quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

TESTEMUNHOS CAVADOS EM SIQUÉM - Gênesis 34-36

Vamos conhecer algumas curiosidades sobre o local da leitura bíblica de hoje: Siquém. Os estudos em arqueologia mostram que a cidade fica perto de uma aldeia moderna chamada Balata, ao norte da estrada, num vale muito bonito, entre os montes Ebal e Gerizim.
Se você ler Gênesis 12:6-7, verá que Siquém foi o primeiro lugar que Abraão visitou na Palestina. Já no capítulo 33, estudamos que Jacó e a família dele foram para lá, ergueram um altar e cavaram um poço que ficou conhecido como “O Poço de Jacó”, onde os irmãos de José apascentavam os rebanhos.
Outra curiosidade é que, segundo o que está escrito em Josué 24:32, foi ali que os ossos de José foram enterrados. Se você ler 1 Reis 12:1, verá Jeroboão estabelecendo sua residência real no mesmo lugar que Josué tinha reunido as doze tribos de Israel, que Roboão tinha sido coroado e que a monarquia tinha sido dividida. Tudo isso em Siquém.
O primeiro arqueólogo que conduziu escavações ali, no período de 1907 a 1909, se chamava Carl Watzinger. Mais tarde, um outro arqueólogo chamado Ernest Sellin deu prosseguimento. De 1956, para cá, o trabalho de escavação na região é realizado pela Expedição Arqueológica Drew-McConnick.
Na verdade, as escavações arqueológicas em Siquém viraram uma verdadeira escola para muitos jovens que estão aprendendo arqueologia. São empregados muitos recursos nas escavações e o interessante, é que esse empreendimento faz com que muitas coisas legais sejam descobertas. Por exemplo: templos, portas, um grande número de peças de alvenaria, ferramentas, moedas e outros objetos menores. E às escavações arqueológicas em Siquém, grande parte da história — tanto a história secular quanto a história bíblica — vem sendo confirmada.
Os escavadores encontraram restos de um grande muro da Idade do Bronze Médio com uma porta que, provavelmente, seja aquela porta citada em Gênesis 34:24. Eles também encontraram, dentro da cidade, a “Torre de Siquém”, que é mencionada em Juízes 9:46-49. Era um edifício sólido, com paredes de cinco metros de espessura, com duas fileiras de colunas enormes, que sustentavam o teto e que, provavelmente, fossem segundo piso.
A lista de achados arqueológicos em Siquém vai longe, porém, não conseguimos comentar tudo aqui. Mas sabe por que estou comentando isso? É apenas para lhe dar mais uma evidência de que esses locais, pessoas e eventos que você vai encontrar na leitura de hoje, realmente existiram. As escavações arqueológicas modernas são um testemunho silencioso de que a Bíblia é verdadeira. A leitura que você está fazendo da Bíblia, hoje, é um trabalho silencioso no seu coração para aceitar essa verdade.


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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

ANGÚSTIA E BÊNÇÃO - Gênesis 31-33

Você que nos acompanha neste plano de ler a Bíblia inteira em um ano, deverá ler, hoje, Gênesis 31-33. No capítulo 32, está descrita a agonia de Jacó, que foi uma angústia tão grande, que o próprio Jesus desceu na forma de anjo para estar com ele.
Essa angústia toda era porque Jacó tinha feito muitas coisas erradas no passado e agora estava sentindo o peso que as conseqüências iriam trazer sobre ele; carregava aquele peso esmagador sobre si, até no seu nome. Não sei se você já teve a curiosidade de ir a uma biblioteca e pesquisar sobre os significados dos nomes. Por exemplo: Você sabia que “Adão”, significa “vermelho”? Daniel significa “Deus é meu Juiz”, Maria, significa “pomba”, e assim por diante. Os nomes têm seus significados.
E a nossa leitura de hoje, fala sobre uma pessoa que teve que mudar de nome, porque o nome dele não era lá aquelas coisas. Jacó significa “traidor”. Que triste! Por onde ele ia, as pessoas o chamavam: “oh, traidor!”. Mas se você se chama Jacó, não fique triste, porque Jacó também significa “Deus protege”.
Deus protegeu Jacó. Mesmo depois dos erros que ele havia cometido contra a família e o próprio Deus. O traidor, Jacó, bem diferente do traidor Judas, se agarrou em Jesus e disse: “Eu não vou deixar você, enquanto eu não receber a Sua bênção.” E o resultado?
Jesus tirou o peso daquele lutador e mudou seu nome. Parece que Jesus gosta de mudar os nomes, pois mudou o nome de Simão para Pedro, de Saulo para Paulo e vai mudar o nosso nome lá no Céu. Para Jacó, naquela noite de luta, Jesus disse: “de agora em diante você não será mais o Jacó, não será mais visto como o traidor. De hoje em diante você será chamado de Israel, que quer dizer “aquele que luta com Deus”.
Da história de Jacó, aprendemos algumas coisas: que enganar é uma péssima escolha, porque, além de prejudicar os outros, prejudicamos a nós mesmos; nenhum pecado é tão grande e terrível ao ponto de Deus não poder perdoá-lo; e, muitas vezes, a convivência em família é difícil, mas devemos fazer o melhor para que sempre haja um clima de amizade e compreensão.
Agora, pegue sua Bíblia, faça sua leitura para hoje e termine sua devoção pessoal com uma oração, dizendo mais ou menos assim: “Senhor, não me permita ser um traidor; por favor, não me deixe levantar desta oração, sem ser abençoado por ti”. E deste momento em diante, você será visto por Deus, como um cristão guerreiro que, verdadeiramente, veste a Sua armadura.

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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

DIA DO FICO - Gênesis 28-30

Você lembra sobre o que o dia nove de janeiro significa para nós?
Bem, pode significar muitas coisas diferentes. Por exemplo, hoje, minha esposa e eu comemoramos aniversário de casamento. Então, este dia significa uma ampliação de felicidade para mim, pois há alguns anos, no dia nove de janeiro, diante de um altar, chegamos um para o outro, para ficarmos um na vida do outro para sempre. Isso que é “ficar”, de verdade, não é mesmo? É quando você se casa, para viver a vida juntos. Por isso, esse dia é significativo para mim.
Mas o que a data de hoje significa para o nosso país? Em 1822, lá de Portugal, as cortes portuguesas, querendo fazer o Brasil voltar a ser colônia, mandaram uma ordem dizendo que o nosso regente, Dom Pedro de Alcântara, fosse embora para Europa. Os liberais radicais organizaram uma movimentação, pressionaram Dom Pedro, e o regente deu a cara à tapa: no dia nove de janeiro, ele declarou para o público: “Se é para o bem de todos e felicidade geral da Nação, estou pronto! Diga ao povo que fico!” Esse foi o “Dia do Fico”.
Agora, na nossa leitura de hoje, também tem um “fico”. Foi de alguém que também se casou e  trocou de pátria. Foi o “fico” de Jacó. Em Gênesis 28, vemos Jacó saindo da terra de Canaã, deixando sua família e partindo para Harã. Ele foi para casa do tio Labão. Quando ele chegou na casa de Labão, foi ficando por ali, começou a ajudar nos serviços que Labão tinha pra fazer, e o tempo foi passando. Depois de um mês, Labão percebeu que o sobrinho dele não tinha comprado a passagem de volta. Foi aí que aconteceu o que está escrito no capítulo 29:19, resumindo tudo o que a leitura de hoje relata sobre Jacó. Diz assim: “Respondeu Labão: Melhor é que eu dê Raquel pra você, em vez de dá-la a outro homem; fica, pois, comigo”.
Hummmm! O que aconteceu? Vejamos o verso 20: “Assim, por amor a Raquel, serviu Jacó sete anos; e estes lhe pareceram como poucos dias, pelo muito que a amava”.
Que linda história de amor! A história de amor mais bonita que podemos escrever é quando ficamos, permanecemos, com constância e estabilidade, servindo a quem amamos, sem esperar por uma data que termine com tal relacionamento.
Você quer ser feliz no seu relacionamento com Jesus? Fique com Ele, servindo-O, por amor, para sempre. Sua vida nunca mais será a mesma!

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domingo, 8 de janeiro de 2012

DEUS É DEUS - Gênesis 26-27

O plano da leitura bíblica para hoje são apenas dois capítulos. O 26 fala de Isaque na terra dos filisteus e depois da aliança que ele fez com Abimeleque. Já, o capítulo 27 conta como foi a bênção de Isaque a Jacó e Esaú. Podemos ver que, infelizmente, assim como os filhos podem herdar as bênçãos dos pais, podem, também, herdar os maus hábitos. Porém, apesar de sermos tão falhos, Deus não falha.
No capítulo 26:4, vemos a aliança de Deus. A repetição das bênçãos da aliança feita com Abraão toma a forma de uma renovação da aliança. Neste caso, Deus queria preservar Isaque em tempos de fome. A parte de Isaque era manter a obediência, como Abraão, em cinco aspectos: à voz de Deus, Seus preceitos, Suas ordens, Seus mandamentos e Sua lei.
No verso sete, vemos Isaque imitando o erro do pai ao ter medo desnecessariamente, sabendo que Deus já havia prometido preservá-lo. Rebeca, assim como Sara já tinha feito no passado, demonstrou falta de fé e sentiu indiferença. Quando a Bíblia fala que Abimeleque viu Isaque acariciando Rebeca, a palavra hebraica usada é, também, para risada - um trocadilho com o nome Isaque. O fato de o casal estar em Gerar por tanto tempo, e de Isaque sentir-se livre para expressar publicamente seu amor por Rebeca, mostra ainda mais o absurdo dos seus temores.
Esse mau hábito de mentir passou para Jacó. Em Gênesis 27:20, encontramos a mentira dele. Vale lembrar que, mesmo sendo da vontade de Deus que Jacó fosse abençoado, seu erro não foi aprovado por Deus.
Mas, Deus é Deus, e Ele não se limita aos maus hábitos que adquirimos. No capítulo 27:27-29, podemos observar que, para atingir Seus objetivos, Deus passa por cima das atitudes pecaminosas de todos estes descendentes de Abraão: da parcialidade pecaminosa de Isaque, do engano de Rebeca e da ambição de Jacó. Nessa bênção de Deus, observamos três fatores:
1) A promessa de fartura, que incluía tanto a posse da terra quanto a bênção da fertilidade; 2) A promessa de domínio, que, além de repetir a promessa feita a Abraão, prometia que aquele que estava agora sendo abençoado reinaria sobre o restante de sua família; e 3) Um contraste entre bênção e maldição, que repetia a primeira chamada de Abraão, lá de Gênesis 12:3.
É claro que os erros apresentaram seus resultados. Isaque, Rebeca, Esaú e Jacó colheram contendas e separação familiar. Mas, mesmo quando o ser humano entorta as linhas, o planejamento de Deus segue escrevendo em linha reta. Comigo ou sem mim, Ele realizará Seus planos, pois sou falho, mas Ele é Deus.

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sábado, 7 de janeiro de 2012

DEIXE DEUS SER DEUS - Gênesis 23-25

Na leitura de hoje, contém uma informação curiosa, que muitos deixam passar por alto. Temos, por costume, não ouvir completamente a voz da Palavra de Deus. Sempre que se fala da família de Abraão, lembramos de Isaque, e Sara e esquecemos que Abraão, depois que ficou viúvo de Sara, casou novamente e teve mais filhos. Percebemos, também, que a intervenção que Deus fizera no passado quanto ao casal poder ou não ter filhos, se limitava a Sara, porque agora, mais avançado em idade, Abraão tem um casamento muito mais prolífero.
Sobre essa segunda família de Abraão, a Bíblia não dá muita explicação como, por exemplo, quando ele e Quetura casaram. O texto bíblico segue naturalmente, como se o casamento tivesse acontecido logo depois de Sara ter morrido.
Alguns intérpretes da Bíblia tentam explicar este rápido casamento dizendo que, provavelmente, Quetura fosse uma concubina de Abraão, enquanto Sara estava viva. Mas não existe base bíblica para isso. A Bíblia é clara em chamar Quetura de “esposa”. Não há possibilidades de imaginar que Quetura fosse uma mera concubina enquanto Sara era esposa de Abraão. Abraão, depois que Sara morreu, ainda viveu quarenta anos, tempo suficiente para formar outra família. 1Crônicas 1:3 chama Quetura de concubina, pelo fato de que Abraão não a colocou no mesmo status de Sara.
De qualquer forma, o que aprendemos dessa história é que teria compensado muito mais se Abraão tivesse esperado que Deus realizasse os Seus sonhos para ele, esperando Deus ser Deus. Ele tolerou a poligamia, mas esta não fazia parte dos Seus planos. E outra: Isaque era suficiente, e não precisava Abraão ter arranjado outra família. Os filhos que Abraão teve com Quetura foram morar nas regiões que ficavam para os lados Sul e Sudeste de Canaã. Gênesis 25:5 nos dá a evidência de que só Isaque ficou para receber a promessa. As conseqüências desses arranjos humanos dados por Abraão vieram mais tarde. Tanto os descendentes de Quetura quanto os descendentes de Agar se tornaram problemáticos para o povo de Israel.
Por exemplo: veja que, posteriormente, na época dos juízes (Juízes 6-8), os midianitas, descendentes de Midiã, o quarto filho de Abraão com Quetura, se tornaram opressores dos israelitas e induziram os descendentes de Abraão a adorarem Baal.
É muito melhor quando deixamos Deus atuar na nossa vida, ao Seu modo, e não conforme os nossos caprichos. Os planos de Deus são sempre melhores que os nossos. Precisamos dar mais atenção à Palavra de Deus. Estude Gênesis 23-25 e peça a Deus para que opere os planos dEle em sua vida, conforme a vontade dEle. E seja muito feliz!

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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

O TEU MELHOR AO SALVADOR - Gênesis 20-22

Na leitura para hoje, veremos os capítulos que falam sobre a Abraão e Sara juntos, desde Gerar até em Quriate-Arba, onde Sara morreu. O ponto alto dessa história da vida Abraão está no Monte Moriá.
Desde criança, ouvi a história de Abraão tendo sua fé provada pela ordem para sacrificar seu filho Isaque. Minha mãe contava muitas vezes e, na escolinha bíblica infantil da igreja, também estudamos sobre o episódio do monte Moriá. A matéria de Ensino Religioso na escola e os sermões também me ensinaram a tirar lições práticas da história de Abraão e Isaque. Mas nem a faculdade de teologia conseguiu cravar essa história no meu coração de maneira mais forte que uma música que, em minha infância, ouvi os Arautos do Rei cantar. Quero compartilhar a inspiradora letra desta canção - este poema, intitulado “Vem, Entrega a Tua Vida”:  



Sara percebeu que havia algo de errado com Abraão.
O seu olhar dizia, de sua dor, sua aflição.
Um dia logo bem cedinho, sai com Isaque a viajar.
Nenhum dos dois escondia, a angústia e o pesar.
Em casa a mãe sozinha, põe-se de joelhos a orar.

Vem entrega a tua vida, o teu melhor, ao Salvador.
Vem submisso e confia, nas maravilhas do Senhor.

Três longos dias se passaram, até chegarem ao lugar
Onde Deus pedia que se erguesse um altar.
Deitando o querido filho, ergue bem alto o punhal
Mas Deus seu nome chama: “Abraão, meu servo amado, aqui está o cordeiro.
Seu filho vai pra casa com você.

Vem entrega a tua vida, o teu melhor, ao Salvador.
Vem submisso e confia, nas maravilhas do Senhor.

Voltou completa alegria e o coração obedeceu.
Mesmo na batalha a confiança não cedeu.
Teríamos também coragem de ser fiéis até o fim
Por mais louco que pareça, seu amor jamais nos deixa
Seu sangue nos deu vida, não há razão nenhuma pra temer

Vem entrega a tua vida, o teu melhor, ao Salvador.
Vem submisso e confia, nas maravilhas do Senhor.



Não é linda? Tenho esta letra em minha memória, porque ela foi o meu cântico de louvor. Existem quatro coisas que precisamos praticar para termos fé como Isaque: a) leitura da Bíblia; b) oração; c) testemunho; e d) louvor. Se você quiser que sua leitura tenha um impacto maior sobre sua mente, faça-o acompanhada de louvor, na forma de um culto. Cante no momento de ler a Bíblia.
Ao fazer seu culto, entregue seu melhor ao Salvador, fazendo tudo o que puder para adorá-Lo da melhor forma. Ele vai recompensar você, imprimindo Suas palavras em seu coração, como uma suave canção.

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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

AGAR - Gênesis 16-19

No trecho da Bíblia de hoje, Gênesis 16-19, há alguém que se identifica muito comigo e com você, na luta da caminhada cristã.
Ela aparece nas Escrituras por mais razões do que meramente estimular nossa simpatia pelo fato de ter se perdido no deserto. É um elo na corrente da providência insondável de Deus, pois seu nome está entrelaçado com as raízes da história da Igreja de Deus.
Apesar de ser escrava, Agar não era qualquer uma, já que Sara tinha uma grande estima por ela. Percebemos isso pelo fato de que, quando Sara quis que Abraão tivesse um filho, por ser estéril, ela deu Agar a Abraão, para que dela nascesse o filho da promessa. Do ponto de vista de Sara, era impossível conceder honra maior a uma escrava.
Naquela época, isso era comum, mas não deixava de ser pecado, pois era um adultério. E as conseqüências do pecado vieram. Agar desprezava sua patroa porque teve um filho com o marido dela, e a patroa sentia ciúmes da escravinha egípcia. A rixa passou de mães para filhos. O problema cresceu até chegar a Abraão, e ele e Sara tiveram problemas matrimoniais. Para que a situação fosse resolvida, Agar foi despedida, indo para o deserto com seu filho.
Nessa parte, a narrativa de Agar começa a ser uma grande história. De seu filho, Ismael, procedeu uma descendência incontável, da qual temos até hoje: os árabes. A força do Islam, em sua origem, está unida ao nome de Agar.
Aquela garota conhecera o verdadeiro Deus e tinha fé na promessa da vinda de um Messias. Ela chegou a conviver com o sonho de que havia dado à luz a um antecessor do Messias e creu nisso por anos. Com o passar do tempo, seus olhos se abriram e foram desiludidos.
Independentemente de suas crenças ou desilusões, Agar foi alvo do cuidado especial de Deus. Ela teve o privilégio de ver o Senhor aparecer duas vezes. A primeira, no caminho de Shur, quando ela havia fugido. A segunda, no deserto de Berseba, quando Ismael estava morrendo de sede. O Senhor deu ricas promessas para Agar. Disse-lhe que faria do seu filho uma grande nação, capaz de lutar contra todos. Podemos ver que a profecia se cumpriu literalmente.
Filhos de Deus, honrados, pecadores caídos, resgatados, estamos numa mesma jornada, de onde tentamos enxergar o cumprimento das promessas. “Pois ele é o nosso Deus, e nós somos o povo do seu pastoreio, o rebanho que ele conduz (Salmo 95:7)”. Leia hoje, o espelho da sua história e apegue-se às promessas divinas. Não importa de onde você venha, Ele quer cuidar de você.

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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

ABRAÃO - Gênesis 12-15

O livro de Gênesis pode ser dividido em duas grandes seções. A primeira vai até o capítulo onze, falando das origens. A segunda começa no capítulo doze e narra a história dos patriarcas. O capítulo doze representa o começo de uma nova etapa no desenvolvimento dos seres humanos, na qual Deus começa a agir para libertar a humanidade do pecado a partir da revelação de Deus a Abraão.
O Comentário Bíblico do Professor, da editora Vida, conta que na história do mundo antigo, Abraão é o personagem mais importante. Tanto os islâmicos quanto judeus e cristãos o vêem como o pai da fé. A arqueologia já explorou a cidade de origem, a rota da jornada e as ruínas das cidades de Abraão. Tudo confirma a história como a Bíblia diz. A revista National Geografic declarou: “Abraão, o patriarca, concebeu uma grande, mas simples idéia: a de um único Deus todo-poderoso.”
Costumamos dar a Abraão, a consideração de que ele se tornou um modelo da fé que salva. Mas o importante sobre ele é que, através dele, Deus revelou Seu propósito para o Universo. Deus, ao fazer uma aliança com ele, deu-lhe lindas promessas, evidenciando que Ele está na direção da história. Isto nos dá segurança, pois percebemos que o nosso mundo pessoal é, também, uma existência cheia de significado. E o significado vai longe. Quase 2000 anos depois que Abraão viveu, Paulo escreveu sobre esse pai da fé:

“Pela fé Abraão, quando chamado, obedeceu e dirigiu-se a um lugar que mais tarde receberia como herança, embora não soubesse para onde estava indo. Pela fé peregrinou na terra prometida como se estivesse em terra estranha; viveu em tendas... Pela fé Abraão e também a própria Sara, apesar de estéril e avançada em idade recebeu poder para gerar um filho, porque considerou fiel aquele que lhe havia feito a promessa. Assim, daquele homem já sem vitalidade originaram-se descendentes tão numerosos como as estrelas do céu e tão incontáveis como a areia da praia do mar” (Hebreus 11).

Essa é uma memória póstuma muito bonita. Mas não pára aí. Na narrativa, Paulo ainda mostra que a existência de Abraão tem um significado que transcende a própria morte, porque ele esperava por uma vida melhor: no Céu.
E você, compara sua vida à de Abraão? Hebreus diz que os que procederem como Abraão, mostram que estão buscando uma pátria melhor, isto é, a celestial. Por essa razão, Deus não se envergonha de ser chamado o seu Deus e prepara uma cidade para você.
Procure viver como Abraão viveu. Leia Gênesis capítulos 12 a 15 e você será um participante dessa mesma fé.

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terça-feira, 3 de janeiro de 2012

EPOPÉIA DE GILGAMÉS - Gêneis 8-11

Pelo plano bíblico, a leitura de hoje está em Gênesis capítulos 8 a 11, onde vemos a história de Noé e seus descendentes. Diante disso, podem surgir algumas perguntas: “Será que a história de Dilúvio realmente aconteceu?” “Noé existiu?” “E se a Bíblia estiver equivocada?” “Existem outras fontes históricas que falem sobre Noé e o Dilúvio?”
Nas narrativas procedentes da antiga Mesopotâmia, existe um relato babilônico chamado “Epopéia de Gilgamés”. Existem alguns pontos interessantes de um povo que não conhecia a Deus. Portanto, faça uma comparação com o que você lerá na Bíblia.
Segundo a lenda, os deuses não suportavam o ruído produzido pelos seres humanos, então, decidiram destruí-los através de um dilúvio. “Ea”, um dos criadores da humanidade, pede para Utnapistim construir uma grande barca para que se salvem ele e sua semente. Ea indica o que dizer às pessoas que lhe questionarem. Utnapistim construiu a barca com as medidas que recebeu. Ele, sua família e os animais entraram nela. Depois que a porta foi fechada, o dilúvio durou sete dias. Foi tão terrível, que os próprios deuses se espantaram e fugiram. As águas cobriram a Terra por mais de um mês e, depois disso, a barca repousou no monte Nisir. Utnapistim vê o estado da Terra, abre as portas da barca, todos saem dela, e um sacrifício de ação de graças é oferecido aos deuses, onde Utnapistim recebe uma bênção.
O relato babilônico está resumido, mas você percebe quanta semelhança existe com o relato bíblico? De onde esses mesopotâmicos tiraram essas informações, se não conheciam o Deus dos hebreus? Dos próprios fatos que aconteceram, é claro! Aqui, a ciência que estuda a História dá o testemunho de que a Bíblia fala a verdade. Ainda assim, existem pessoas que não acreditam na Bíblia. Para quem não quer crer, não adianta existirem grandes evidências.
Veja o que aconteceu logo após o Dilúvio. Os mais conscientes de que um dilúvio realmente existira foram os homens que decidiram ir tão contra a Palavra de Deus, a ponto de construírem, para sempre, a memória do símbolo máximo da descrença e da apostasia.
Questionar faz sentido, e buscar evidências também. O que não leva a nada é ficar fundamentando-se nas próprias teorias humanistas, que são como uma casa construída sobre a areia: não precisa nem de um dilúvio para vir abaixo. Por outro lado, se você fizer da Palavra de Deus a base para preencher o vazio das suas incertezas, conseguirá navegar seguro entre as dificuldades. Sua vida passará a ter um sentido eterno, pois você estará sendo um personagem da história que o próprio Pai da eternidade está escrevendo.

Um abraço,

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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

EXISTE ESPERANÇA - Gênesis 4-7

Vamos cumprir com o nosso objetivo? Qual é o recado de Deus para nós, hoje, através da Bíblia? Por falar em “hoje”, você já teve, ou sabe se vai ter algum tipo de dificuldade neste dia? Se a reposta é “sim”, saiba que não está sozinho. Veja isso, lendo Gênesis capítulos quatro a sete.
Gênesis quatro nos ajuda a entendermos as conseqüências do pecado e o estrago que ele faz na raça humana. Ao meditar nessa leitura, você conseguirá ter a mente impressionada com as implicações da morte espiritual que cravou suas garras na humanidade. A intenção do relato de Gênesis 4 é clara: Deus quer que entendamos a seriedade do pecado, dramatizada no ódio de Caim, ao assassinar o próprio irmão. Mas este capítulo da Bíblia não nos deixa sem esperança, pois mostra o consolo que Deus deu para Adão e Eva por terem perdido Abel através do nascimento de Sete. E depois que o netinho Enos nasceu, aquela família passou a invocar o nome do Senhor. Quando recebemos a esperança que Deus dá, somos impelidos a invocá-Lo.
No capítulo cinco, uma das palavras mais repetidas é “morreu”. A genealogia segue uma estrutura de texto que diz que fulano viveu tantos anos, gerou a beltrano, teve filhos e filhas, e morreu. E o próximo também fez coisas semelhantes, e morreu... e assim, por dez gerações. Entretanto, neste obituário também encontramos um lampejo de esperança: o sétimo da lista era Enoque, alguém que buscava a Fonte da perfeição. E ele a encontrou. Se andarmos com Deus, Ele dará a perfeita vida eterna.
Todavia, depois que Enoque foi para o Céu, o povo continuou se corrompendo. É incrível ver como a maioria sempre ignora a Deus. O mais inspirador é sabermos que, em todas as épocas, Deus sempre teve os Seus fiéis, os que confiam no Senhor, a ponto de descansar todas as preocupações nEle.
Dentro de nós, há um turbilhão de sentimentos que se agitam. Temos carência de paz, esperança, consolo e descanso, porque vivemos em um mundo onde os elementos reinantes são, exatamente, o contrário. O que impera no estresse nosso de cada dia é a solidão, a correria, a ansiedade, o desespero. O que fazer?
Leia Gênesis quatro a sete e veja o que Enos, Enoque e Noé fizeram. Você pode viver o resumo da história deles. Comece o dia fazendo seu culto pessoal, invocando o nome do Senhor. Durante todo o dia, medite na leitura da Bíblia e, assim, você estará andando com Deus. No final dele, se as coisas não tiverem saído cem por cento, deixe-as com o Senhor e descanse em paz.

Um abraço,


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domingo, 1 de janeiro de 2012

OS COMEÇOS PRIMORDIAIS - Gênesis 1-3


Ao começarmos mais um ano, fazemos novos planos, correto? E quando digo “novos”, é para trazer a idéia de começos. No começo do ano, não temos o costume de planejar começos e re-começos? Que planos você já fez para este ano que está se iniciando hoje? Quero sugerir-lhe um desafio: “estudar a Bíblia, inteirinha”. Que tal? Você topa? Não será difícil. Basta ler, a cada dia, três capítulos e, a cada fim de semana, cinco capítulos. Daqui a exatamente 364 dias, no dia 31 de dezembro, estaremos estudando os três últimos capítulos do Apocalipse! E teremos passado por toda a Bíblia!
Vamos começar? Gênesis capítulos um, dois e três é uma seção de texto que podemos chamar de “o começo dos começos primordiais”. “Começos primordiais” é o relato das origens, nos capítulos um a 11 de Gênesis. Dentro deste trecho, encontramos uma seção menor, nestes primeiros três capítulos, contendo a história da Criação e o rumo que ela tomou.
"No princípio, criou Deus os céus e a terra”. Esta frase solene abre a leitura de Gênesis e de toda a Bíblia. É a afirmação do poder total e absoluto de Deus. Ele criou tudo, inclusive e de modo especial, a raça humana, diferenciada de todas as outras espécies. E a humanidade recebeu uma dignidade especial: o privilégio de ser à imagem e semelhança de Deus. Aqui, vemos que o homem foi formado "do pó da terra". Mas, "o SENHOR Deus... lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem passou a ser alma vivente". Em seguida, criou a mulher e inventou o “casal”, unidade essencial da vida social dos seres humanos.
Deus esperava que o homem e a mulher governassem o mundo que Ele acabara de criar, de forma responsável. O Criador, então, passou a ter uma permanente amizade com aquele casal. Mas essa amizade deveria acontecer livremente e não por imposição. O problema foi que o ser humano quis igualar-se a Deus. A partir de então, o mundo passou a ser dominado pelo pecado, cujas conseqüências são o sofrimento e a morte.
Mas faça a leitura de hoje por completo e, no capítulo três, você verá Deus refazendo Sua amizade com o ser humano. Deus quer ser seu amigo, mas Ele deixa você livre para aceitar ou não. Embora você possa passar por dificuldades e tentações ao lutar para seguir a Deus, se você permanecer ao lado de Cristo, através dEle, vai conseguir a vitória.
Comece esta vitória hoje. Faça o plano de começar cada dia deste novo ano com Deus, renovando-se, através da leitura da Sua palavra. Este é um começo primordial.

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sábado, 31 de dezembro de 2011

Vida Espiritual Turbinada - Texto

Como faço para turbinar minha vida espiritual?
(Se preferir este conteúdo em vídeo, clique aqui).

Invista na melhoria da qualidade do seu relacionamento com as outras pessoas. Conduza sua vida com maturidade e humildade em relação aos outros, conforme os ensinos de Filipenses 2:1-8. Tenha o ato de dar testemunho como sua própria forma de vida (veja 2Timóteo 4:1-5). Conheça seus dons espirituais e empregue-os para servir à igreja (Romanos 12:1-8). Como Paulo fazia, ajude os jovens cristãos em seu crescimento espiritual (2Timóteo 2:1-2). Mas também ajude as outras pessoas em suas necessidades físicas e financeiras (Tiago 2:14-18), sempre demonstrando um caráter cristão (Gálatas 5:22-23).
Tenha, como o mais importante de tudo, o seu relacionamento com Deus. Seja um cristão que tenha plena certeza se sua salvação em Jesus (1João 1). Reconheça a Jesus como o Senhor da sua vida não só por palavras, mas também por ações (Filipenses 3:7-14). Experimente a plenitude do Espírito Santo (Efésios 5:18-20) e deixe-se ser guiado por Ele. Sempre fundamente suas convicções a respeito da verdade e da realidade na Bíblia e em seus ensinos (Isaías 8:20; Mateus 4). Seja articulado na filosofia de vida embasada na Bíblia (2Timóteo 2:15), procurando sempre ser capaz de integrar a fé com a vida. Nisso, esteja sempre experimentando o significado da vida através dos cultos corporativos (Hebreus 10:25). Passe tempo regular em momentos tranqüilos com Jesus, e, pela fé (Hebreus 11), foque-se no verdadeiro sentido de Suas respostas às suas orações.
Se você observar, vai perceber que os o texto de hoje se resume em duas dicas, que têm a ver com uma palavra: relacionamento (com Deus e com o próximo). A essência da verdadeira religião está na forma mais sublime da palavra “relacionamentos”. Para entender isso melhor, estude, hoje mesmo, Lucas 10:25-37, Mateus 22:34-40 e Marcos 12:28-34.
Ame a Deus acima de todas as coisas, e ao próximo como a si mesmo!
Um abraço,
Twitter: @Valdeci_Junior

Fonte: Orientações baseadas em uma adaptação feita de Jonathan Lewis, ed. Working Your Way to the Nations, Pasadena: Willian Carey Library, 1993, 13-14.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

O Que é Preciso Para Ser um Missionário

Tenho vontade de ser um missionário. O que você acha? O que devo fazer para ser um missionário?

A decisão própria de ser missionário deve ser uma alta demonstração do comprometimento que o indivíduo tem com Cristo e Sua missão. Portanto, se ele não é comprometido com Cristo nos pormenores de sua vida particular, não lhe faz sentido ser missionário. Por isso, uma das maiores virtudes do missionário é ser totalmente submisso à vontade de Cristo, e não às suas próprias, nos mínimos detalhes da vida.
Quando Jesus me chama para ser um com Ele, se quero aceitar tal chamado com integridade total, devo estar pronto, também, ao Seu “ide” (Mateus 28:18-20); a ser um missionário. A cada dia, sinto este desejo no meu coração, e tenho certeza de que este desejo vem do coração de Deus. Pensar e sentir assim, faz parte de experimentar a presença constante de Jesus na própria vida. O maior motivo de uma pessoa desejar ir ser missionária deve ser o fato de ela ter ido antes a Cristo, e ter sido tomada por Seu amor (Leia 2Coríntios 5:14; Marcos 3:13-14).
Outras motivações do missionário devem ser a própria necessidade que a obra tem de trabalhadores (Mateus 9:37-38), a ordem de Jesus (João 14:15), a salvação das pessoas (Romanos 1:14-15 e João 10:10) e o próprio chamado em si (Mateus 4:19). É importante notar que quando Deus chama um missionário, Ele não exige resultados, mas espera fidelidade.
Deus valoriza em alta estima aquele que se dispõe a ser missionário. O valor de uma vida está no quanto tal vida está comprometida com algo (ou melhor, Alguém) de maior valor. De Sua parte, Deus é fiel. O interessante é que Deus acha interessante interessar-se até por nossos interesses mais desinteressantes. Mas, de nossa parte, temos que ter em mente que a verdadeira obediência a Deus não está em demonstrar-lhe um comportamento perfeito, mas sim em ter com Ele um relacionamento intenso.
Isso é o que mais se espera de um verdadeiro missionário!

Baseado no livro Passaporte Para a Missão, da Casa Publicadora Brasileira.

Twitter: @Valdeci_Junior

Pergunta Que Será Respondida Amanhã:
Como faço para turbinar minha vida espiritual? 

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Chamado Para Ser um Pastor

Como acontece o chamado para uma pessoa tornar-se um pastor?

Ao nos depararmos com a grande comissão, proferida por Jesus em Mateus 28: 19: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo”, pode-se ter a convicção de que o Senhor tem um chamado para todos os crentes. Afinal, Ele deseja salvar a todos. Entretanto, existem chamados específicos para determinados crentes, como é relatado em Efésios 4: 11: “E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres.” Desta forma, há um chamado recheado de critérios para o ministro do evangelho com o objetivo de aperfeiçoar os “santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo (Efésios 4:12).
            Macarthur (2007, p.115) ainda acrescenta:

O chamado de Deus para o ministério vocacional é diferente do chamado à salvação e do chamado que atinge todos os crentes: o serviço. Trata-se de uma convocação de homens selecionados para servir como líderes da igreja. Os destinatários desse chamado precisam ter a certeza de que Deus assim os escolhe para liderar. A concretização desse fato repousa sobre quatro critérios, o primeiro dos quais é uma confirmação deste chamado por outras pessoas e por Deus, pelas circunstâncias através das quais Ele providenciará um lugar para o ministério. O segundo critério é a posse das habilidades necessárias ao serviço em posições de liderança. O terceiro consiste em um profundo desejo de servir no ministério. A qualificação final é um estilo de vida caracterizado por integridade moral. Um homem que preencha esses quatro requisitos pode descansar na certeza de que Deus o chamou para a liderança cristã vocacionada.

Spurgeon (apud Láerton), enfatiza a ideia salientando:

Ora, nem todos de uma igreja podem superintender ou governar; alguns têm que ser dirigidos ou governados. E cremos que o Espírito Santo designa na igreja de Deus alguns para agirem como superintendentes, e outros para se submeterem à vigilância de outros, para o seu próprio bem. Nem todos são chamados para trabalhar na palavra e na doutrina, ou para serem presbíteros, ou para exercerem o cargo de bispo. Tampouco devem todos aspirar a essas obras, uma vez que em parte nenhuma os dons necessários são prometidos a todos. Mas aqueles que como o apóstolo (Paulo), creem que receberam ‘este ministério’ [II Co 4:1], devem dedicar-se a essa importantes ocupações.

É interessante notarmos a consistência das palavras de Spurgeon citadas por José Láerton referindo-se a insensatez de querer ser um pastor ou missionário sem ser chamado ou ter a certeza do chamado divino:

Homem nenhum deve intrometer-se no rebanho como pastor; deve Ter os olhos postos no Sumo Pastor, e esperar Seu sinal e Sua ordem. Antes que um assuma a posição de embaixador de Deus, deve esperar pelo chamamento do alto. Se não o fizer, mas se lançar às pressas ao cargo sagrado, o Senhor dirá dele e de outros semelhantes: Eu não os enviei, nem lhes dei ordem; e não trouxeram proveito nenhum a este povo, diz o Senhor. (Jr.23:32).

Mas o que é esse chamado? O apóstolo Paulo, em Hebreus 5:4, o descreve da seguinte forma: “Ninguém, pois, toma esta honra para si mesmo, senão quando chamado por Deus, como aconteceu com Arão.” A expressão grega utilizada por Paulo, aqui neste texto, para descrever o chamado de Deus é: “kaloumenos.” Segundo o Pr. José Láerton, as palavras usadas na Bíblia para chamado são: no Antigo Testamento, a palavra hebraica arq [qara], e no Novo Testamento, a palavra grega kalew [kaleo] tinha os seguintes significados:
- Dar nome a uma coisa ou a uma pessoa (Gênesis 48:16; Atos 11:26);
- O ato de convidar ou solicitar (Êxodo 2:7);
- Nomear para algum ofício (Êxodo 31:2);
- Criar, produzir coisas mediante o poder da palavra, ou por um ato da vontade (Romanos 4: 17; Ezequiel 36:29);
- Convidar alguém a assumir um dever, mediante a palavra, ou através do poder impulsionador do Espírito Santo (Isaías 22:12; Provérbios 1:24; Mateus 22:14);
- Convite feito aos pecadores para o estado de graça, por meio da pregação do evangelho (Romanos 8:28; 2Timóteo 1:9).
            Fisher (1999, p. 79) o define como uma combinação de convicção a respeito da verdade de Deus e uma preocupação pelas pessoas.  Outra definição, que está relacionada ao chamado é a vocação. Segundo o dicionário Houaiss, “ vocação é apelo ou inclinação para o sacerdócio, para a vida religiosa” (2009, p. 1956). Já, para Lutzer (2000, p. 14), “o chamado de Deus é uma convicção interior, dada pelo Espírito Santo e confirmada pela Palavra e pelo corpo de Cristo.” Sendo assim, pode-se afirmar que o chamado vai além de uma simples aspiração por uma profissão ou uma carreira de sucesso. É um desejo profundo e sincero de ser um soldado do Rei Jesus no cumprimento da missão de pregar o evangelho.
A Igreja Adventista do Sétimo Dia possui um guia preparado para ajudar aqueles que, um dia, receberem o chamado especial de Deus para ser ministros. Já, em seu primeiro capítulo, faz um comentário a respeito da relevância do chamado de Deus para o santo ofício ministerial fundamentado na Bíblia.
Um fato curioso é que para exercer o santo ministério, quem faz o chamado é Deus. Ele escolhe, separa e anuncia a quem Ele deseja usar como seu mensageiro na missão de salvar pecadores para o reino eterno. Não só chama como também capacita e qualifica de maneira extraordinária para que o ministro tenha condições de executar a tarefa que lhes é confiada.
Na Bíblia Sagrada, é possível encontrarmos muitos exemplos de homens falíveis que Deus chamou para a execução de Sua Obra. Foram homens comuns, como Abraão, Moisés, Jeremias, Isaías, Jesus, Paulo e tantos outros. Com suas limitações e qualidades, Deus os usou para cumprirem a missão que Ele tinha para eles de maneira poderosa. Da mesma forma, Ele usa homens para seguir pregando no cumprimento da Sua missão.

Um abraço,

Pastor Denílson Soares Ferreira

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

O Pastor do Salmo 23: Jesus

Pastor, gostaria de compreender melhor o “pastor” do Salmo 23. Como pastor, o que você diz sobre este “pastor”?

Tenho um amigo que é pastor e tem estudado sobre este assunto em seus estudos de pós-graduação. Abaixo, tudo o que você vai ler, como resposta a esta pergunta, são de autoria do pastor Denilson. Um texto que recomendo.


Há um pastor que deve ser observado com muito mais atenção no cenário da história da humanidade. Pastor este que não só deve ser observado como também devemos seguir seu exemplo de líder, mestre, amigo, misericordioso, amoroso, sábio, fiel, abnegado, destemido, comprometido, humilde e servo! Trata-se de Jesus Cristo, o grande pastor!

O salmista Davi faz uma descrição de Jesus no salmo 23, enfatizando a figura de um pastor que cuida, que alimenta seu rebanho, que não permite que suas ovelhas sofram por falta de água. Este pastor dá total segurança para suas ovelhas, mesmo que tenham que passar por vales perigosos.

O Senhor é o meu pastor; nada me faltará. Ele me faz repousar em pastos verdejantes. Leva-me para junto das águas de descanso; refrigera-me a alma. Guia-me pelas veredas da justiça por amor do seu nome. Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo; o teu bordão e o teu cajado me consolam. Preparas-me uma mesa na presença dos meus adversários, unges-me a cabeça com óleo; o meu cálice transborda. Bondade e misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do Senhor para todo sempre (Salmo 23).

Neste salmo, é feito um paralelo do cuidado do pastor oriental que cuidava literalmente de ovelhas no contexto de animais carentes e dependentes exclusivamente do seu pastor. É usada esta figura para descrever o cuidado e o zelo de Jesus pelos homens.
Champlin, comentando a expressão, “nada me faltará,” diz:

O pasto era fértil; as terras eram boas; havia abundância de água; o Pastor era poderoso e sábio. Como poderia uma de suas ovelhas sentir falta de alguma coisa? Assim é que a capacidade está vinculada à prosperidade, tanto material como física, na mente dos hebreus. Deixamos a questão nessa altura e esperamos pelo melhor em nossa vida. O pastor, se é um bom pastor, cuida de cada ovelha individualmente. Alguns pastores antigos chegavam a dar nomes pelo menos às principais ovelhas; cuidavam de cada uma delas particularmente. Agiam em favor de todas, coletivamente, e de cada uma especificamente (2001, p. 2119, 2121).

O bom pastor deste salmo faz com que suas ovelhas repousem em pastos verdes e não deixa faltar a água para refrigerá-las. É tudo que as ovelhas necessitam no deserto abrasador. Jesus também jamais permitirá que Suas ovelhas fiquem sem receber o sustento que representa a boa palavra e do Seu amor que é derramado em abundância.

Ao guiar pelas veredas da justiça, Jesus, o bom pastor, livra Suas ovelhas da condenação da lei, dando a própria vida em lugar das ovelhas que estavam perdidas para sempre. O bom pastor salva as ovelhas das garras do lobo mau, Satanás, que estava pronto para devorá-las. Tudo isto foi feito por amor do Seu próprio nome. Mesmo que as ovelhas tenham que passar pelo vale da sombra da morte, o bom pastor não permitirá que esta destrua por completo a saúde de suas ovelhas, pois a morte foi tragada na cruz do calvário, ela não tem domínio nenhum sobre a vida das ovelhas de Cristo, graças a ação honrosa e destemida de Jesus, o bom pastor.

O terreno em que as ovelhas do bom pastor caminham é bastante perigoso, porém, a bondade e a misericórdia certamente estarão dando suporte até chegarem em terra firme e segura, a terra prometida, onde pastor e ovelhas viverão para sempre sem perigo, sem tristeza e sem dor.

O evangelista João faz uma forte e maravilhosa menção a Jesus como sendo o bom pastor, aquele que é capaz de dar até a própria vida para que as ovelhas tenham vida, e vida plena: “Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas” (João 10:11). O profeta Isaías também apresenta Jesus Cristo cumprindo Sua missão de um pastor resgatador da seguinte maneira:

Você, que traz boas novas a Sião, suba num alto monte. Você, que traz boas novas a Jerusalém, erga a sua voz com fortes gritos, erga-a, não tenha medo; diga às cidades de Judá: Aqui está o seu Deus! O Soberano, o Senhor, vem com poder! Com seu braço forte ele governa. A sua recompensa com ele está, e seu galardão o acompanha. Como pastor ele cuida de seu rebanho, com o braço ajunta os cordeiros e os carrega no colo; conduz com cuidado as ovelhas que amamentam suas crias (Isaías 40:9-11).

Movido por Deus, o profeta Ezequiel faz a seguinte declaração:

Suscitarei para elas um só pastor, e ele as apascentará... A perdida buscarei, a desgarrada tornarei a trazer, a quebrantada ligarei e a enferma fortalecerei... Farei com elas aliança de paz e acabarei com as bestas-feras da terra; seguras habitarão no deserto e dominarão os bosques... Já não servirão de rapina aos gentios, e as feras da terra nunca mais as comerão; e habitarão seguramente, e ninguém haverá que as espante. (Ezequiel 34:23; 16, 25 e 28).

A profetisa Ellen White, ao abordar este assunto, faz um comentário bastante relevante com respeito a figura do pastor no cuidado das suas ovelhas no antigo Oriente:

De todos os animais, é a ovelha o mais tímido e destituído de elementos de defesa, e no Oriente o cuidado do pastor por seu rebanho é infatigável e incessante. Antigamente, como hoje, pouca segurança existia fora das cidades muradas. Salteadores das tribos errantes das fronteiras, ou animais de rapina saindo dos covis nas rochas, ficavam à espreita para cair em cima do rebanho. O pastor velava seu depósito, sabendo que o fazia com risco da própria vida. ...Ao conduzir o pastor seu rebanho pedregosas colinas acima, através de florestas e barrancos abruptos, a relvosos recantos à margem da corrente; ao vigiá-lo sobre as montanhas através da noite silenciosa, protegendo-o contra os ladrões, cuidando ternamente da enferma e da fraca, sua vida se chega a identificar com a das ovelhas. Um forte e terno apego o liga aos objetos de seu cuidado. Por grande que seja o rebanho, o pastor conhece cada ovelha. Cada uma tem seu nome, e a ela ele atende, ao chamado do pastor (WHITE, 1995, p. 478, 479).

Para não ficar incompleto e sem sentido, com nenhuma mensagem consistente para as ovelhas de Cristo, ou seja, os seres humanos, obra-prima da criação de Deus, Ellen White faz uma analogia do cuidado do pastor do antigo Oriente para com suas ovelhas, com o pastor Jesus Cristo em relação aos seres humanos: 

Como o pastor terrestre conhece as ovelhas, assim o divino Pastor conhece o Seu rebanho, espalhado por todo o mundo. “Vós pois, ó ovelhas Minhas, ovelhas do Meu pasto: homens sois, mas Eu sou o vosso Deus, diz o Senhor Jeová.”  Assevera Jesus: “Chamei-te pelo teu nome, tu és Meu.” “Nas palmas das Minhas mãos te tenho gravado” (WHITE, 1995, p. 479).

O cuidado de Jesus é tão especial e verdadeiro pelas Suas ovelhas que Ele é capaz de conhecê-las individualmente e assim comover-se das fraquezas de cada uma delas:

Jesus nos conhece individualmente, e comove-Se ante nossas fraquezas. Conhece-nos a todos por nome. Sabe até a casa em que moramos, o nome de cada um dos moradores. Tem por vezes dado instruções a Seus servos para irem a determinada rua, em certa cidade, a uma casa designada, a fim de encontrar uma de Suas ovelhas. [...] Cada alma é tão perfeitamente conhecida a Jesus, como se fora ela a única por quem o Salvador houvesse morrido. As penas de cada uma Lhe tocam o coração. O grito de socorro chega-Lhe ao ouvido. Veio para atrair a Si todos os homens. Ordena-lhes: “Segue-Me”, e Seu Espírito lhes comove a alma, atraindo-os para Ele (WHITE, 1995, p. 479, 480). 

O pastor Jesus faz todos os preparativos necessários para que suas ovelhas andem em terra firme. Todos os espinhos virgens, ponte agudos, Jesus já os pisou para que as suas ovelhas sintam menos dor. Em meio às matas fechadas, Ele abre clareiras; tudo isso para facilitar a caminhada das Suas preciosas ovelhas do seu pastoreio. Fazendo alusão a isto, Ellen White comenta:

Como o pastor vai adiante das ovelhas, enfrentando primeiro o perigo do caminho, assim faz Jesus com Seu povo. ‘E, quando tira para fora as Suas ovelhas, vai adiante delas.’ O caminho para o Céu é consagrado pelas pegadas do Salvador. A vereda pode ser íngreme e acidentada, mas Jesus por ele passou; Seus pés calcaram os cruéis espinhos, a fim de tornar mais fácil o trilho para nós. Todo fardo que somos chamados a suportar, levou-o Ele próprio (WHITE, 1995, p. 480).

O pastor do Salmo 23 chama homens aqui na Terra para se espelharem nEle e assim cuidarem do Seu rebanho. Homens que são escolhidos para dar continuidade à missão nobre dos Céus. Missão esta que requer abnegação, dedicação, convicção, determinação e amor pelas ovelhas perdidas que ainda não ouviram a voz do Seu pastor. O próprio Jesus foi chamado pelo Pai e assumiu o chamado com convicção, mesmo sabendo que seria desgastante e árdua sua missão de resgatar as ovelhas das garras do leão devorador. Ele não se acovardou por ter conhecimento das dificuldades que constituíam Sua tarefa de cuidar das ovelhas sofredoras. O pastor do Salmo 23 deve ser seguido, pois é um exemplo e modelo perfeito de um pastor que conhece as suas ovelhas, conhece as necessidades delas e pode supri-las com sabedoria e maestria.


Pastor Denilson Soares Ferreira



Pergunta Que Será Respondida Amanhã:
Como acontece o chamado para uma pessoa tornar-se um pastor?

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Vida de Esposa de Pastor

Tenho medo de ser esposa de pastor, porque ouvi dizer que esposa de pastor sofre muito. É verdade? Para ser esposa de pastor, o que preciso?

Não quero me preocupar em defender doutrinas, tampouco apresentar argumentos teológicos. Ao contrário, quero apenas abrir meu coração, como uma filha de Deus na trajetória para o reino do Céu. Vou tratar um pouco daquilo que tenho aprendido como ser humano, como mãe, como esposa de pastor, enfim, como “soldadinha” a serviço do Rei Jesus na pregação do evangelho.
Ao conviver com a triste realidade da nossa sociedade atual, onde as pessoas precisam ter coisas para ser feliz, particularmente, preciso confessar que também já pensei assim. Um exemplo do que quero dizer e do qual me lembro agora é que quando eu estava na faculdade, sonhava em ter minha casa montada, toda decorada, toda lindinha.
O que acontece, entretanto, é que o tempo passou, eu casei, tive várias casas e, até hoje, nunca consegui ter a casa do meu jeito de forma plena. Como esposa de pastor, mudamos muito e moramos em muitas casas diferentes: umas são maiores, outras menores, então, pensando na logística dos móveis e de ter menos trabalho toda vez que se muda, aprendi que o melhor é ter apenas o básico. Isso me ensinou a me “desapegar” daquilo que eu considerava tão importante. Hoje, sonho com minha última mudança, quando o Senhor Jesus voltar e me levar para o Céu e não terei que trabalhar duro para colocar todas as minhas coisas em um caminhão. E o que é melhor, é que Jesus já vai ter preparado uma mesa posta para me receber. Que bênção!
Outro fator importante que tenho aprendido é que podemos entregar TUDO, mas tudo mesmo, nas mãos de Deus. Porque Ele cuida. Em abril de 2011, sofri muito à distância, com minha irmã precisando fazer um transplante de fígado e eu não podendo estar perto. Senti medo de perdê-la. Mas, através dessa experiência e de outras que aconteceram com a minha gauchada, percebo que o Senhor quer me dizer: “Filha, você não precisa estar no Rio Grande do Sul para cuidar da sua família; Eu faço isso muito bem para você. Quero apenas que você pregue o meu evangelho para as pessoas que eu vou designar que você pregue.”
Outro dia, passei por momentos difíceis. Chorei. Conversei com Deus a respeito dessas coisas que eu penso que preciso. Daí, Ele me fez lembrar da seguinte história, contada pela minha madrinha de ordenação, Ellen Rossi:
 
“Certa enfermeira trabalhava em um lugar muito distante e difícil, sem recursos e sem estrutura, mas, ainda assim, realizava um bonito trabalho cuidando de pessoas doentes. Um dia, um empresário poderoso se aproximou dela. Ao observar o trabalho que ela realizava ali, com tanta dedicação, ele disse:
- Quanto você ganha para fazer este trabalho? O que você ganha não é o suficiente.
Com um leve sorriso nos lábios, ela respondeu:
- Realmente, o que eu ganho não é o suficiente.
O homem não entendeu aquilo, então fez uma proposta:
- E se você vier comigo? Eu posso lhe pagar o dobro ou até três vezes mais o salário que você ganha aqui. Deus sabe que o que você ganha não é o suficiente.
Ela, mais uma vez sorrindo, olhou nos olhos do empresário e disse:
- Se Deus sabe, então é o suficiente.”

Resumindo, o que mais tenho aprendido nesta minha curta experiência de vida é que a presença de Deus na nossa vida é TUDO o que importa e é TUDO o que precisamos, porque, do resto, Ele cuida. Afinal, Deus sabe de todas as nossas necessidades, e isto é o suficiente porque é Ele quem supre. Portanto, vivo e trabalho na obra do Mestre com os olhos fixos em Jesus, na certeza de que “o meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir, em Cristo Jesus, cada uma das minhas necessidades” (Filipenses 4:19).

Que Ele seja louvado por tudo!

Um abraço,

Fátima Silva

Pergunta Que Será Respondida Amanhã:
Pastor, gostaria de compreender melhor o “pastor” do Salmo 23. Como pastor, o que você diz sobre este “pastor”?