domingo, 18 de novembro de 2012

QUE BOM! - Romanos 08-10


Havia duas amigas que não se viam há muito tempo. Certo dia, porém, elas se reencontraram e começaram a colocar a conversa em dia, que foi mais ou menos assim:
- Então, amiga, pelo que estou vendo aí no seu dedo, você está casada, né? Que legal! Como é o seu marido e onde vocês se conheceram?
Daí a outra abriu um sorriso e contou sua história:
- Ih, amiga! Nem te conto! Foi o seguinte: depois que nos mudamos, conheci muitas pessoas novas. Entre elas, um rapaz muito bonito, militar, com porte atlético... Tudo de bom!
A moça continuou contando que foi amor a primeira vista e o namoro “rolou” rapidinho. Só que com pouco tempo, ele foi transferido para um lugar muito longe.
- Amiga, a gente sofreu com a despedida, mas quando ele viajou, prometeu que iria escrever todos os dias. Você sabe que homem não costuma fazer essas coisas, mas ele fez. Por um longo tempo, ele cumpriu, com toda fidelidade o que havia prometido.
E a mulher continuou:
- Todas as manhãs eu esperava o carteiro lá no portão. Ele até já sabia meu nome. Dizia todos os dias: “Bom dia, Mariana! Mais uma cartinha para a senhorita!” E eu caia na risada. Mas com o passar do tempo, as cartas foram diminuindo, diminuindo e se tornando cada vez mais frias e rotineiras. Eu ficava tão triste, que até o carteiro percebia e tentava me consolar: “Não fique triste Mariana, no fim tudo vai dar certo.” Mas era uma depressão, sabe? E não parou por aí... Em um belo dia, o infeliz mandou uma carta terminando o nosso namoro. Ponto final!
A essa altura, a mulher que estava ouvindo a história não estava entendendo mais nada. Ela fez uma careta, ficou ansiosa e interrompeu a outra:
- Mas sim, e daí? Conta logo! Ele se arrependeu? Voltou de joelhos? Apareceu de repente com uma aliança? Conte amiga!
- Nada disso, amiga! Sabe o que aconteceu? Adivinhe! Acabei me apaixonando pelo carteiro. Ele sempre foi tão simpático, atencioso e carinhoso. Agora, já estamos casados há cinco anos, e eu não me canso de agradecer a Deus por ter colocado esse homem no meu caminho.
Sabe o que é isso? O lado da amiga que estava interrogando e ansiosa para saber logo o final, somos nós, quando queremos saber todos os porquês, vivendo com ansiedade, não se contentando com as coisas. O que aconteceu com Mariana é o que está na leitura bíblica de hoje: “Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam”.
Deixe Deus controlar sua vida também!



Valdeci Júnior
Fátima Silva

sábado, 17 de novembro de 2012

É MELHOR SEM O PECADO - Romanos 05-07


Você já parou para pensar no que o pecado faz com o pecador? Com base na leitura de Romanos que estamos fazendo, dá para pensarmos um pouco sobre isso. Romanos 6:16 diz: “Não sabem que, quando vocês se oferecem a alguém para lhe obedecer como escravos, tornam-se escravos daquele a quem obedecem: escravos do pecado que leva à morte, ou da obediência que leva à justiça?”
Isso quer dizer que para ilustrar o poder devastador do pecado, Paulo, algumas vezes, personifica o pecado como um verdadeiro tirano. Veja que em Romanos 5-7, Paulo diz que o pecado entrou no mundo através de um homem, reina sobre os seres humanos, engana, escraviza e produz a morte.
E aqui nesse livro, Paulo nos ensina que o pecado de Adão e Eva foi único no fato de ter resultado na subjeção de todas as coisas ao seu poder corrupto. Porque, a ação de Adão e Eva foi, simplesmente, na busca deles por autonomia, uma troca. Eles trocaram o senhorio de Deus pela escravidão e pela liderança corrupta de Satanás. Assim, Satanás tornou-se o príncipe deste mundo. E o pecado virou um poder universal do qual os seres humanos não têm a habilidade e o poder de escapar dele.
Além disso, Paulo ensina que a queda de Adão e Eva trouxeram, também, o poder do pecado sobre a natureza. O poder terrível do pecado alcançou também a criação de Deus em nosso planeta. Não é o resultado de uma ação em si; é a conseqüência da entrada do pecado no mundo. Dessa forma, na natureza e nos seres humanos, na nossa atual realidade de mundo, existe uma condição corrompida por causa da presença do pecado no mundo.
Para resolver isso, foi necessária uma manifestação de poder que viesse de fora da esfera da existência humana, e de fora da própria natureza, que pudesse redimir o mundo caído em pecado. Isso só poderia acontecer através de Jesus. Aí vemos a mensagem bonita que estamos lendo em Romanos.
Tente imaginar o que este mundo seria se não tivesse existido a entrada do pecado na Terra. Como ele seria? Quão diferente seria? Já pensou o quanto nossa vida seria diferente? Então, pense o que essas diferenças poderiam dizer para você com respeito ao tanto que a realidade do pecado pode ser devastadora na nossa vida.
Esse tipo de reflexão é muito bom para percebermos o quanto o pecado é mau e o quanto precisamos evitá-lo na nossa vida. Então, a dica de hoje é que você veja isso com seus próprios olhos, fazendo a leitura bíblica. Entregue-se a Deus diariamente!



Valdeci Júnior
Fátima Silva

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Você Acredita em Milagres?

O FASCÍNIO DOS MILAGRES
Uma Visão Bíblica dos Fenômenos de Cura


“Você Acredita em Milagres?” Lugar-comum, esta pergunta passa por todos nós, mais cedo ou mais tarde em nossa vida. Não de forma trivial, mas mexendo com o que de mais valor nós temos. E nesta avenida você imagina de tudo. A possibilidade da mágica, do charlatanismo, da força do pensamento positivo, da fraude, do sensacionalismo, do ceticismo, da superstição, da fé, da ação de um deus, da intervenção do Diabo, do equívoco... da realidade. Verdade ou mentira?

A forma como acreditamos não muda praticamente nada do que realmente acontece (ou a “fé” pode determinar o “milagre”?). Muitas coisas, acredite você ou não, existem (ou não existem) e ponto final. É por isso que Marcos De Benedicto chama o leitor a colocar lentes que lhe possibilitem enxergar através de “uma visão bíblica dos fenômenos de cura”, O Fascínio dos Milagres.

Benedicto, além de ser bacharelado, mestrado e doutorado em seminários bíblicos de reconhecimento internacional, é jornalista. Por isto, sua pesquisa se faz bastante equilibrada. De forma bem realista, além de tentar definir “milagre” por todos os prismas possíveis, ele, de forma muito à vontade, apresenta o que há de crítica aos milagres, através da exposição das pontuações realmente factuais do mundo complexo em que vivemos.

Mas se é algo tão criticado, pra que serve? Aí sim, ao buscar os propósitos dos milagres, Benedicto explora a teologia, a Bíblia. E o interessante é que, nesse filtro, o que pareceria ser simplificador, é amplificador. As ferramentas de cura, as práticas de cura proibidas, colocados aos relatos de cura e levados à avaliação, deixam o leitor fascinado. Confesso que não sou tão fascinado pelo assunto “milagres”, mas ao ler este livro fiquei fascinado pelo que ele traz em si.

“Para os verdadeiros crentes, nenhum milagre é necessário. Para os incrédulos, nenhum milagre é suficiente” (Nancy Gibbs, citada à página 19 de O Fascínio dos Milagres). E para você, eu lhe digo que você vai definir-se muito mais quanto a este assunto, depois de ler este livro. Se você acha que está definido demais em relação ao escopo, cuidado, porque o que você vai descobrir poderá surpreender-lhe milagrosamente.

Um abraço,
Pr. Valdeci Jr.

Dados  do Livro:  Marcos de Benedicto, O Fascínio dos Milagres: Uma Visão Bíblica dos Fenômenos de Cura. Engenheiro Coelho, SP: UnasPress, 2005,  181  páginas.

ROMANOS - Romanos 01-04


Vamos seguindo no nosso plano de leitura bíblica. Hoje, iniciaremos mais um livro da Bíblia: Romanos. Se procurarmos um verso que seja uma das chaves para conseguirmos entender esse livro, um bom versículo para isso é Romanos 1:16: “Não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê: primeiro do judeu, depois do grego.”
O tema geral do livro de Romanos é sobre o plano da salvação, sobre a justificação pela fé e a santificação através do Espírito Santo e, também, sobre as exortações, principalmente acerca dos deveres cristãos. Nesse contexto, podemos observar que quando o apóstolo Paulo escreveu a epístola aos Romanos, parece que a intenção dele era dar uma resposta para o incrédulo, sendo ele judeu ou não. Além disso, também percebemos que Paulo queria ensinar tanto ao judeu crente quanto confirmar o cristão e converter o gentio idólatra. O apóstolo procurava mostrar que o convertido gentio era igual ao judeu no que se refere à sua condição religiosa e a dignidade dele, no favor divino.
Essas finalidades diversas são tratadas de duas formas. Em alguns momentos, é batendo de frente com o judeu infiel ou o judeu incrédulo. Já, em outras horas, é discutindo com ele a favor do cristão ou do crente, que era um não-judeu de origem, ou seja, um gentio prosélito.
No livro de Romanos, a maneira como Deus aceita o pecador ou a maneira como Deus justifica o pecador fica claramente estabelecida. Diante dos olhos de Deus, é somente pela graça e por meio da fé na justiça de Cristo, sem fazer acepção de nacionalidade nenhuma, que Deus salva o ser humano do pecado para conceder a vida eterna.
Isso é uma doutrina. E ela vai ficando cada vez mais esclarecida a partir das próprias objeções colocadas pelos cristãos judaizantes, que tinham uma tendência de favorecer as condições da aceitação de Deus por meio de uma mistura da lei e do Evangelho; porque, dessa forma, eles iam “excluindo” os gentios de toda a participação nas bênçãos da salvação efetuadas pelo Messias.
Esse é o problema de deixar o evangelho só na teoria e não pensar na aplicação prática da beleza do evangelho para a vida das pessoas. É por isso que quando Paulo conclui Romanos, ele coloca ainda mais em vigência a santidade por meio de exortações bem práticas.
Mas quero avisar-lhe que esse livro não é fácil de entender. Como o próprio Moody dizia, se você tirar algum ponto isolado do contexto para fazer suas próprias conclusões, fará “loucuras teológicas”. Entenda o livro como um todo de forma equilibrada. Leia Romanos!



Valdeci Júnior
Fátima Silva

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

PAULO VAI A ROMA - Atos 27-28


Hoje, quero convidá-lo para que dê uma atenção muito especial para a leitura bíblica, “degustando” cada versículo. Resumirei a história só para deixar você com água na boca, mas, por favor, não deixe de ler!
O prisioneiro Paulo e outras pessoas foram levados de barco para a primeira etapa da viagem a Roma. Mas havia um problema: os barcos não queriam ir para direção certa, pois eram veleiros, e os ventos estavam soprando ao contrário. Assim, o progresso da viagem era muito lento.
No porto de Mirra, eles mudaram de navio. Quando chegaram a um lugar chamado Bons Portos, que ficava em Creta, Paulo recomendou que eles deveriam passar o inverno ali. Pena que ele não foi ouvido, já que a maioria da turma pensou diferente. O conselho da maioria foi que eles deveriam viajar.
Mal começaram a navegar, quando um vento tempestuoso se apoderou deles e implacavelmente colocou todo mundo à deriva. Depois de duas semanas, finalmente o barco foi despedaçado em um banco de areia perto da costa de Malta. Que situação terrível! O povo entrou em desespero.
Paulo tentou dar aconselhamento pastoral mais uma vez. O velho apóstolo não se cansava. Ele pediu para que eles ficassem calmos, porque ninguém iria morrer. E foi verdade. Conforme Paulo assegurou, nenhuma das 272 pessoas que estavam a bordo perdeu a vida!
Eles foram parar em Malta. Os habitantes de lá até que se mostraram bem humanitários. Aliás, foi algo extraordinário. E daí, durante aquele inverno, Paulo curou muitos indivíduos daquela gente pelo poder miraculoso do Espírito de Deus. Isso foi muito extraordinário para eles, que não conheciam a Deus, mas não para o apóstolo Paulo.
Quando chegou a primavera, Paulo também estava chegando em Roma. Algo gostoso que aconteceu foi que os irmãos foram se encontrar com Paulo e o acolheram. A Bíblia diz que quando Paulo visitou aqueles irmãos, ele agradeceu a Deus e recobrou os ânimos. Embora Paulo fosse um presidiário, ele tinha algo como uma condicional ou um semi-aberto. Era um sistema diferente, mas o fato é que foi permitido a Paulo que ele ficasse em casa. É curioso que ele morava de aluguel e tinha um soldado pago pelo governo só para fazer escolta para ele. Deus é bom demais com os servos dEle!
E o bonito é que o livro de Atos termina a história descrevendo o quanto Paulo era bondoso em acolher a todos os que iam ter com ele. Esse grande homem pregava para todas aquelas pessoas sobre o reino de Deus, como uma pregação sem barreiras de comunicação, clara, objetiva, transmitindo tudo sobre o Senhor Jesus.



Valdeci Júnior
Fátima Silva

terça-feira, 13 de novembro de 2012

SEITA? E DAÍ? - Atos 24-26

Se alguém disser que a sua fé é uma seita, o que você responde? Você acha que isso seria algo ruim? Paulo, o grande pregador do evangelho do Novo Testamento, passou por isso, mas não teve nenhum problema com esse assunto. Ele disse: “Confesso-te, porém, que adoro o Deus dos nossos antepassados como seguidor do Caminho, a que chamam seita. Creio em tudo o que concorda com a Lei e no que está escrito nos Profetas, e tenho em Deus a mesma esperança desses homens: de que haverá ressurreição tanto de justos como de injustos” (Atos 24:14-15).


Já que Paulo foi acusado de pertencer a uma seita, mas a encarou com naturalidade, vamos analisar que “seita” é essa.

Ele disse: “Adoro ao Deus dos nossos antepassados”. Assim como o Deus de Paulo era o mesmo dos judeus, provavelmente, se você observar bem, o Deus de uma pessoa que lhe acusar de pertencer a uma seita seja o mesmo que você adora.

Outro detalhe: “a que chamam seita”. A palavra “seita”, em sua origem, não tem nenhuma conotação negativa, de maneira etimológica. Mas mesmo que digam isso com conotação pejorativa, e daí? Qual é o problema? Uma coisa é o que os outros dizem, outra é o que você é. Nessa acusação, você pode se orgulhar de ser co-participante do apóstolo Paulo.

Paulo diz que cria em tudo o que concorda com a Lei. Os fiéis a Deus, em sua perseverança, são perseguidos justamente porque guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus, como nos ensina o Apocalipse. Esse é o remanescente. Assim como os judeus, apesar de não ser salvo pela lei, Paulo respeitava os mandamentos.

Paulo era da igreja do “Está Escrito”. E ainda mais, ele cria nos profetas. Ele conhecia muito bem a passagem bíblica que diz: crede em seus profetas, e prosperareis. Às vezes, neste mundo que quer ser moderno demais, terminamos sendo acusados justamente por crer no dom profético. Mas é bom, como Paulo, pertencer à igreja de “A Voz da Profecia”!

O apóstolo também disse que tinha esperança. Isso é o que não falta na nossa pregação, pois esperamos a volta de Jesus quando “Haverá ressurreição tanto de justos como de injustos”. Não sei como os que pregam a doutrina de que existe um inferno lidam com essa verdade. Mas se você acredita na ressurreição, saiba que é da mesma “seita” do apóstolo Paulo.

Sinceramente, quando disserem que você é de uma seita, não precisa dar a mínima para os acusadores deste mundo. O porquê está em Gálatas 6:14.

E fique na paz do Senhor, vivendo feliz o seu cristianismo!



Valdeci Júnior
e
Fátima Silva



segunda-feira, 12 de novembro de 2012

CENTRADOS - Atos 22-23

Ao fazer a leitura bíblica, fico boquiaberto com em ver como Paulo era determinado e corajoso. Seu senso de missão era muito aguçado. Ele tinha em mente, de forma muito clara, a noção de que ele era realmente chamado por Deus para cumprir um propósito específico. Isso dava muita força para ele.


Há pessoas que não conseguem ver isso em Paulo e pensam que ele era uma pessoa confusa, indefinida, alguém que não tinha “se encontrado”, mas não é nada disso. Às vezes, esse pensamento pode surgir por causa da versatilidade de Paulo. No entanto, não podemos confundir versatilidade com inconstância. Por exemplo, Paulo era judeu, romano ou grego?

Em uma leitura superficial, podemos até nos confundir. Mas se fizermos um estudo pessoal um pouquinho mais atentivo em Atos e nas epístolas, veremos que Paulo, ao nascer, recebeu o nome judaico de Saulo. Ele nasceu na cidade de Tarso, que ficava ali na Cilícia, na Ásia menor (Atos 22:3).

Provavelmente, o nascimento de Paulo aconteceu por volta do ano um até no ano cinco da nossa era. Paulo deveria ser um pouco mais novo que Jesus.

Embora o apóstolo, quando ainda era Saulo, tenha crescido dentro de uma cultura grega, ele permaneceu fiel à herança hebraica que tinha recebido (Filipenses 3:5). A família judaica de Paulo também tinha cidadania romana. E isso indica que como cidadãos de Roma, eles provavelmente eram ricos e influentes na vida social. Atos 22:28 evidencia isso.

Por ser fariseu, Saulo recebeu a melhor educação disponível da época. O mestre dele foi o renomado acadêmico Gamaliel. Essa formação que ele recebeu foi tão forte, que não somente concordou em viver seguindo a Lei de Moisés, mas também, muito provavelmente, observou as mais estritas interpretações da lei que eram adicionais às leis de Moisés, que tinham sido estabelecidas ao longo de gerações pelos mestres judaicos.

Mas, depois disso tudo, Saulo, que encontrou a Jesus Cristo e recebeu o novo nome grego de Paulo, passou a proclamar as boas-novas de Cristo a todos os gentios com uma paixão verdadeira. E essa parte da história é um bom exemplo a ser seguido, você não acha?

Sabe por quê? É porque a mesma comissão que o Senhor deu para Paulo é conferida para nós nos dias atuais. As provações que Paulo e os outros personagens bíblicos passaram estão registradas para que façamos a nossa parte, criando coragem para seguir o exemplo deles. Então, se, por acaso, sua fé parecer querer fracassar, não se esqueça de Paulo. É possível viver feliz em toda e qualquer situação quando estamos ao lado de Deus. Com Ele, a vitória é 100% garantida!

Valdeci Júnior
e
Fátima Silva

domingo, 11 de novembro de 2012

DE DEUS? - Atos 19-21

Não existem coincidências; existe a provisão. Você acha que isso é verdade? Depende! Lendo o livro de Atos, tenho refletido muito sobre isso. Quero compartilhar um pouquinho daquilo que tenho aprendido.


Coincidência ou providência? Nas leituras dos dias anteriores, em Atos, imagino que você deve ter percebido a coragem dos cristãos da igreja primitiva como Estevão e os discípulos. Você deve ter visto o que falaram da vida de Felipe, da conversão de Saulo (que virou Paulo), da vida de Dorcas e de vários outros: cada um manifestando uma coragem necessária de ser um cristão. A entrega total, a diligência e a dedicação ao ser cristão respondem se o que acontece na vida de uma pessoa vai ser coincidência ou providência. Quando dizemos que nada acontece por acaso, vemos que isso é real na vida do cristão, na vida da pessoa que se entrega nas mãos de Deus, que aceita ser guiada por Deus.

Observe a advertência que Paulo dá: “Cuidem, de vocês mesmos e todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo os colocou como bispos, para pastorearem a igreja de Deus, que ele comprou com o seu próprio sangue. Sei que, depois da minha partida, lobos ferozes penetrarão no meio de vocês e não pouparão o rebanho. E dentre vocês mesmos se levantarão homens que torcerão a verdade, a fim de atrair os discípulos. Por isso, vigiem! (Atos 20:28 em diante).” Resumindo, também precisamos fazer nossa parte.

Afinal, não adianta nada ser um tipo de cristão “meia boca”. Essa expressão quer dizer que é algo incompleto. No assunto de salvação, de entrega do coração a Deus, não existe esse negócio de mais ou menos. É aquele velho jargão teológico: “estar quase salvo é estar totalmente perdido”. Paulo, quando pastoreava os membros das igrejas dele, não brincava com esse assunto. Tanto é, que em Atos 19, vemos quando o apóstolo chegou em Éfeso e encontrou alguns cristãos que já eram batizados, mas que estavam “mais pra lá do que pra cá”. Paulo ensinou ao povo, e o povo aceitou aos seus ensinos. O resultado foi que Paulo rebatizou todas as pessoas que ali estavam.

E quanto a você? Como está o seu cristianismo? Você é cristão? Sabemos que, para entrar no reino de Deus, existe a graça, mas não existe a corrupção, o “jeitinho” brasileiro. Não confundamos graça com bagunça. Deus é justo, e essa palavra pesa para os dois lados.

Faça um conserto com Deus. Se precisar se rebatizar, se rebatize, mas não perca a oportunidade de ser inteiramente fiel. Diga que o que acontece na sua vida é uma providência do Pai Celestial.


Valdeci Júnior
e
Fátima Silva

sábado, 10 de novembro de 2012

NOBREZA!!! TEM NOÇÃO? - Atos 16-18

O que a palavra nobreza significa para você? O que é ser um nobre?


O termo “nobreza” representa ou representou, no passado, classe social de maior estrato. Coisa chique! Aos nobres pertenciam grande parte dos territórios conquistados, recebidos dos monarcas como prêmio das vitórias. Eles eram beneficiados com duas regalias muito importantes: a jurisdição privativa sobre os moradores dos domínios senhoriais deles e era, também, muitas vezes, o privilégio de ficar isentos de pagar impostos. Já pensou? Viver hoje no Brasil com uma folguinha a mais de 30% ou mais na renda mensal financeira? Mordomia, você não acha?

As terras dos nobres eram chamadas de “honras”. Uma curiosidade interessante é que as terras que eram isentas de impostos, principalmente se pertenciam à igreja, eram chamadas de “coutos”. E as terras que eram da igreja tinham uma facilidade para receber a isenção de impostos. Se é que podemos chamar isso de isenção, não é mesmo? Mas deixemos pra lá...

Falando dos nobres, li na enciclopédia Wikipédia que “aos nobres podem-se associar títulos nobiliárquicos segundo a importância, prestígio ou ascendência do indivíduo. Eles tinham muitos privilégios e prerrogativas.” Diante disso, a impressão que dá é que ser nobre era quase que ser um ser eterno.

Mas não era bem assim. No Brasil, por exemplo, como a grande maioria dos títulos nobiliárquicos brasileiros foram de uma vida apenas, ou seja, como eles eram de caráter não-hereditário, com a proclamação da República, a nobreza foi entrando em extinção gradativamente. Mas a palavra “nobre” e sua pompa ficou.

Se pegarmos um dicionário, encontraremos significados muito “nobres” para essa palavra. Segundo ele, nobre é alguém que merece respeito por seus méritos e qualidades; nobre é alguém que é digno, ilustre, emérito; que se distingue por sua solenidade e pompa; nobre é alguém majestoso, augusto, magnífico; que é voltado para o bem; o nobre é elevado, magnânimo e generoso; o nobre é célebre, pois o título de nobre é destinado a pessoas ou atos importantes e solenes.

Você acha que essas características têm a ver com você? Você é um nobre? Você se identifica com os atributos mencionados acima? Talvez possa até começar a pensar que não. Mas antes que você alimente o seu pensamento, deixe-me dizer uma coisa: Deus pode considerar você como um nobre. É sério! Para receber esse título de nobreza, faça sua leitura de hoje. Pegue sua Bíblia, leia atentamente os capítulos 16-18 de Atos e descubra como ser um nobre. Você pode ser um duque ou duquesa, conde ou condessa, marquês ou marquesa, príncipe ou princesa de Jesus! Desfrute da nobreza que só Deus pode lhe dar!


Valdeci Júnior
e
Fátima Silva

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

PAULO E O SÁBADO NO LIVRO DE ATOS: CRÍTICA: Atos 13-15

Muitos líderes religiosos querem garantir que Paulo não guardava o sábado. Convido-lhe a confirmarmos pela Bíblia se isso é verdade.


Atos 13:14 - “E eles... entrando na Sinagoga, num dia de sábado, assentaram-se”. Paulo e Barnabé foram à sinagoga no sábado, e o apóstolo foi convidado a pregar. Outros líderes afirmam que Paulo só pregava na Sinagoga, por isso pregava aos sábados. Será verdade?

Atos 13:16 - “E... Paulo... disse: varões israelitas, e os que temeis a Deus, ouvi”. Essa expressão esclarece que ali estavam congregados judeus e gentios. A Bíblia confirma: “E, saídos os judeus da sinagoga, os gentios rogaram que no sábado seguinte lhes fossem ditas as mesmas coisas” (Atos 13:42). Paulo atendeu a solicitação daqueles que ansiavam pela verdade: “... no sábado seguinte ajuntou-se quase toda a cidade para ouvir a Palavra de Deus” (Atos 13:44).

Atos 14:1 - “E aconteceu que em Icônio entraram juntos na Sinagoga dos judeus, e falaram de tal modo que creu uma grande multidão, não só de judeus mas de gentios.” Paulo sempre começava seu evangelismo pela sinagoga e era bem sucedido: “E, tendo anunciado o evangelho naquela cidade e feito muitos discípulos, voltaram para Listra, Icônio e Antioquia... E havendo-lhes, por comum consentimento, eleito anciãos em cada IGREJA...” (Atos 14:21-23). O resultado da pregação dele foi o surgimento de muitas IGREJAS CRISTÃS.

Pense: por que não temos na Bíblia uma única passagem onde Paulo, ao estabelecer essas igrejas, não tenha ensinado aos anciãos (presbíteros) a mudança do sábado para o domingo? Observe que até o terceiro século, pelo menos em suas praxes oficiais, a igreja cristã guardou o sábado como dia do Senhor. Isso é confirmado pela história eclesiástica.

Atos 20:27 - “Porque nunca deixei de vos anunciar todo o conselho de Deus.” Essa expressão global e abrangente “TODO” não está aqui à toa. Ora, se o apóstolo ensinou TUDO que faz parte do corpo doutrinário de uma igreja e nada mencionou a respeito do domingo é porque, para Paulo, não há nenhuma dúvida: o sábado era e é o dia do Senhor.

Conclua com a certeza bíblica: Paulo confirmava as igrejas (Atos 15:41), ensinava nelas (1 Coríntios 4:17; 7:17) e pregava em todas elas (2 Coríntios 8:18-19). O ministério dele, reunindo-se com os cristãos aos sábados, só no livro de Atos, mostra Paulo guardando mais de cem sábados. Para saber mais, leia o artigo intitulado “Paulo e o Sábado no Livro de Atos” (www.ados.com.br).

Agora é você quem decide. Prepare-se, pois na Nova Terra o sábado será o dia especial de encontro com Deus para adoração (Isaías 66:22-23).

Santifique esse dia!


Valdeci Júnior
e
Fátima Silva

Ajude a Vitória

A Igreja Adventista do Sétimo Dia na região Centro Sul de Catarina (Associação Catarinense – AC) está dando início a uma campanha em prol da missionária Ingrid Vitória Martins. A moça hoje tem 16 anos e moradora na cidade de São José/SC. Ela é conhecida pelo seu empenho em liderar dois Pequenos Grupos, apesar de sofrer com uma doença rara (Epidermólise Bolhosa), que provoca bolhas por todo o seu corpo. A doença é ainda pouco conhecida e aparece já nos primeiros dias do bebê, acompanhando o paciente por toda a vida, como é o caso irmã Vitória.
Recentemente surgiu a possibilidade de cura para a rara doença, uma cirurgia realizada no exterior de alto risco e que tem um tratamento pós-operatório de no mínimo seis meses. Mas para ela realizar a cirurgia, é necessário ter condições básicas de saúde. “Sua família é muito humilde. Eles trabalham, mas não conseguem pagar a maioria das contas, por que priorizam algumas necessidades da Vitória. Ela necessita, por exemplo, de uma substância especial para se alimentar, senão a comida machuca o seu esôfago, mas não é sempre que eles conseguem comprar porque o produto é caríssimo”, comenta o pastor Fábio Correa.
Esse ano ela ganhou uma casa (totalmente estruturada para auxiliar a Vitória), construída por membros da Igreja Adventista do bairro Estreito (Florianópolis/SC). Mas a falta de recursos faz com que a família ainda não proporcione condições básicas para auxiliar a missionária. As prestações do terreno e da conta de luz, por exemplo, estão sempre atrasadas. “Vale ressaltar que a conta de luz da família é muito alta. Mas o motivo é para diminuir as dores da Vitória, já que com o ar-condicionado ligado, sua pele não fica tão irritada”, acrescenta o pastor Fábio.
Por isso a AC, através da ASA (Ação Social Adventista) iniciou uma campanha para ajudar financeiramente a Vitória. O objetivo é colaborar no pagamento dos recursos básicos da família, para assim a missionária ter condições de fazer a cirurgia. A própria Igreja tem ajudado, mas ainda não tem sido suficiente. Por isso foi criado um blog (para acessar, clique aqui) e produzido um vídeo ( para assistir, clique aqui )para divulgar essa campanha.
Por isso ajude!
“Jesus lhes disse: Em verdade vos afirmo que, sempre que o fizestes a um desses pequeninos irmãos, a mim o fizestes”, Mateus 25:40
Para doações:
Aldaíra Aparecida Martins
Caixa Econômica Federal
Agência 0506
OP. 013
Conta Poupança: 00060463-4
Entenda: Segundo o dermatologista Gunter Hans Filho, membro do Departamento de Doenças Bolhosas da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), a doença é originada por um defeito no gene que produz a proteína (colágeno) que cola a pele ao corpo. “A alteração genética se dá na falta da produção do colágeno que liga as camadas da pele. Sem essa proteína, essas camadas se separam facilmente sob qualquer pressão”, explica Hans.
“A Vitória tem bolhas em todo o corpo. Ela sofre para fazer atividades simples, como andar, falar, tomar banho e comer”, comenta o pastor Fabio Correa.
Fonte: Advir.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

NO BICO DO CORVO - Atos 10-12

Outro dia, fui ao zoológico e fiquei observando um quadro muito caótico, para não dizer bizarro. Ir a um zoológico, para mim, faz mais mal que bem, porque quando vejo tantos animais tristes, presos, vivendo numa realidade que não tem nada a ver com o habitat natural que chego a ficar deprimido. Na realidade, muitos animais vivem uma depressão de vida inteira no zoológico.


Os leões, por exemplo, ficam num ambiente aberto, cercado por uma vala profunda, por cercas elétricas e telas de arame de aço, num espaço que não dá para viver uma vida normal de leão. Não dá para correr em disparada, exercitar o corpo, caçar predador, ter paz durante o dia para dormir. Por causa dessa situação, eles ficam o dia inteiro deitados. O quadro macabro é que os urubus ficam o tempo todo assentados ao redor dos leões estirados, não sei se confundindo os animais inertes com cadáveres, ou então esperando o leão dar o último suspiro, para então começar sua refeição. Que situação! Isso é que é estar, literalmente, no “bico do corvo”. É interessante observar essa cambada de urubus confusos.

Nos dias atuais, há pessoas que se passam por estudiosas da Bíblia, mas, na realidade, fazem um papel muito parecido com o desses urubus. Estou falando de quem pega uma passagem isolada de Atos 10 para dizer que o ser humano pode sair por aí comendo lagarto, cobra, urubu, rato, porco, etc. Se esse relato for lido superficialmente, pode até levar o leitor a, realmente, interpretar mal as instruções sobre as carnes comestíveis que Deus deixou. Mas para não confundir as coisas, é só relembrarmos as instruções de Levítico 11 e ter em mente que elas não foram abolidas no Novo Testamento por três razões:

1) As instruções de Deus sobre as carnes comestíveis e não-comestíveis não se trata de lei cerimonial, de lei ritualísitca, de alguma sombra de coisa futura, de algo relacionado à cruz ou à obra redentora de Jesus;

2) A distinção entre animais limpos e imundos retrocede até o tempo de Noé, de modo que ela se desprende do contexto judaico, somente;

3) É uma questão de saúde, e isso é universal a todos os seres humanos, tanto no tempo quanto no espaço.

Então, como não existe nenhuma declaração explícita, no Novo Testamento, de uma possível abolição às leis sobre alimentação, para entender a ordem de Deus mandando Pedro transformar o lençol zoológico num forro de piquenique, você precisa ler os capítulos 10-12 e entender a moral da história. Ao ler Atos 10:28, você verá que não tem nada a ver com alimentação.

Aprenda com Pedro!


Valdeci Júnior
e
Fátima Silva

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

HISTÓRIA REAL - Atos 07-09

Certo dia, num percurso de viagem que eu estava fazendo, ao embarcar, estava pensando em como poderia testemunhar. Cheguei até a orar em pensamento sobre isso. Então, quando encontrei minha poltrona e sentei, percebi que, humanamente falando, não seria fácil testemunhar. Sentei-me entre dois homens. Do lado direito, um sujeito de meia idade, que só queria dormir. Do lado da janela, um adolescente, que não parecia querer conversa. Pensei: se não vou conversar, vou trabalhar. E o pior é que não dava! Sempre levo o computador a bordo, mas, sem muitas razões, naquele translado eu havia despachado o computador com a bagagem. Então, só me restava um livro. E o curioso é que, diferente do normal, já fazia tempo que eu tinha começado a ler aquele livro e nunca terminava. Decidi aproveitar o tempo para ler. Esqueci do mundo ao redor e mergulhei na leitura.

Quando o vôo estava quase terminando, eu cansei de ler, fechei o livro e o deixei na mesinha, na minha frente. Foi aí que o adolescente virou-se para mim e perguntou se eu era crente. Eu disse que cria em algumas coisas daquele livro, em outras não. Comentei que o autor do livro era um jornalista, e jornalista é muito critico. Então o rapaz me disse que também trabalhava com algo relacionado a comunicação, como o autor do livro e como eu. Ele trabalha com algo relacionado à TV. Eu disse: Interessante! Mas por que pergunta se sou crente? Ele apontou para o título do livro, que falava de Jesus (O Jesus que Eu Nunca Conheci - Philip Yancey).

O que isso tem a ver? – eu perguntei.

Então ele disse que estava lembrando da mãe, que era uma cristã, mas que naquele momento estava muito triste, porque o marido havia falecido há menos de um mês. Disse para o rapaz que também tinha perdido meu pai, mais ou menos na idade dele. Assim, conversamos até que chegou a hora do pouso.


No solo, antes de descermos, eu estava pensando nos porquês da oportunidade daquela conversa. Sem muita explicação abri o livro no lugar onde tinha parado, então eu tomei um susto: eu estava na penúltima página. Antes que as portas do avião se abrissem, deu tempo de ler as duas últimas páginas. Daí, rapidamente, anotei meu email no livro e entreguei ao rapaz, de presente. Ele ficou assustado, mas foi embora feliz pelo presente e palavras de conforto. Fui embora feliz, em perceber como o Espírito Divino havia conduzido cada detalhe daquela viagem com um único objetivo: que eu tivesse a oportunidade de testemunhar. Essa história moderna é real, mas parece uma repetição da história bíblica da leitura de hoje.

Um abraço,
 
Valdeci Jr.
Fátima Silva

terça-feira, 6 de novembro de 2012

SALVA-VIDAS - Atos 04-06

Gosto muito, mas muito mesmo da leitura do livro de Atos, principalmente da primeira parte quando aprendemos sobre como Deus nos salva do pecado. Penso que o versículo mais bonito do livro de Atos, pelo menos para mim e que é o ponto mais alto do livro diz: “Não há salvação em nenhum outro, pois, debaixo do céu, não há nenhum outro nome dado aos homens pelo qual devamos ser salvos” (Atos 4:12).


Esse texto fala sobre o poder do nome de Jesus para nos salvar. Fala sobre salvação e o único meio de salvar-nos. Porque quando uma pessoa se encontra em uma situação onde ela não pode contar com nenhum meio de salvação, aí a situação é complicada.

Um dia desses, eu estava em viagem, sozinho. Estava hospedado num hotel. Era noite, e eu estava muito concentrado nos meus estudos, já que no dia seguinte, eu iria fazer uma série de palestras sobre comunicação em um encontro de comunicadores. Lá pelas tantas da noite, já estava cansado. Como não conseguia me concentrar mais, resolvi dar uma volta pelo hotel. Andei pelos corredores, saguões, repartições... Fui para a parte externa, até que cheguei na piscina, onde me deparei com algo muito interessante: uma plaquinha, presa em um salva-vidas velho e inutilizado, dizendo: “Cuidado! Esta piscina tem um metro e noventa centímetros de profundidade, e nós não temos salva-vidas.” Fiquei pensando: que confortante! Mas o pior de tudo é que não tinham ninguém no caminho que fiz até ali. Qualquer criança poderia ter chegado na minha frente, naquela piscina, sem salvação. Que desespero! Deveria ter um salva vidas!

Qual é o objetivo de um salva-vidas? É não deixar as pessoas sem esperança.

Se você for fazer um curso de salva-vidas, o instrutor ensinará sobre como salvar a vida de pessoas que estão se afogando:

Primeiro: Precisamos tirar a pessoa que estamos salvando de dentro da água;

Segundo: Precisamos tirar a água de dentro da pessoa que estamos salvando;

Terceiro: Precisamos reanimar a pessoa que estamos salvando. Com isso, espera-se que a pessoa ficará bem.

Esses procedimentos de primeiros socorros nos lembram sobre como a obra da salvação é realizada no ser humano, quando ele entrega a vida para Jesus. Primeiro, Jesus nos tira do pecado; depois, tira o pecado de dentro de nós. E então, Jesus nos dá uma nova vida! E essa é a mensagem de esperança da salvação. Era isso o que os apóstolos viviam, respiravam, pregavam e transmitiam, no contexto de Atos 4-6. Os apóstolos davam tudo; davam vida, pela mensagem que traria a vida eterna para as outras pessoas. E você, quer viver esta esperança?


Valdeci Júnior

Fátima Silva

Sinceramente Errado

Este é um livro para pessoas sinceras que buscam a verdade, dispostas a pagar o preço em abraçá-la, custe o que custar. Se você não tem este padrão, não leia este livro. Hilton é um homem corajoso, não somente por dizer o que diz, mas também por ter tomado as decisões que tomou. Como pastor de uma igreja de mais de quinhentos membros, com a carreira ministerial decolando, na denominação evangélica mais promissora de todo o mundo pentecostal, foi radical em abandonar tudo, sem ter outra perspectiva, a favor de não continuar ferindo sua própria consciência. Saiu pela porta da frente. Recebeu várias propostas para voltar com ordenados maiores e privilégios mais cobiçáveis. Mas não permitiu vender-se, nem por dinheiro nem por nada.

A razão? Eu sei que é errado usar a expressão “por trás dos bastidores”, pois os “bastidores” já consistem em ser o que fica escondido, atrás da cortina, fora do palco. Geralmente, o correto é dizer “nos bastidores”. Mas desta vez precisousar este aparente vício de linguagem, pois Bastos conseguiu realmente descobrir, enxergar e analisar profundamente dois níveis de contextos ocultos que fazem a maior parte do neopentecostalismo operar sua práxis. Ele conheceu os bastidores e os bastidores dos bastidores. Uau! Você quer saber também? Só lendo o livro, pois, provavelmente, nem sendo um pastor da Igreja Universal do Reino de Deus (cito esta por ser a maior e a que mais cresce, entre as igrejas pentecostais), você conseguirá ter este privilégio (ou, infortúnio... sei lá).

Como eu gostaria de encontrar-me pessoalmente com Hilton Bastos! O que ele escreveu em Sinceramente Errado é uma inspiração tão grande que dá vontade de ouvir isso tudo, e muito mais, de seus próprios lábios. Dá vontade de fazer-lhe perguntas, perguntas e mais perguntas. Dá vontade de colocá-lo em todos os lugares para dar seu testemunho.

Se você gosta de ler fatos da história de alguém vai gostar deste livro. Não se trata de uma biografia de Hilton Bastos, mas sim de sua experiência de vida religiosa, desde seu nascimento. Junto com Bastos, o leitor pode passear por algumas das diferentes expressões religiosas vividas no cristianismo do Maranhão observando muito dos seus bastidores, numa reflexão sobre o quadro maior da religiosidade brasileira.

Se você prefere uma leitura mais abstrata, com uma transmissão de pensamento mais cognitivo, então você também vai gostar desta obra. Quem simplesmente segura nas mãos este livro de 144 páginas, não imagina o volume substancial que está contido ali. Hilton consegue ser didático o suficiente para apresentar muitos valores, doutrina e teologia – em tão poucas páginas – a ponto poder fazer uma pessoa mudar totalmente de vida, de rumo, de pensamento e, ouso em dizer, até de pressupostos, para sempre. Um leitor despreparado poderá ficar até mesmo transtornado.

Mas, o mais interessante de tudo, é que Hilton não é cético, apostatado ou descrente, falando mal das igrejas ou de Deus. Não! Meu, o cara é equilibrado! Veja uma de suas conclusões:

“O trabalho de Deus deve ser executado por todos nós. Não devemos e nem podemos ficar esperando que somente os pastores o façam. Toda a igreja deve se envolver. Sinto-me entristecido quando vejo apenas a minoria da igreja envolvida no trabalho missionário. Tantos jovens com força, saúde, tempo que deviam ser gastos na obra do Senhor, mas estão desperdiçando a oportunidade de trabalhar para o Rei do Universo. Creio que serão cobrados por isso” (páginas 90 e 91).

Quanta fé! Obrigado, Hilton Bastos, por fazer crescer o meu senso missionário e o meu compromisso cristão. Obrigado por contribuir, positivamente, no meu relacionamento com Deus e no fortalecimento do meu ministério. E também, por ajudar-me, com o conteúdo deste livro, em minha dissertação de mestrado. Um dia, quero lhe dar um abraço, rapaz!

E a você, querido internauta, compre logo este livro e boa leitura!

Um abraço,

Pr. Valdeci Jr.

Dados do Livro: Bastos, Hilton. Sinceramente Errado, Niterói, RJ: Editora ADOS, 2011, 144 páginas.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

CAPACITAÇÃO - Atos 01-03


Estamos nos aproximando da última parte da Bíblia. Terminamos a leitura dos evangelhos, e hoje começaremos a ler a seção chamada de atos e epístolas. Portanto, vamos iniciar o livro Atos dos Apóstolos escrito por Lucas. Se você observar, verá que o livro de Atos é praticamente uma continuação do evangelho de Lucas. Abra sua Bíblia no livro de Lucas, leia os últimos versos do capítulo 24 e, em seguida, pule para o livro de Atos e leia os primeiros versos do primeiro capítulo. Você perceberá que é uma continuação.
Lucas era uma pessoa muito bem preparada para ser um evangelista. Era alguém culto, um médico. Ao mesmo tempo, era alguém que, na prática, era convertido, como cristão. Ele também se dedicava muito ao trabalho que fazia, como podemos ver no começo de Atos 1. Ele usou o método acadêmico da pesquisa, cruzando informações, buscando as fontes apropriadas de informação e construindo o seu relatório, o que era avançadíssimo para sua época. Mas, acima de tudo, Lucas tinha um outro tipo de preparo para fazer a Obra do Senhor, muito superior a tudo isso, que é o preparo que você e eu também precisamos ter se quisermos sobreviver como testemunhas de Cristo hoje em dia.
Para saber sobre esse preparo, bastar ler Atos capítulos um e dois. Lucas sabia da importância disso e, por isso, começou o livro mostrando que o Espírito Santo é Deus, e que o Espírito Santo, como Deus, quer habitar em nós. Isso é mais explícito em Atos 7:51. Na nossa leitura de hoje, que termina com o capítulo três do livro de Atos, Lucas já mostra qual é o resultado de uma pessoa que é capacitada para o trabalho, através do recebimento do Espírito Santo na vida dela.
Em Atos 1:5 e 8, fica muito claro que o batismo com o Espírito Santo é que capacita o cristão para a missão de, através da própria vida, testemunhar de Jesus com tal poder que chega a transforma vidas para o reino de Deus.
E como conseguimos isso? Através da consagração, mediante a oração. Faça o seguinte: coloque seu relógio para despertar meia hora mais cedo todos os dias e, além de gastar os seus vinte minutinhos fazendo a leitura bíblica do dia, faça uma oração de consagração a Deus, pedindo perdão pelos seus pecados, e peça então para Ele, o batismo do Espírito Santo, para aquele dia.
Então, a cada dia, recebendo o batismo do Espírito Santo, você vai influenciar o mundo com muito poder, e Deus será glorificado. Não deixe de buscar a Fonte de poder para vencer os desafios deste mundo. Consagre-se!


Valdeci Júnior
Fátima Silva

domingo, 4 de novembro de 2012

JESUS NÃO FOI RÍSPIDO COM PEDRO? - João 19-21


Jesus foi ríspido com Pedro? “Respondeu Jesus: Se eu quiser que ele permaneça vivo até que eu volte, o que lhe importa? Quanto a você, siga-me!” - João 21:22.
Nessa passagem, o pronome “você”, vem de uma afirmação grega absolutamente enfática. Realmente, o tema da resposta de Jesus foi áspero. Em resumo, foi dito a Pedro: “isso não é da sua conta”. Pedro foi informado do que iria acontecer com ele; portanto, que ele obedecesse, independentemente das formas específicas de obediência que outros devessem seguir (1 Coríntios 4:2-7). Deve ter sido duro de ouvir, mas era preciso.
Esse verso deve ser entendido junto com os anteriores (15-21), como um todo, sobre os dois discípulos (Pedro e João). Sobre Pedro, Jesus já vinha dialogando acerca de um relacionamento de amor, confiança e missão. Sobre João, Jesus quis dizer: “poder-se-ia pedir a João até que permanecesse vivo até Jesus retornar – o que importa?”. Em João 21:15-23, não há menosprezo nem parcialidade. Pedro teve o privilégio de receber o chamado para um ministério estratégico (15-17) e receber uma coroa de mártir (18-19), o que para ele (ao contrário da nossa reação) seria uma honra (Atos 5:41). João recebeu um chamado diferente: longevidade (22) para testemunhar histórica, teológica e estrategicamente, pela escrita (24). Por ter vivido mais, foi o mais teólogo dos doze apóstolos. É isso que liga o versículo 24, de forma tão estreita, aos versos anteriores. Portanto, enquanto que a comissão do discípulo amado não foi enunciada em termos tão explícitos, a comissão de Pedro chegou a ser, no bom sentido, constrangedora para o próprio João, que não precisava de uma nova comissão.
Esse é o porquê de palavras tão fortes. Pedro precisava de uma comissão nova. Era parte da restauração pela qual tinha que passar. Em outras palavras, Jesus deu-lhe um trato pessoal, que precisava de um chacoalhão, ao receber sua nova atribuição. Um tratamento de choque, como estratégica didática, para a nova e complexa missão de vida que Pedro estava recebendo. A igreja seria edificada, e Deus glorificado.
O evangelho de João, por ser muito resumido, não transmite tudo o que aconteceu (21:25). Não que o texto seja mentiroso, mas é específico - tem um foco. Nem todas as palavras comunicadas estão registradas, e muito menos o que foi comunicado sem palavras - razão pela qual ninguém ficou chocado com Jesus. Nem os que estavam ali se escandalizaram, nem o autor do relato mostra espanto, nem os autores posteriores ao evento comentaram nada negativo sobre o ocorrido. E nem o próprio Pedro, que, posteriormente, testemunhou e escreveu tão apaixonadamente sobre Jesus. Jesus foi amoroso.


Valdeci Júnior
Fátima Silva


sábado, 3 de novembro de 2012

TRIÚNO - João 16-18


É muito bom escrever este comentário e formar, juntamente com você, um trio harmônico, no que se refere ao crescimento espiritual diário. Imagino que você não esteja entendendo o que estou dizendo, mas digo trio, porque, de certa forma, nós três nos unimos. Você, que acompanha lendo os comentários diários, a Fátima e eu, Valdeci, através dos textos e o Espírito Santo nos falando através da Palavra de Deus. E assim crescemos, ficando cada vez mais perto de Deus.
Porém, há um outro trio, muito superior e muito mais sublime. Teologicamente o chamamos de Trindade: o Pai, o Filho, e o Espírito Santo, que são um só Deus, representado por três pessoas.
Mas como pode ser isso? É como uma família. Tem o pai, o irmão, o filho, o bebê, cada um sendo um indivíduo, mas todos eles juntos formam uma só família. Assim são esses três seres distintos, formando um só Deus.
E de João 16-18, há vários pontos que destacam entendimentos sobre a doutrina bíblica da existência da Trindade. Então, seguem alguns desses versículos.
João 16:5 em diante - começa a falar da obra do Espírito Santo. Quem está explicando isso é Jesus. Aí, já vemos dois seres distintos. E essa obra do Espírito Santo também pode ser vista em Atos 13:1-4. E aqui, Jesus, que é Deus conosco, nos versos oito e nove, falando especificamente sobre a missão do Espírito Santo, comenta que realmente uma obra divina é convencer o homem do pecado, porque conforme Gênesis 3 e Romanos 14:23, uma definição de pecado é deixar de crer em Deus. E para ser ativo na ação de convencer, deve ser um ser.
João 16:13 - o Espírito Santo é apresentado como o espírito da verdade. E, conforme nos ensina 1 Coríntios 12:11, a verdade é Deus. No verso 14, Jesus se refere ao Espírito Santo usando a palavra Ele, um pronome pessoal do caso reto, indicando que o Espírito Santo é “retamente” uma pessoa, conforme Atos 15:28.
João 17- encontramos Jesus orando ao Pai, onde tem a presença de dois seres novamente, Jesus, falando com outro, que é o Pai. No verso três, vemos em Jesus, a onipotência, que é um atributo absolutamente divino. Por isso que Jesus declara que Ele e o Pai são um; ambos são Deus. É como se eu dissesse que minha esposa e eu somos um, ou seja, dois indivíduos, um casal.
Esses três seres, o Pai, o Filho e o Espírito Santo, apesar de ser Deus, se unem para a entrega por amor (João 18), para tentar salvar o ser humano, mesmo que a nossa própria identidade chegue a negá-Lo. É muito amor!


Valdeci Júnior
Fátima Silva

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

JESUS AMA OU NÃO AMA? - João 14-15


Dias atrás, recebi uma pergunta de uma ouvinte do programa “Por Dentro da Bíblia”. A pergunta está relacionada com um versículo que está na leitura de hoje. Ela questiona: “As igrejas cristãs dizem que Cristo ama a todos, não dizem? Mas então, por que o próprio Cristo diz que ama apenas os que obedecem a Sua palavra?” Essa moça baseou-se em João 14:21, na versão de João Ferreira de Almeida, Revista e Atualizada no Brasil, onde diz: “Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me manifestarei a ele.” Na Nova Versão Internacional, está escrito: “Quem tem os meus mandamentos e lhes obedece, esse é o que me ama. Aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me revelarei a ele.”
Ao receber a pergunta, percebi que essa pessoa se preocupa em amar a Jesus e também receber do amor dEle. E isso é muito bom, não é mesmo? Aliás, é essencial. Dá para perceber, também, que essa moça está bem preocupada se Cristo ama ou não os que não guardam os mandamentos de Deus. O que você acha?
Para responder a essa pergunta, em primeiro lugar, vamos praticar algo muito básico que aprendemos na escola primária: “interpretação de texto”.
Observe que quando essa questionadora redigiu sua pergunta, ela atribuiu ao texto algo que não existe nele, que é a palavra “apenas”. Por exemplo, o fato de eu dizer que amo minha esposa (e ponto final), não implica que não ame os meus filhos. Concorda?
Portanto, o foco do texto não é dizer quem Cristo ama e quem Ele não ama. O sinal é sobre quem ama a Ele. Como Ele mesmo diz: “se me amais guardareis os meus mandamentos”. Para saber se os seguidores de Jesus amam a Jesus existe um critério, pois pode existir algum ser humano que não o ame. Como diz 1 João 4:19, nós o amamos porque Ele nos amou primeiro.
No entanto, para medir o amor dEle para conosco não tem um critério, “porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” Então, finalizo com as palavras de Jesus registradas em 1 João 4:10: “Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amor e enviou seu Filho como propiciação pelos nossos pecados.”
Deus ama a todos, inclusive a você. Ame-O também!


Valdeci Júnior
Fátima Silva

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

MARCA IDENTIFICADORA CRISTÃ - João 12-13


Você sabe qual é a marca identificadora da igreja de Jesus na Terra? Se Jesus saísse por aí colocando um carimbo na testa dos Seus discípulos para que o mundo identificasse quem é de Jesus ou não, você sabe qual seria o sinal? Sei que em Apocalipse tem alguma identificação e no livro de Ezequiel fala de um tipo de selo também. Mas refiro-me à marca identificadora dos seguidores de Cristo na Terra sobre o critério de Jesus, proferida diretamente dos lábios de Cristo.
Ele disse: “Olha, você vai olhar para uma pessoa e saber se ela é minha ou não, segundo esse critério.” Você sabe qual é?
Para ter uma idéia, a palavra que identifica o seguidor de Jesus é repetida contundentemente nesse trecho do livro de João, do qual nós estamos nos aproximando. Do relato em que narra a reunião que Jesus teve com os discípulos na última ceia e saindo dela, contei na Bíblia e encontrei essa palavra ou alguma variação da mesma raiz 33 vezes. Dessas 33, 31 vezes foi proferida pelos lábios de Cristo. É inequívoco e não há como escapar disso. Esse era um tema muito claro na mente do Salvador naquela noite. Jesus estava muito centrado nisso, pois era a coisa mais importante do mundo para Ele. Porque quando um homem está no corredor da morte, suas últimas palavras contam muito.
Observe como os telespectadores americanos e a mídia americana se comporta quando alguém vai ser eletrocutado sob pena de morte. Todos querem saber quais são as últimas palavras de um homem. E para Jesus, que sabia que estava no corredor da morte, cada palavra contava muito.
E qual é a palavra mesmo? Só poderia ser “amor”. Veja o conselho de Jesus: “Um novo mandamento vos dou: amem-se uns aos outros. Como eu vos amei, vocês devem amar-se uns aos outros. Com isso todos saberão que vocês são meus discípulos, se vocês se amarem uns aos outros” (João 13:34-35). Essa é a marca: amai-vos uns aos outros.
Li um livro muito bom sobre esse assunto, O Décimo Primeiro Mandamento. Nele, o autor Dwight Nelson comenta que é muito interessante notar que a marca identificadora que Jesus deixou falou para que Seus discípulos tivessem não foi nenhuma doutrina ou placa de igreja. Foi a maior demonstração, mais brutal, mais impactante e mais marcante que o mundo pode ver, que pode muito bem ser expressada em João 12:32, quando mostra que a unidade do corpo de Cristo, que é a igreja, só pode acontecer em um lugar: junto à cruz de Cristo.
Ame as outras pessoas! Não economize carinho a ninguém!



Valdeci Júnior
Fátima Silva

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

PROJESUS - João 10-11


Você sente que, para Jesus, é muito precioso? Tem gente, que não quer nem saber de Jesus, sabia? E têm outros, que até gostariam de se sentir amados por Jesus, mas não se sentem assim. E é para ajudar a todas as pessoas que esse ministério do estudo da Bíblia existe. E se você que lê este comentário, com certeza, faz parte desse ministério, que ajuda todas essas outras pessoas.
É por isso que animo você a continuar apoiando esse ministério, pois atinge tantas muitas pessoas das quais não temos noção. Esse é o ministério do nosso site, aqui da “Escola “Bíblia e de Jesus também, sabia? Quer ver só? Dá uma olhada em João 10:16: “Tenho outras ovelhas que não são deste aprisco. É necessário que eu as conduza também. Elas ouvirão a minha voz, e haverá um só rebanho e um só pastor.” É interessante que, junto com Jesus, nosso ministério transcende para uma dimensão muito além daquilo que possamos imaginar.
O verso citado acima nos ensina que existem muitas pessoas que não vão à nossa igreja, que não carregam uma etiqueta na testa escrita “cristão”, mas que pertencem a Jesus. Esse povo está espalhado pelo mundo. É por isso que temos que espalhar a nossa voz, as nossas palavras, a nossa mensagem, para que esses nossos irmãos queridos, que estão fora do lar de Jesus, fora da casa de Deus, sejam alcançados.
Assim como existem pessoas para ser alcançadas para Jesus muito além das fronteiras que a gente pode imaginar, o poder de Jesus, de alcançar as pessoas, também vai muito além das dimensões que estão na nossa cabeça. Se você quiser ver isso, é só continuar no texto da leitura de hoje. Quando passamos do capítulo 10 para o capítulo 11 de João, vemos Jesus buscando um camarada que ninguém esperaria que tivesse mais jeito de ser buscado. Sabe onde é que Jesus foi buscar o sujeito? Na cova. Mas ele não estava com o “pé na cova”, ele estava era literalmente apodrecido, na cova, há três dias. Isso é tão radical que chega a deixar muita gente indignada. E foi aí que Jesus terminou sendo caçado.
Então, o ministério cristão de Jesus e nosso também é assim mesmo: inusitado, surpreendente, controverso, radical, empolgante, mas... mas... mas... acima de tudo!: cheio de esperança para compartilhar à vontade com todas as pessoas que desejarem.
E aí? Você vai ficar de fora desse projeto? Eu acho que você não vai perder essa, vai? Então, leia tudo o que você puder sobre essa oportunidade na leitura de hoje e arregace as mangas trabalhando no ministério de Jesus.



Valdeci Júnior
Fátima Silva

terça-feira, 30 de outubro de 2012

ABRAÃO FOI PARA O CÉU E VIU JESUS? - João 07-09


Alguém questionou: “Quando Jesus viveu aqui na Terra, Abraão estava lá do Céu olhando para Ele?” Essa pergunta se refere às palavras de João 8:56, quando Jesus disse: “Abraão, vosso pai, alegrou-se por ver o meu dia, viu-o e regozijou-se.”
Façamos uma análise de todo o contexto (versos 21-59). Observe que essa é uma defesa de Jesus quanto à Sua missão e autoridade. Note que em João 8, a discussão não é sobre a doutrina da mortalidade da alma ou ressurreição. As próprias pessoas que estavam questionando a Jesus criam que Abraão, por aquela ocasião, estava morto (versos 52 e 53). Elas sabiam, também, que os patriarcas que já morreram ainda não subiram ao Céu (Atos 2:29 e 34), mas esperavam a bendita ressurreição (1Tessalonicenses 4:13-18).
Enquanto Jesus estava explicando a amplitude de seu ministério, alguns judeus O questionavam (versos 48, 52, 57). Se você fizer uma leitura atentiva, verá que o teor do questionamento era a dúvida quanto à messianidade de Jesus, ou seja, se Ele seria realmente o Deus encarnado.
Nessa discussão, Jesus não citou Abraão e sim os judeus. No verso 56, quando Jesus fala de Abraão, Ele apenas está respondendo a pergunta deles desde o verso 52.
Qualquer estudioso do Antigo Testamento presente naquela discussão, conhecia a história de Abraão quase sacrificando Isaque no monte Moriá (Hebreus 11:17-19 e Gênesis 22:1-14) e sabia que eles tipificaram Deus e Seu Filho em sacrifício pela humanidade. Sabia, também, que naquele dia, quando Deus proveu para Si o cordeirinho em lugar do pecador Isaque, Abraão compreendeu o plano salvador da morte do Filho de Deus, isto é, alegrou-se por ver o dia do Jesus Redentor e regozijou-se.
 Segundo algumas tradições judaicas, Abraão tinha contemplado, em uma visão, as coisas futuras, inclusive a vinda do Messias. As tradições também “interpretavam o riso de Abraão como riso de alegria” (Gênesis 17:16-17). Esperar um nascimento impossível aos olhos humanos, quer fosse de um filho seu (por motivo de velhice), quer fosse do filho de Deus encarnando-se em forma de homem, nascendo de uma virgem, levara Abraão a um regozijo manifestado visivelmente (A Bíblia de Estudos Almeida – SBB).
Baseado nesses conhecimentos e tradições judaicas existentes, por estar discutindo com judeus, Jesus disse que Abraão viu o Seu dia. Em outras palavras, Jesus estava dizendo que aquela tradição que eles tinham sobre um Messias que Abraão, pela fé, contemplara, se referia a Ele mesmo, pois Ele era tal Messias.
Os judeus não aceitaram Jesus como seu Salvador, mas você e eu temos a oportunidade de fazê-lo. Portanto, façamos como Abraão: contemplemos a Cristo pela fé.

Valdeci Júnior
Fátima Silva

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

QUEM FOI JOÃO? - João 04-06


O apóstolo João, nascido em Betsaida, era, provavelmente, caçulinha, irmão de Tiago. O pai deles era um homem chamado Zebedeu, e a mãe chamava-se Salomé. Sem dúvida, ele foi treinado em tudo o que constituía a educação popular que era destinada aos jovens judeus. Quando cresceu, porém, seguiu a profissão de pescador, no Lago da Galiléia. Quando João Batista começou a pregar no deserto da Judéia, João juntou-se a ele e foi profundamente influenciado pelos seus ensinos. Ele ouviu o anúncio “Eis o Cordeiro de Deus” e, imediatamente, a convite de Jesus, se tornou um discípulo, sendo contado entre os seus seguidores durante algum tempo.
Depois, juntamente com seu irmão, João voltou a pescar, até que receberam, de novo, um chamado. Só que, dessa vez, o chamado vinha de Jesus. Dessa vez, eles deixaram tudo, e se ligaram permanentemente à companhia dos doze apóstolos. No ministério de Jesus, João era um dos mais íntimos dEle, a ponto de ser chamado de “o discípulo amado”. Entretanto, por ser tão zeloso e ter um temperamento tão forte, o mesmo “discípulo amando” foi chamado “filho do trovão”. E a maravilha de viver ao lado de Jesus é que esse temperamento forte que João tinha, com o passar do tempo, foi burilado. Não há como resistir ao toque de Jesus.
Quando Jesus foi traído, João e Pedro O seguiram, pelo menos de longe, enquanto os outros fugiram apressadamente. No julgamento, João seguiu a Cristo em todas as etapas até depois da cruz. Ele foi um dos três primeiros que recebeu as novas da ressurreição e a entender o que tudo aquilo significava, principalmente por causa do reencontro com Jesus quando ele voltou ao Mar da Galiléia.
Após esses acontecimentos, vemos Pedro e João sempre juntos. Aparentemente, João permaneceu durante algum tempo em Jerusalém como líder da igreja ali estabelecida. Mas ele não estava em Jerusalém no momento da última visita de Paulo. Parece que ele tinha se retirado para Éfeso,  mas não sabemos quando. Na realidade, as igrejas cristãs que ficavam em Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodicéia, na Ásia, foram objeto do cuidado especial do apóstolo amado.
Ele sofreu perseguições e foi preso em Patmos, mas depois voltou para a Ásia, justamente para Éfeso, mais uma vez. Ele ficou em Éfeso até morrer, provavelmente em 98 d.C., numa época em que quase todos os amigos e companheiros já tinham falecido. Existem muitas outras tradições interessantes sobre João, enquanto ele viveu em Éfeso, mas nenhuma com muita força de evidência histórica.
O melhor de tudo é estudar a vida de João, na Bíblia. Sua biografia é uma inspiração.



Valdeci Júnior
Fátima Silva

domingo, 28 de outubro de 2012

O VERBO SE FEZ CARNE - João 01-03


Você sabe o que as palavras de João 1:1 significam? Na versão de João Ferreira de Almeida, diz que “no princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus”.
O relato da Criação, em Gênesis, se parece muito com esse texto de João. Mas o termo “no princípio” indica um tempo muito anterior à Criação, aliás, anterior a tudo o que existe. O Verbo era por toda a eternidade. Nesse verso, João faz ressaltar a contínua, atemporal e ilimitada existência de Cristo antes da Sua encarnação. Na eternidade passada não teve um ponto de referência antes do qual se pudesse ter dito que não existia o Verbo. O Filho existia com o Pai, desde toda a eternidade. Na realidade, “nunca teve um tempo quando ele não tenha estado em estreita relação com o Deus eterno” (Evangelismo, pág. 446), pois Jesus é “o princípio e o fim” (Apocalipse 22:13), “o mesmo ontem, e hoje, e pelos séculos” (Hebreus 13: 8).
O termo “verbo” vem do grego logos, pode significar “palavra” e também “discurso”. João emprega o termo para designar a Cristo. Assim como um discurso é a expressão de conceitos, Jesus veio para revelar o caráter, a mente e a vontade do Pai. O termo identifica a Cristo como a expressão encarnada da vontade do Pai de que todos os homens sejam salvos (1Timóteo 2:4), como se fosse “o pensamento de Deus tornado audível” (O Desejado de Todas as Nações, pág. 19). O Filho já existia antes da encarnação, mas não o conhecíamos. Para nós, existia somente em palavra, oral ou escrita. Mas vindo a plenitude dos tempos, o que era palavra teórica, se encarnou, se tornou visível, pela pessoa de Jesus.
O fato de que o Verbo estava com Deus, isto é, com o Pai, enfaticamente declara que ele era um ser completamente distinto do Pai. É impossível compreender a importância da encarnação a não ser que se projete a mesma no pano de fundo da existência eterna de Cristo como Deus e como intimamente unido ao Pai. São dois seres tão unidos a ponto de se dizer que são um só ser (João 10:30). Quando João diz que o Verbo era Deus, ele quer dizer que o Verbo participava da essência da Trindade, que era divino no sentido máximo e absoluto. Cristo é eternamente Deus no sentido supremo e absoluto do termo.
Resumindo, o discípulo amado estava falando da encarnação de Jesus Cristo. Estava mostrando que o Deus todo-poderoso se tornou acessível a você e a mim. E agora, basta que O aceitemos em nosso coração!


Valdeci Júnior
Fátima Silva

sábado, 27 de outubro de 2012

REJEITADO PELOS SEUS - Lucas 23-24


Estamos chegando ao final do livro de Lucas e, ao mesmo tempo, lendo sobre o final da vida de Jesus; um momento decisivo não só para Ele, mas para as pessoas que O cercavam. Será que eles iriam abraçar ou rejeitar Jesus? Pilatos perguntou ao povão: “Quem vocês querem que eu solte, Jesus ou o terrorista Barrabás?”
Outro recurso insinuou-se à mente de Pilatos, mediante o qual poderia salvar Aquele a quem não ousava entregar à turba enlouquecida, sabendo que por inveja haviam trazido Jesus à sala do julgamento. Invenção pagã, sem uma partícula de justiça, era costume que, por ocasião da grande festa nacional, fosse libertado um prisioneiro condenado à morte. Poderia o persuadido Pilatos usar esse subterfúgio e conseguir o que desejava - salvar um homem inocente, cujo poder, embora preso e sob acusação, ele sabia não ser o poder de um homem comum, mas de Deus? Sua alma estava em terrível conflito. Apresentaria o digno e inocente Cristo lado a lado com o famoso Barrabás, e se convenceu de que o contraste entre a inocência e a culpa seria tão convincente, que Jesus de Nazaré seria escolhido por eles.
Barrabás havia asseverado ser Cristo e cometera grande maldade. Sob uma ilusão satânica, pretendia que tudo quanto pudesse obter por furtos e assaltos era seu. Um marcante contraste se apresentava entre os dois. Barrabás era uma personalidade famigerada que havia realizado coisas admiráveis por meios diabólicos. Pretendia ter poder religioso, o direito de estabelecer uma nova ordem de coisas.
Esse falso Cristo reivindicava aquilo que Satanás reclamara no Céu - o direito a todas as coisas. Cristo, em Sua humilhação, possuía todas as coisas. NEle não havia treva alguma.
Barrabás e Cristo estavam lado a lado, e todo o universo celestial os contemplava. As pessoas olhavam para os dois. Onde estavam agora as vozes que alguns dias antes proclamavam em alto som as maravilhosas obras que Cristo havia realizado? Naquela ocasião, a inconstante multidão estivera imbuída com um entusiasmo de impulso celestial para proclamar em cânticos sagrados o seu louvor e hosanas, enquanto Cristo entrava em Jerusalém. Agora lhes é dada a escolha. Pilatos pergunta: “A quem quereis que eu vos solte, a Barrabás ou a Jesus, chamado Cristo?”
Ergueu-se até ao Céu um clamor de tremendo significado para todo o mundo. O Céu todo ouviu aquele clamor do qual pareciam todos participar com um zelo e desespero nascido de sua escolha. “Não este”, disseram, apontando para Jesus, “mas Barrabás”. O Redentor do mundo foi rejeitado; o culpado assassino, poupado.
Hoje, você eu também podemos escolher de que lado vamos estar: de Cristo ou Satanás.

Um abraço,

Valdeci Jr. e Fátima Silva

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

SAGRADA ESCRITA - Lucas 21-22


Em várias ocasiões, Jesus citou porções das Escrituras. O que estava escrito era muito importante para Cristo. Era algo realmente valoroso.
O que é algo de valor? O alto valor de um bem pode ser identificado pela utilidade benéfica que o mesmo possui. Quanto mais útil para suprir uma necessidade, mais valoroso é o patrimônio. A conseqüência de ser valoroso é que o bem passa a ser raro, bem cuidado, desejado e conservado.
E afinal, essas não são características de um atributo que a humanidade possui que é a escrita?
A escrita supre todas as necessidades de comunicação que os seres humanos têm. Pois, por mais moderna e variada que essa comunicação for, sempre terá, como sua base, a escrita. E tais escritas custam caro, não se encontram em qualquer esquina. Por irônico que pareça, na era da velocidade, a boa escrita, mesmo dos códigos da automação, ainda não pode evoluir instantaneamente. Precisa ser pensada, construída, burilada, acabada, por um perito. Não é para qualquer um; muitos a querem, mas poucos a dominam. Essa tradição tem sido conservada, preservada e arquivada ao longo dos milênios, para o nosso presente e para o futuro.
Esse alto padrão de valor que etiqueta o produto “escrita” o faz compatível com outro produto: o evangelho. As boas novas da salvação que os cristãos têm a transmitir ao mundo constituem a mensagem mais valorosa que um ser humano possa conhecer. E como conhecê-la? Pela comunicação, que se faz eficiente, pela escrita. Logo, “evangelho” e “escrita” fundem-se numa palavra: “Escrituras”. Palavra esta que carrega a marca do seu valor estampada no adjetivo que sempre a acompanha, tornando-se um jargão eternamente estimado pelos cristãos, que sempre apreciam a base da sua fé, as Sagradas Escrituras.
Mas, descendo do apreço teórico para o mundo prático, podemos ver um bom exemplo do papel que a escrita desempenha na pregação do evangelho, no projeto “Impacto Esperança”. É uma verdadeira campanha publicitária, de proporções grandiosas, cujo título de mensagem já começa escrevendo o imperativo “Viva com Esperança”. E então, por diferentes canais, tal mensagem se reduplica em diferentes escritas: nos outdoors, em grafia artística; nas páginas da internet, em linguagem de programação; nas revistas, em composições de artigos; nos livros, em redação de capítulos; nos banners, em plotagens de frases; nas camisetas, em letras estampadas, e assim por diante.
A escrita é tão importante para a transmissão da revelação, que deve ter sido por isto que Deus falava aos profetas: “O que vês, escreve”. Deve ser por isto, também, que você acaba de ler essa apologia às sagradas letras, que escrevi para você.
Leia a Bíblia diariamente.

Um abraço,
Valdeci Júnior e Fátima Silva

COM OS PÉS NA TERRA E OS OLHOS NO CÉU - Lucas 18-20


Como estou feliz em saber que podemos parar para meditar em mais trecho da Bíblia! Apesar de que nossa leitura de hoje está em Lucas 18-20, eu quero comentar com você um versículo que está na leitura de ontem: Lucas17:21. Você me permite?
Você sabe que não é possível a existência de nenhuma vida sem o ar atmosférico, não é mesmo? Sem a atmosfera, a Terra seria tão morta quanto seu satélite, a Lua. De um lado, o que ficasse exposto ao Sol, seria um torrão sem fim. Do outro lado, o lado escuro, seria um frio extremo. Sem o ar, em nenhum lugar do planeta seria possível encontrar um mínimo brotinho de vida vegetal. Também não existiria nenhum animalzinho, em nenhuma época.
Você é agradecido por esta atmosfera que Deus providenciou para que nós vivêssemos? Que bênção viver uma vida inteirinha, usando e abusando dela, sem precisar pagar um centavo, não é mesmo?
Já parou para pensar que os nossos pés estão na terra, mas, uma vez que a atmosfera começa no limiar do solo terrestre, e que a tal atmosfera Deus chama de céu, nosso corpo e nossa cabeça estão em contato com esse espaço celeste?
Gosto muito de uma canção que diz que: “Com os pés na Terra e os olhos no Céu, eu vou seguindo até encontrar meu Jesus”. Charles Spurgeon escreveu para alguns crentes a seguinte exortação: “Oh irmãos, sejam grandes crentes. Uma pequena fé levará sua alma ao Céu, mas uma grande fé trará o Céu para sua alma.” Mark Finley comenta que Spurgeon havia descoberto “que o Céu é viver na presença de Deus”, pois embora, como cristãos, aspiremos à recompensa final, uma Terra em que não há sofrimentos, lágrimas, dor, enfermidade nem morte, existe outra dimensão do Céu que é frequentemente deixada de lado. Finley lembra que “quando o fariseu inquiriu Jesus sobre o reino de Deus, ouviu como resposta: “Porque o reino de Deus está dentro de vós” (Lucas 17:21). Isso é interessante! O céu pode começar aqui, se começarmos a viver os princípios do reino de Deus.
Se você e eu deixarmos Jesus entrar na sua vida através do Espírito Santo, o reino de Deus será estabelecido em nosso coração. Ele pode curar nossas feridas, enxugar nossas lágrimas e nos dar uma nova esperança. Daí em diante, alegremo-nos em Jesus com a certeza de que o reino de Deus estará conosco!
“Bem-aventurados aqueles que lêem e aqueles que ouvem as palavras da profecia e guardam as coisas nela escritas, pois o tempo está próximo.”
Leia, ouça e pratique!

 Um abraço,
Valdeci Jr. e Fátima Silva