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quinta-feira, 9 de julho de 2015

ORDENAÇÃO DA MULHER: MUDEI A MINHA OPINIÃO.

Para entender este post é preciso reler, pensando no evento, Romanos 14

Para atualizar quem está passando por aqui, nesta quarta feira, 8 de julho, depois de anos de discussão (sadia e respeitosa), de pesquisas teológicas e de procedimentos administrativos, a Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD), em reunião mundial, tomou uma decisão polêmica e histórica tão importante, que chegou a ser noticiada nos grandes meios seculares, como por exemplo o “Washington Post[1]”. De 02 a 11 de julho, cerca de 7000 adventistas estão reunidos em San Antonio, Texas, EUA, representando os mais de dezoito milhões de membros da IASD presente em mais de duzentos países. Trata-se de uma reunião mundial que acontece a cada cinco anos para revisões de decisões administrativas, devocionais e doutrinárias[2]
E ontem, cerca de 2500 delegados discutiram, por várias horas, durante a manhã e a tarde, a deliberação de um voto que tomaram no final da discussão. “Por 1.381 votos contra 977, os delegados presentes” votaram que a igreja não ordenará mulheres ao ministério[3]. O silêncio que imperou-se no autidório no começo da manhã demonstrou que tudo foi muito solene, e o louvor cantado no fim da tarde durante a apuração dos votos demonstrou que tudo foi muito inspirador.

Eu era a favor pela ordenação da mulher e queria ver o “sim” no resultado da votação da conferência geral, até ontem pela manhã. Mas ontem, depois que passei o dia inteiro ouvindo os comentários dos delegados a favor e contra, bem como as perguntas, mudei de opinião.

Abaixo, explico o porquê.

Ontem, bem como antes, eu não vi uma teologia da ordenação da mulher. Eu vi uma sociologia da ordenação da mulher. Era interessante. Cada vez que um delegado ia falar, antes que fosse apresentada a opinião dele, a gente já sabia se era “sim” ou “não”, apenas por perceber seu lugar de origem. Por exemplo, se era da América do Norte, “sim”, se era da África, “não”, com suas exceções, é claro. Uê, será que Deus teria duas teologias, ou mais, uma para cada território? Veja os documentos “teológicos” de cada divisão. Quatro recomendam um "Não". Cinco recomendam um "Sim". E quatro ficam em cima do muro, deixando claro que apoiariam tanto o "Não" quanto o "Sim"[4]. Ou será que um povo, raça, ou nação tem mais capacidade para compreender a verdade do que outro? Claro que não.

Com todo respeito, depois de anos comissionados para isso, nossos teólogos não conseguiram apresentar uma teologia da ordenação da mulher. Não que sejam incapazes. Puderam apresentar uma teologia da ordenação em geral, e não da mulher. E puderam deixar claro pra gente também uma outra coisa: a questão é que a teologia da ordenação da mulher não existe (pelo meios ainda). É tipo tentar querer inventar uma suposta teologia da música. A maior evidência disso é o quanto o auditório se dividia em argumentos. Se existisse um claro “Assim Diz o Senhor”, a favor ou contra, não haveria tamanhos vieses de argumentos. Aí você pode questionar: mas assim é no mundo religioso, uns guardam o sábado outros o domingo, todos com argumentos supostamente teológicos... Não. Não estamos falando de correntes teológicas diferentes. Ontem, ali dentro daquele auditório, todos eram adventistas. Se a discussão ali fosse sobre qualquer uma das nossas 28 crenças fundamentais, não seria assim. Porque todos seguem uma mesma escola de interpretação bíblica. Todos têm em sua predisposição querer ser obedientes à Bíblia. Ou você acha que depois de a igreja selecionar seus delegados, que são pessoas experimentadas, veteranas, conhecedoras da igreja e comprometidas com a mesma, teríamos praticamente metade (cerca de mil pessoas) que estariam pré-dispostas a torcer a Bíblia? Óbvio que não! E agora a sequência dividida de comentários e artigos segue com diferentes vieses do mesmo jeito. É só procurar na internet. O que os nossos teólogos conseguiram nos mostrar é que essa não é uma questão teológica.

E por ser uma questão cultural, entram as teologias da igreja e do amor. Na eclesiologia, alguns princípios devem ser mantidos, inclusive, o da unidade do corpo de Cristo. O capítulo 14 de Romanos nos revela algo muito importante: Se o que eu faço escandaliza o meu irmão, e o faz pecar, então não devo fazer. Na realidade, devemos amar a Deus acima de todas as coisas e amar ao nosso próximo como a nós mesmos. Esse é o princípio do Cristão. "Um novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei a vós, que também vós vos ameis uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros. (João 13:34-35)”. E foi até de princípios do comportamento infantil que Jesus tirou as lições para tal necessidade, acrescentando o cuidado em fazer as outras pessoas tropeçar, ou não, o cuidado pra não escandalizar os outros, o cuidado que devemos ter para sempre ganhar e nunca perder uma pessoa, e até mesmo a cartilha do que a gente deve fazer quando um irmão pisa na bola, passo a passo.

Entende o que aconteceu? O que aconteceu ontem foi exatamente o que aconteceu em Romanos 14. Um paradoxo entre a liberdade e o escândalo, onde “um que crê” foi chamado à tolerância para com “um que se entristece”. Se comer carne vai fazer escandalizar o meu irmão, então é melhor comer vegetais. Eu pensei até em, em vez de escrever este post, escrever uma paráfrase de Romanos 14. Mas poderia escandalizar ou ofender a algum leitor, e então cairia no mesmo erro sobre o qual Paulo adverte. Mas o fato é que, o que me fez mudar de opinião não foram as supostas teologias contra ou a favor[5]. A pesquisa foi teológica, mas os relatórios não. Os resultados foram práticos. Ontem, desde a manhã até a tarde, eu estava olhando aquela vasta multidão naquele auditório e fazendo uma
reflexão. Apesar de vários levantarem para falar, era a minoria. A maioria dos delegados não falou. Ficaram sentados, calados, em observação e oração. E se Pedro, Tiago, Abraão, Isaías, qualquer outro profeta ou escritor bíblico, Ellen White e até o próprio Cristo estivessem presentes no auditório, o que eles fariam? Levantariam para falar contra, ou a favor? Nenhuma das duas opções. Ficariam sentadinhos caladinhos, só observando e orando, confiando tudo às mãos de Deus. Como eu sei disso? É simples. É porque nos escritos inspirados não tem nada que eles tenham dito sobre isso, e o que eles tinham para dizer ficou deixado como escrito. Agora, se Paulo estivesse presente, acho que ele diria: “Se ordenar mulheres num continente vai ofender os irmãos do outro continente (ou até mesmo no próprio território), então é melhor não ordenar”.

Logo, por estas razões, minha opinião mudou, e não tenho vergonha em dizer isso. Creio que é melhor, por enquanto, que a igreja não ordene mulheres, pois ela ainda não está preparada para isso. Espero que nunca esteja, pois espero ver Cristo voltar em breve. Mas se Ele demorar, creio que a igreja, numa próxima geração, chegará a esse amadurecimento. Pois o voto de ontem foi um “não” não por mostrar amadurecimento para o “não”, mas sim por mostrar a falta de amadurecimento, ainda, para lidarmos com o assunto. Amadurecimento eu digo do corpo como um todo em seu entendimento filosófico, e não quanto aos procedimentos administrativos e a maturidade das pessoas envolvidas. No que tange a procedimentos, tudo foi feito com muito amadurecimento e oração, e portanto creio que, por enquanto, essa é a vontade de Deus: “não ordenarmos mulheres ao ministério adventista pastoral”.

Essa é a minha opinião. Ela respeita as dos demais, e também não representa a opinião de mais ninguém. Mas sou convicto disso.


Com amor,

Pr. Valdeci Jr.

Para ver o quanto isso está em uma questão cultural, e não teológica, leia também os documentos a partir de: Ordenação de Mulheres na Igreja Adventista do Sétimo Dia.



[1] http://www.washingtonpost.com/local/social-issues/seventh-day-adventists-vote-against-female-ordination/2015/07/08/42920f7e-25c8-11e5-b77f-eb13a215f593_story.html
[2] http://gc2015.adventistas.org/pt/.
[3] http://noticias.adventistas.org/pt/noticia/institucional/delegados-decidem-por-continuar-a-nao-ordenar-mulheres-ao-ministerio-pastoral/
[4]http://www.nasaladopastor.com/2014/07/ordenacao-de-mulheres-na-igreja.html
[5] Leia “Falácias e a Ordenação da Mulher” no blog do Michelson Borges: http://www.criacionismo.com.br/2015/02/falacias-e-ordenacao-da-mulher.html

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Desbravadores e Aventureiros ajudam na 9º Festa Comunitária da Criança em Caxias do Sul

Caxias do Sul, RS… [ASN] No domingo (04), líderes do Clube de Aventureiros “Nova Esperança” e desbravadores do Clube “Nova Esperança”, ajudaram na 9º Festa Comunitária da Criança em Caxias do Sul. Os voluntários colaboraram através da preparação de lanches e no cuidado com as crianças que utilizaram os brinquedos infláveis durante o dia.
O voluntariado iniciou às 8 horas da manhã e estendeu-se até às 18horas do mesmo dia. Em torno de 1.000 kits de alimentação foram confeccionados e 5.000 foram crianças atendidas pelos voluntários adventistas.
Outras entidades também estiveram presentes ajudando na celebração que atingiu no total, 25 mil crianças da cidade. Aproveitando a oportunidade, os voluntários dos clubes distribuíram livros “A Única Esperança” para os organizadores e também para os visitantes.
“Estamos muito felizes por ajudar as crianças de nossa comunidade e vermos o sorriso no rosto de cada uma delas, ajudar nos faz bem”, comenta a diretora associada do Clube de Aventureiros, Fátima Silva. O vice-prefeito Antônio Feldmann, esteve presente na ocasião e agradeceu aos clubes “Nova Esperança” pelo apoio e participação. [Equipe ASN, Andréia Silva]

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

A Transposição do Rio São Francisco é uma Farsa Eterna

Muitos ficam questionando porque o Governo não entrega logo a transposição do Rio São Francisco lá no alto sertão do nordeste brasileiro. E não sabem o porquê da demora. É porque se o Governo entregar a obra vai revelar sua farsa. Sim, tal transposição é uma farsa, porque mesmo que acontecer, nunca vai resolver o problema do povo.

Aprendi isso quando morei lá, no alto sertão: Delmiro Gouveia, a última cidade do sertão alagoano. O problema lá não é exatamente a falta de água; o problema é a seca. Duas coisas parecidas, mas que não são exatamente a mesma coisa. Em Delmiro Gouveia, nunca vi faltar água. Mas a seca é intensa. Não precisa ser biólogo pra entender isso.

Vou lhe dar uns exemplos práticos. Eu plantei uma horta no fundo do quintal. Com todas as técnicas e fertilizantes possíveis, e muita água. Não me importava se a conta de água viria cara. Eu molhava a horta sem dó. E sabe o que aconteceu depois de muitos meses? Colhi um prato cheio de pequeninas folhas, que lutaram ao máximo para crescer mirradamente uns poucos centímetros, senão milímetros. Por causa da seca, e não da falta d´água. Pra você ter uma ideia, para dormir era assim. Eu ligava o ar condicionado do quarto às 20h, e deixava pra ir dormir entre as 23h e 0h, que era mais suportável. Na hora de dormir, encharcava uma toalha, torcia a mesma sobre o chão do quarto (cerâmica impermeável) afora , e pendurava a mesma molhada na cabeceira da cama. Ia ao chuveiro, me molhava, e vinha molhado (atravessando a lagoa feita no quarto) e me deitava molhado, sobre o lençol, que terminava ficando um pouco molhado também. Pra aguentar o tranco, lá pelo meio da madrugada eu levantava, tomava outra ducha, vinha e me deitava molhado de novo. Quando o dia amanhecia, o quarto estava seco e a toalha dura (de seca) na cabeceira da cama. Isso é a seca mesmo tendo água.
Isto tem que ver com toda a natureza, todo o bio sistema, e não apenas com o reservatório ou o canal de água. Lá, se você fura um poço artesiano longe de um córrego, ele não dá água porque não tem lençol freático. E se você fura no lençol freático de um “córrego” (aqueles canais secos cheios de pedra onde era pra ter um córrego), em cinco anos você acaba com o mirrado lençol freático e dali em diante não tem nem mais córrego nem mais poço. Não tem pra onde correr. Uma das cidades que eu cuidava, em meu trabalho era Inhapi, que pode ser vista na foto abaixo, na época mais fértil e verde do ano.



Lá, o povo sempre tinha água, trazida pelos caminhões pipa que buscavam a mesma há mais de cem quilômetros, no rio São Francisco. É interessante. Eles têm água, mas não plantam nada. Não é por preguiça. São trabalhadores. Mas é porque a planta não depende apenas de uma irrigação (ainda mais artificial). Quando vivi por lá, em todo o município tinha 23 poços. Cinco tinham sido cavados até o limite máximo e não tinham dado uma gota dágua. Vinte e três tinham água insalubre, agressiva à natureza e, por não ser tratada, imprestável.

Interessante, que se você observa a região, vê que a sequidão está nas planícies e baixadas, onde às vezes até se acha um fio dágua. E nos topos dos montes e das serras é tudo verdinho. Lá, onde a possibilidade de se achar um córrego e muitíssimo menor,  estão os agricultores que ainda restam. Eles têm pasto, roça, hortas e frutas (ainda que de forma bem acanhada). Porquê? Porque por ser mais alto há mais umidade do ar, e com isso todo o biosistema é diferenciado.

Quando você estiver viajando de carro, observe como é a natureza próximo a um rio ou um córrego. Quando estiver num avião, observe o pavilhão que se forma, vale abaixo, às margens de um rio, de uma natureza diferenciada. Você vê uma flora diferente. Mas em função dela, saiba que há também uma fauna e um reino mineral, diferenciados. Volto a dizer, não é preciso ser biólogo para entender isso: um rio não é apenas um canal de água. Ele tem lençol freático, fauna, flora, reino mineral e até mesmo condições atmosféricas, todos diferenciados, em torno e função de si. Você me entende?

O Governo quer dar ao povo um canal de cimento cheio d’água. Mas nunca conseguirá dar àquele lugar o restante dos componentes da natureza que criariam um ambiente ideal para o pasto, o plantio, a produção. Cavar poços, fazer a canalização de saneamento tradicional, ter uma frota pipa que leve e traga a água, ter cisternas captadoras, ensinar o povo a usar tudo isso e muitos outros recursos, é muito mais barato do que desviar o curso de um rio. Mas, apesar de ser mais barato, é mais trabalhoso e dá mais retorno ao povo do que à máquina política. Além de tudo, é lugar comum. E o político precisa de uma aparente obra faraônica, para então parecer ser uma pessoa fenomenal (angariadora de votos, e depois também de tudo o que os votos lhe proporcionam). Tudo bem que muitos sertanejos percebem isso. Mas não é com o voto de quem vai beber a água que o político está preocupado, porque eles são poucos, uma vez que a densidade demográfica lá é muito pequena. O que os políticos querem é impressionar o resto do Brasil, que por não conhecer a realidade de lá fica impressionado com a tal da possível transposição, achando que isso seria algo fantástico.

Portanto, começar uma obra dessas foi estratégico, porque fez do idealizador um deus todo ciente o suficiente de que ele agarraria o retorno de sua farsa antes do tempo suficiente de se terminar a obra e sairia como santo, deixando a bomba nas mãos dos próximos. E agora os próximos querem tirar o mesmo tipo de vantagem. Porque, no dia em que eles entregarem a falsária obra, a água vai correr sim, milhares de quilômetros a fora. Mas se for só isso, o Brasil continuará vendo um povo que terá água mas estará sedento de todos os demais recursos dignos ao ser humano que hoje lhes falta. Isso será mais trágico ainda: ver um suposto rio impotente de matar a fome, denunciador da burrice ou negligência daqueles que tinham o poder nas mãos de terem feito o bem e o certo (e não o bonito ou intencional) e não o fizeram.

Escrevo estas palavras com um nó na garganta porque tenho um carinho muito grande por aquele povo que aprendi a amar. Eles merecem que o bem seja feito por eles, e não o mal. E o que estes políticos fazem é pior do que a negligência. Se eles esquecessem aquilo lá seria melhor, sabia?  Porque pior que não dar esperança, é dar falsas esperanças. É muita maldade! O que o sertanejo realmente precisa não está na preocupação do Governo.  O que o brasileiro precisa não é preocupação do político. Nosso Brasil encontra-se numa situação que é de dar dó. Precisamos, acima de estratégias, falatórios e buscas de trocas de poder, buscar intensamente a Deus, para que nos visite, e salve os seus filhos deste mundo tão sofredor. Interceda, ore pelo nosso povo, pela nossa nação!


Um abraço,

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Aprovado Projeto de Lei que institui Dia Municipal dos Desbravadores em Caxias do Sul


O trabalho desenvolvido pelo Clube de Desbravadores em Caxias do Sul, RS foi reconhecido pela Câmera de Vereadores da cidade, que criou na sessão ordinária do dia 13 de agosto, um Dia Municipal do Desbravador Caxiense.



O Clube de Desbravadores está na cidade desde 1973 e a sua boa atuação e atividades desenvolvidas, foram parabenizadas pelos representantes da tribuna. Segundo Henrique Silva, vereador que trouxe o projeto de lei ao parlamento: “Os Desbravadores são um grupo que merece todo o apoio e valorização, pois estão alicerçados em valores honrosos e contribuem positivamente para a sociedade em seu redor”, comentou.



Na ocasião, ainda foi apresentado um vídeo que contou a história dos Desbravadores no Brasil, América do Sul e no mundo. Estiveram presentes 21 vereadores e o projeto de lei teve a aprovação unânime do plenário. Ficando assim determinada a celebração do Dia do Desbravador em Caxias do Sul, no terceiro sábado do mês de setembro.


Fonte: http://www.usb.org.br/acsr/desbravadores/noticia/aprovado-projeto-de-lei-que-institui-dia-municipal-dos-desbravadores-em-caxias-do-sul-12300

Confira mais fotos:



















domingo, 30 de março de 2014

Escola Bíblica Para a Região Central de Caxias do Sul é Inaugurada

A Escola Bíblica Distrital (EBD) para a região central de Caxias do Sul foi inaugurada neste sábado, 29 de março, às 15h. Organizada pelo pastor distrital Valdeci Júnior e pela diretora Jocelena Calloni, a EBD é uma extensão da Escola Bíblica da Rede Novo Tempo de Comunicação, que objetiva atender os alunos que se correspondem com a mesma.

Conta com cerca de trinta voluntários. E funcionando no auditório do Espaço Novo Tempo situado à rua Evaristo de Antoni nº 2337, a EBD propõe-se a oferecer, permanente e gratuitamente, o ensino bíblico em aulas presenciais, em duas opções semanais de encontros. A grande vantagem é a oportunidade da interação, onde o aluno poderá fazer suas perguntas, críticas, sugestões, elogios, receber seus brindes e ser ouvido em suas ideias. Em outras duas vezes na semana, acontece o programa Vida & Saúde, onde, a cada encontro, dois convidados profissionais na área da saúde são entrevistados e interagem com o auditório respondendo a perguntas. 

Com endereço local, site, telefone e perfis em redes sociais próprios, entregas de presentes e cartas personalizadas em domicílio, visitas e orações oferecidas pelos voluntários e programa livre de auditório, a iniciativa diminui as distâncias entre mídia, instituição e as pessoas.

O pastor Humberto Magalhães, responsável por todas as EBDs na região central do Rio Grande do Sul, ao ministrar a cerimônia de inauguração, deixou claro que o objetivo maior da Igreja Adventista do Sétimo Dia, da Rede Novo Tempo de Comunicação e de iniciativas locais como esta é o mesmo. Servindo às pessoas com a mensagem da esperança, todos os esforços são somados para oferecer-lhes as instruções de um estilo de vida melhor e mais feliz aqui e a oportunidade da salvação que Jesus Cristo concede. Por isso, o ponto alto da cerimônia foi a realização de um batismo, com pastor, pessoa batizada e tanque batismal todos vestidos a caráter, de Novo Tempo.


Confira as fotos:























Um abraço a todos,

Pr. Valdeci Jr.



Outras Imagens do Espaço Novo Tempo:

Adesivo 5X5cm colado em todos os presentes, DVDs, Livros, Folhetos e Brindes doados aos milhares:


Banner temporário colocado na grade frontal do prédio:



Fachada Principal:



Banner que está na grade frontal do prédio, atualmente.


quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Globo Pode Ensinar Os Cristãos a Se Vestirem

Já ouviu falar que, muitas vezes os filhos deste mundo são mais prudentes que os filhos da luz? Pois é. Não quero julgar as pessoas que trabalham para a Rede Globo. Em hipótese alguma! Mas quero citar que a Globo, totalmente secular, que trata apenas dos assuntos limitados a este mundo, do qual eu e você fazemos parte, está dando um show de prudência pra servir de exemplo para as igrejas, que se propõem a serem canal de uma mensagem que seria de outro mundo, do mundo da luz (Lucas 16:8).

Acabei de ler a matéria “Globo proíbe jeans rasgado, manga bufante, cabelão e unha preta” no site de notícias da UOL. O texto deveria ter sido escrito por nós, líderes, como orientação eclesiástica não somente aos pregadores e professores de Bíblia, mas também a todos os que se propõem serem repórteres do evangelho. E sabe quem são? Todos os cristãos. Porque Paulo explica que todos que resolvem ser cristãos tornam-se “cartas vivas” das boas novas de Cristo (2Coríntios 3:1-8). Queira ou não, você está veiculando algum tipo de testemunho. E que news reporta você ao mundo? Como transmitir a mensagem da esperança sem ruído de comunicação? A Comunicação Social pode lhe ensinar. Por isso, leia abaixo, a matéria em paráfrase.

A Igreja [Globo] editou na semana passada uma nova norma colocando limites na flexibilização no visual dos cristãos [jornalistas] adotada nos últimos anos. Diante de alguns excessos, a instituição cristã [emissora] deixou claro que o pregador [repórter] e [o apresentador] a testemunha do evangelho que aparecem diante das pessoas [no vídeo] não devem brilhar mais do que as boas novas [notícia]. Assim, não devem usar cabelos muito compridos, camisa xadrez, esmalte preto ou azul e roupas com mangas bufantes. Calça jeans pode, mas só no corte tradicional, sem manchas ou rasgos.

Até o final dos anos 2000, a Igreja [Globo] exigia blazers para mulheres e ternos para homens. Para deixar os jornalistas mais próximos do visual que o telespectador usa, criando identidade, o ministério [a emissora] passou a adotar trajes menos formais. Homens podem usar camisas sociais e polo, dependendo da ocasião. Mas ocorreram exageros, e a nova norma tenta disciplinar o que pode e o que não pode.

Pela norma, muitos cristãos [apresentadores de afiliadas e repórteres como Ilze Scamparini] estão fora do padrão Cristão [Globo] de visual de bom testemunho [jornalismo]. Confira as principais regras:
Cabelos: devem ser curtos ou médios, no máximo na altura dos ombros. Cabelos compridos chamam muita atenção. Franjas estão proibidas. Deixam a pessoa que não é adolescente [jornalista] com cara de adolescente.

Acessórios: brincos, colares, pulseiras e relógios devem ser pequenos, discretos, sem pedras. Proibido usar mais de um anel na mesma mão.

Unhas: Até cinco anos atrás, esmaltes coloridos eram proibidos. Tons beges e vinhos agora são permitidos, mas unhas pretas, azuis, verdes e roxas estão vetadas.

Mangas: estão proibidas as mangas muito curtas, tipo baby look, as bufantes e as muito volumosas. As primeiras não ficam bem para mulheres com braços gordos. As bufantes infantilizam.

Estampas: roupas xadrezes, estampadas e de listras fortemente contrastadas continuam proibidas porque chamam muita atenção e porque podem causar "batimento" na vista das pessoas [no vídeo], gerando uma distorção na mensagem a ser transmitida [imagem].

Brilho: roupas com brilho ou decotadas não podem ser usadas no serviço da igreja nem no trabalho missionário [vídeo]. Babados e tecidos que amassam muito, como o linho, também não. 

Transparências são permitidas, desde que com uma outra roupa por baixo.

Calças: nem pensar em ir para a rua com calças capri (aquelas que batem na canela), muito justas (skinnies), sarouels e leggings. São casuais demais e, no caso das sarouels, na prática [no vídeo] parecem fraldões. Recomenda-se calças de alfaiataria para os homens. Jeans pode, desde que de corte reto e tradicional. Nada de calças rasgadas ou com lavagens que descolorem o brim.

Tamanho: é proibido usar roupa justa. Cristãos [Jornalistas] devem preferir peças mais soltas no corpo, porque marcam menos. Mulheres devem tomar cuidado com malhas e tecidos de elastano, evitando mostrar sutiãs e "pneus".

Apenas o parágrafo dos acessórios precisaria de um pequeno ajuste. No mais, que aula perfeita esta página de manual de jornalismo dá para a igreja! Está difícil alcançar o Céu? Por que nós cristãos não chegamos pelo menos ao nível dos nossos amigos jornalistas? Se a Comunicação Social tem tanto o que ensinar à Religião, imagine Deus! Busque conhecê-Lo, bem como Sua vontade. Siga o padrão Jesus!

“E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus
(Romanos 12:2)”.

Um abraço,
Pr. Valdeci Jr.


domingo, 18 de agosto de 2013

Procuram-se Daniéis Modernos!

Neste último sábado, na Igreja Adventista Central de Caxias do Sul, fomos desafiados a sermos como Daniel, reconhecendo que a causa de Deus enfrenta problemas maiores do que nós mesmos, que a nossa dependência precisa ser total na ação da oração, que precisamos orar pelo menos três vezes ao dia por pelo menos vinte e um dias, e que assim, Deus será o nosso juiz.

Porque “se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra (2 Crônicas 7:14)”, diz o Senhor.

Portanto, no culto divino, começamos uma oração por pelo menos 21 motivos especiais coletivos desta congregação, a saber:

  1. Pelo Reavivamento e Pela Reforma
  2. Por Uma Igreja Missional
  3. Pela Fidelidade nos Dízimos
  4. Por União, Abnegação e Humildade Entre os Membros da Comissão
  5. Pela Reforma da Fachada e da Frente do Prédio da Igreja
  6. Pela Fidelidade Nas Ofertas
  7. Pelo Atendimento Adequado e Completo aos Interessados
  8. Pela Necessidade Que a Igreja tem de ter um Obreiro Bíblico
  9. Pelos Membros Afastados da Igreja
  10. A Falta de Amor Entre Nós
  11. O Pecado Das Ofertas Direcionadas Que Temos Cometido
  12. O Formalismo e o Apego Doentio à Tradição
  13. Os Pecados Ocultos e os Problemas Morais
  14. Pelo Batismo Coletivo Com o Espírito Santo
  15. Pelo Crescimento Financeiro
  16. Os Irmãos Que Bloqueiam a Vida Missionária da Igreja
  17. Pela Vida Missionária Integral e Efetiva de Cada Membro
  18. Pela Habilidade de Relacionamento Dos Líderes
  19. Pelos Jovens da Igreja
  20. Pelas Nomeações Para os Cargos de 2014
  21. Por Muitos e Muitos Mais Batismos

Não houve sermão! A igreja, com centenas de pessoas presentes, ficou prostrada por mais de uma hora, em súplicas, louvores, agradecimentos e petições. Oração esta que durará três semanas. Para servirem como Daniéis modernos, foram desafiadas a levantarem-se 21 pessoas para liderarem 21 grupos de oração. Cada grupo orará por um destes 21 motivos, por 21 dias, pelo menos três vezes ao dia. Para ajudar nesta dinâmica, foram sugeridas as seguintes atividades:

O Grupo Vai Orar (pelo menos):

·         Diariamente, em duplas, ao telefone.
·         Diariamente, todos juntos em separado, no mesmo horário, combinado.
·         Semanalmente, reunidos fisicamente, juntos em algum lugar.
·         Várias vezes ao dia, na comunhão pessoal.
·         Repetidamente, fazendo este pedido a outros intercessores.

A base bíblica que nos serve de ilustração para tanto está em Daniel 10:2-3, 12-13 e 19:

Naquela ocasião eu, Daniel, passei três semanas chorando. Não comi nada saboroso; carne e vinho nem provei; e não usei nenhuma fragrância perfumada, até se passarem as três semanas. E ele [o anjo] prosseguiu: "Não tenha medo, Daniel. Desde o primeiro dia em que você decidiu buscar entendimento e humilhar-se diante do seu Deus, suas palavras foram ouvidas e eu vim em resposta a elas. Mas o príncipe do reino da Pérsia me resistiu vinte e um dias. Então Miguel, um dos príncipes supremos, veio em minha ajuda... Ele [o anjo] disse: "Não tenha medo, você, que é muito amado. Que a paz seja com você! Seja forte! Seja forte! " Ditas essas palavras, senti-me fortalecido e disse: "Fala, meu senhor, visto que me deste forças".

De todos os Daniéis voluntários, foram tiradas fotos que servirão para se realizar a lista-cadastro dos grupos. Foi um compromisso feito visando a intercessão pela Igreja Adventista Central de Caxias do Sul. Tais pessoas são convidadas a participarem de um culto especial de testemunhos e celebração, na data de 7 de setembro, quando algumas delas poderão testemunhar sobre o que Deus fez ao longo destas três semanas, em relação a tal pedido.

Estamos entregando a nossa congregação local nas mãos de Deus, para que, através de nós, Ele a guie, e não nós.

Busquem o Senhor enquanto se pode achá-lo; clamem por ele enquanto está perto
(Isaías 55:6).

Que Deus abençoe o Seu povo! E que você participe, sendo um Daniel moderno, intercedendo por nossa irmandade. Compartilhe!

Um abraço do vosso líder-servo que vos ama,


Pr. Valdeci Jr.

sábado, 6 de julho de 2013

A MORTE DA DEMOCRACIA AMERICANA

O governo democrático americano utiliza-se de práticas de regimes totalitários em favor da segurança nacional
 
Os últimos acontecimentos nos Estados Unidos relacionados ao monitoramento de dados das pessoas promovido pelo governo despertou uma grande preocupação por parte da opinião pública em relação à ameaça à liberdade e à democracia tão defendidas por essa nação. Um fator que revelou essa preocupação foi o aumento estratosférico das vendas do livro 1984 de George Orwell, publicado em 1949, em mais de 7000%.[1] O motivo é porque o livro denuncia de forma detalhada as futuras estratégias dos Estados totalitários na tentativa de restringir a privacidade dos indivíduos que são bem semelhantes às apresentadas pelos Estados Unidos, hoje.
O presidente Barack Obama tem sofrido duras críticas por invadir a privacidade dos indivíduos na tentativa de obter dados confidenciais comprometedores. Essa prática de espionagem tem sido encarada como violação declarada dos direitos civis. Tal atitude ameaça de morte o que há de mais importante nessa nação: a democracia.
Sendo os Estados Unidos da América conhecidos historicamente como o país símbolo da liberdade individual e da democracia, por que então essa nação estar lançando mão de comportamentos típicos dos regimes totalitários? Ao fazer uma reflexão sobre as notícias de violação de privacidade por parte do governo americano, acredito que pelo menos três fatores estão motivando a desconstrução dos sólidos muros democráticos desse país.

A Crise

O primeiro fator tem que ver com a crise. A crise de qualquer espécie desmantela qualquer sistema social, político, religioso e econômico sólidos. Marvin Moore jornalista e escritor, reproduzindo o pensamento do livro The Addictive Organization, salienta que “as crises são usadas para desculpar ações drásticas e equivocadas por parte dos administradores”.[2] Além disso, ressalta também que “quando a norma é a crise, a administração tende a assumir uma quantidade perigosa de poder a cada dia”.
Moore acrescenta ainda, ao citar Michael Barkun autor da obra Disasters and the Millennium, que “o desastre cria condições especialmente adaptadas à rápida alteração de sistemas de valores”.[3] Sendo assim, as chances de um indivíduo ou grupo de pessoas abandonarem antigos valores há muito acalentados como consequência de um desastre ou crise é muito grande. Moore afirma também que “sistemas de crenças que talvez fossem rejeitados em condições livres de desastre, agora recebem consideração favorável”[4].
Com os ataques de 11 de setembro de 2001, a América se viu mergulhada em uma crise estratosférica de segurança nacional. Diante disso, os líderes americanos se viram obrigados a rever os seus conceitos democráticos de liberdade individuais há muito defendidos. Então, a primeira atitude do governo americano foi lançar mão de um movimento de violação dos direitos civis. Os Estados Unidos passaram a grampear secretamente e-mails e telefonemas de indivíduos sem consulta prévia ou autorização judicial. Os últimos passos nessa direção dado pela política americana foram revelados na mídia recentemente quando o governo realizou uma “coleta indiscriminada de registros telefônicos de milhões de cidadãos pela Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês)”.[5]
Fica claro com isso que, a fim de promover a segurança da nação americana, o governo buscou viéis que regimes totalitários se utilizaram no passado e ainda usam hoje. O país mais livre do mundo abriu mão da democracia para agir autoritariamente e até violar os direitos civis há muito defendido por ele. Atestando com isso o óbito da sua democracia.

Monopolização da Informação

A monopolização da mídia americana é outro fator que tem facilitado o governo americano minar a democracia com suas ações totalitárias. A informação jornalística na mão de poucas corporações está conduzindo a America ao enfraquecimento do debate e ao fortalecimento da alienação popular. Ruben Dargã Holdorf, em seu artigo O fim da democracia norte-americana: A imprensa leva a culpa[6], alerta que “quando as comunicações se aglutinam sob o comando e orientação de poucos ou somente uma empresa jornalística, ocorre o risco da manipulação”.
Vanderlei Dorneles, em sua obra O Último Império acrescenta que “com a Comissão Federal de Comunicação, a legislação rígida sobre imprensa vem sendo alterada”[7]. E hoje, segundo Dorneles “nada menos que 90% de tudo que os americanos veem, ouvem e leem são produzidos por apenas seis empresas, que no passado foram mil, (AOL, Time Warner, Viacom, Disney, General Eletric, News Corporatione Vivendi Universal)”.[8]
Como esse processo de monopolização da informação, que não permite a população ter acesso a diferentes pontos de vista, e com isso, criticar as decisões autoritárias do governo, faz com que o risco de morte da democracia desse país seja cada vez maior, a cada dia que passa.

Os Ataques Preventivos ao Inimigo

No passado, sobretudo em 2001, o governo americano iniciou uma prática de atacar preventivamente o inimigo. Essas ações tem-se revelado nitidamente como ações totalitárias. Dorneles revela o pensamento base desses ataques ao afirmar que “quando os interesses e a segurança dos Estados Unidos estiverem em questão, eles não hesitarão em ‘agir sozinhos’, referindo-se a uma completa independência em relação aos aliados e às Nações Unidas”[9].
Hoje, o investimento do Estado Americano estar sendo canalizado para uma nova modalidade de ataques preventivos como os “ciberataques”. Por meio dessa iniciativa, apresentado pelo senador John Edwards, o governo deve fornecer US$ 350 milhões durante os próximos cinco anos para o Instituto Nacional de Padrões e Tecnologias[10], a fim de produzir tecnologias de informação mais eficientes no combate ao terror.
Esses ciberataques permitem ao governo invadir ou atacar os computadores de instituições, organizações, empresas e indivíduos suspeitos de terror, isso sem autorização judicial. Assim, mais uma vez, a América se revela uma nação verdadeiramente autoritária, que aos poucos vem minando a sua própria democracia.

Conclusão

As ações denunciadas acima, tais como, crise, monopolização da informação e os ciberataques tem assustado e acendido um sinal de alerta por parte da população mundial.
Contudo tais tentativas em direção ao enfraquecimento da democracia norte-americana foram denunciadas pela escritora Ellen White, há mais de cem anos. Em sua obra mais famosa, publicado no final do século 19, alerta de forma contundente as atuais ameaças à liberdade individual quando diz que “a corrupção política está destruindo o amor à justiça e a consideração para com a verdade; e mesmo na livre América do Norte ... a liberdade, obtida a tão elevado preço de sacrifício, não mais será respeitada”.[11]
Portanto, resta-nos reagir veementemente contra essas iniciativas totalitárias do governo americano, pois se essas práticas forem copiadas por outras nações, tendo como justificativa a segurança, poderemos presenciar um ressurgimento do totalitarismo no Ocidente sem precedentes na história.




[2] MOORE, Marvin. Apocalipse 13: leis dominicais, boicotes econômicos, decretos de morte, perseguição religiosa - isso poderia realmente acontecer? 1 ed. Tatui: Casa Publicadora Brasileira, 2013, p. 248.
[3] Idem, p. 251.
[4] Ibdem.
[5] PACIORNIK, Celso. Ameaça à Democracia. [S.I]: Estadão.com.br/Internacional. Disponível em   Acesso em 26 jun.2013, 14:50:40.
[6]HOLDORF, Ruben Dargã. O fim da democracia norte-americana: a imprensa leva a culpa. Web Site Sala de Prensa: Disponível em Acesso em 26 jun.2013, 14:41:29.
[7] DORNELES, Vanderlei. O último império: a nova ordem mundial e a contrafação do reino de Deus. 1 ed. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2012, p. 160.
[8] Idem.
[9] Ibdem, p. 161.
[11] WHITE, Ellen G. O grande conflito. ed. 22. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2009, p. 566.