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terça-feira, 24 de maio de 2016

quarta-feira, 9 de março de 2016

Pressão Sexual e Virgindade - Vídeo

Uma internauta pergunta: Tenho 28 anos e sou virgem... Depois de dois meses de namoro, meu namorado terminou comigo porque eu não quero transar. Sou cristã... e quero guardar a prática sexual para o momento certo, da forma certa, com a pessoa certa, dentro do casamento. Mas a pressão é muito grande... parece que todo mundo está fazendo... Meu namorado é “cristão’, frequenta a igreja... mas mesmo assim quer ter sexo antes de casar. Aliás, ele já foi casado... Mas todos os meus namoros anteriores terminaram pela mesma razão... Estou errada? Não tenho chance de ser feliz com os valores que tenho...? A pressão é tão grande que tem hora que dá vontade de entregar-se ao primeiro homem que aparecer... Me ajude... O que faço?






Um abraço,
Pr. Valdeci Jr.


sábado, 27 de fevereiro de 2016

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Masturbar Sem Pensar Naquilo É Pecado?

A masturbação é pecado quando a praticamos com pensamentos ilícitos, mas quando a praticamos só para sentir aquela sensação, sem pensar em sexo, ela é mesmo assim pecado ?



“Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”. Romanos 12:1-2.

“Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável”. Salmo 51:10

Um abraço,
Pr. Valdeci Jr.

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Sexo na Menstruação - Vídeo

Na opinião bíblica, posso fazer sexo quando estrou menstruada?
Uma mulher pode ter relações sexuais em seu período menstrual?




Um abraço,
Pr. Valdeci Jr.

sábado, 4 de outubro de 2014

Como Vencer as Tentações Sexuais?

Não é fácil manter-se puro no mundo de hoje o qual respira e transpira sexo. Somos simplesmente bombardeados diariamente por propagandas de todos os tipos onde a mídia tenta nos vender a idéia de que o mundo gira em torno do sexo.
Nunca se fez tanto sexo e nunca houve tanta falta de amor entre os casais e entre as pessoas. Satanás tem deturpado tudo aquilo que Deus criou para o benefício do homem. Deus criou o sexo para unir o homem e a mulher em amor, mas em vez disto as pessoas estão apenas se usando mutuamente, e em conseqüência, estão cada vez mais distantes uma das outras, mais frias e tendo menos prazer.
Por estas e outras razões vale a pena esperar o momento adequado para satisfazer nossas necessidades físicas, seguindo a orientação de Deus para nossa felicidade. O maior anseio da humanidade é ter uma vida feliz, só que não existe felicidade separada de Jesus Cristo. Quando o homem tenta dar um jeitinho, pegar um atalho, dar uma " mãozinha" a Deus, é então que ele fica confuso, deprimido, atrasa a realização dos sonhos que Deus tem para ele e segue os caminhos que levam à morte.
O pior desta situação, é que para a pessoa cristã existe o problema da culpa. Por um lado ela se sente mal por não ter a chance de fazer sexo, e por outro se sente culpado por ter o desejo sexual. Na realidade dentro de nós existe este conflito constante entre a nova e a velha natureza. O que fazer então para ter uma vida vitoriosa e encontrar a paz permanente?
 Primeiramente saiba que você não é a única pessoa que passa por este dilema. O apóstolo Paulo teve experiência semelhan­te, pois fazia exatamente o que não queria e aquilo que era certo fazer, ou seja a vontade de Deus, ele não conseguia, embora quisesse. Desesperado em sua agonia, clamou a Deus: "Miserável homem que sou! quem me livrará do corpo desta morte?". Leia em Romanos 7:14-25 esta luta pessoal de Paulo e como ele encontrou a solução, se apegou na graça e na misericórdia de Jesus Cristo. 
Esta era a luta de Paulo, esta é a minha e a sua luta. A diferença entre vitória e fracasso não depende de nossas habilidades pessoais, mas sim em quem depositamos nossa confiança.
(Isaías 27:5) - Que os homens se apoderem da minha força e façam paz comigo; sim, que façam paz comigo.
Existe uma diferença entre uma necessi­dade real e legítima, e a maneira de suprir esta necessidade. A carência por sexo, afeição, companheirismo, amizade e carinho, é totalmente correta. Foi Deus quem colocou dentro de nós, seres humanos, estes sentimentos e esta necessidade de ser reconhecido. O problema está na maneira que nós utilizamos para suprir estas carências. Como elas foram criadas por Deus, sem Ele jamais conseguiremos a satisfação dos nossos desejos.
O ponto de partida para uma vida vitoriosa, é primeiramente ter certeza do perdão divino quanto a nossas falhas passadas. Cristo não veio ao mundo para condenar pecadores, mas para salvá-los.
Depois da certeza do perdão, o próximo passo é alimentar a nova natureza com a vida de Cristo, através de um relacionamento diário com Ele. Pela contemplação, através do louvor, do estudo da Bíblia, e também pela oração, somos transformados. Se contemplamos a Cristo seremos paulatinamente transformados a Sua semelhança.
Passos adicionais podem incluir: a contemplação somente do que é belo, puro, nobre e bom. A prática de algum esporte, como a natação ou até mesmo longas caminhadas. O desenvolvimento de hobbies. O hábito de interessar-se mais pelos semelhantes e ajudar pessoas necessitadas.
Seja sincero e honesto ao compartilhar com Cristo seus verdadeiros sentimentos, seus sonhos, suas decepções, suas frustrações e seus desejos. Ele está vendo sua luta e se compadece intercedendo por você junto a Deus.
Não importa qual a fraqueza pessoal ou força da tentação. Cristo é o libertador. Ele veio para libertar-nos do poder do pecado e para nos dar a paz e a alegria de uma vida em harmonia com Ele. Ele quer e pode lhe ajudar.

Tenha a certeza de que cada passo dado na direção da abstinência sexual somente estará contribuindo para sua maior felicidade nesta vida. Isto porque Deus lhe ama demais. O que ele pede é apenas para o seu bem.

sábado, 3 de maio de 2014

Incesto

No Dicionário Aurélio, encontramos a seguinte definição de incesto:      
“União sexual ilícita entre parentes consangüíneos, afins ou adotivos”.

Pessoas com grau de parentesco próximo que se envolvem sexualmente.

A Bíblia tem algo bem claro para dizer sobre o assunto. Está em Levíticos 18:6-18, onde especificamente no verso 14, é claramente mencionada a relação com tio ou tia como uma abominação diante do Senhor.

Além deste relacionamento ferir um princípio bíblico temos ainda o fator biológico, pois uma gravidez incestuosa põe em risco a vida da mãe e também a vida do bebê, em conseqüência da sua consangüinidade.

Não é aconselhável aprender a gostar da pessoa errada, pois é muito dolorido ter que abandonar os sentimentos por esta pessoa. É necessário dar muita atenção a este assunto, pois a sua felicidade eterna está em jogo.

Se alguma pessoa está presa vítima de um sentimento de atração para com algum parente próximo deve pedir humildemente a Deus para afastar-se desse relacionamento.

Mesmo que seja uma decisão difícil Deus espera que esta atitude seja tomada. Deus dará força para esta decisão.

Isaías 27:5  Que homens se apoderem da minha força e façam paz comigo; sim, que façam paz comigo.

Deus está interessado em ajudar qualquer pessoa que precise resolver problema semelhante. Veja o pensamento abaixo:

"Nada do que de algum modo se relacione com a nossa paz é tão insignifi­cante que o não observe. Não há em nossa vida nenhum capítulo demasiado obscuro para que o possa ler; perplexidade alguma por demais intrincada para que o possa resolver. Nenhuma calamidade poderá sobrevir ao mais humilde de seus filhos, ansiedade alguma lhe acossar a alma, nenhuma alegria possui-lo, nenhuma prece sincera escapar-lhe dos lábios, sem que seja observada por nosso Pai celeste, ou sem que Lhe atraia o imediato interesse”. Portanto apresentai este caso a Deus certos de que Ele proverá o auxílio necessário.




domingo, 13 de abril de 2014

O pecado cometido por Adão e Eva foi a relação sexual?

Vejamos o relato Bíblico da origem do sexo:

“Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom. Houve tarde e manhã, o sexto dia.” Gênesis 1:31

Note bem, no sexto dia Deus criara o homem e a mulher. Criou a sexualidade deles também. E Deus viu que tudo quanto fizera era muito bom.
Algumas pessoas acham que o sexo era algo puro, mas que após o pecado degenerou-se. Esta não é a posição bíblica.
Se olharmos para o propósito para o qual Deus criou o sexo veremos que não é apenas para procriação, mas sim para a alegria e felicidade humanas.
O matrimônio e o Sábado são sagrados. Foram as duas instituições que Deus deixou para o bem do homem desde a criação. A orientação bíblica é que homem e mulher cheguem ao casamento virgens, e legal e religiosamente livres: solteiros, ou viúvos, ou divorciados (como parte inocente). Se vivem maritalmente quando o Evangelho os alcança, que se casem.
Nenhum outro tipo de relacionamento sexual é aprovado por Deus. O casamento satisfaz as necessidades básicas de pertencer, de amar e de ser correspondido.
É protegido pela sociedade e dá dignidade ao casal e aos filhos. Exige esforço e determinação para torná-lo bom e satisfatório. Nunca deve um casal pensar que seu casamento foi em erro. O segredo do êxito é manter comunhão com Cristo e decidir tornar o cônjuge feliz.

Para a felicidade no Casamento o amor é fundamental.

Alguns acham que o sexo é o presente de casamento que Deus concede a cada casal que se casa. A procriação humana poderia ter sido planejada por Deus da seguinte maneira: o homem colocar uma “sementinha sexual” na mulher (na boca, por exemplo). Por que será que Deus ideou o sexo como o conhecemos, como algo tão íntimo? Por que Deus ama o homem. O grande prazer e satisfação trazidos pelo sexo ilustram o quanto Deus ama a humanidade e quer ver-nos felizes. Sendo que tudo o que Deus faz é bom, reconhecemos que por mais que os homens tenham deturpado esta dádiva divina, em si mesma ela não é pecaminosa, mas sim santa e pura como tudo o que Deus faz.

A sexualidade possui três propósitos, que são:
 
1.      Unidade (Gen. 2:18 e 24): Deus criou o homem e a mulher para que vivam em relação e em comunhão, porque “não é bom que o homem esteja só”. Aqui se enfatiza as necessidades sociais que são satisfeitas na relação matrimonial. Ao mesmo tempo, as necessidades físicas, psicológicas, sociais e espirituais são contempladas nessa unidade. A unidade baseia-se no amor, e é o amor que deve ser expresso na relação sexual porque “a união de dois corpos não pode produzir por si mesma o amor. Só pode expressar um amor já existente”. O sexo será o servo do matrimônio, e não seu senhor. Isso quer dizer que o caráter da pessoa amada será mais importante que seu corpo ou seus atrativos sensuais.

2.   Proporcionar prazer sexual (Cantares e Provérbios);A Bíblia nos apresenta claramente este propósito da sexualidade. Especialmente os livros de Cantares e Provérbios de Salomão se ocupam desse aspecto da sexualidade que não se pode estudar separado dos outros dois propósitos.

O capítulo 5 de Provérbios refere-se à vida sexual humana, e o versículo 21 deve ser entendido nesse contexto específico, quando diz: “Porque os caminhos (sexuais) do homem estão perante os olhos do Senhor, e Ele considera todas as suas veredas (sexuais)”. Deus observa o ato sexual dos cônjuges entregues ao prazer inocente designado por Ele mesmo, e o aprova; alegra-Se com o gozo puro e santo.[i]

É interessante notar que em Cantares não se faz referência á função procriadora, só a função prazenteira da sexualidade, embora os amantes não se neguem a beleza de sua própria concepção (Cantares 3:4) e nascimento (Cantares 6:9; 8:5). Richard Davidson diz que nesse livro “a união sexual ocorre com valor e significados independentes, os quais não necessitam ser justificados como meio para um fim superior (por exemplo, a procriação)”. Dito de outra maneira, o prazer sexual tem seu próprio lugar e não fica sujeito á procriação nem é controlado por ela. Não se pode perder de vista, entretanto, a integração dos três propósitos da sexualidade. “Vários estudos recentes têm analisados profundamente e demonstrado de modo conclusivo a íntima relação entre os primeiros capítulos de Gênesis e Cantares. Na ‘sinfonia de amor’ que cômica no Éden e é arruinada depois da queda, Cantares constitui uma ‘poesia do amor redimido’. Cantares é o comentário defensor de Gênesis 2 e 3; o paraíso perdido é agora um paraíso reconquistado. [ii]

3.      Procriação (Gen. 1:28);O terceiro propósito para o qual foi criada a sexualidade – poderia ser o primeiro ou o segundo, já que a ordem na qual foram colocados neste livro não indica hierarquia, mas enumeração – é o que nos permite concretizar num filho ou numa filha a unidade baseada no amor gostoso e prazenteiro.

Em Gênesis 1:28, Deus diz a Adão e Eva : “ Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a Terra.” Essa ordem é anterior à queda no pecado e, logicamente, traz implícita a ordem: “Usem sua sexualidade para trazer crianças ao mundo e povoar a Terra.” Assim o uso imediato da sexualidade nos alvores da humanidade foi com o propósito de que o primeiro casal constituísse uma família.





[i] Sexo – Respostas honestas a perguntas sinceras, Jorge M. Bruno e Maurício S. Bruno. pág. 16 e 17 Editora CPB
[ii] Idem, pág. 18.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Poligamia na Bíblia

“Por que no passado podia-se ter mais de uma mulher, e hoje não?”


Deus nunca aprovou a prática do divórcio, ou de uma pluralidade de esposas, “entretanto, não foi assim desde o princípio”, afirma  Jesus (Mat. 19:8). Deus tolerou durante algum tempo, “por causa da dureza do vosso coração”, mas deu instruções com o objetivo de salvaguardar os direitos das mulheres e minorar o seu sofrimento resultante deste costume, como também proteger as relações conjugais de abusos exacerbados (Ex. 21:7–11; Deut. 21:10–17). Se por um lado, por exemplo, Deus não proibiu Abraão de possuir uma segunda esposa (Hagar), por outro lado, não o protegeu dos males resultantes de tal procedimento.
Deus deu à Moisés leis designadas, se não diretamente para abolir a poligamia, mas pelo menos para desencorajá-la (Lev. 18:18; Deut. 17:17). Também deu leis para restringir o divórcio (Deut. 22:19, 29; 24:1) e para elevar o padrão do matrimônio (Ex. 20:14, 17; Lev. 20:10; Deut. 22:22). Cristo deixou bem claro que, a tolerância registrada no Velho Testamento para uma pluralidade de esposas e para o divórcio, não era o ideal, mas que Deus usou um expediente temporário “por causa da dureza dos vossos corações” (Mat. 19:4–8). Cristo apontou o ideal de Deus para os lares cristãos (Mat. 19:9), o qual sempre foi a monogamia (Mat. 19:4–6; 1 Tim. 3:2; Titus 1:6).
Não era permitido por Deus que os homens tivessem mais de uma mulher. Desde o princípio, Deus já tinha dito para “não adulterarmos” (Êxodo 20:14).
Se analisarmos com diligente estudo a Palavra de Deus, vermos que o Senhor nunca aprovou a poligamia. Em Levítico 18:18 Deus diz: “E não tomarás com tua mulher outra, de sorte que lhe seja rival, descobrindo a sua nudez”. Em Deuteronômio continua: “Tampouco para si multiplicará mulheres, para que o seu coração não se desvie...” (Deuteronômio 17:17- leia também Deuteronômio 22:19 e 29)
A experiência de ter o coração desviado de Deus por ter tido mais de uma mulher cumpriu-se na vida de Salomão. Veja: “Ora, além da filha de Faraó, amou Salomão muitas mulheres estrangeiras: moabitas, amonitas, edomitas, sidônias e hetéias, mulheres das nações de que havia o Senhor dito aos filhos de Israel: Não caseis com elas, nem casem elas convosco, pois vos perverteriam o coração, para seguirdes os seus deuses. A estas se apegou Salomão pelo amor. Tinha setecentas mulheres, princesas e trezentas concubinas; e suas mulheres lhe perverteram o coração. Sendo já velho, suas mulheres lhe perverteram o coração para seguir outros deuses; e o seu coração não era de todo fiel para com o Senhor, seu Deus...”
Outros grandes homens da Bíblia caíram por causa da prática da poligamia. São eles: Davi (2 Samuel capítulos 11 e 12). Sansão (Juizes capítulo 16).
Depois de analisar as Escrituras com reverência e atenção, concluímos que o povo antigo praticava a poligamia porque queria, e não por ser a vontade de Deus. No Antigo Testamento vimos diversos textos que nos mostram que desde aquela época o Senhor queria que o homem fosse esposo de uma só mulher.
Estas experiências servem de advertência para nós. Nunca devemos desobedecer a Deus, quando ele diz que devemos ter uma esposa somente. Se aqueles grandes homens da Bíblia caíram e tiveram de enfrentar graves conseqüências, imagine o que pode acontecer conosco, se viermos a praticar tal pecado!

Não há razão hoje, para ficarmos em dúvida  sobre estes assuntos, nem para usarmos as desculpas limitadas dos homens dos tempos do VT. Tanto a poligamia quanto a escravidão, não fazem sentido hoje em dia.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Sexo Anal é Pecado? Que Mal Faz?

Sexo anal é normal? É biologicamente viável? Todos deveriam experimentar? É prazeroso? Em toda a literatura popular, de bancas de revistas, das novelas, da pornografia e da mídia barata, você vai encontrar a apologia ao sexo anal: prática normal, altamente satisfatória, que todos deveriam experimentar, e que exige apenas uma forma correta de se fazer. A ilusão passada pelo mercado pornográfico é de que esta é uma prática extremamente prazerosa, e de que as mulheres apenas têm medo porque nunca fizeram ou experimentaram fazer direito, mas que se fizerem, vão adorar, e que os homens vão achar o máximo.

Agora, o interessante é que se você visitar uma enfermaria de pacientes terminais com o vírus da AIDS (lugar onde praticamente a totalidade dos pacientes é homossexual), vai encontrar um ponto comum entre eles: todos são propensos a sofrer de endocardite bacteriana , que é uma inflamação nas válvulas cardíacas que impede o perfeito fluxo de sangue. Ela é causada pelo acúmulo de bactérias no endocárdio, tecido que envolve internamente o coração. É claro que existe também a presença de outras doenças, que são oportunistas no quadro da síndrome da imunodeficiência adquirida, como a tuberculose, a pneumociscarine, etc. Mas, geralmente, o mal que vem em primeiro lugar na tendência da incidência patológica dos pacientes terminais com o vírus da AIDS é a de endocardite bacteriana (a menos que o coquetel esteja rebatendo-a constantemente, o que não é comum). E o que isso tem a ver com o sexo anal?

Na realidade, a endocardite bacteriana não é uma doença que vem com a AIDS. Ou seja, não está entre as enfermidades que se aproveitam do quadro de imunodeficiência. Até porque se você perguntar se todo paciente imunodeprimido sofre com a endocardite bacteriana, a resposta é “não”. Se você for para outra área imunológica, e verificar, por exemplo, os pacientes terminais com câncer e outras doenças degenerativas, vai constatar que eles geralmente não são propensos ao acúmulo destas bactérias nocivas no endocárdio. Por quê?

Aí entram os “fatos da vida” que não são agradáveis. A grande incidência da propensão que os pacientes terminais como vírus da AIDS têm de sofrer com a endocardite bacteriana, é em decorrência direta da prática do sexo anal. A Bíblia apresenta a sexualidade com muita naturalidade (Hebreus 13:4). O relato bíblico da Criação em Gênesis 1 e 2 mostra que Deus formou o homem e a mulher para viverem em comunhão íntima, tornado-se “uma só carne” (Gênesis 2:24) com o mandamento de serem fecundos e multiplicarem-se (Gênesis 1:28). Sexo e reprodução são duas coisas naturalmente intrínsecas. No sexo anal, não há esta normalidade. Logo, existem também os comportamentos sexuais que a Bíblia considera anormais (Romanos 1:26). Aparelho reprodutor feminino (vagina, útero e ovário) e aparelho digestório ou digestivo (boca, esôfago, estômago, intestino delgado, intestino grosso, reto e esfíncter) devem ser comparados nesta discussão. Tudo está no corpo humano. Entretanto, a única coisa que eles têm em comum é serem cavidades. A primeira destas cavidades supracitadas faz parte da função sexual. É um órgão sexual criado para o ato sexual. As cavidades do segundo grupo citado acima foram projetadas para a absorção de alimentos, e não como objeto sexual.

Através do recorte aumentado para observação, no aparelho reprodutor feminino você vai encontrar dezesseis camadas celulares e sete camadas musculares com células caliciformes (que produzem muco aquoso). Por outro lado, chegando com o microscópio na cavidade terminal do sistema digestório, no tubo digestivo será encontrada apenas uma camada celular, num conjunto de células colunares com células ciliares no topo, tecido conjuntivo embaixo e o plexo esplênico, que são as veias que carregam tudo para a veia cava que completa a distribuição para o coração. Neste segundo caso, também há células caliciformes. Mas a grande diferença é que o muco produzido por estas não é aquoso, e sim muco seroso, que tem por função proteger o aparelho digestivo dos ácidos estomacais. Quando o médico legista faz a autópsia, ele tem que usar todo um aparato para não ter queimaduras graves com os ácidos estomacais, que são altamente corrosivos. Se você enfiar o seu braço, sem proteção, no estomago de um cadáver recente e deixar lá por um tempo, você perde o braço, assim como um pedaço de carne que comemos se transforma em líquido na digestão. A endoscopia nos mostra uma camada brilhante, que é o muco seroso, que protege o estômago para que ele não seja corroído pelos ácidos estomacais. A questão é que o muco seroso, além de proteger dos ácidos, aumenta o atrito. Por que se o alimento passar muito rápido, acontece a diarreia, nociva ao corpo. E o aumento de atrito que o muco seroso promove faz com que o alimento passe pelo intestino num tempo suficiente para que o corpo absorva os nutrientes que lhe são necessários. Esta ação é contrária à do muco aquoso que tem a função de diminuir o atrito.

Além das desvantagens de um para dezesseis nas camadas celulares e de mais atritos pela natureza do muco, o reto não é como a vagina que tem sete camadas musculares. Envolta da parte final do intestino, há apenas uma camada celular, o que é suficiente para fazer os movimentos peristálticos empurrando o bolo alimentar ao longo do tubo. Assim, fica fácil responder alguns questionamentos. Porque talvez você já tenha ser perguntado: “Por que a prática do sexo anal causa prolapso retal (a mucosa do reto acaba se exteriorizando pelo ânus; a coisa fica arregaçada), incontinência fecal do esfíncter (perda do controle esfincteriano, passando a ter que usar fraldas ou submeter-se a cirurgia) e abscesso anal (condição dolorosa onde é formado pus próximo ao ânus)?” É simples! É porque o esfíncter, no final do aparelho digestório, tem apenas uma função, que é reter a passagem das fezes, liberando-as apenas quando relaxado, fora de seu funcionamento. Ou seja, as diferenças deste para com o canal sexual feminino são enormes.

E a maior diferença está no atrito. O órgão da mulher é preparado para o atrito, que é o que se espera num ato sexual. O que não existe no sistema digestório. Pra se ter uma noção, basta lembrar-se dos procedimentos pré-operatórios de uma cirurgia com risco de perfuração intestinal. O paciente fica sem comer por várias horas para parar de produzir fezes, toma um comprimido laxante para eliminar o máximo possível das fezes ainda existentes, toma uma carga de antibióticos para matar as bactérias e submete-se a uma lavagem intestinal até que a água saia limpa, sendo que a última lavagem é com antibióticos. Ufa! Tudo isso para que possíveis bactérias não entrem para o meio interno por algum corte na parede intestinal, levando o paciente a morrer por septicemia.

Mas ninguém se prepara para um sexo anal jejuando, tomando laxantes e antibióticos e fazendo lavagem intestinal completa com antibióticos. Ou seja, o ambiente do sexo anal é altamente contaminado, atritoso, protegido por apenas uma camada celular e uma camada de músculos com um protetor que, se em funcionamento, lhe é antagônico, o ânus. A mucosa anal, ou melhor, retal, é ricamente vascularizada. Consequentemente, há ruptura e sangramento. Há cerca de 1,2 mil vírus diferentes no intestino humano, e o reto é a área mais infectada (leia-se: cheia de micro-organismos) do intestino.  No intestino, pode haver até 500 tipos diferentes de bactérias que somente ali não são nocivas. Com o sangramento, as bactérias escherichia coli (se a pessoa for sadia, e se não for, ainda outras mais patogênicas) são lançadas para a corrente sanguínea, aumentando o tamanho dos linfonodos existentes ali ao redor, provocando dilatação nas veias da região e outras dificuldades de musculatura. Isso se passa praticamente despercebido para a pessoa que está sofrendo o tesão, a menos que ela sofra de hemorroidas, pois daí a complicação será mais explícita.

Uma vez na corrente sanguínea, esses micro-organismos fecais então iniciarão a intoxicação do sangue. Esse processo infeccioso é facilitado porque logo atrás do intestino está o mecanismo que originalmente fora projetado para levar, para o corpo, somente os nutrientes que seriam absorvidos.  Nesse caso, o caminho das bactérias, que deveria ser para o sanitário e a fossa, passa pelo plexo esplênico, que cai na veia cava, indo direto para o coração. Ali, elas colonizarão as válvulas cardíacas, causando a endocardite bacteriana.

Logo, a probabilidade dessa inflamação impeditiva do fluxo sanguíneo saudável por todo o corpo se torna proporcionalmente aumentada de acordo com o nível da prática de sexo anal, tanto para homo quanto para heterossexuais, tendo AIDS, ou não. Mas, como a única prática sexual dos homens homossexuais é a sodomia, a incidência é bem maior. Quando estes pacientes sofrem da síndrome da imunodeficiência adquirida, passam a ter pericardite chegando a terem que ser submetidos a punções pericárdias, que é o processo de tirar o líquido inflamatório do coração, para não morrer de asfixia por contrição cardíaca. É por isso que a insuficiência cardíaca entre os homossexuais idosos é mais incidente, chegando a 60%, enquanto que entre a população normal é de apenas 8%.

Além disso, essa lesão constante provoca a alteração da morfologia das células atingidas, provocando displasia. Isso tem que ver com neoplasia. O resultado é que enquanto a incidência de câncer retal na população em geral é de 4%, entre os homossexuais chega a 32%. Ou seja, há uma relação direta entre o surgimento do câncer retal e a prática do sexo anal.

Quanto ao prazer, não existem plexos nervosos de estímulo ao prazer nesta região do intestino. O prazer vem de estímulos secundários à penetração de outras zonas erógenas. Isso mesmo! A mulher não tem terminais nervosos de sensibilidade sexual, erógena ou de prazer no reto. Ou seja, no ânus mesmo, as únicas sensações físicas recebidas com o pênis são desconforto e dor. É claro que o maior órgão sexual que temos é cérebro, o que pode indicar que, num alto nível de excitação e atração pelo parceiro, talvez haja uma satisfação psicológica em estar sendo cúmplice numa aventura física de ambos. Isso explica porque muitos casais só fazem o sexo anal depois de muito relaxados por várias práticas anteriores de sexo vaginal, oral, etc. Ficando claro assim que o maior prazer existente no corpo é através do sexo normal. Há aqueles que argumentam que se houver o uso de pomada anestésica e de gel íntimo, a dor e o desconforto deixam de ser sentidos. Mas isso também é contraditório, pois com o analgésico aplicado, o prazer também será anulado. Então, pra quê fazer? Ainda a aplicação destas medicações inibitórias da sensibilidade é assumidora de que haverá agressão ao organismo. Tal falta de sensibilidade permite que as lesões sejam maiores ainda, pois a dor seria o mecanismo protetor. E a necessidade do uso de gel deixa clara a necessidade do artificial, pois num sexo normal, feito com os devidos preliminares, a vagina produz lubrificação suficiente para dispensar qualquer tipo de lubrificante. E no fim, ficará faltando àquela parte do organismo, para seu funcionamento normal, o muco seroso, que terá sido neutralizado pela pomada artificial. Nada natural. Sem o uso de anestésico e lubrificante artificiais, o sexo anal termina sendo uma prática dolorosa, humilhante e violadora.

Sendo que a mulher tem um órgão próprio para isso, porque um homem teria que submetê-la a esse tipo de atividade, se não fosse por sadismo? É o prazer em infligir dor, ensinado nos contos pornográficos e alimentado pela ilusão dos desvios comportamentais de falsa intimidade que dita que se tratar a parceira com brutalidade, conseguirá que ela tenha prazer. Isso beira à loucura. Estudos realizados entre IMLs e centros de aconselhamento familiar, ao analisar os traumas e traumatismos entre casais, deixam clara a estreita relação entre o sexo anal e o sadomasoquismo. Desvio comportamental este que vai contra a máxima bíblica de que não devemos fazer aos outros, aquilo que não gostaríamos que fosse feito a nós mesmos (Mateus 7:12). Pelo contrário, mostrando como o sexo não pode ser egoísta e deve objetivar antes dar prazer ao parceiro, a Bíblia ensina que marido e mulher, mutuamente, devem conceder aquilo que é devido à pessoa amada, entrando num consenso ao expor a forma como gostariam de ser acariciados, visando o dever de satisfazer o desejo sexual do outro, dentro das condições físicas e psicológicas que sejam naturais (1Coríntios 7:3-5).

Ainda falando do prazer, lembremos que é do relato de Sodoma e Gomorra  em Gênesis 19:4-5, com uma história paralela em Juízes 19:22, que vem o termo “sodomia”, indicando a prática do sexo anal entre parceiros do sexo masculino. Detalhando melhor,  temos que admitir que, apesar de que o reto e o ânus do homem sejam a mesma coisa que os femininos, na penetração feita no homem ainda há uma diferenciação, levemente mais sensível, mas maiormente mais perigosa. Você se lembra de que o exame de próstata é retal? Porque, encostada ao reto, está a próstata, que produz o líquido seminal que nutre os espermatozoides e permite a reprodução. À frente de desta, está o pênis. Os corpos cavernosos do pênis, que quando se enchem de sangue desencadeiam a ereção e o prazer, estão ligados à camada córnea da frente da próstata. A função original desta camada espessa de tecido cartilaginoso é proteger a próstata dos impactos frontais produzidos pelo sexo normal. Por isso, a camada somente na frente. Ou seja, quando o sexo é normal, não há nenhum problema para a próstata. Mas, se o impacto for por trás da próstata, ela vai sangrar, uma vez que ali não há nenhuma proteção além da espinha e do intestino, pois, naturalmente, não se esperava nenhuma pancada ali por trás. É aí onde entra uma ilusão vivida pelos homossexuais. Porque, ao sangrar, sem que possamos ver naturalmente, são produzidas células inflamatórias, causando o inchaço da próstata. E daí, uma vez traumatizada e com o tamanho aumentado, cheia de sangue, se levar fortes pancadas (e, para que seja atingida pelo anus, os impactos têm que ser violentos), irá jogar sangue no feixe nervoso que está à frente da mesma e ligado aos corpos cavernosos do pênis. Isso pode provocar uma ereção. E se continuar batendo com força suficiente, e a próstata estiver com a hiperplasia suficiente, talvez lá pela quarta ou quinta experiência poderá até sensibilizar os corpos cavernosos o suficiente para que aja uma ejaculação. Mas se esta prática vira um hábito, a próstata passa também a produzir células displásicas. Talvez seja por este contexto neoplásico que o índice de câncer de próstata entre os homossexuais é de 68%, enquanto que da população normal é de 18%. Ou seja, a prática sexual anal entre homens pressupõe a chance aumentada do surgimento do câncer de próstata. Se para ser prazeroso tem que ser traumático, como pode o sexo anal ser natural?  A Bíblia se posiciona contra qualquer coisa similar. Em Levítico 20:13; 18:22 e Deuteronômio 23:17-18 estão claras citações contrárias ao relacionamento sexual não hétero-genital , considerando-o abominável aos olhos de Deus, punível mesmo com a morte.

Num sexo normal, praticado de maneira hétero e monogâmica, não há a necessidade do uso de proteção quanto a doenças. Agora, se feito entre os homens, nele pode ocorrer infecção urinária por contaminação da uretra, decorrente de sexo anal sem preservativo. Sem contar o auto risco do contágio das DSTs. Então, se para ser seguro o sexo anal sempre precisará de uma borracha artificial (sem contar os demais produtos citados acima), como pode ser normal? A Bíblia deseja o bem do ser humano. O Novo Testamento, que continua a usar o termo “sodomia” (1Coríntios 6:9), também condena o ato homossexual (Romanos 1:27; 1Timóteo 1:9-11) de forma muito clara, porque, biblicamente, corpo humano é considerado o templo do Espírito Santo (1Coríntios 3:16, 17; 6:19, 20). É algo sagrado, que não deve sofrer lesões e precisa ser cuidado para que qualquer tipo de anormalidade não prejudique seu bom funcionamento.

Não tenho dúvida em dizer que Paulo de Tarso terminaria esse arrazoado comentando assim: “Tudo me é permitido, mas nem tudo convém”. Por quê? Porque “vocês foram lavados, foram santificados, foram justificados no nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito de nosso Deus” (1Coríntios 6:11-12)”. “Vivam da maneira digna da vocação que receberam” (Efésios 4:1)”. “Assim, quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus (1Coríntios 10:31)”.

Que Deus lhe abençoe ricamente,

Pr. Valdeci Jr.


Este texto traz o conteúdo adaptado de 
Seminário: Sexualidade - com a expositora Anete Guimarães (Rio de Janeiro/RJ) no 18º EMERJ em Jales/SP, realizado em 24/07/2011 no Grupo União Espírita Caminho da Esperança, palestra da expositora disponível no Youtube.
 e ampliado.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

UM PRESENTE DE AMOR - Hebreus 12-13

O que pode rolar no relacionamento de duas pessoas casadas? No livro “Os melhores contos de O. Henry”, da editora Círculo do Livro há uma história que muitos já a chamaram de “História Cabeluda”. Este famoso contista norte-americano, conta-nos de um casal muito pobre que queria se presentear no Natal, mas nenhum dos dois tinha dinheiro.
Como ela tinha um cabelo maravilhoso, resolveu vendê-lo para comprar uma pulseira nova para ele colocar no relógio que havia herdado do pai (uma jóia que acompanhava a família há três gerações), e que há muito tempo estava com a pulseira quebrada.
Quando ele chegou em casa, na noite de Natal, levou um tremendo susto ao vê-la de cabelo curto, mas sua surpresa foi ainda maior quando ela lhe deu a pulseira, pois, para poder comprar para ela dois pentes raros, de casco de tartaruga, orlados de pedraria, na cor exata para combinar com seu cabelo, ele havia vendido o relógio.
Esta deliciosa história de amor conjugal não é um simples incentivo para que, neste Natal que se aproxima, você se lembre com carinho, das pessoas que você ama. Não se sinta devedor de presentes. “Não devam nada a ninguém, a não ser o amor (Romanos 13:8)”. Paulo enfatizou a necessidade do amor, do começo ao fim dos seus escritos. No último capítulo da leitura de hoje, ainda podemos ver a cor do amor estampada nas exortações finais. E se existe uma coisa que deve sempre ser mantida em alta, num matrimônio, é o amor.
Isto pode parecer óbvio, mas, por incrível que pareça, é muito fácil acontecer de o amor entre dois cônjuges esfriar-se. Um dos segredos para que o amor não se esfrie é a manutenção da pureza. E quando rompe-se os limites daquilo que é puro, o desrespeito destrói o amor. Foi por isto que o apóstolo admoestou que “o casamento deve ser honrado por todos; o leito conjugal, conservado puro; pois Deus julgará os imorais e os adúlteros (Hebreus 13:4)”. Na versão Almeida Revista e Atualizada este verso é traduzido assim: “Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula”. Onde não há mácula há honra.
E o cultivo do amor precisa do canteiro da honra, para que todos os pontos, até mesmo os mais íntimos, sejam saudáveis. O sexo faz parte do plano de Deus para o prazer das pessoas casadas. Mas é necessário que seja regido por princípios. E os princípios divinos são o presente que Deus deixou para isto. O resumo de todos eles pode ser lido em 1Coríntios 13:8.
Faça a leitura de hoje, com amor.


Valdeci Júnior

Fátima Silva

SEJA PURO! - Hebreus 1-3

“Cuidado, irmãos, para que nenhum de vocês tenha coração perverso e incrédulo, que se afaste do Deus vivo. Ao contrário, encorajem-se uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama “hoje”, de modo que nenhum de vocês seja endurecido pelo engano do pecado, pois passamos a ser participantes de Cristo, desde que, de fato, nos apeguemos até o fim à confiança que tivemos no princípio. Por isso é que se diz: ‘Se hoje vocês ouvirem a sua voz, não endureçam o coração, como na rebelião’ (Hebreus 3:12-15)”.
Se você tiver acesso livre a um bate-papo-cabeça de algum grupo de jovens cristãos, e perguntar-lhes “Na opinião de vocês, em que área os jovens enfrentam o maior problema nos dias de hoje?”, sabe qual será a resposta? Um resumo da voz da maioria poderia ser: “Pelo que conversamos entre amigos, pelos problemas que enfrentamos, pelas lutas que temos, é evidente que o maior problema seja a dificuldade em manter o coração puro”. Esta é uma das maiores tentações porque Satanás sabe que para que alguém conheça a Deus é preciso que mantenha o coração puro (Mateus 5:8).
“Vencer os pensamentos impuros é uma das mais difíceis batalhas que temos de travar. Conspiram contra nós todas as forças da natureza carnal, além das influências de uma sociedade que cada vez mais se torna permissiva e condescendente. Não resta dúvida de que agora, mais do que nunca, as janelas de nosso coração, os nossos olhos, devem ser guardadas e vigiadas com cuidado dobrado. As cenas com estímulos sensuais se fazem presentes em todas as partes. Estão na televisão, nas revistas, nos jornais e ao vivo em quase todos os lugares. É por isso que o sábio Salomão nos aconselha: "Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida".
“A menos que evitemos ver, ler e ouvir aquilo que sugira pensamentos impuros, as reservas morais do coração serão graduais, mas certamente, dominadas. Por outro lado, devemos entender que a vida de um fiel e sincero cristão, que é leal para com o seu Deus, não o torna um indivíduo repulsivo e sem atrativos, não! Pelo contrário, a religião cristã vivida com sinceridade leva a pessoa a "harmonizar o alto sentimento de pureza e integridade com a disposição feliz". Obreiros Evangélicos, pág. 122.
“De maneira apropriada, a pureza de coração está associada à alegria. A integridade e a vida alegre não podem existir separadas. Essa é a alegria que não precisa de estímulos artificiais. Ela é pura e natural. (Rosiene Morais, www.usb.org.br, Saúde, Dicas de Saúde, “Pureza de Coração”)”
Seja puro!

Valdeci Júnior

Fátima Silva

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Sexo Anal é Pecado? Faz Mal?

Sexo anal é normal? É biologicamente viável? Todos deveriam experimentar? É prazeroso? Em toda a literatura popular, de bancas de revistas, das novelas, da pornografia e da mídia barata, você vai encontrar a apologia ao sexo anal: prática normal, altamente satisfatória, que todos deveriam experimentar, e que exige apenas uma forma correta de se fazer. A ilusão passada pelo mercado pornográfico é de que esta é uma prática extremamente prazerosa, e de que as mulheres apenas têm medo porque nunca fizeram ou experimentaram fazer direito, mas que se fizerem, vão adorar, e que os homens vão achar o máximo.

Agora, o interessante é que se você visitar uma enfermaria de pacientes terminais com o vírus da AIDS (lugar onde praticamente a totalidade dos pacientes é homossexual), vai encontrar um ponto comum entre eles: todos são propensos a sofrer de endocardite bacteriana , que é uma inflamação nas válvulas cardíacas que impede o perfeito fluxo de sangue. Ela é causada pelo acúmulo de bactérias no endocárdio, tecido que envolve internamente o coração. É claro que existe também a presença de outras doenças, que são oportunistas no quadro da síndrome da imunodeficiência adquirida, como a tuberculose, a pneumociscarine, etc. Mas, geralmente, o mal que vem em primeiro lugar na tendência da incidência patológica dos pacientes terminais com o vírus da AIDS é a de endocardite bacteriana (a menos que o coquetel esteja rebatendo-a constantemente, o que não é comum). E o que isso tem a ver com o sexo anal?

Na realidade, a endocardite bacteriana não é uma doença que vem com a AIDS. Ou seja, não está entre as enfermidades que se aproveitam do quadro de imunodeficiência. Até porque se você perguntar se todo paciente imunodeprimido sofre com a endocardite bacteriana, a resposta é “não”. Se você for para outra área imunológica, e verificar, por exemplo, os pacientes terminais com câncer e outras doenças degenerativas, vai constatar que eles geralmente não são propensos ao acúmulo destas bactérias nocivas no endocárdio. Por quê?

Aí entram os “fatos da vida” que não são agradáveis. A grande incidência da propensão que os pacientes terminais como vírus da AIDS têm de sofrer com a endocardite bacteriana, é em decorrência direta da prática do sexo anal. A Bíblia apresenta a sexualidade com muita naturalidade (Hebreus 13:4). O relato bíblico da Criação em Gênesis 1 e 2 mostra que Deus formou o homem e a mulher para viverem em comunhão íntima, tornado-se “uma só carne” (Gênesis 2:24) com o mandamento de serem fecundos e multiplicarem-se (Gênesis 1:28). Sexo e reprodução são duas coisas naturalmente intrínsecas. No sexo anal, não há esta normalidade. Logo, existem também os comportamentos sexuais que a Bíblia considera anormais (Romanos 1:26). Aparelho reprodutor feminino (vagina, útero e ovário) e aparelho digestório ou digestivo (boca, esôfago, estômago, intestino delgado, intestino grosso, reto e esfíncter) devem ser comparados nesta discussão. Tudo está no corpo humano. Entretanto, a única coisa que eles têm em comum é serem cavidades. A primeira destas cavidades supracitadas faz parte da função sexual. É um órgão sexual criado para o ato sexual. As cavidades do segundo grupo citado acima foram projetadas para a absorção de alimentos, e não como objeto sexual.

Através do recorte aumentado para observação, no aparelho reprodutor feminino você vai encontrar dezesseis camadas celulares e sete camadas musculares com células caliciformes (que produzem muco aquoso). Por outro lado, chegando com o microscópio na cavidade terminal do sistema digestório, no tubo digestivo será encontrada apenas uma camada celular, num conjunto de células colunares com células ciliares no topo, tecido conjuntivo embaixo e o plexo esplênico, que são as veias que carregam tudo para a veia cava que completa a distribuição para o coração. Neste segundo caso, também há células caliciformes. Mas a grande diferença é que o muco produzido por estas não é aquoso, e sim muco seroso, que tem por função proteger o aparelho digestivo dos ácidos estomacais. Quando o médico legista faz a autópsia, ele tem que usar todo um aparato para não ter queimaduras graves com os ácidos estomacais, que são altamente corrosivos. Se você enfiar o seu braço, sem proteção, no estomago de um cadáver recente e deixar lá por um tempo, você perde o braço, assim como um pedaço de carne que comemos se transforma em líquido na digestão. A endoscopia nos mostra uma camada brilhante, que é o muco seroso, que protege o estômago para que ele não seja corroído pelos ácidos estomacais. A questão é que o muco seroso, além de proteger dos ácidos, aumenta o atrito. Por que se o alimento passar muito rápido, acontece a diarreia, nociva ao corpo. E o aumento de atrito que o muco seroso promove faz com que o alimento passe pelo intestino num tempo suficiente para que o corpo absorva os nutrientes que lhe são necessários. Esta ação é contrária à do muco aquoso que tem a função de diminuir o atrito.

Além das desvantagens de um para dezesseis nas camadas celulares e de mais atritos pela natureza do muco, o reto não é como a vagina que tem sete camadas musculares. Envolta da parte final do intestino, há apenas uma camada celular, o que é suficiente para fazer os movimentos peristálticos empurrando o bolo alimentar ao longo do tubo. Assim, fica fácil responder alguns questionamentos. Porque talvez você já tenha ser perguntado: “Por que a prática do sexo anal causa prolapso retal (a mucosa do reto acaba se exteriorizando pelo ânus; a coisa fica arregaçada), incontinência fecal do esfíncter (perda do controle esfincteriano, passando a ter que usar fraldas ou submeter-se a cirurgia) e abscesso anal (condição dolorosa onde é formado pus próximo ao ânus)?” É simples! É porque o esfíncter, no final do aparelho digestório, tem apenas uma função, que é reter a passagem das fezes, liberando-as apenas quando relaxado, fora de seu funcionamento. Ou seja, as diferenças deste para com o canal sexual feminino são enormes.

E a maior diferença está no atrito. O órgão da mulher é preparado para o atrito, que é o que se espera num ato sexual. O que não existe no sistema digestório. Pra se ter uma noção, basta lembrar-se dos procedimentos pré-operatórios de uma cirurgia com risco de perfuração intestinal. O paciente fica sem comer por várias horas para parar de produzir fezes, toma um comprimido laxante para eliminar o máximo possível das fezes ainda existentes, toma uma carga de antibióticos para matar as bactérias e submete-se a uma lavagem intestinal até que a água saia limpa, sendo que a última lavagem é com antibióticos. Ufa! Tudo isso para que possíveis bactérias não entrem para o meio interno por algum corte na parede intestinal, levando o paciente a morrer por septicemia.

Mas ninguém se prepara para um sexo anal jejuando, tomando laxantes e antibióticos e fazendo lavagem intestinal completa com antibióticos. Ou seja, o ambiente do sexo anal é altamente contaminado, atritoso, protegido por apenas uma camada celular e uma camada de músculos com um protetor que, se em funcionamento, lhe é antagônico, o ânus. A mucosa anal, ou melhor, retal, é ricamente vascularizada. Consequentemente, há ruptura e sangramento. Há cerca de 1,2 mil vírus diferentes no intestino humano, e o reto é a área mais infectada (leia-se: cheia de micro-organismos) do intestino.  No intestino, pode haver até 500 tipos diferentes de bactérias que somente ali não são nocivas. Com o sangramento, as bactérias escherichia coli (se a pessoa for sadia, e se não for, ainda outras mais patogênicas) são lançadas para a corrente sanguínea, aumentando o tamanho dos linfonodos existentes ali ao redor, provocando dilatação nas veias da região e outras dificuldades de musculatura. Isso se passa praticamente despercebido para a pessoa que está sofrendo o tesão, a menos que ela sofra de hemorroidas, pois daí a complicação será mais explícita.

Uma vez na corrente sanguínea, esses micro-organismos fecais então iniciarão a intoxicação do sangue. Esse processo infeccioso é facilitado porque logo atrás do intestino está o mecanismo que originalmente fora projetado para levar, para o corpo, somente os nutrientes que seriam absorvidos.  Nesse caso, o caminho das bactérias, que deveria ser para o sanitário e a fossa, passa pelo plexo esplênico, que cai na veia cava, indo direto para o coração. Ali, elas colonizarão as válvulas cardíacas, causando a endocardite bacteriana.

Logo, a probabilidade dessa inflamação impeditiva do fluxo sanguíneo saudável por todo o corpo se torna proporcionalmente aumentada de acordo com o nível da prática de sexo anal, tanto para homo quanto para heterossexuais, tendo AIDS, ou não. Mas, como a única prática sexual dos homens homossexuais é a sodomia, a incidência é bem maior. Quando estes pacientes sofrem da síndrome da imunodeficiência adquirida, passam a ter pericardite chegando a terem que ser submetidos a punções pericárdias, que é o processo de tirar o líquido inflamatório do coração, para não morrer de asfixia por contrição cardíaca. É por isso que a insuficiência cardíaca entre os homossexuais idosos é mais incidente, chegando a 60%, enquanto que entre a população normal é de apenas 8%.

Além disso, essa lesão constante provoca a alteração da morfologia das células atingidas, provocando displasia. Isso tem que ver com neoplasia. O resultado é que enquanto a incidência de câncer retal na população em geral é de 4%, entre os homossexuais chega a 32%. Ou seja, há uma relação direta entre o surgimento do câncer retal e a prática do sexo anal.

Quanto ao prazer, não existem plexos nervosos de estímulo ao prazer nesta região do intestino. O prazer vem de estímulos secundários à penetração de outras zonas erógenas. Isso mesmo! A mulher não tem terminais nervosos de sensibilidade sexual, erógena ou de prazer no reto. Ou seja, no ânus mesmo, as únicas sensações físicas recebidas com o pênis são desconforto e dor. É claro que o maior órgão sexual que temos é cérebro, o que pode indicar que, num alto nível de excitação e atração pelo parceiro, talvez haja uma satisfação psicológica em estar sendo cúmplice numa aventura física de ambos. Isso explica porque muitos casais só fazem o sexo anal depois de muito relaxados por várias práticas anteriores de sexo vaginal, oral, etc. Ficando claro assim que o maior prazer existente no corpo é através do sexo normal. Há aqueles que argumentam que se houver o uso de pomada anestésica e de gel íntimo, a dor e o desconforto deixam de ser sentidos. Mas isso também é contraditório, pois com o analgésico aplicado, o prazer também será anulado. Então, pra quê fazer? Ainda a aplicação destas medicações inibitórias da sensibilidade é assumidora de que haverá agressão ao organismo. Tal falta de sensibilidade permite que as lesões sejam maiores ainda, pois a dor seria o mecanismo protetor. E a necessidade do uso de gel deixa clara a necessidade do artificial, pois num sexo normal, feito com os devidos preliminares, a vagina produz lubrificação suficiente para dispensar qualquer tipo de lubrificante. E no fim, ficará faltando àquela parte do organismo, para seu funcionamento normal, o muco seroso, que terá sido neutralizado pela pomada artificial. Nada natural. Sem o uso de anestésico e lubrificante artificiais, o sexo anal termina sendo uma prática dolorosa, humilhante e violadora.

Sendo que a mulher tem um órgão próprio para isso, porque um homem teria que submetê-la a esse tipo de atividade, se não fosse por sadismo? É o prazer em infligir dor, ensinado nos contos pornográficos e alimentado pela ilusão dos desvios comportamentais de falsa intimidade que dita que se tratar a parceira com brutalidade, conseguirá que ela tenha prazer. Isso beira à loucura. Estudos realizados entre IMLs e centros de aconselhamento familiar, ao analisar os traumas e traumatismos entre casais, deixam clara a estreita relação entre o sexo anal e o sadomasoquismo. Desvio comportamental este que vai contra a máxima bíblica de que não devemos fazer aos outros, aquilo que não gostaríamos que fosse feito a nós mesmos (Mateus 7:12). Pelo contrário, mostrando como o sexo não pode ser egoísta e deve objetivar antes dar prazer ao parceiro, a Bíblia ensina que marido e mulher, mutuamente, devem conceder aquilo que é devido à pessoa amada, entrando num consenso ao expor a forma como gostariam de ser acariciados, visando o dever de satisfazer o desejo sexual do outro, dentro das condições físicas e psicológicas que sejam naturais (1Coríntios 7:3-5).

Ainda falando do prazer, lembremos que é do relato de Sodoma e Gomorra  em Gênesis 19:4-5, com uma história paralela em Juízes 19:22, que vem o termo “sodomia”, indicando a prática do sexo anal entre parceiros do sexo masculino. Detalhando melhor,  temos que admitir que, apesar de que o reto e o ânus do homem sejam a mesma coisa que os femininos, na penetração feita no homem ainda há uma diferenciação, levemente mais sensível, mas maiormente mais perigosa. Você se lembra de que o exame de próstata é retal? Porque, encostada ao reto, está a próstata, que produz o líquido seminal que nutre os espermatozoides e permite a reprodução. À frente de desta, está o pênis. Os corpos cavernosos do pênis, que quando se enchem de sangue desencadeiam a ereção e o prazer, estão ligados à camada córnea da frente da próstata. A função original desta camada espessa de tecido cartilaginoso é proteger a próstata dos impactos frontais produzidos pelo sexo normal. Por isso, a camada somente na frente. Ou seja, quando o sexo é normal, não há nenhum problema para a próstata. Mas, se o impacto for por trás da próstata, ela vai sangrar, uma vez que ali não há nenhuma proteção além da espinha e do intestino, pois, naturalmente, não se esperava nenhuma pancada ali por trás. É aí onde entra uma ilusão vivida pelos homossexuais. Porque, ao sangrar, sem que possamos ver naturalmente, são produzidas células inflamatórias, causando o inchaço da próstata. E daí, uma vez traumatizada e com o tamanho aumentado, cheia de sangue, se levar fortes pancadas (e, para que seja atingida pelo anus, os impactos têm que ser violentos), irá jogar sangue no feixe nervoso que está à frente da mesma e ligado aos corpos cavernosos do pênis. Isso pode provocar uma ereção. E se continuar batendo com força suficiente, e a próstata estiver com a hiperplasia suficiente, talvez lá pela quarta ou quinta experiência poderá até sensibilizar os corpos cavernosos o suficiente para que aja uma ejaculação. Mas se esta prática vira um hábito, a próstata passa também a produzir células displásicas. Talvez seja por este contexto neoplásico que o índice de câncer de próstata entre os homossexuais é de 68%, enquanto que da população normal é de 18%. Ou seja, a prática sexual anal entre homens pressupõe a chance aumentada do surgimento do câncer de próstata. Se para ser prazeroso tem que ser traumático, como pode o sexo anal ser natural?  A Bíblia se posiciona contra qualquer coisa similar. Em Levítico 20:13; 18:22 e Deuteronômio 23:17-18 estão claras citações contrárias ao relacionamento sexual não hétero-genital , considerando-o abominável aos olhos de Deus, punível mesmo com a morte.

Num sexo normal, praticado de maneira hétero e monogâmica, não há a necessidade do uso de proteção quanto a doenças. Agora, se feito entre os homens, nele pode ocorrer infecção urinária por contaminação da uretra, decorrente de sexo anal sem preservativo. Sem contar o auto risco do contágio das DSTs. Então, se para ser seguro o sexo anal sempre precisará de uma borracha artificial (sem contar os demais produtos citados acima), como pode ser normal? A Bíblia deseja o bem do ser humano. O Novo Testamento, que continua a usar o termo “sodomia” (1Coríntios 6:9), também condena o ato homossexual (Romanos 1:27; 1Timóteo 1:9-11) de forma muito clara, porque, biblicamente, corpo humano é considerado o templo do Espírito Santo (1Coríntios 3:16, 17; 6:19, 20). É algo sagrado, que não deve sofrer lesões e precisa ser cuidado para que qualquer tipo de anormalidade não prejudique seu bom funcionamento.

Não tenho dúvida em dizer que Paulo de Tarso terminaria esse arrazoado comentando assim: “Tudo me é permitido, mas nem tudo convém”. Por quê? Porque “vocês foram lavados, foram santificados, foram justificados no nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito de nosso Deus” (1Coríntios 6:11-12)”. “Vivam da maneira digna da vocação que receberam” (Efésios 4:1)”. “Assim, quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus (1Coríntios 10:31)”.

Que Deus lhe abençoe ricamente,

Pr. Valdeci Jr.

Este texto traz o conteúdo adaptado de 
Seminário: Sexualidade - com a expositora Anete Guimarães (Rio de Janeiro/RJ) no 18º EMERJ em Jales/SP, realizado em 24/07/2011 no Grupo União Espírita Caminho da Esperança, palestra da expositora disponível no Youtube.
 e ampliado.

terça-feira, 19 de março de 2013

DALILA - Juízes 13-16


A casa de Dalila ficava junto à margem de um rio. Ela foi uma mulher que serviu como instrumento dos chefes dos filisteus para acabar com Sansão e sua missão.
Sansão é o herói de Deus. Sua aparição como libertador de Israel ainda é um mistério. Ele foi escolhido e preparado por Deus para este propósito de uma forma muito única. Mas Sansão, o herói, mostrou um defeito fatal: sucumbir-se facilmente aos encantos das mulheres. Uma mulher o subjugou e tirou vantagem de seu domínio sobre ele.
Mesmo antes de conhecer Dalila, em Gaza, Sansão viu uma prostituta e foi ter com ela. Os filisteus trancaram as portas da cidade porque o plano era atacar Sansão ao amanhecer. Mas, à meia noite, Sansão se levantou, e como diz a Bíblia, tomando as portas da cidade com os seus dois pilares e as suas trancas, colocou tudo sobre as costas e foi embora.
Depois disso, ele se apaixonou por essa mulher que morava no vale de Soreque e se chamava Dalila. Este nome até que parece soar gostoso aos nossos ouvidos, mas o que Sansão achou na casa daquela mulher foi a morte. Ela fingiu que o amava e o seduziu com a exigência de que, como prova do amor que ele deveria dar-lhe, em correspondência ao amor que ela já lhe dera, deveria dizer qual era o segredo de sua força. “Como é que você diz que me ama, enquanto o seu coração está longe de mim?”, esse era o seu argumento. E para escapar dessa, Sansão pregou-lhe mentiras três vezes. Sansão também não era fácil; colocava-a à prova e no final se saía bem, como um invencível. Até que o segredo não fosse revelado, é claro.
Mas Dalila foi tecendo uma teia infalível de engano e de sedução. A cada dia, ela o pressionava e importunava. Finalmente ela conseguiu fazer com que Sansão ficasse profundamente depressivo. Logo, enfraquecido pela doença emocional, ele revelou-lhe o segredo. E foi então, nessa ocasião, que Sansão foi reduzido à impotência nas mãos dos seus numerosos inimigos.
O que se destaca da conduta de Dalila é simplesmente o fato de que ela usou o atrativo feminino que ela tinha de forma ilegítima, com um propósito destruidor e homicida. E com certeza, qualquer mulher que finja amor e use suas armas femininas para realizar conquistas egoístas, está fazendo o jogo de Dalila. O encanto feminino e as atrações do carinho são dons de Deus. A mulher os recebeu do Criador. Entretanto, Deus castigará quem os use de um modo trivial ou frívolo, pois Ele os concedeu com propósitos muito mais elevados.
Fonte: www.adorador.com



Valdeci Júnior
Fátima Silva

sábado, 12 de janeiro de 2013

SEXO BOM - Gênesis 37-39



Na leitura de hoje, há alguns dramas girando em torno da sexualidade dos personagens. E nesses casos, tem histórias tristes e de bom exemplo. Mas você sabe para que Deus criou o sexo? Veja:
1) Para unir o homem e a mulher num só ser (Gênesis 2:24). Essa união acontece através do ato sexual. “Este é um mistério profundo” (Efésios 5:22-33). As diferenças são agentes de enriquecimento e complementação do casal, tornando a relação mais completa. São duas personalidades, dois indivíduos com diferenças físicas e psicológicas, mas ao mesmo tempo, um só ser. No plano de Deus, quando as pessoas se casam, passam a compartilhar tudo: seus bens, idéias, aptidões, problemas, alegrias, tristezas, fé e corpos.
2) Para o prazer. Veja este resumo de uma conversa entre o rei Salomão e a Sulamita:
- Você é toda linda, minha querida. Você faz disparar o meu coração. Quão deliciosas são as suas carícias! Você é um jardim fechado, minha noiva.
- Que o meu amado entre em seu jardim e saboreie os seus deliciosos frutos.
- Entrei em meu jardim, minha noiva. Comi o meu favo e o meu mel (Cantares 4:7-5:1).
Agora imagine Adão e Eva no Éden! Perfeitos, recém-saídos das mãos do Criador, com corpos vibrantes, em que cada célula se comunicava em perfeita harmonia; cada músculo belamente trabalhado movia-se em perfeita coordenação; o intelecto era puro, livre de qualquer contaminação social ou cultural. A experiência sexual deles deve ter sido extraordinária!
A experimentação do prazer sexual no casal não é uma relação marital mecânica, uma coisa só da carne. Deve haver comunicação, intimidade, ternura antes e depois do ato e confiança intensificada de pertencer ao outro, em um só ser. Deve existir respeito, igualdade e muito amor paciente e perdoador. Deus observa e aprova o ato sexual dos casais casados, entregues ao prazer inocente designado por Ele mesmo. Ele se alegra com a alegria que é pura e santa (Hebreus 13:4).
3) Para a retransmissão da vida que recebemos dEle. A narrativa de Gênesis mostra a sexualidade, ordenada por Deus, num tempo em que o pecado não existia (Gênesis 1:22 e 28). Ter filhos é uma responsabilidade que deve ser intencionalmente desejada, planejada e esperada. Deus cria, nós procriamos. O amor de Deus se revela no fruto do amor humano.
A Bíblia considera o sexo como um brinde ao amor conjugal, uma magnífica experiência plena de amor em profunda expressão de alegria, deleite e dinamismo. Dentro do casamento, o sexo é um poderoso fator de união, prazer e intimidade. É por isso que a escolha de José resultou em bênção e a de Judá não.


Valdeci Júnior
Fátima Silva

sábado, 15 de dezembro de 2012

NAMORO


Fernando disse e reafirmou à Cássia, de 15 anos, que a amava, e que estariam juntos para sempre. Dias depois Fernando terminou tudo com Cássia e passou a sorrir com interesse para Ângela. Cássia, desapontada, não sabe como vai encarar o Fernando ao vê-lo no colégio. Este episódio e centenas de variantes dele acontecem entre os adolescentes todos os dias, às vezes com resultados trágicos. E a idade para ter namorada ou namorado é cada vez mais baixa. Não é incomum ouvir conversas de crianças pequenas, de 7 ou 8 anos, sobre “meu namorado ou minha namorada”. É certo que fisicamente eles não irão muito longe em um encontro, no entanto falam de alguém como sendo sua propriedade.

Namoro de passatempo como conhecemos hoje, não existia como forma normal de relacionamento. Foi a partir das primeiras décadas de 1900 que foi se tornando cada vez mais comum. Hoje, muitos adolescentes caem de cabeça nesse tipo de namoro às cegas e sem nenhuma orientação e, assim, nem pensam em regras de segurança para o bem do seu relacionamento. Muito cedo descobrem que há mais responsabilidades do que poderiam imaginar.

Um bom planejamento para seus encontros fará a diferença em seus relacionamentos. Isto pode parecer nada romântico, mas se você não estabelecer guias e limites para si mesmo, facilmente estará metido numa situação que comprometerá seus valores e crenças. Antes de sair para os encontros, os namorados devem conhecer claramente o limite dentro do qual irão se relacionar. A comunicação desde o início da paquera é muito importante. Devem falar francamente acerca do que cada um espera do outro.

É importante pensar e escolher de antemão o que fazer quando estiver em uma situação difícil. Se a decisão foi de somente dar as mãos, permaneçam aí e não mudem as regras no meio do jogo. Descubram maneiras de evitar que o envolvimento vá se tornando demasiado íntimo. Uma boa medida preventiva é participarem de atividades junto com um grupo, assim não serão tentados a exagerar nos carinhos e beijos. Por isso, o planejamento do encontro sobre o que farão ou que atividades realizarão, tem seu valor. Ao fazerem assim, haverá muito menor possibilidade de passarem por situações desconcertantes.

O bom-senso de estabelecer limites para a aproximação física no namoro deve ser bem considerado, levando em conta que ao transpor cada limite, emoções e desejos físicos mais fortes são incitados, e o resultado é que o casal acabará perdendo o controle e se envolvendo em um relacionamento sexual prematuro.

Como jovem adventista você deve escolher namorar alguém que tenha sua mesma crença. Facilmente haverá comprometimento dos princípios cristãos quando suas emoções puxam para um lado e sua razão para o outro.

Comunique seus planos aos seus pais, contando-lhes sobre o tempo que estão passando juntos. Pergunte, tire suas dúvidas para evitar erros. Os adultos percebem algumas coisas das quais os adolescentes não se dão conta. Observe os erros dos outros e aprenda para não cair no mesmo engano que eles.
Quando lemos sobre o ponto de vista bíblico acerca do contato físico entre um homem e uma mulher, vemos que é descrito sempre dentro do quadro do casamento. No seu livro Namoro Cristão Versus Namoro de Passa Tempo, o autor Jim est escreve, “Primeiro Coríntios 7:1 reconhece só uma espécie de toque: o toque sexual”. A grande pergunta é: um toque afetuoso demonstrado num namoro de passa tempo é sexual ou não sexual? Pelos ensinos das Escrituras há o toque do ósculo santo (ou o toque de mãos para cumprimentos sociais), e que todos os outros toques afetuosos expressos entre um homem e uma mulher, são por definição “toques sexuais”. Essa é a maneira como a Bíblia usa o termo “toque”. (Para confirmar leia Gênesis 20: 4, 6; Rute 2: 9; Provérbios 6: 29).

Por certo nos lembraremos na próxima vez que virmos um casal de namorados se tocando, que tais toques são sexuais. Claro que não é o ato sexual consumado, mas nem por isso deixam de ser classificados como toques sexuais, e que são estes que conduzem os namorados a maiores liberdades.

Lembre-se sempre de que, se a pessoa com quem você namora quer avançar muito na aproximação física ou se torna abusiva com você de um modo ou outro, fique esperto(a) e caia fora. Não é seguro namorar alguém que não lhe respeita. Hoje em dia os adolescentes precisam tomar cuidado especial com seus relacionamentos para evitar estupro, seqüestro, abusos e violência, drogas, doenças, e gravidez. Como cada dia aumentam estas coisas negativas, há muitos adolescentes imaginando se há melhores alternativas para seus relacionamentos de namoro.

De acordo com o autor Joshua Harris e de um crescente número de jovens ativistas, há uma outra opção para os encontros de namoro. No seu livro “Eu Disse Adeus aos Namoros de Passa Tempo”, Harris escreve sobre encarar os relacionamentos com uma atitude totalmente nova a qual se projeta para uma corte que perdure para a vida. Ele apresenta várias conclusões.

A primeira delas é: “Cada relacionamento é uma oportunidade para demonstrar o amor de Cristo”. Em outras palavras, as pessoas com as quais nos relacionamos perceberão que seguimos a Cristo pela maneira como nós as tratamos. A segunda é a seguinte: “Meu tempo de solteiro(a) é um presente de Deus”. 

Podemos estar contentes, pois Deus tem um plano para nossa vida. A terceira é: “Intimidade é a recompensa do compromisso – não preciso buscar um relacionamento romântico antes de estar pronto para o casamento”. Quando estivermos prontos para assumir o casamento com todas as suas responsabilidades, temos o direito de desfrutar da intimidade que vem com esse compromisso. A quarta é: “Não me é permitido possuir alguém fora do casamento”. Mesmo não havendo união física com a pessoa, pode haver uma união emocional ou espiritual. Isto não é saudável para nenhuma das partes envolvidas em um namoro casual.

Por último: “Evitarei situações que possam comprometer a pureza do meu corpo e da minha mente”. A virgindade é mais do que um estado externo de pureza. Existe a virgindade da mente também. Se adotarmos o costume de envolver-nos emocional e romanticamente com outra pessoa que não o cônjuge, estamos roubando a pureza que Deus deseja para o relacionamento marital. Tomemos o exemplo que o autor Harris descreve em seu livro “Eu Disse Adeus aos Namoros de Passa Tempo”, na página 46:

“Finalmente chegou o dia do casamento de Ana, pelo qual ela sonhara e planejara durante meses. A pitoresca igrejinha estava lotada de parentes e amigos. A luz do sol brilhava através dos belos vitrais coloridos das janelas e a doce música do quarteto de cordas enchia o ar. Ana entrou pela ala central em direção ao altar onde Davi a esperava. A alegria estava em seu semblante. Este era o momento mais esperado. Davi gentilmente tomou sua mão e a levou ao altar.

“Quando o ministro começou a parte dos votos matrimoniais o inesperado aconteceu. Uma moça surgiu do meio da congregação e, silenciosamente, caminhou para o altar e segurou a outra mão de Davi. Uma outra se aproximou e ficou em pé ao lado da primeira, em seguida vieram outras e fizeram o mesmo. E logo se formou uma fila de seis moças de pé ao lado de Davi enquanto ele repetia seus votos de fidelidade a Ana. Ana sentiu seus lábios tremerem enquanto lágrimas começaram a umedecer seus olhos. “Que tipo de piada é essa?” ela cochichou para Davi. “Eu sinto muito Ana ...”, ele disse olhando para o chão. “Que moças são essas Davi? O que está acontecendo?” Ela falou com veemência. “Elas são minhas ex-namoradas” ele respondeu temeroso. “Elas não significam nada para mim agora... mas, dei uma parte do meu coração para cada uma delas”. “Pensei que seu coração fosse só meu” Ana replicou. “Ele é, ele é” Davi suplicou. “Tudo o que restou é seu”. 

"Uma lágrima rolou pela face de Ana. Então ela acordou.”

Ninguém gostaria de estar no lugar de Ana. No entanto, isto acontecerá com quem namora muitas pessoas. Cada relacionamento romântico levará parte do seu coração. A depender do grau de envolvimento emocional que você tem com as diferentes pessoas com quem namora antes de se casar, não sobrará muito do seu coração para dar ao cônjuge. Quando você confessa o seu amor a uma pessoa, facilmente se confundirá desejos físicos com o verdadeiro amor. No entanto, um e outro são bem diferentes.

Você sabe que não pretende se casar com a maioria das pessoas com quem namora. Esta é uma outra cilada do namoro de passa tempo. Esse tipo de namoro coloca-o em um relacionamento que a qualquer momento você poderá cair fora. Muitas vezes este tipo de atitude é levado para o matrimônio. O casal pensa que se houver alguma dificuldade de entrosamento, eles poderão simplesmente obter o divórcio.

Hoje, entre os jovens adventistas, há um interesse cada vez maior em adotar outras opções para o namoro e o noivado que estejam de acordo com os ensinos bíblicos. Você poderá conhecer rapazes e moças que estão adotando estes princípios, nos lares e nas igrejas. Dessa forma o jovem se livra da pressão e expectativa dos outros para encontrar logo seu par. Então, ao se sentir pronto para assumir um compromisso de amor para a vida estará apto a ofertar seu coração inteiro para a pessoa escolhida. Assim a vida a dois começará livre da bagagem de envolvimentos emocionais prévios. O namoro mais bem- sucedido é aquele baseado em um consenso entre o jovem e seus pais, ou um outro casal cristão em quem se confia. Antes porém, entregue a Deus em oração seus desejos e intenções. Leia também livros e artigos acerca de namoro, noivado e casamento. Esteja confiante! Deus não espera que você se case com uma pessoa a quem não ama.

O apóstolo Paulo escreveu acerca do amor e relacionamentos em Filipenses 1: 9 e 10. “Minha oração por vocês é que cada vez mais vocês transbordem de amor pelos outros e que, ao mesmo tempo, continuem a crescer em conhecimento e compreensão espiritual, pois eu desejo que vocês sempre vejam com toda clareza a diferença entre o certo e o errado, e que sejam intimamente puros...”. (Bíblia Viva)
Talvez você esteja pensando: “Como me casarei algum dia se não namoro? De que forma encontrarei aquela pessoa que Deus quer que eu me case?” Essa não deve ser sua preocupação. Lembre-se de que não existe no mundo uma pessoa perfeita para você. Em contrapartida existem pessoas maravilhosas que poderão ser um esposo/esposa cheio de amor e dedicação. Um relacionamento satisfatório não é resultado do acaso ou do destino, e sim do esforço conjunto por parte das duas pessoas comprometidas e ambas submissas a vontade de Deus.

Lembre-se de que não existe no mundo uma pessoa perfeita pra você. Em contrapartida existem pessoas maravilhosas...

Perguntas Para Discussão:

1 – Qual a idade que você acha ser apropriada para namorar? Como a pessoa pode saber que tem maturidade suficiente para isso?

2 – Quais são alguns princípios orientadores que os jovens adventistas devem adotar quando começam o namoro? Faça uma lista.

3 – Que regras para a aproximação e o namoro foram mudadas nos últimos 20 anos? Mudaram para melhor ou para pior? Por quê?

4 – Como você controlaria um encontro cuja tendência é avançar no contato físico?

5 – O que você achou dos conceitos sobre namores defendidos por Joshua Harris em seu livro Eu Disse Adeus ao Namoro de Passa Tempo? É prático e funciona para os jovens modernos dizerem adeus aos namoros de passa tempo ou casuais? Por que sim? Por que não?

Fonte: Série Estilo de Vida Jovem, Ministério JA da Divisão Sul Americana, páginas 57-68.