segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Missão Calebe No Espaço Novo Tempo

A noite mais dura de uma semana de evangelismo é a da segunda feira. Neste vídeo, às 8h30min da noite, ainda não havia chegado nenhuma visita. Elas chegaram logo em seguida. Louvado seja Deus. Mas o bonito que eu vejo aí é a perseverança deles. O programa está lindo. Por favor, ore, para que Deus nos dê muitas pessoas para o batismo e a honra e a glória do nome dEle!

Um abraço,
Pr. Valdeci Jr.

sábado, 25 de janeiro de 2014

Vícios de Trabalho em Equipe

Em toda gestão de recursos humanos, ou trabalho em grupo, onde se fazem necessárias reuniões administrativas ou estratégicas, há muita coisa positiva a ser conquistada e aprendida. Existe também a negativa dos riscos a serem assumidos. O Conselho de Ética em Pesquisa já assume diretamente que não existe interatividade humana sem riscos.

Seja numa empresa, numa escola, num grupo de voluntários, numa equipe de trabalho ou de turistas, quando vamos nos sentindo à vontade com o grupo, quando a rotina passa a fazer parte e quando nos parece que já estamos plenos, começam a surgir os riscos de viés de procedimentos. Como membros de uma equipe, podemos, sem perceber, cair em tendências viciosas ao operar e interagir. E conhecer estas possíveis tentações é importante para saber evitá-las.

Uma inclinação equivocada pode ser a de interessar-se apenas quanto o assunto é de interesse pessoal. Quando um membro de equipe é assaltado por este mau comportamento, de duas uma: ou ele comparece apenas nas reuniões que lhe são de interesse; ou ele só se mostra interativo quando a ação do grupo é de seu interesse. E mais cedo ou mais tarde, os colegas vão perceber. No primeiro caso, o membro da equipe prejudica o grupo por não dar sua contribuição para outros assuntos, e vai ficar prejudicado pelo fato de quando os outros perceberem também não lhe darão o devido apoio em seus interesses. No segundo caso, sua apatia prejudicará a motivação, e logo, a performance, dos demais, por contagiá-los, e seu interesse diferenciado por apenas seus próprios assuntos, causarão um clima de antipatia entre os demais.

O oposto disso se dá na intromissão, que também é um problema. Outro viés no qual um membro de trabalho em equipe pode cair é o de intrometer-se demais naquilo que não lhe compete. Tanto em suas falas quanto no expressar de suas vontades quanto às decisões a serem tomadas. Se o trabalho é em equipe, cada um precisa fazer a sua parte. Mas o que caiu neste problema vai querer dar pitaco em todas as partes. Seria como um zagueiro se colocando ao lado do técnico para falar como o atacante, o volante, o goleiro, os meias, os laterais, etc., deveriam jogar. Chato, não? Pior que isso. Se todos resolvem querer resolver tudo, a perda de tempo será tão grande, que nada será resolvido. Além do mais, os demais se sentirão invadidos, e talvez até inúteis. No fim, desmotivados.

Quando se está trabalhando em equipe por repetitivas atividades, pode surgir também a algum membro do time o intuito reivindicatório de querer que as coisas sejam sempre do seu jeito. “My way, or the highway”, diria um patrão transtornado com isso. Quanto maior a equipe, mas coisas serão operacionadas em modos que talvez não sejam o meu. E o bem comum só prosperará se os indivíduos comuns abrirem mão de suas particularidades em prol do todo. Quando o reivindicador é incisivo, demais membros da equipe o abandonarão. Ele perderá sua credibilidade, pois quem não respeita e valoriza o jeito de ser dos outros, também não merece tal respeito, é o que os demais vão pensar. Aí entra a lei da reciprocidade.

Qualquer um dos transtornos comportamentais acima pode levar a pessoa a um quarto vício. O de ser e não ser do grupo ao mesmo tempo. Por exemplo. O conselho pedagógico de uma escola se reúne para decidir sobre o material didático. O professor João não gostou do material. Depois, no momento vago de uma reunião de pais, quando uma mãe o aborda criticando o material, ele tem a evasiva de dizer: “pois é, eu também não gostei deste livro, mas o pessoal lá do conselho pedagógico quis assim...”. Isto é traição e covardia. Uma pessoa de caráter que se preze, ou assumirá que faz parte da equipe, ou terá a hombridade suficiente para sair da mesma (apesar de que a fuga também geralmente será prejudicial, ao próprio indivíduo, e raramente ao grupo). Sem anular-se, o professor João poderia dizer: “pois é, mas essa foi a decisão da maioria do nosso grupo, que crê que dará certo, por isso estamos juntos, tanto para fazer os devidos ajustes quanto, para se necessário for, até mudar a decisão; para que a senhora pudesse ser ouvida devidamente os recursos que temos são..”.

E quando o corpo se desenvolve em tamanho, inevitavelmente ele terá partes. Se abertas, estas partes são funções cooperativas do todo. Cooperação é o princípio de toda ação conjunta. Se sectárias, estas partes serão células cancerosas. Panelinhas, abertas ou fechadas. Entende? Claro que sim. São as bolhas sociais formadas por grupos afins de amigos, faixa etária, parentes, etc. Uns formam panelinhas (são cegos) e outros são levados pelas panelinhas (maria-vai-com-as-outras). Numa comunidade sadia, estes pequenos grupos serão uma bênção. O problema é quando o indivíduo passa a opinar por decisões não pelo que seria melhor, mas pelo que seus afins estão querendo. Isso é irracionalidade. Afasta as pessoas e prejudica os relacionamentos. Além do desempenho da equipe ficar totalmente prejudicado, é claro.

E o vício mais perigoso é o de levar as coisas para o lado pessoal. Têm esta falta de habilidade em relacionar-se, as pessoas que não conseguem, por exemplo, separar as ideias das pessoas. O certo seria: “embora discordemos, embora pensemos de forma oposta, eu aceito, sem restrições, a sua pessoa”. Agora, a doença é: “se você age diferente de mim, se você pensa diferente de mim, se você se expressa diferente de mim, então é porque você tem algo contra mim ou contra os meus”. Esta baixa auto-estima é contagiante. Geralmente, a pessoa que caiu neste vício, age também da forma inversa: “sua ideia ou ação pode até ser linda e maravilhosa, mas como não gosto da sua pessoa, desaprovo totalmente sua proposta”.

Participantes de equipes que caem nesses vícios geralmente não o sabem. No caso não intencional, é porque têm boa intenção e, dando o seu melhor, se afunilam pro lado errado. Nesse caso, precisam dar ouvidos às advertências de quem lhes tente abrir os olhos sobre isso. Mas não podemos negar o fato de que uns poucos talvez possam enveredar-se para um destes desvios de forma premeditada, ou consciente. A estes, seria bom que soubessem pelo menos que, ainda que as pessoas não o digam, elas percebem. Eles não passam por despercebidos. Conscientes ou apenas equivocados, de qualquer forma, o que os que terminaram adquirindo estes hábitos de relacionamento de grupo negativos mais precisam é de uma coisa: conscientização da necessidade ao retorno da simplicidade e pureza no proceder da interação de si para com os demais. Este retorno os fará muito mais felizes, por estarem bem, e por fazerem outros felizes também.

Boa sorte pro seu time,
Valdeci Jr.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Se a Igreja Fosse Sua, o Que Você Mudaria?


NOSSA MAIOR CARÊNCIA
 
Você é flexível a mudanças? “Bem-aventurados os flexíveis, porque não se quebrarão”, advertiu-me o meu orientador acadêmico. Há alguns meses, lancei uma pergunta na aqui na Sala, e em vários outros lugares da internet: “E se a igreja fosse sua, o que você mudaria?”. Tanto pelas redes sociais quanto por este blog, os que participaram tiveram, em sua maioria, uma mesma reação: responder-me em particular, procurando não expor-se para os demais internautas. O que isto representaria? Eu resumiria numa palavra: “carência”.

Nós carecemos. Aqui neste blog, o espaço onde está a maior e mais contínua frequência de interação é numa publicação de 07/04/2011. De lá pra cá, já postei mais de mil novos textos. Mas aquela postagem continua, de longe, sendo a que mais recebe comentários. Corrigindo, nem são comentários. O texto que postei foi um pedido de oração, por minha cunhada que faria uma cirurgia. Mas pelo seu título “Pedido de Oração – Urgente”, os internautas transformaram o que seria o espaço para comentários em um mural para expor também os seus pedidos de oração. Carecemos!

Se fossem donos da igreja, para dizer o que seria diferente na mesma, em praticamente todos os e-mails, comentários com pedidos para não serem publicados, e mensagens diretas, os internatuas se prenderam aos usos e costumes, à abordagem da transmissão da mensagem e à plástica das programações. Superficial. Por um lado, graças a Deus por isso! Sem questionamentos doutrinários! Mas então, o que nos falta? Carecemos o quê? De coragem pra por a boca no trombone? De profundidade? Ou de maior reflexão e conhecimento eclesiásticos, para então conseguirmos dar uma contribuição mais plausível de sugestão de mudança?

Pra começo de história, a pergunta deveria ser feita de forma diferente. Nós somos a igreja. Ela não está lá, e nós aqui. A igreja é o ajuntamento das pessoas, fisicamente, em atividade ou em propósito. Com prédio, ou sem. A igreja é você. Então, a pergunta é: ;’o que devo mudar em mim, para que a igreja seja diferente?”. Você já parou para pensar nisso? Se a igreja precisa de ajustes, em primeiro lugar, os parafusos frouxos devem ser procurados na minha pessoa.  E talvez você possa questionar: “mas e quanto aos problemas distantes ou maiores que a minha influência?”. E eu posso responder: “e que tal exponenciar o tamanho do seu raio de influência?”. Não pela força, mas pelo espírito (Zacarias 4:6). Nelson Mandela não começou no poder estatal. Mas a partir do que existia em sua própria pessoa, deu um giro de 180 graus no destino de milhares de pessoas. Uma influência tão radical, que continua até mesmo com o exercício prático do legado póstumo. Nossa carência é individual, portanto múltipla. Nossa oportunidade também.

Eu não penso em mudar coisa alguma na igreja. A pergunta que levantei na internet tinha o único propósito de dar-me um subsídio contextual para escrever o presente texto. Mas eu tenho consciência de que nós precisamos ser incomodados. Sair da zona de conforto não é fácil, mas nossa carência tem que ver com sacudidura. Quando recebi o convite para fazer o comentário diário do “Reavivados Por Sua Palavra” na Rádio Novo Tempo, relutei muito em aceitar. E eu não sabia o porquê. Depois descobri. A coragem para dizer “sim” só chegaria quando o projeto estivesse internalizado em mim. Ou melhor, o reavivamento começa de dentro pra fora, como as ondinhas produzidas por uma pedra jogada na lagoa.

Penso que Ellen White gostaria de mudar algo na igreja. Mas ela não o faria. Não por reservas, mas por isso ser-lhe impossível. Estou lembrando-me do que ela disse ser a nossa maior carência: “Um reavivamento da verdadeira piedade entre nós, eis a maior e a mais urgente de todas as nossas necessidades. Buscá-lo, deve ser nossa primeira ocupação” (WHITE, Ellen G. Reavivamento Verdadeiro, a maior necessidade da igreja. Tatuí, SP: CPB, 2011). Isto deveria ser mudado na igreja: o nosso estado espiritual, de morno para quente. Mas ninguém de nós pode alterar esta situação do corpo de Cristo mexendo as peças, pois isso depende de cada um. E cada um de nós  pode provocar a mudança permitindo-se ser transformado, porque isso é o que está ao alcance de cada um.

Jesus também está tão insatisfeito com a situação da igreja, que está até passando mal. Sim, Ele está com náuseas (Apocalipse 3:16)! E por isso nos escreveu um bilhete de amor (verso 19). Porque Seu sofrimento é por você e por mim. A carta à igreja de Laodicéia (versos 14-22) é um verdadeiro anseio para que a igreja migre para o status de reavivada, através do estudo da Bíblia, da permissão da entrada de Jesus como Senhor da vida pessoal, e da busca incessante pelo Espírito Santo pela oração (verso 17). E quem de nós não pode revestir-se desta áurea esclarecedora?

Todos? Todos podem? “Porque todos pecaram e carecem da glória de Deus (Romanos 3:23)”. E a carência é tão grande que nem sabemos do que precisamos. O que me entristece tanto nas respostas à enquete que fiz quanto nos pedidos de oração da postagem que mencionei acima é que ninguém reclama por reavivamento e reforma. Os pedidos de oração se mediocram na busca por milagres de cura e prosperidade. Bem diferente da oração do Mestre em João 17. Nela, em todas as direções de relacionamento, Jesus contempla o recebimento da glória, espremendo-Se ao máximo para sumar o maior de todos os Seus sonhos, que é ver você glorificado. Traduzindo, em comunhão plena. É o que você pode fazer em 2014. Reformar seus hábitos para orar tanto e ler tanto a Bíblia, abrindo tanto o coração a Deus, a ponto de poder ser visto como um reavivado!
Um abraço,
Pr. Valdeci Jr.

Igreja Adventista do Sétimo Dia ultrapassa a marca de 18 milhões

O rápido crescimento da denominação atinge um novo marco do terceiro trimestre de 2013
A Igreja Adventista do Sétimo Dia, uma das denominações cristãs que mais cresce no mundo, já registou mais de 18 milhões de membros batizados. No dia 30 de setembro de 2013 havia cerca de 18.028.796 Adventistas do Sétimo Dia em todo o mundo, de acordo com os dados estatísticos do Centro de Arquivos, Estatística e Investigação da Igreja.
Estima-se que entre 25 a 30 milhões de homens, mulheres e crianças frequentam os cultos adventistas semanais. De referir que a Igreja Adventista do Sétimo Dia não batiza bebés ou crianças muito pequenas, justificando-se assim a lacuna entre os membros participantes e os membros baptizados.
Em outubro último, o Secretário Executivo da Igreja Adventista fez a seguinte observação acerca do crescimento contínuo do número de membros da Igreja: "Por dia, cerca de 3.052 pessoas se unem à Igreja. A cada hora, 127 pessoas são batizadas. A cada minuto, dois indivíduos são batizados, e louvamos a Deus por isso" (relatório do Conselho Anual de 2013, em Silver Spring, Maryland).
David Trim, diretor do Centro de Arquivos, Estatística e Investigação da Igreja Adventista comentou o fenómeno: "Estamos muito animados com este crescimento num momento em que, a nível global, muitos grupos religiosos não mais crescem. Agradecemos a Deus que, face aos desafios da opressão política, perseguição religiosa e aumento do materialismo e secularismo, este movimento que enfatiza a esperança e plenitude continua a crescer e já passou esta meta estatística".
Formalmente organizada em 1863, a Igreja Adventista do Sétimo Dia opera em 112 faculdades e universidades, mais de 1.900 escolas secundárias e cerca de 6.000 escolas primárias, com um registro total de mais de 1,75 milhões de Instituições, juntamente com 172 hospitais, incluindo o tratamento de mais de 16 milhões de pessoas anualmente. O compromisso da Igreja para servir a humanidade inclui a Agência Humanitária Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA), bem como campanhas evangelísticas e ministérios de transmissão online, projetado e partilhando a mensagem dos três anjos com todo o mundo que necessita de respostas fundamentadas na Bíblia.
19 de dezembro, 2013 | Silver Spring, Maryland, Estados Unidos | Autor: Mark A. Kellner/Adventist Review | ad7News

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

O Pensamento Religioso Também Muda

As mudanças das escolas de pensamento também podem acontecer no pensar religioso cristão?

Num artigo acadêmico, publicado como capítulo em um livro editado por Roger Greenway, Craig Van Gelder traça as mudanças de pensamento ao longo dos últimos séculos (1992: 69-83). Ele coloca que até no Iluminismo a cosmovisão cristã ainda estava focada em Deus e na Revelação das Escrituras em harmonia com a ordem racional, o progresso histórico e o gerenciamento da vida (69 e 81). Mesmo na parte inicial da Modernidade, verdades empíricas podiam ser mantidas através dos fatos observáveis e isso incluía os campos dos valores humanos (78).
Então Gelder argumenta que a modernidade trouxe a secularização (mudanças na ordem social, surgimento de tecnologias, migrações, novas formas de produção, etc.) que tornou-se em secularismo (mudanças nos valores, chegada do individualismo, antropocentrismo e desestruturação da família) e modernismo. E o colapso do projeto moderno pós-modernizou também as ciências humanas, começando pela filosofia e espalhando-se por todas as disciplinas do conhecimento, como as artes plásticas, a música, a literatura, o ensino, etc. (78).

A mudança nesta transição era de uma cosmovisão que procurava definir um papel racional para tudo na vida por definir os princípios essenciais da mesma, para uma visão de mundo que aceitou a condição humana como relativa para qualquer reclamo de verdade, em qualquer instância, situação ou circunstância (79).

Nas ciências físicas, explica Gelder, isso começou com a teoria da relatividade da física quântica e com o princípio da incerteza descoberto de Heisenberg. Nas ciências sociais, a psicologia freudiana e a sociologia weberiana também se colocaram em um processo similar de relativização. Isso contagiou a economia e os sistemas políticos e a própria cultura.
É claro, a religião não escapou ilesa. E o interessante foi que o jeito pluralista e relativista pós-moderno de pensar acabou abrindo as portas da tolerância onde ela reintroduz a aceitação dos elementos sobretanurais espirituais.  Ganha força então, as formas de religiosidade que relativizam os valores espirituais (82).

Um abraço,
Pr. Valdeci Jr.

GELDER, Craig Van. Secularization and The City, in GREENWAY, Roger S., editor, Discipling the City: A comprehensive Approach to urban misión, 2ª ed., Grand Rapids, Michigan: Baker Book House, 1992.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Sexo Anal é Pecado? Que Mal Faz?

Sexo anal é normal? É biologicamente viável? Todos deveriam experimentar? É prazeroso? Em toda a literatura popular, de bancas de revistas, das novelas, da pornografia e da mídia barata, você vai encontrar a apologia ao sexo anal: prática normal, altamente satisfatória, que todos deveriam experimentar, e que exige apenas uma forma correta de se fazer. A ilusão passada pelo mercado pornográfico é de que esta é uma prática extremamente prazerosa, e de que as mulheres apenas têm medo porque nunca fizeram ou experimentaram fazer direito, mas que se fizerem, vão adorar, e que os homens vão achar o máximo.

Agora, o interessante é que se você visitar uma enfermaria de pacientes terminais com o vírus da AIDS (lugar onde praticamente a totalidade dos pacientes é homossexual), vai encontrar um ponto comum entre eles: todos são propensos a sofrer de endocardite bacteriana , que é uma inflamação nas válvulas cardíacas que impede o perfeito fluxo de sangue. Ela é causada pelo acúmulo de bactérias no endocárdio, tecido que envolve internamente o coração. É claro que existe também a presença de outras doenças, que são oportunistas no quadro da síndrome da imunodeficiência adquirida, como a tuberculose, a pneumociscarine, etc. Mas, geralmente, o mal que vem em primeiro lugar na tendência da incidência patológica dos pacientes terminais com o vírus da AIDS é a de endocardite bacteriana (a menos que o coquetel esteja rebatendo-a constantemente, o que não é comum). E o que isso tem a ver com o sexo anal?

Na realidade, a endocardite bacteriana não é uma doença que vem com a AIDS. Ou seja, não está entre as enfermidades que se aproveitam do quadro de imunodeficiência. Até porque se você perguntar se todo paciente imunodeprimido sofre com a endocardite bacteriana, a resposta é “não”. Se você for para outra área imunológica, e verificar, por exemplo, os pacientes terminais com câncer e outras doenças degenerativas, vai constatar que eles geralmente não são propensos ao acúmulo destas bactérias nocivas no endocárdio. Por quê?

Aí entram os “fatos da vida” que não são agradáveis. A grande incidência da propensão que os pacientes terminais como vírus da AIDS têm de sofrer com a endocardite bacteriana, é em decorrência direta da prática do sexo anal. A Bíblia apresenta a sexualidade com muita naturalidade (Hebreus 13:4). O relato bíblico da Criação em Gênesis 1 e 2 mostra que Deus formou o homem e a mulher para viverem em comunhão íntima, tornado-se “uma só carne” (Gênesis 2:24) com o mandamento de serem fecundos e multiplicarem-se (Gênesis 1:28). Sexo e reprodução são duas coisas naturalmente intrínsecas. No sexo anal, não há esta normalidade. Logo, existem também os comportamentos sexuais que a Bíblia considera anormais (Romanos 1:26). Aparelho reprodutor feminino (vagina, útero e ovário) e aparelho digestório ou digestivo (boca, esôfago, estômago, intestino delgado, intestino grosso, reto e esfíncter) devem ser comparados nesta discussão. Tudo está no corpo humano. Entretanto, a única coisa que eles têm em comum é serem cavidades. A primeira destas cavidades supracitadas faz parte da função sexual. É um órgão sexual criado para o ato sexual. As cavidades do segundo grupo citado acima foram projetadas para a absorção de alimentos, e não como objeto sexual.

Através do recorte aumentado para observação, no aparelho reprodutor feminino você vai encontrar dezesseis camadas celulares e sete camadas musculares com células caliciformes (que produzem muco aquoso). Por outro lado, chegando com o microscópio na cavidade terminal do sistema digestório, no tubo digestivo será encontrada apenas uma camada celular, num conjunto de células colunares com células ciliares no topo, tecido conjuntivo embaixo e o plexo esplênico, que são as veias que carregam tudo para a veia cava que completa a distribuição para o coração. Neste segundo caso, também há células caliciformes. Mas a grande diferença é que o muco produzido por estas não é aquoso, e sim muco seroso, que tem por função proteger o aparelho digestivo dos ácidos estomacais. Quando o médico legista faz a autópsia, ele tem que usar todo um aparato para não ter queimaduras graves com os ácidos estomacais, que são altamente corrosivos. Se você enfiar o seu braço, sem proteção, no estomago de um cadáver recente e deixar lá por um tempo, você perde o braço, assim como um pedaço de carne que comemos se transforma em líquido na digestão. A endoscopia nos mostra uma camada brilhante, que é o muco seroso, que protege o estômago para que ele não seja corroído pelos ácidos estomacais. A questão é que o muco seroso, além de proteger dos ácidos, aumenta o atrito. Por que se o alimento passar muito rápido, acontece a diarreia, nociva ao corpo. E o aumento de atrito que o muco seroso promove faz com que o alimento passe pelo intestino num tempo suficiente para que o corpo absorva os nutrientes que lhe são necessários. Esta ação é contrária à do muco aquoso que tem a função de diminuir o atrito.

Além das desvantagens de um para dezesseis nas camadas celulares e de mais atritos pela natureza do muco, o reto não é como a vagina que tem sete camadas musculares. Envolta da parte final do intestino, há apenas uma camada celular, o que é suficiente para fazer os movimentos peristálticos empurrando o bolo alimentar ao longo do tubo. Assim, fica fácil responder alguns questionamentos. Porque talvez você já tenha ser perguntado: “Por que a prática do sexo anal causa prolapso retal (a mucosa do reto acaba se exteriorizando pelo ânus; a coisa fica arregaçada), incontinência fecal do esfíncter (perda do controle esfincteriano, passando a ter que usar fraldas ou submeter-se a cirurgia) e abscesso anal (condição dolorosa onde é formado pus próximo ao ânus)?” É simples! É porque o esfíncter, no final do aparelho digestório, tem apenas uma função, que é reter a passagem das fezes, liberando-as apenas quando relaxado, fora de seu funcionamento. Ou seja, as diferenças deste para com o canal sexual feminino são enormes.

E a maior diferença está no atrito. O órgão da mulher é preparado para o atrito, que é o que se espera num ato sexual. O que não existe no sistema digestório. Pra se ter uma noção, basta lembrar-se dos procedimentos pré-operatórios de uma cirurgia com risco de perfuração intestinal. O paciente fica sem comer por várias horas para parar de produzir fezes, toma um comprimido laxante para eliminar o máximo possível das fezes ainda existentes, toma uma carga de antibióticos para matar as bactérias e submete-se a uma lavagem intestinal até que a água saia limpa, sendo que a última lavagem é com antibióticos. Ufa! Tudo isso para que possíveis bactérias não entrem para o meio interno por algum corte na parede intestinal, levando o paciente a morrer por septicemia.

Mas ninguém se prepara para um sexo anal jejuando, tomando laxantes e antibióticos e fazendo lavagem intestinal completa com antibióticos. Ou seja, o ambiente do sexo anal é altamente contaminado, atritoso, protegido por apenas uma camada celular e uma camada de músculos com um protetor que, se em funcionamento, lhe é antagônico, o ânus. A mucosa anal, ou melhor, retal, é ricamente vascularizada. Consequentemente, há ruptura e sangramento. Há cerca de 1,2 mil vírus diferentes no intestino humano, e o reto é a área mais infectada (leia-se: cheia de micro-organismos) do intestino.  No intestino, pode haver até 500 tipos diferentes de bactérias que somente ali não são nocivas. Com o sangramento, as bactérias escherichia coli (se a pessoa for sadia, e se não for, ainda outras mais patogênicas) são lançadas para a corrente sanguínea, aumentando o tamanho dos linfonodos existentes ali ao redor, provocando dilatação nas veias da região e outras dificuldades de musculatura. Isso se passa praticamente despercebido para a pessoa que está sofrendo o tesão, a menos que ela sofra de hemorroidas, pois daí a complicação será mais explícita.

Uma vez na corrente sanguínea, esses micro-organismos fecais então iniciarão a intoxicação do sangue. Esse processo infeccioso é facilitado porque logo atrás do intestino está o mecanismo que originalmente fora projetado para levar, para o corpo, somente os nutrientes que seriam absorvidos.  Nesse caso, o caminho das bactérias, que deveria ser para o sanitário e a fossa, passa pelo plexo esplênico, que cai na veia cava, indo direto para o coração. Ali, elas colonizarão as válvulas cardíacas, causando a endocardite bacteriana.

Logo, a probabilidade dessa inflamação impeditiva do fluxo sanguíneo saudável por todo o corpo se torna proporcionalmente aumentada de acordo com o nível da prática de sexo anal, tanto para homo quanto para heterossexuais, tendo AIDS, ou não. Mas, como a única prática sexual dos homens homossexuais é a sodomia, a incidência é bem maior. Quando estes pacientes sofrem da síndrome da imunodeficiência adquirida, passam a ter pericardite chegando a terem que ser submetidos a punções pericárdias, que é o processo de tirar o líquido inflamatório do coração, para não morrer de asfixia por contrição cardíaca. É por isso que a insuficiência cardíaca entre os homossexuais idosos é mais incidente, chegando a 60%, enquanto que entre a população normal é de apenas 8%.

Além disso, essa lesão constante provoca a alteração da morfologia das células atingidas, provocando displasia. Isso tem que ver com neoplasia. O resultado é que enquanto a incidência de câncer retal na população em geral é de 4%, entre os homossexuais chega a 32%. Ou seja, há uma relação direta entre o surgimento do câncer retal e a prática do sexo anal.

Quanto ao prazer, não existem plexos nervosos de estímulo ao prazer nesta região do intestino. O prazer vem de estímulos secundários à penetração de outras zonas erógenas. Isso mesmo! A mulher não tem terminais nervosos de sensibilidade sexual, erógena ou de prazer no reto. Ou seja, no ânus mesmo, as únicas sensações físicas recebidas com o pênis são desconforto e dor. É claro que o maior órgão sexual que temos é cérebro, o que pode indicar que, num alto nível de excitação e atração pelo parceiro, talvez haja uma satisfação psicológica em estar sendo cúmplice numa aventura física de ambos. Isso explica porque muitos casais só fazem o sexo anal depois de muito relaxados por várias práticas anteriores de sexo vaginal, oral, etc. Ficando claro assim que o maior prazer existente no corpo é através do sexo normal. Há aqueles que argumentam que se houver o uso de pomada anestésica e de gel íntimo, a dor e o desconforto deixam de ser sentidos. Mas isso também é contraditório, pois com o analgésico aplicado, o prazer também será anulado. Então, pra quê fazer? Ainda a aplicação destas medicações inibitórias da sensibilidade é assumidora de que haverá agressão ao organismo. Tal falta de sensibilidade permite que as lesões sejam maiores ainda, pois a dor seria o mecanismo protetor. E a necessidade do uso de gel deixa clara a necessidade do artificial, pois num sexo normal, feito com os devidos preliminares, a vagina produz lubrificação suficiente para dispensar qualquer tipo de lubrificante. E no fim, ficará faltando àquela parte do organismo, para seu funcionamento normal, o muco seroso, que terá sido neutralizado pela pomada artificial. Nada natural. Sem o uso de anestésico e lubrificante artificiais, o sexo anal termina sendo uma prática dolorosa, humilhante e violadora.

Sendo que a mulher tem um órgão próprio para isso, porque um homem teria que submetê-la a esse tipo de atividade, se não fosse por sadismo? É o prazer em infligir dor, ensinado nos contos pornográficos e alimentado pela ilusão dos desvios comportamentais de falsa intimidade que dita que se tratar a parceira com brutalidade, conseguirá que ela tenha prazer. Isso beira à loucura. Estudos realizados entre IMLs e centros de aconselhamento familiar, ao analisar os traumas e traumatismos entre casais, deixam clara a estreita relação entre o sexo anal e o sadomasoquismo. Desvio comportamental este que vai contra a máxima bíblica de que não devemos fazer aos outros, aquilo que não gostaríamos que fosse feito a nós mesmos (Mateus 7:12). Pelo contrário, mostrando como o sexo não pode ser egoísta e deve objetivar antes dar prazer ao parceiro, a Bíblia ensina que marido e mulher, mutuamente, devem conceder aquilo que é devido à pessoa amada, entrando num consenso ao expor a forma como gostariam de ser acariciados, visando o dever de satisfazer o desejo sexual do outro, dentro das condições físicas e psicológicas que sejam naturais (1Coríntios 7:3-5).

Ainda falando do prazer, lembremos que é do relato de Sodoma e Gomorra  em Gênesis 19:4-5, com uma história paralela em Juízes 19:22, que vem o termo “sodomia”, indicando a prática do sexo anal entre parceiros do sexo masculino. Detalhando melhor,  temos que admitir que, apesar de que o reto e o ânus do homem sejam a mesma coisa que os femininos, na penetração feita no homem ainda há uma diferenciação, levemente mais sensível, mas maiormente mais perigosa. Você se lembra de que o exame de próstata é retal? Porque, encostada ao reto, está a próstata, que produz o líquido seminal que nutre os espermatozoides e permite a reprodução. À frente de desta, está o pênis. Os corpos cavernosos do pênis, que quando se enchem de sangue desencadeiam a ereção e o prazer, estão ligados à camada córnea da frente da próstata. A função original desta camada espessa de tecido cartilaginoso é proteger a próstata dos impactos frontais produzidos pelo sexo normal. Por isso, a camada somente na frente. Ou seja, quando o sexo é normal, não há nenhum problema para a próstata. Mas, se o impacto for por trás da próstata, ela vai sangrar, uma vez que ali não há nenhuma proteção além da espinha e do intestino, pois, naturalmente, não se esperava nenhuma pancada ali por trás. É aí onde entra uma ilusão vivida pelos homossexuais. Porque, ao sangrar, sem que possamos ver naturalmente, são produzidas células inflamatórias, causando o inchaço da próstata. E daí, uma vez traumatizada e com o tamanho aumentado, cheia de sangue, se levar fortes pancadas (e, para que seja atingida pelo anus, os impactos têm que ser violentos), irá jogar sangue no feixe nervoso que está à frente da mesma e ligado aos corpos cavernosos do pênis. Isso pode provocar uma ereção. E se continuar batendo com força suficiente, e a próstata estiver com a hiperplasia suficiente, talvez lá pela quarta ou quinta experiência poderá até sensibilizar os corpos cavernosos o suficiente para que aja uma ejaculação. Mas se esta prática vira um hábito, a próstata passa também a produzir células displásicas. Talvez seja por este contexto neoplásico que o índice de câncer de próstata entre os homossexuais é de 68%, enquanto que da população normal é de 18%. Ou seja, a prática sexual anal entre homens pressupõe a chance aumentada do surgimento do câncer de próstata. Se para ser prazeroso tem que ser traumático, como pode o sexo anal ser natural?  A Bíblia se posiciona contra qualquer coisa similar. Em Levítico 20:13; 18:22 e Deuteronômio 23:17-18 estão claras citações contrárias ao relacionamento sexual não hétero-genital , considerando-o abominável aos olhos de Deus, punível mesmo com a morte.

Num sexo normal, praticado de maneira hétero e monogâmica, não há a necessidade do uso de proteção quanto a doenças. Agora, se feito entre os homens, nele pode ocorrer infecção urinária por contaminação da uretra, decorrente de sexo anal sem preservativo. Sem contar o auto risco do contágio das DSTs. Então, se para ser seguro o sexo anal sempre precisará de uma borracha artificial (sem contar os demais produtos citados acima), como pode ser normal? A Bíblia deseja o bem do ser humano. O Novo Testamento, que continua a usar o termo “sodomia” (1Coríntios 6:9), também condena o ato homossexual (Romanos 1:27; 1Timóteo 1:9-11) de forma muito clara, porque, biblicamente, corpo humano é considerado o templo do Espírito Santo (1Coríntios 3:16, 17; 6:19, 20). É algo sagrado, que não deve sofrer lesões e precisa ser cuidado para que qualquer tipo de anormalidade não prejudique seu bom funcionamento.

Não tenho dúvida em dizer que Paulo de Tarso terminaria esse arrazoado comentando assim: “Tudo me é permitido, mas nem tudo convém”. Por quê? Porque “vocês foram lavados, foram santificados, foram justificados no nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito de nosso Deus” (1Coríntios 6:11-12)”. “Vivam da maneira digna da vocação que receberam” (Efésios 4:1)”. “Assim, quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus (1Coríntios 10:31)”.

Que Deus lhe abençoe ricamente,

Pr. Valdeci Jr.


Este texto traz o conteúdo adaptado de 
Seminário: Sexualidade - com a expositora Anete Guimarães (Rio de Janeiro/RJ) no 18º EMERJ em Jales/SP, realizado em 24/07/2011 no Grupo União Espírita Caminho da Esperança, palestra da expositora disponível no Youtube.
 e ampliado.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

A ÚNICA ESPERANÇA! Encontre o Real Sentido da Vida

Você conhece o livro do ano? O livro de 2014 está simplesmente fantástico! Eu não o li, eu o comi! Com casca e tudo! Fez muita diferença na minha vida. E já estou podendo ajudar muitas outras pessoas, por ter lido o bendito livro, de apenas 109 páginas. Vou lhe dar um breve resumo do mesmo.

Depois de matar o loiro e deixar a esposa baleada, anos de penitenciária e tornar-se um lixo, Evaldo, junto com toda a família, encontrou esperança no livro. O ser humano se mete em cada emboscada. Pedro Paulo jamais sonhara em ser um traficante. As drogas trazem a morte, e este seria o seu caminho, se não tivesse também encontrado o livro. Foi o mesmo livro que o Ivair apresentou para o patrão. O poderoso João Carlos, que apesar de rico não era feliz e estava para morrer de estressado, se no dia certo, não tivesse se encontrado com a esperança correta... Ufa! Escapou por pouco!

Sabe por quê a tragédia tinha batido às portas de Cristian e Adolfo? Por falta de princípios. Conhecer e viver os princípios de esperança corretos pode, literalmente, livrar qualquer pessoa da morte. E no caso destes pai e filho, a ausência dos mesmos chegou pra roubar-lhes a vida. Mas o Adolfo encontrou uma porta de esperança. Sabe como? Do mesmo jeito que a Sandra, a médica que não via sentido para a vida, precisava de conselhos, e os encontrou no dito livro.

Você já enfrentou o câncer mortal, face-a-face? Talvez não em você, mas em alguém que você muito amasse... E daí, como sair dessa? Quer saber como? Leia o capítulo seis do livro A Única Esperança, na realidade, “A Grande Esperança”. Você sabe no que podemos nos agarrar quando somente nos resta a morte? Naquilo que existe além da morte. O quê? Alejandro Bullón discute isso no ambiente acadêmico e muda o rumo dos universitários.

 Agora, se existe algo que qualquer um gostaria de ter, é a “Esperança de Prosperidade”. E se existe algo que também causa nojo em muita gente é a tal da teologia da prosperidade, pregada pelas neo-igrejas mercantilistas. E daí, a prosperidade é de Deus, ou não? O livro tem a resposta. De qualquer forma, do ponto em que você estiver, você pode tomar um recomeço em sua vida. Mesmo que ela esteja sombria. Porque até o Renan, coronel da polícia militar formado nos rigores da disciplina da corporação, conseguiu entender o valor maior do sangue.


Estou falando do real sentido da vida, não em teoria, mas na prática da vida dos vários personagens, reais, do livraço de Alejándro Bullón, e que precisa estar presente no personagem tão importante, que é você. Não deixe de ler “A Única Esperança”! O livro pode ser lido em formato digital e enviado a amigos, totalmente grátis! Clique Aqui.

Um abraço, boa leitura e Feliz 2014!
Valdeci Jr.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Feliz Ano Novo!



Neste ano de 2013, ganhei um presente muito especial e sinto que preciso compartilhar com você. Desde que a Sara nasceu, todos olham pra ela e me perguntam: "De quem são estes olhos, Fátima?" Sempre disse que deveria ser uma mistura, pois muitos da minha família possuem olhos claros. Mas me surpreendi em um determinado dia, quando meu tio, após observar a Sara por um bom tempo e tentar desvendar com quem os olhos dela pareciam, finalmente me disse: "Fátima, estes olhos são iguais aos da sua mãe!" Na hora, quase chorei, mas contive as lágrimas

O fato é que sinto vontade de chorar sim, mas é de alegria, muita alegria. Explico: faz 29 anos que perdi o ser humano mais precioso pra mim: minha mãe. Nunca entendi ao certo porque isso aconteceu, mas sempre confiei no Deus a quem eu amo e sirvo de que Ele está controle de todas as coisas e sabe o que é melhor para cada um de nós. De forma bem especial, cuidando de cada detalhe da minha vida, Ele tem cuidado de mim. Mas Ele me surpreendeu ao me dar "um pedacinho da minha mãe" na minha filha. Sinto no meu coração um grande EU TE AMO FÁTIMA do Pai do Céu.

No último dia do ano, revolvi compartilhar isso com você para lhe dizer que Deus tem maneiras especiais de nos demonstrar Seu amor. Acredite: em 2014, o Eterno estará com você! Nunca deixe de segurar a mão dEle! Nos braços de amor do Eterno, você encontrará alívio, consolo, descanso, paz... Digo isso por experiência própria. E assim como Ele tem cuidado de mim com tanto amor, vai fazer isso por você também. A todos os meus amigos e familiares que eu amo, feliz 2014!


Fátima Silva

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

BÍBLIA! - Revisão Geral da Bíblia

Estou comovido ao choro. Pela segunda vez, chegamos ao final de uma sequência de comentários cobrindo todo o ano-bíblico. Some-se todos os dias de um ano, esta é a meditação número “731”. Quando olho para trás, meu coração enche-se de alegria como em poucas vezes em minha vida. É uma espécie de gratidão inexplicável, pelo privilégio que Deus nos deu, de ter um contato tão íntimo com Sua palavra. Tenho muito que agradecer também à rainha da minha vida, Fátima Silva, por ajudar, silenciosamente, a compor estes textos. O jeito com que contribuiu para os conteúdos torna-lhe mais que uma co-autora, mas sim, “a” autora, pois minhas mãos não se debruçariam a esta tábua, sem o impulso motor que ela sempre me proporcionou. Obrigado, Jesus!
E você, ao olhar para trás, como descreve seu histórico de contato com a Bíblia? Já parou para pensar porque o estudo da Bíblia vem a ser tão distinto da leitura de qualquer outro livro? Para Wilson Paroschi, o primeiro requisito para quem deseja entender as Escrituras é aceitar sua natureza sobrenatural e origem divina. “O segundo ponto”, declara este teólogo, “é lembrar que a Palavra de Deus, que também tem uma dimensão humana, possui várias características que impedem sua compreensão imediata ou automática: tempo, cultura e língua diferentes da nossa. É verdade que o Espírito ilumina a mente do estudante sincero, mas costuma-se dizer que Deus não faz por nós aquilo que podemos fazer por nós mesmos. Por isso, é preciso buscar essas informações contextuais em fontes alternativas”.
Há quem pergunte: “O que faço? Não consigo crer na Bíblia como a Palavra de Deus!”. Se este é também um suspiro seu, antes de tudo, há algo maravilhoso que você precisa estar plenamente seguro: Deus lhe ama. Embora você não consiga acreditar em muitas coisas, Ele não está cobrando de você fé para poder amá-Lo. Ele simplesmente o ama. Só que, se um dia você conseguir crer, descobrirá outra dimensão da vida, e conseguirá ser muito mais feliz do que é hoje. Não sinta culpa por não crer. Mas em algum momento fique a sós com Deus e diga: "Senhor, não consigo crer, não consigo ter fé, mas preciso ser feliz e se ter fé é o que está faltando em minha vida, então, por favor, dá-me um coração capaz de crer".
Como um dos melhores modelos de estudo da Bíblia, o Dr. Paroschi sugere o ano-bíblico. No período em que vivemos, marcado por tanta confusão, às beiras de tantas crises, precisamos voltar a considerar a Bíblia como a autoridade suprema do nosso dia-a-dia.
A Deus seja toda honra e glória!

Valdeci Júnior

Fátima Silva

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

“MERECE CONFIANÇA O NOVO TESTAMENTO?” - Revisão do Novo Testamento

O título acima é da obra de Frederick Fyvie Bruce. Todavia, é realmente necessária, a investigação da validade histórica do Novo Testamento? A ética e a mensagem positivas do Sermão do Monte e dos evangelhos não são suficientes? Bruce responde a essas objeções dizendo que isso pode valer para qualquer religião ou sistema filosófico, mas, o cristianismo tem sua validade profundamente arraigada na história, porque é mais do que os ensinamentos de Cristo, é a história da Salvação que começou na Queda e culmina em um fato histórico: a ressurreição do Filho de Deus.
As bases para a fidedignidade do Novo Testamento são muito superiores, quando comparadas às bases para a fidedignidade de textos clássicos da antiquidade. A Íliada de Homero que tem 643 manuscritos antigos e 500 anos separam o original da primeira cópia. O Novo Testamento tem mais de 5600 manuscritos e 50 anos entre os originais e a primeira cópia. Se o crítico quiser rejeitar os textos do Novo Testamento como lendários ou não confiáveis terá que emitir o mesmo julgamento em relação a praticamente todos os textos antigos Mas o que acontece na realidade é um julgamento bastante injusto. De dois pesos e duas medidas. O que se exige do Novo Testamento não se exige de nenhum outro texto antigo
E tudo isso é baseado num pressuposto naturalista não justificado. Se relata milagres, logo, é falso, pressupõe arbitrariamente os críticos. E contra isso não há evidência textual e histórica que possa vencer. Mas raiz do problema não está na História, e sim em pressupostos filosóficos injustos e arbitrariamente aplicados à teologia. É claro, não podemos ser ingênuos a ponto de acreditar que cada vírgula do Novo Testamento pode ser comprovada histórica e textualmente.
Mas o que importa na avaliação de um texto histórico são os pontos centrais, e nesses pontos o Novo Testamento passa por qualquer prova. A partir desses particulares, inferimos quanto ao universal. Para aqueles que têm fé há base segura para crer. Se confiamos em um historiador qualquer por observarmos que suas conclusões são coerentes com a realidade, podemos igualmente confiar nos autores do Novo Testamento, pois estes são igualmente - senão mais - coerentes com os fatos históricos.
Certa vez, Hegel estava dando uma aula de filosofia da história e um aluno lhe replicou “Mas, Professor, os fatos lhe são contrários”. A resposta de Hegel? “Tanto pior para os fatos!” !?!?! Assim procedem os que criticam a Bíblia: nada de racional. Se um cético analisar imparcialmente a história dos textos neo-testamentários terá duas opções: admitir a confiabilidade destes, ou negar a sua própria racionalidade.


Valdeci Júnior

Fátima Silva

domingo, 29 de dezembro de 2013

FINISHED! - Apocalipse 20-22

“Aleluia!”, é a palavra que resumiria a leitura destes dias, em especial, a de hoje, destacando ainda, Apocalipse 19. Porque a melhor de todas as notícias do universo é contada pelo final deste livro: “enfim, todo o mal acabou, e o bem reina pleno, para sempre”. Continuando com a ajuda do livro “O Grande Conflito”, concluímos aqui o pensamento bíblico do desfecho da História da humanidade.
Todos os tesouros do Universo estarão abertos ao estudo dos remidos de Deus. Livres da mortalidade, alçarão vôo incansável para os mundos distantes - mundos que fremiram de tristeza ante o espetáculo da desgraça humana, e ressoaram com cânticos de alegria ao ouvir as novas de uma alma resgatada. Com indizível deleite os filhos da Terra entram de posse da alegria e sabedoria dos seres não caídos. Participam dos tesouros do saber e entendimento adquiridos durante séculos e séculos, na contemplação da obra de Deus. Com visão desanuviada olham para a glória da criação, achando-se sóis, estrelas e sistemas planetários, todos na sua indicada ordem, a circular em redor do trono da Divindade. Em todas as coisas, desde a mínima até à maior, está escrito o nome do Criador, e em todas se manifestam as riquezas de Seu poder.
E ao transcorrerem os anos da eternidade, trarão mais e mais abundantes e gloriosas revelações de Deus e de Cristo. Assim como o conhecimento é progressivo, também o amor, a reverência e a felicidade aumentarão. Quanto mais aprendem os homens acerca de Deus, mais Lhe admiram o caráter. Ao revelar-lhes Jesus as riquezas da redenção e os estupendos feitos do grande conflito com Satanás, a alma dos resgatados fremirá com mais fervorosa devoção, e com mais arrebatadora alegria dedilharão as harpas de ouro; milhares de milhares, milhões de milhões de vozes se unem para avolumar o potente coro de louvor.
"E ouvi a toda a criatura que está no Céu, e na Terra, e debaixo da terra, e que está no mar, e a todas as coisas que neles há, dizer: Ao que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro, sejam dadas ações de graças, e honra, e glória, e poder para todo o sempre." (Apocalipse 5:13).
O grande conflito terminou. Pecado e pecadores não mais existem. O Universo inteiro está purificado. Uma única palpitação de harmonioso júbilo vibra por toda a vasta criação. DAquele que tudo criou emanam vida, luz e alegria por todos os domínios do espaço infinito. Desde o minúsculo átomo até ao maior dos mundos, todas as coisas, animadas e inanimadas, em sua serena beleza e perfeito gozo, declaram que Deus é amor.
Fonte: “O Grande Conflito”, 678.


Valdeci Júnior

Fátima Silva

sábado, 28 de dezembro de 2013

NA PRÁTICA... - Apocalipse 18-19

Na meditação de ontem, teorizei que o livro “O Grande Conflito” é um ótimo material para ajudar a entender o Apocalipse. Abaixo, mostro isso na prática:
Durante mil anos Satanás vagueará de um lugar para outro na Terra desolada, para contemplar os resultados de sua rebelião contra a lei de Deus. Durante este tempo os seus sofrimentos serão intensos. Desde a sua queda, a sua vida de incessante atividade baniu a reflexão; agora, porém, está ele despojado de seu poder e entregue a si mesmo para contemplar a parte que desempenhou desde que a princípio se rebelou contra o governo do Céu, e para aguardar, com temor e tremor, o futuro terrível em que deverá sofrer por todo o mal que praticou, e ser punido pelos pecados que fez com que fossem cometidos.
Ao povo de Deus o cativeiro de Satanás trará alegria e júbilo. Diz o profeta: "...no dia em que Deus vier a dar-te descanso do teu trabalho, tremor, dura servidão com que te fizeram servir, então proferirás este dito contra o rei de Babilônia [representando aqui Satanás], e dirás: Como cessou o opressor! ...." Isaías 14:3-6.
Durante os mil anos entre a primeira e a segunda ressurreição, ocorrerá o julgamento dos ímpios. O apóstolo Paulo indica esse juízo como um acontecimento a seguir-se ao segundo advento. Leia 1Coríntios 4:5. Daniel 7:22 declara que quando veio o Ancião de Dias, "foi dado o juízo aos santos do Altíssimo". Nessa oportunidade os justos reinarão como reis e sacerdotes diante de Deus. É nesse tempo que"os santos hão de julgar o mundo". 1Coríntios 6:2. Em união com Cristo julgam os ímpios, comparando seus atos com o código - a Escritura Sagrada, e decidindo cada caso segundo as ações praticadas no corpo. Então é determinada a parte que os ímpios devem sofrer, segundo suas obras; e registrada em frente ao seu nome, no livro da morte. Igualmente Satanás e os anjos maus serão julgados por Cristo e Seu povo (1Coríntios 6:3; Judas 6).
Ao fim dos mil anos ocorrerá a segunda ressurreição. Então os ímpios ressuscitarão dos mortos, comparecendo perante Deus para a execução do "juízo escrito". Assim, o escritor do Apocalipse, depois de descrever o ressurgir dos justos, diz: "Mas os outros mortos não reviveram, até que os mil anos se acabaram." Apoc. 20:5. A respeito dos ímpios Isaías declara: "Serão amontoados como presos numa masmorra, e serão encerrados num cárcere, e serão visitados depois de muitos dias." Isa. 24:22.
Releia estes fatos na leitura de hoje. Lembre-se que esta história continua amanhã. Porém, sua história, deve durar para sempre! Portanto, prepare-se!
Fonte: “O Grande Conflito”, 660-661.


Valdeci Júnior

Fátima Silva

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

O GRANDE CONFLITO - Apocalipse 15-17

Reconheço que nosso espaço aqui é limitadíssimo para comentarmos tudo o que é preciso a respeito de tantos significados importantes das profecias do Apocalipse. Se eu fosse resumir a leitura de hoje em poucas palavras, diria que ela representa o fato de que há um grande conflito cósmico acontecendo neste exato momento, com uma influência tão forte em todas as ações humanas, que, em breve, isto culminará num verdadeiro fim de mundo. Falando sério!
Mas não quero deixar-lhe na mão, na busca por um entendimento tão sério. O melhor livro que conheço na ajuda para o entendimento destes mistérios é “O Grande Conflito”, da Casa Publicadora Brasileira (Fone 0800 976 06 06). Esta leitura é um requisito indispensável de sobrevivência espiritual de todos os cristãos que vivem no tempo do fim, porque no grande conflito entre o bem e o mal, a impressão que se tem é a de que o mal está levando a melhor. As notícias são desanimadoras - violência, fome, desemprego, doenças, acidentes e outras calamidades estão na ordem do dia. Os meios de comunicação podem lhe dizer o que está acontecendo. Mas este livro revela por quê. E diz também o que você jamais ouvirá no noticiário: o que ainda está por acontecer. Anime-se. A guerra está no fim e você ainda pode escolher de que lado estará quando tudo terminar. Esta literatura é “a narrativa mais importante sobre os acontecimentos que mudarão o seu futuro”.
Se você quiser conhecer a versão digital deste livro, acesse o site www.ograndeconflito.com.br . Nele há o livro completo online, espaço para comentários (sobre cada capítulo) serem escritos pelas pessoas que lêem o livro no site, o curso O Grande Conflito, um espaço para você recomendar a leitura do livro a alguém, além de estar diretamente linkado com a CASA, a fim de que a pessoa possa comprar o livro, também, se desejar. Comentários do “O Grande Conflito” também podem ser lidos no Twitter, diariamente. É só segui-lo. Convido você a acessar e se, por acaso, você tiver pessoas especiais com as quais gostaria de compartilhar as informações importantes que este livro possui, convide-as para a leitura ou para o curso bíblico.
Outro livro, de leitura mais simples e acessível, que ajuda a entender o que você está lendo, por estes dias, na Bíblia, é “O Terceiro Milênio e as Profecias do Apocalipse”, de Alejandro Bullón, da mesma editora (www.cpb.com.br). “Este livro mostra que não precisamos ter receio quanto ao que está por vir e fornece respostas aos mais profundos anseios humanos. E tudo isto baseado na Bíblia, a fonte mais segura”.
Enfim: leia, e prepare-se!



Valdeci Júnior

Fátima Silva

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

AS DUAS TESTEMUNHAS - Apocalipse 12-14

Como prometi na meditação anterior, hoje vou comentar a leitura de ontem. E quero falar sobre as duas testemunhas de Apocalipse 11: O Antigo Testamento e o Novo Testamento. Que semelhança há entre o Velho e o Novo testamentos? Leandro Quadros explica-nos que, “para termos uma resposta concreta e bíblica para essa pergunta, precisamos levar em conta algumas coisas”:
1)A Bíblia que Jesus possuía continha apenas os livros do Antigo Testamento. Os evangelhos e cartas do Novo Testamento vieram a existir bem depois, quando a igreja cristã (após Cristo ter subido ao Céu) reuniu os escritos dos apóstolos para preservá-los. Portanto, quando Jesus diz em João 5:39 para examinarmos as Escrituras, Ele está dizendo: estudem o Velho Testamento, que era, de acordo com Phillip Yancey, “a Bíblia que Jesus lia”!
2) A Bíblia que os apóstolos tinham era o Antigo Testamento. Quando Paulo disse para “pregarmos a Palavra” (2 Timóteo 4:2), ele estava se referindo a todos os escritos dos profetas antigos.
3) Jesus disse que não acreditar nos escritos de Moisés seria o mesmo que não acreditar nEle! Veja: “Se vocês cressem em Moisés, creriam em mim, pois ele escreveu a meu respeito. Visto, porém, que não crêem no que ele escreveu, como crerão no que eu digo?” “João 5:46, 47”.
Portanto, dizer que o Antigo Testamento foi abolido  (refiro-me ao feixe de livros) é uma heresia que deve ser rejeitada e combatida por todo cristão que ama a Palavra de Deus.
Que parte da Bíblia Jesus usava para explicar o evangelho?
O Velho e o Novo Testamento são uma coisa só. Não foi Deus quem criou a divisão dos livros da Bíblia em “Velho” e “Novo”, e sim os homens. Não que isso seja errado, pois serve para separamos “nominalmente” os livros, para fins didáticos (até facilita a procura dos textos); mas, não devemos separar os escritos do Antigo e Novo Testamento em nível de doutrinas, ensinos e validade, pois tudo veio do mesmo Deus.
O Novo Testamento não foi escrito para abolir o Velho Testamento, mas para confirmá-lo e completá-lo. Tanto que o Novo Testamento faz aproximadamente cerca de 637 referências ao Velho Testamento!
Os nomes “Novo” e “Velho” Testamento, que identificam e divisão das duas partes da Bíblia, vieram a existir posteriormente. O Novo Testamento recebeu tal identificação no ano 200 d.C e o Velho, em 326 d.C.
Portanto, para Deus não há divisão da Bíblia. Todos os livros da Bíblia, sejam do Antigo ou do Novo Testamento, foram criados por Deus e são úteis para nos guiar no caminho da salvação (2Pedro 1:21 e 2Timóteo 3:16)
A Bíblia é uma só!



Valdeci Júnior

Fátima Silva

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

CONFUSÃO NATALINA - Apocalipse 10-11

Dada a importância da data, vou comentar a leitura de hoje amanhã, e a de amanhã, hoje. “Ela estava grávida e gritava de dor, pois estava para dar à luz... Ela deu à luz um filho, um homem, que governará todas as nações com cetro de ferro. Seu filho foi arrebatado para junto de Deus e de seu trono... Então ouvi uma forte voz dos céus que dizia: ‘Agora veio a salvação, o poder e o Reino do nosso Deus, e a autoridade do seu Cristo’” (Apocalipse 12).
O que o Natal representa para a sociedade? Em primeiro lugar, comércio. Em segundo lugar, feriado cheio de festas. Estas duas coisas são vazias em significados. Aí é onde entramos, como cristãos, pois como cristianismo, lidamos com significados. E isso tem a ver com o “terceiro lugar”: o nascimento de Jesus. Quando um sem-igreja, que gosta de pensar mais um pouquinho e buscar saber o que este feriado e festas significam, esta é a resposta popular que encontra.
Então, imagine. Ele busca por significados, pois quer encontrar um significado que faça sentido para sua vida. Nos shoppings e lojas, vê uma pompa riquíssima, de encher os olhos, em comemoração à data, porém, vazia de significados. Nos clubes, reuniões de amigos e entretenimentos, encontra uma ‘alegria’ e uma confraternização tremendamente marcantes, também rasas em significados. Aí ele pensa: “bom, se o significado desta data é, principalmente, o nascimento do Cristo, então, vou até os cristãos”. E nessa, ele procura uma igreja cristã.
Assim, em sua busca, a primeira que encontra, para sua infelicidade, é uma igreja bem arraigada à tradição farisaica, cheia destes que discordam do Natal por razões desconexas. Chega, passa pela porta, salão adentro, e ninguém o nota (o que não é difícil de acontecer). Olha o ambiente. Na suposta casa de Cristo não há nada que lembre o nascimento dEle. Senta-se, e assiste a programação inteira. O estudo bíblico é sobre o povo do deserto (que coisa mais estranha, para este pós-moderno). O sermão é sobre um tal de “Espírito de Profecia” (o que é isso?). No encontro dos supostos Cristãos, na data (ou véspera) do nascimento dEle, ninguém fala sobre o assunto ou se alegra pelo mesmo. “Opa! Tô no Lugar Errado!”.
Que ironia mais incoerente. Muitos supostos cristãos acusam os próprios cristãos por comemorarem o Natal. Enquanto as pessoas do mundo secular sem religião falam de fraternidade, confraternização, amor, paz, alegria, família, passeio, festas e presentes, alguns destes religiosos aqui degladeiam-se em ataques de idéias (como donos da verdade), ofensas, indiferenças, friezas, apegos a regras legalistas, etc. Os não-cristãos demonstrando piedade. Os “cristãos” demonstrando falta de piedade. No sentido correto da palavra, quem são os ímpios?
Feliz Natal!

Valdeci Júnior

Fátima Silva

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

CULTURA MUSICAL - Apocalipse 07-09

A leitura de hoje é toda recheada de louvores cantados a Deus, pelos seres humanos, mas, no Céu. Por enquanto, costumamos louvar a Deus, mas não ainda num contexto celeste. A música de adoração usada na igreja é uma questão de gosto, cultura e legenda. E a música do Céu.
Quando perguntam-me: “qual é a melhor música para ser cantada na igreja?” costumo responder que a música na igreja deve louvar e adorar, pois a casa de Deus é lugar para adorá-Lo. “Tal cântico serve de instrumento de prestação de culto, de adoração?”. Se a música não puder conduzir os adoradores à veneração ao sagrado, não é apropriada para a igreja. Mas isto não quer dizer que, se não serve para ser usada na igreja, então é pecaminosa. Porque em toda adoração deve haver louvor, mas nem sempre há adoração em todo louvor. Diante de tanta diferença de gostos e formações culturais geradas pela tranculturação interna dentro da nossa sociedade brasileira, nossos músicos precisam ter uma flexibilidade e bom senso muito grandes para produzir musicas que se adéqüem a diferentes contextos de adoração. Como este leque é bem extenso, poderá haver músicas que sirvam para adoração em um contexto, e em outro não. Precisamos musicar seguindo o conselho de Paulo em 1Tessalonicenses 5:51, analisando o contexto e as pessoas que participarão. Se a música levar a maior parte das pessoas a Jesus, num espírito de adoração e louvor, sem ruído de comunicação, ela é adequada; caso contrário, deve ser substituída (mas tal substituição não quer dizer que em outro contexto a música não seja adequada), a despeito dos gostos particulares.
Quase tudo que cantamos aqui, não servirá para ser cantado na eternidade. Mas até onde vai o equilíbrio de sermos cultos cidadãos da Terra e do Céu ao mesmo tempo? Se quisermos esquecer-nos das coisas que para trás ficam e prosseguir para o alvo, devemos estabelecer como padrão, o alvo. Deus aprova nossos costumes uma vez que sigamos o conselho dado através de Paulo em Filipenses 4:8. Uma vez que observarmos os diferentes aspectos das canções que usamos, como ritmo, harmonia, melodia, instrumentos, maneira de interpretação, acordes, etc., e deixarmos que suas influências seculares sejam moldadas e substituídas pelas celestes, estaremos em conformidade com o padrão de 1Coríntios 10:31.
Se a música espelha o padrão cultural, nossa expressão do Reino dos Céus através do canto se dará à proporção da adoção dos fatores culturais do Céu em nossa vida. Se não os temos, sejamos receptores da transculturação entre a nossa cultura e a do Céu ao selecionarmos músicas que consigam inserir em nós os seus atributos culturais.

Valdeci Júnior

Fátima Silva

SÍMBOLOS APOCALÍPTICOS = Apocalipse 04-06

Como nosso espaço não permite explicar a infinidade de detalhes proféticos do Apocalipse, abaixo, listarei alguns dos seus símbolos, que lhe ajudarão, de uma maneira geral, a estudar este livro.
ABISMO: Terra em caos, sem forma e vazia (Gênesis 1, 2; Jeremias 4:23-28; Isaías 24:1-4, 19; Apocalipse 20:1-3).
ÁGUAS: Área habitada, pessoas, nações (Apocalipse 17:15).
ÁGUIA: Rapidez, força, visão, proteção (Deuteronômio 28:49; Habacuque 1:6-8; Apocalipse 12:14).
ANGÚSTIA: Teste, provação (I Coríntios 3:13; Hebreus 12:29; Isaías 33:14).
ANJO: Mensageiro (Daniel 8:15; 9:21; Lucas 1:19; Hebreus 1:14).
ARCA DO TESTEMUNHO: Arca do concerto, lugar de misericórdia, onde Deus habita (Êxodo 25:10-22; Salmos 80:1)
ARCO: Sucesso na batalha contra o mal (Salmos 7:11,12; 45:4,5)
ARCO-ÍRIS: Sinal do concerto (Gênesis 9:11-17)
ASAS: Rapidez (Habacuque 1:6-8; Jeremias 4:13; Êxodo 19:4)
BABILÔNIA: Religião apóstata, confusão (Gênesis 10:8-10; 11:6-9; Apocalipse 18:2, 3; 17:1-5)
BALAÃO, doutrina de: Valoriza seus próprios interesses, compromisso, idolatria (Números 22:5-25)
BESTA: Reino, governo, poder político (Apocalipse 17:8-11)
BRANCO: Pureza (Salmos 51:7, 1:18)
CABEÇAS: Governantes, legisladores, poderes supremos (Daniel 7:6; 8:8,22; Apocalipse 17:3-10)
CAVALO: Símbolo da batalha (Êxodo 15:21; Isaías 43:17; Jeremias 8:6; Ezequiel 38:15; Zacarias 10:3) – Representantes especiais, anjos (Zacarias 1:8-10; 6:1-8)
CHAVE: Controle, jurisdição (Isaías 22:22; Mateus 16:19)
CHAVE DE DAVI: Poder para abrir e fechar o santuário (Apocalipse 3:7,8; Isaías 22:22)
CHIFRES: Força e poder (Deuteronômio 33:17; Zacarias 1:18,19) – Rei ou reino (Salmos 88:17; Daniel 8:5, 21,22)
19 – COLÍRIO: Espírito Santo nos ajuda a ver a verdade, discernimento para compreender a Palavra, antídoto para a cegueira espiritual (Efésios 1:17-19; Salmos 119:18; Jeremias 2:20,27; João 16:7-13; 18:37; 3:11; Apocalipse. 1:5; 3:14; 19:11)
COMERCIANTES: Defensores dos ensinos de Babilônia (Isaías 47:11-15; Naum 3:16; Apocalipse 18:3, 11, 15, 23)
COMER O LIVRO: Assimilar a mensagem (Ezequiel 3:1-3; Jeremias 15:16)
CORDEIRO: Jesus / Sacrifício (João 1:29; I Coríntios 5:7; Gênesis 22:7,8)
COROAS: Realeza, vitória (I Crônicas 22:2; II Reis 11:12; Ezequiel 21:26,27; Tiago 1:12; II Timóteo 4:7,8; I Coríntios 9:25)
DIA: Ano Literal (Ezequiel 4:6; Números 14:34)
DIA DO SENHOR: O sábado (Isaías 58:13; Mateus 12:8; Êxodo 20:10)
DRAGÃO: Satanás e seus agentes (Isaías 27:1; 30:6; Salmos 74:13,14; Apocalipse 12:7-9; Ezequiel 29:3; Jeremias 51:34)
DUAS TESTEMUNHAS: Velho e novo testamento (João 5:39; Zacarias 4:1-14; Salmos 119:130,105; João 12:48)
EGITO: Símbolo do ateísmo (Êxodo 5:2)
ESPADA: Matança, destruição (Isaías 3:25; 13:15; Atos 12:1,2; Jeremias 48:2)
ESPADA DE DOIS GUMES: Palavra de Deus, Espada do Espírito (Efésios 6:17; Hebreus 4:12; Mateus 10:34; Isaías 49:2)
ESPADA DO CORDEIRO: Nova Jerusalém (Apocalipse 19:7-9; 21:2, 9, 10)
ESTRELAS: Anjos (Apocalipse 1:16, 20; 12:4; 7-9; Jó 38:7)
Como você pôde perceber, a lista continua. Se quiser recebê-la completa, escreva-nos, e lhe enviaremos a mesma.
Que Deus lhe abençoe.

Valdeci Júnior

Fátima Silva

INTRODUÇÃO AO LIVRO DO APOCALIPSE - Apocalipse 01-03

João introduz este livro como sendo uma “revelação de Jesus Cristo” como objetivo de “mostrar aos seus servos as coisas que em breve devem acontecer” (v. 1).  Ao estudarmos este livro devemos ter a mente aberta para “enxergar” Jesus, o qual se “revela” como aquele que está no controle da grande controvérsia entre o bem e o mal; e não somente isto, mas também é o Redentor da humanidade, e Aquele que restaurará este planeta ao seu estado original, entregando-o para ser a morada permanente de todos quantos O aceitam como seu Salvador.
Apocalipse 3:1 pronuncia uma tríplice bênção: 1) “Feliz aquele quê lê.” Provavelmente é uma alusão à pessoa que fazia a leitura pública das Escrituras ou de uma Epístola (Col. 4:16;2 Tess.5:27); esta prática, aparentemente, era um reflexo do costume entre os judeus de ler “a lei e os profetas cada sábado” na sinagoga (Luc. 4:16,17; Atos 13:15,27. 15:21); 2) “aqueles que ouvem”. Naturalmente, os ouvintes seriam grandemente beneficiados com a mensagem de Apocalipse; 3) “E guardam o que nela está escrito”. Esta parece ser a maior bênção. Em Grego, a forma verbal dá idéia de “continuação”, guardar habitualmente, observar e obedecer as admoestações deste livro (comp. Mat. 7:21-24). Os versos 4-5 apresentam uma saudação inicial procedente da Santíssima Trindade. É como se dissessem: “Nós três vos oferecemos graça e paz”.
Mas o personagem central do Apocalipse é Jesus. Logo no incício do livro encontramos sete expressões para descrever a pessoa de Cristo:
1)         Fiel testemunha;
2)         Primogênito dos mortos;
3)         Soberano dos reis da terra;
4)         Aquele que nos ama;
5)         Pelo seu sangue nos libertou dos nossos pecados;
6)         Nos constituiu reino;
7)         Sacerdotes para o seu Deus e Pai.
A interação de Jesus com o nosso planeta também é muito destacada no livro do Apocalipse. No primeiro capítulo, os versos 4-6 focalizam a primeira vinda de Jesus, enquanto o v. 7 descreve a Sua volta, na qual Ele buscará todos aqueles que escolheram negar este mundo e sofrer o que fosse, por amor do Seu nome.
Apocalipse 1:9 indica que, além de João, havia outros que também estavam sendo perseguidos “por causa da palavra de Deus”. João foi preso e exilado na ilha rochosa chamada Patmos, no mar Egeu, a uns 90 quilômetros da cidade de Éfeso. Mas mesmo assim, procurou encorajar seus irmãos sofredores, pois é através de “muitas tribulações” que nos “importa entrar no reino de Deus” (Mat. 4:17; Atos 14:22). E também. É através da “perseverança” e “paciência” que os crentes em Jesus herdarão o seu reino (Rom. 2:7; Apoc. 14:12).
Agora é a sua vez!


Valdeci Júnior

Fátima Silva

ALGUMAS CARTAS PARA VOCÊ - 2João, 3João e Judas

Você gosta de receber e ler cartas? Hoje tem três cartas para você abrir e apreciar. A princípio, uma delas foi escrita para Gaio, mas substitua o nome dele pelo seu, e personifique-se na carta, para ver que lições maravilhosas você pode tirar da mesma.
Judas escreveu “aos que foram chamados, amados por Deus”, ou seja, você, eu, todos nós cristãos. Mas, quem é a “senhora eleita” de 2João? Alguns dizem ser uma pessoa. Outros acreditam ser a igreja. Você sabe?

As evidências de que João talvez estivesse dirigindo sua carta à igreja, chamando-a de “senhora eleita, são os seguintes itens de coletividade, abaixo:
1)João precisou explicar que a carta era para ela, para os filhos, mas também para todos os crentes.
2)A palavra “conosco” do verso 2 mostra que a carta é tão coletiva, que é também para o próprio autor.
3)O insistente uso da palavra “vocês” (versos 6; 8; 10 e 12).

É possível ver que João esta escrevendo sua carta para uma pessoa pelo seguinte::
1)Em nenhum outro lugar a Bíblia chama a igreja de “senhora”. “Kuria” é um pronome de tratamento muito pessoal.
2)Ele dirige-se “aos seus filhos” e “também” a todos os que conhecem a verdade. Estes últimos são filhos da igreja, e não da senhora. Caso contrário, não faria sentido a diferenciação comparativa.
3)É pela razão acima que a epístola ora é pessoal, ora é coletiva.
4)Se a direção ao plural fosse para dizer que não existia um destinatário pessoal, então ele nem deve ter mandado a carta, porque era para ele também.
5)Note que o verso 4 diz “alguns dos seus filhos” e não “vocês”.
6)O pronome pessoal do caso oblíquo “lhe”, do verso 5, é muito pessoal.
7)Observe a expressão “os filhos da sua irmã” do verso 13:
            a)Quando a Bíblia usa “mulher” para igreja verdadeira, a mulher é sempre singular, porque, nesta figuração, apenas uma mulher faz toda a representação universal do povo de Deus.
            b)Se não fosse pessoal, a expressão deveria ser “seus filhos daqui”.

A conclusão é que João escreveu para uma senhora, pessoa real e física, e também para um grupo maior de outros crentes, que pudessem vir a ler a carta, como por exemplo você, em sua leitura bíblica de hoje.
Mas a melhor de todas as conclusões é:
“Àquele que é poderoso para impedi-los de cair e para apresentá-los diante da sua glória sem mácula e com grande alegria, ao único Deus, nosso Salvador, sejam glória, majestade, poder e autoridade, mediante Jesus Cristo, nosso Senhor, antes de todos os tempos, agora e para todo o sempre! Amém (Judas 24-25)”.


Valdeci Júnior

Fátima Silva