava hospedado num hotel. Era noite, e eu estava muito concentrado nos meus estudos, já que no dia seguinte, eu iria fazer uma série de palestras sobre comunicação em um encontro de comunicadores. Lá pelas tantas da noite, já estava cansado. Como não conseguia me concentrar mais, resolvi dar uma volta pelo hotel. Andei pelos corredores, saguões, repartições... Fui para a parte externa, até que cheguei na piscina, onde me deparei com algo muito interessante: uma plaquinha, presa em um salva-vidas velho e inutilizado, dizendo: “Cuidado! Esta piscina tem um metro e noventa centímetros de profundidade, e nós não temos salva-vidas.” Fiquei pensando: que confortante! Mas o pior de tudo é que não tinham ninguém no caminho que fiz até ali. Qualquer criança poderia ter chegado na minha frente, naquela piscina, sem salvação. Que desespero! Deveria ter um salva vidas!

Qual é o objetivo de um salva-vidas? É não deixar as pessoas sem esperança.

Se você for fazer um curso de salva-vidas, o instrutor ensinará sobre como salvar a vida de pessoas que estão se afogando:

Primeiro: Precisamos tirar a pessoa que estamos salvando de dentro da água;

Segundo: Precisamos tirar a água de dentro da pessoa que estamos salvando;

Terceiro: Precisamos reanimar a pessoa que estamos salvando. Com isso, espera-se que a pessoa ficará bem.

Esses procedimentos de primeiros socorros nos lembram sobre como a obra da salvação é realizada no ser humano, quando ele entrega a vida para Jesus. Primeiro, Jesus nos tira do pecado; depois, tira o pecado de dentro de nós. E então, Jesus nos dá uma nova vida! E essa é a mensagem de esperança da salvação. Era isso o que os apóstolos viviam, respiravam, pregavam e transmitiam, no contexto de Atos 4-6. Os apóstolos davam tudo; davam vida, pela mensagem que traria a vida eterna para as outras pessoas. E você, quer viver esta esperança?


Valdeci Júnior

Fátima Silva

Sinceramente Errado

Este é um livro para pessoas sinceras que buscam a verdade, dispostas a pagar o preço em abraçá-la, custe o que custar. Se você não tem este padrão, não leia este livro. Hilton é um homem corajoso, não somente por dizer o que diz, mas também por ter tomado as decisões que tomou. Como pastor de uma igreja de mais de quinhentos membros, com a carreira ministerial decolando, na denominação evangélica mais promissora de todo o mundo pentecostal, foi radical em abandonar tudo, sem ter outra perspectiva, a favor de não continuar ferindo sua própria consciência. Saiu pela porta da frente. Recebeu várias propostas para voltar com ordenados maiores e privilégios mais cobiçáveis. Mas não permitiu vender-se, nem por dinheiro nem por nada.

A razão? Eu sei que é errado usar a expressão “por trás dos bastidores”, pois os “bastidores” já consistem em ser o que fica escondido, atrás da cortina, fora do palco. Geralmente, o correto é dizer “nos bastidores”. Mas desta vez precisousar este aparente vício de linguagem, pois Bastos conseguiu realmente descobrir, enxergar e analisar profundamente dois níveis de contextos ocultos que fazem a maior parte do neopentecostalismo operar sua práxis. Ele conheceu os bastidores e os bastidores dos bastidores. Uau! Você quer saber também? Só lendo o livro, pois, provavelmente, nem sendo um pastor da Igreja Universal do Reino de Deus (cito esta por ser a maior e a que mais cresce, entre as igrejas pentecostais), você conseguirá ter este privilégio (ou, infortúnio... sei lá).

Como eu gostaria de encontrar-me pessoalmente com Hilton Bastos! O que ele escreveu em Sinceramente Errado é uma inspiração tão grande que dá vontade de ouvir isso tudo, e muito mais, de seus próprios lábios. Dá vontade de fazer-lhe perguntas, perguntas e mais perguntas. Dá vontade de colocá-lo em todos os lugares para dar seu testemunho.

Se você gosta de ler fatos da história de alguém vai gostar deste livro. Não se trata de uma biografia de Hilton Bastos, mas sim de sua experiência de vida religiosa, desde seu nascimento. Junto com Bastos, o leitor pode passear por algumas das diferentes expressões religiosas vividas no cristianismo do Maranhão observando muito dos seus bastidores, numa reflexão sobre o quadro maior da religiosidade brasileira.

Se você prefere uma leitura mais abstrata, com uma transmissão de pensamento mais cognitivo, então você também vai gostar desta obra. Quem simplesmente segura nas mãos este livro de 144 páginas, não imagina o volume substancial que está contido ali. Hilton consegue ser didático o suficiente para apresentar muitos valores, doutrina e teologia – em tão poucas páginas – a ponto poder fazer uma pessoa mudar totalmente de vida, de rumo, de pensamento e, ouso em dizer, até de pressupostos, para sempre. Um leitor despreparado poderá ficar até mesmo transtornado.

Mas, o mais interessante de tudo, é que Hilton não é cético, apostatado ou descrente, falando mal das igrejas ou de Deus. Não! Meu, o cara é equilibrado! Veja uma de suas conclusões:

“O trabalho de Deus deve ser executado por todos nós. Não devemos e nem podemos ficar esperando que somente os pastores o façam. Toda a igreja deve se envolver. Sinto-me entristecido quando vejo apenas a minoria da igreja envolvida no trabalho missionário. Tantos jovens com força, saúde, tempo que deviam ser gastos na obra do Senhor, mas estão desperdiçando a oportunidade de trabalhar para o Rei do Universo. Creio que serão cobrados por isso” (páginas 90 e 91).

Quanta fé! Obrigado, Hilton Bastos, por fazer crescer o meu senso missionário e o meu compromisso cristão. Obrigado por contribuir, positivamente, no meu relacionamento com Deus e no fortalecimento do meu ministério. E também, por ajudar-me, com o conteúdo deste livro, em minha dissertação de mestrado. Um dia, quero lhe dar um abraço, rapaz!

E a você, querido internauta, compre logo este livro e boa leitura!

Um abraço,

Pr. Valdeci Jr.

Dados do Livro: Bastos, Hilton. Sinceramente Errado, Niterói, RJ: Editora ADOS, 2011, 144 páginas.