domingo, 12 de outubro de 2014

O Pecado de Jerusalém e a Sua Redenção

Sofonias ensina que o coração pobre é o único que ama sem limites, que pratica a justiça e põe sua esperança em Deus. É claro que esse parâmetro de pobreza-riqueza, ainda que ilustrado pelos bens materiais, transcende aos mesmos.
É possível que um coração que possua muitos bens não tenha espírito altivo, assim como também é possível que um coração destituído de bens esteja cheio de orgulho. Jesus explicou bem isto, quando disse que bem-aventurados são os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus.
Mas a mensagem central deste livro é quanto à brevidade do Dia do Senhor. Sofonias faz questão de demonstrar claramente quais são as implicações da chegada deste dia da vinda de Deus, como cumprimento de todo o Seu propósito para com a humanidade. A revelação de Sofonias e dos demais profetas acerca de Deus é pálida. Na profecia, fica claro que será em Sua vinda que o Senhor se revelará em toda a Sua plenitude. E nisto está a beleza do sonho que Deus tem para nós, que pode ser apreciado no último verso do livro, como uma mensagem de esperança para nós que temos uma só fé, mas estamos dispersos por este mundo perverso: “Naquele tempo eu ajuntarei vocês; naquele tempo os trarei para casa. Eu lhes darei honra e louvor entre todos os povos da terra, quando eu restaurar a sua sorte c diante dos seus próprios olhos”, Leia Sofonias 3!
Um abraço,
Pr. Valdeci Jr.
Fonte: http://novotempo.com/audios/o-pecado-de-jerusalem-e-a-sua-redencao/ 

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Recado Para a Igreja 11 de Outubro de 2014

Conclamação à IASD central de Caxias do Sul para se reunirem diariamente às 5h30min da manhã para uma busca coletiva pela reforma da igreja, em primeiro lugar em sua liderança através da comissão de nomeações dos líderes de ministério para 2015 e também para a reforma física da fachada frontal da igreja.



Um abraço,
Pr. Valdeci Jr.

sábado, 4 de outubro de 2014

Como Vencer as Tentações Sexuais?

Não é fácil manter-se puro no mundo de hoje o qual respira e transpira sexo. Somos simplesmente bombardeados diariamente por propagandas de todos os tipos onde a mídia tenta nos vender a idéia de que o mundo gira em torno do sexo.
Nunca se fez tanto sexo e nunca houve tanta falta de amor entre os casais e entre as pessoas. Satanás tem deturpado tudo aquilo que Deus criou para o benefício do homem. Deus criou o sexo para unir o homem e a mulher em amor, mas em vez disto as pessoas estão apenas se usando mutuamente, e em conseqüência, estão cada vez mais distantes uma das outras, mais frias e tendo menos prazer.
Por estas e outras razões vale a pena esperar o momento adequado para satisfazer nossas necessidades físicas, seguindo a orientação de Deus para nossa felicidade. O maior anseio da humanidade é ter uma vida feliz, só que não existe felicidade separada de Jesus Cristo. Quando o homem tenta dar um jeitinho, pegar um atalho, dar uma " mãozinha" a Deus, é então que ele fica confuso, deprimido, atrasa a realização dos sonhos que Deus tem para ele e segue os caminhos que levam à morte.
O pior desta situação, é que para a pessoa cristã existe o problema da culpa. Por um lado ela se sente mal por não ter a chance de fazer sexo, e por outro se sente culpado por ter o desejo sexual. Na realidade dentro de nós existe este conflito constante entre a nova e a velha natureza. O que fazer então para ter uma vida vitoriosa e encontrar a paz permanente?
 Primeiramente saiba que você não é a única pessoa que passa por este dilema. O apóstolo Paulo teve experiência semelhan­te, pois fazia exatamente o que não queria e aquilo que era certo fazer, ou seja a vontade de Deus, ele não conseguia, embora quisesse. Desesperado em sua agonia, clamou a Deus: "Miserável homem que sou! quem me livrará do corpo desta morte?". Leia em Romanos 7:14-25 esta luta pessoal de Paulo e como ele encontrou a solução, se apegou na graça e na misericórdia de Jesus Cristo. 
Esta era a luta de Paulo, esta é a minha e a sua luta. A diferença entre vitória e fracasso não depende de nossas habilidades pessoais, mas sim em quem depositamos nossa confiança.
(Isaías 27:5) - Que os homens se apoderem da minha força e façam paz comigo; sim, que façam paz comigo.
Existe uma diferença entre uma necessi­dade real e legítima, e a maneira de suprir esta necessidade. A carência por sexo, afeição, companheirismo, amizade e carinho, é totalmente correta. Foi Deus quem colocou dentro de nós, seres humanos, estes sentimentos e esta necessidade de ser reconhecido. O problema está na maneira que nós utilizamos para suprir estas carências. Como elas foram criadas por Deus, sem Ele jamais conseguiremos a satisfação dos nossos desejos.
O ponto de partida para uma vida vitoriosa, é primeiramente ter certeza do perdão divino quanto a nossas falhas passadas. Cristo não veio ao mundo para condenar pecadores, mas para salvá-los.
Depois da certeza do perdão, o próximo passo é alimentar a nova natureza com a vida de Cristo, através de um relacionamento diário com Ele. Pela contemplação, através do louvor, do estudo da Bíblia, e também pela oração, somos transformados. Se contemplamos a Cristo seremos paulatinamente transformados a Sua semelhança.
Passos adicionais podem incluir: a contemplação somente do que é belo, puro, nobre e bom. A prática de algum esporte, como a natação ou até mesmo longas caminhadas. O desenvolvimento de hobbies. O hábito de interessar-se mais pelos semelhantes e ajudar pessoas necessitadas.
Seja sincero e honesto ao compartilhar com Cristo seus verdadeiros sentimentos, seus sonhos, suas decepções, suas frustrações e seus desejos. Ele está vendo sua luta e se compadece intercedendo por você junto a Deus.
Não importa qual a fraqueza pessoal ou força da tentação. Cristo é o libertador. Ele veio para libertar-nos do poder do pecado e para nos dar a paz e a alegria de uma vida em harmonia com Ele. Ele quer e pode lhe ajudar.

Tenha a certeza de que cada passo dado na direção da abstinência sexual somente estará contribuindo para sua maior felicidade nesta vida. Isto porque Deus lhe ama demais. O que ele pede é apenas para o seu bem.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

My Pray As Missionary

Dear Lord, I know that You've called me to be a missionary. So I feel myself privileged and apprehensive at the same time. Cause to share the everlasting gospel is happiness, but the Missio Dei is immense and the responsibility is huge. In order that if you called me please enable me to fulfill thy mission. Make me a good servant in your endeavor to share the gospel, with the following profile that I humbly crave and describe below.

My pray, o God, is that there is an effective employee communication that drives missional performance through me. Help me to know everything about the Institute of World Mission, in order to work harder to make it a success. That I don’t wait for my superior to filter information to me, but that I take a stand and ask the relevant questions. Let everything I say be credible and give me a close relationship with my superiors, colleagues and subordinates. To achieve this, I'm already being a self-starter. By Your grace, oh Jesus, let me be someone easily inspired and who inspires the colleagues to improve our current and future situation in the Mission. Turn me reliable, punctual and being always willing to develop myself, my neighbors and the enterprise of sharing the gospel.

I believe, Lord, that nothing happens by chance in the life of a son yours. So I'm Sure that if I got here was not by any chance. Surely the Lord has a purpose. Keep writing this story, God. I want to be a missionary with passion, here or where You send me. Please, teach me to live the practice of the incarnational witness since the deeper motives of my heart until any and all actions of my daily life. Meanwhile I'll follow confident that You have a plan for me.

Please my Christ, prepare me to function as a part of a world team, not just for my personal gain or self-fulfillment, but to achieve the greater goals of your Church as a whole. So, let me understand the purpose behind the Mission and be able to align my own goals to Your purpose.

In your mission, Lord, I want to be self-motivated and always have my eyes fixed on the desired outcomes. Help me have well-thought-out goals and a grasp of what is required of me at all times. I would like to be an independent thinker missionary, and do not go to work just to work, but to learn and grow.

Although external factors are seen as the most important, I ask you to make me be among those who look just as good on the outside as they do on the inside. I want to dress the part. Oh my Lord, let me understand the differences between the different roles missionaries are required to play and the different functions we have to attend and be always dressed appropriately. Let us (me and my family) to honor your name!

And above all, in the process of honing me as a missionary, if You cannot give me anything that I ask above, I ask You only one thing: anoint me with the power of the Holy Spirit, fully. And driven by You, I'll be the instrument You want. “However, I consider my life worth nothing to me; my only aim is to finish the race and complete the task the Lord Jesus has given me—the task of testifying to the good news of God’s grace (Acts 20:24)”.



In Your hands, 

missionary

Valdeci Jr.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

¿Quién es ese joven?

Fuerte, hermoso, de elegante cabellera… ¡No estoy hablando de Sansón! Probablemente el joven en quien estoy pensando comenzó a usar su cabeza rapada, pues muchos siglos después de la época de los jueces, eso se puso de moda. Pero a cualquier soltera le gustaría conocer a ese joven “sin defecto físico, de buen parecer”, culto, inteligente, que domina varios campos de conocimiento, “muy amado”, soltero, nacido en cuna de nobles y elegido para ser capacitado como oficial del mayor gobierno de la Tierra. En la época de inscribirse a la universidad y rendir su examen de ingreso hizo todo bien, y en el proceso de selección fue aprobado con la nota más alta, con una marcada diferencia superior con quien quedó en segundo lugar. Aunque tú no seas una joven, seguramente tendrás curiosidad de conocer a este muchacho también.
Pero él nunca pensó así de sí mismo. Siempre supo quién era, y no con la intención de ser mejor que los demás. Después de todo, se convirtió en una presa de la guerra, y tuvo que ser muy inteligente para salvarse de esa situación y no perder la vida. Abre tu Biblia en Daniel capítulo 1 y conoce a uno de los únicos hombres con una amplia descripción, cuyo texto sagrado no menciona ni siquiera un defecto durante toda su vida.
Era humano y tenía defectos, claro. Pero lo más destacado es la reforma que determinó establecer en su vida por amar y servir a Dios y no a sí mismo. Muy por el contrario, Sansón nació inmerso en la reforma, y no le dio importancia a su estilo de vida distintivo porque siempre parecía más preocupado en que el mundo girara a su alrededor. Daniel propuso firmemente en su corazón no contaminarse con ninguna cosa “buena y mejor” que estuviera su disposición en el menú más caro del mundo.
El tiempo ha pasado, pero la esencia humana sigue siendo la misma. Como Sansón, muchos tienen todas las oportunidades del mundo para tener éxito en la vida, pero están tan centrados en sí mismos que no tienen el valor para vencer una tendencia, ni siquiera un mal hábito. La reforma requiere una decisión firme. Lee Daniel capítulo 1 y piensa bien. La lógica era clara: Si Daniel hubiera querido llevarse bien, ¡habría comido lo que le estaban ofreciendo! Y si hubiera querido llevarse mal, sólo habría hecho lo contrario. Sin embargo, un análisis más profundo de todo este libro bíblico nos lleva a darnos cuenta de que la mayor preocupación de Daniel no fue consigo mismo. Fue con su religión. ¿Te resulta extraño? La reforma requiere una confianza en Dios que no se encuentra en cualquier esquina.
La reforma también requiere firmeza de valores. A lo largo de su infancia y adolescencia, Daniel había recibido instrucciones sobre cómo ser fiel al Señor. Y él conservó esto. No las costumbres, sino el principio. ¿O crees que él, como buen judío que era, comía verduras? La reforma requiere sabiduría para vivir. Allí, ante esa situación con bebidas y carne inadecuadas, adaptó el contexto a sus principios. Muy diferente de Sansón, quien aunque vivía en una situación ideal para mantenerse puro, trató de ver cómo podía acomodar sus valores al mundo.
Vivimos en un mundo incierto, inseguro, sin fe y desequilibrado. Siempre fue así. Y la vida de Daniel nos inspira a buscar a Dios con la determinación de una reforma proveniente de una firme decisión, una fe sólida y la valoración de los principios y la sabiduría superior. Ser cristiano para no marcar una diferencia no tiene sentido. Sansón no marcó la diferencia ni siquiera entre el pueblo de Dios, pues aunque la reforma estaba en su medio, él no la buscó. Sin embargo Daniel marcó la diferencia en la historia humana, porque aunque parecía que la reforma había huido de él, la buscó.
“El joven” a quien no le importó ser “el joven” se transformó en “el joven”. Su estilo de vida siempre glorificó a Dios. Ese fue Daniel.
¿Y tú?

Fonte: http://noticias.adventistas.org/es/columna/valdeci-junior/quien-es-ese-joven/ 

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Prodigio biogenético

Cristo siempre comparaba el Reino de Dios con algo que fuera o estuviera en interacción con un organismo vivo. En comprobación a larga escala, algunos estudios muestran que las iglesias nacen, crecen, se reproducen y mueren. En el Reino nada es estático. Cualquier elemento de un organismo está en desarrollo o en deterioro. En el último artículo, mostramos acá el retrato de la autopsia. Ahora nos enfocaremos en la visión del milagro.
Así como algunas personas a las que los médicos no les daban esperanzas sorprenden con su recuperación, también hay iglesias que vuelven. ¿Cuál es el secreto? Después de estudiar 324 de estos casos, Ed Stetzer y Mike Dobson muestran una reconstrucción pos caída , buscando responder la siguiente pregunta: “¿Cuáles son los principios usados por esas iglesias que regresan, que podrían ayudar a pastores e iglesias en declive a revitalizarse?”
De acuerdo con estos especialistas, las iglesias que logran el regreso imposible muestran ser altamente bíblicas, misioneras , espirituales y bien dirigidas. En la lucha por la “resurrección”, muchas veces las decisiones del plan de acción hasta se dan en silencio, bajo la dirección del líder (Nehemías 2:11-18). Y eso significa que ese liderazgo es proactivo y positivo (1Timoteo 3:1), ya que las personas tienen que formar parte del proceso de regreso (Hechos 6:1-5). Así como generalmente el estancamiento de la iglesia se da por los líderes, lo contrario también es verdad. Se puede observar que las iglesias muertas que logran recuperarse tienen líderes que deciden crecer más, aunque en apariencia ya estaban totalmente crecidos. Eso puede suceder de varias formas, pero el punto inicial es siempre uno en común: la disciplina devocional. La oración intensa de los líderes aparece en las investigaciones de los estudiosos como el punto más importante. Ante todo, la comunión.
La adhesión de los miembros también pasa por la comunión, pero crece en la adoración. En todas las iglesias que fueron estudiadas por haber logrado un retorno fenomenal que reveló que para ellas la adoración colectiva, la enseñanza y la predicación eran de suma importancia, hechos dentro de la esfera de sus limitaciones, con el máximo de intensidad, creatividad, flexibilidad, espiritualidad y mucha calidad. Y hay más: la interactividad de esta experiencia colectiva llegaba como una disposición de los miembros para hacerla agradable de tal manera que no se contentaban solo con encuentros en la iglesia. A eso lo denominamos Grupos pequeños. En una palabra, relacionamiento.
El último punto importante pero no menos importante, en el estudio de Stetzer y Dobson, es el fuerte énfasis que tenían en el evangelismo todas las iglesias que salieron del estado mortuorio. El compromiso con la Gran Comisión es cuestión vital para la supervivencia de una iglesia. Eso es aún más fuerte en la Iglesia Adventista, pues esta no es una institución de capellanía establecida meramente para apacentar a sus fieles. Al contrario, esta denominación es un movimiento misionero. Así nació y esta es su naturaleza: misión.
El regreso a la vida está a nuestro alcance. La condición para que esta Iglesia vaya de la ruta de Laodicea al camino a Jerusalén ya está señalada por sus líderes: comunión, relacionamiento y misión. Y no podemos quedarnos solamente en la teoría ya que tampoco nos faltan las instrucciones detalladas de cómo lograrlo. Elena de White dejó disponibles decenas de sugerencias sobre cómo se puede crecer en estos tres aspectos de Reavivamiento y Reforma. Por sobre todo, tenemos las instrucciones de la Palabra sobre cómo mantener esta conexión con la Vida (Juan 15), o incluso sobre cómo reactivarla en caso de haberla perdido (Romanos 9-12).
Incluso en las ciencias naturales, la biogénesis aristotélica ya está siendo rechazada desde Francesco Redi. Necesitamos unión con la Fuente. Por lo tanto, démosle la espalda a la muerte, ya que el prodigio biogenético está a nuestro alcance. ¡El nombre de esta vida es Jesús! (Juan 14:6).

[1] Ferreira, Otoniel. Reingniting the Life Cycle of Pleateauing Churches, enKuhn, Wagner, editor, The Book And The Student – Theological Education As Mission: A Festschrift Honoring José Carlos Ramos (Berrien Springs, MI: Mission Department, Andrews University. 2012), páginas 289-311.
[1] Stetzer, Ed. e Dodson, Mike. Comeback Churches: How 300 Churches Turned Around And Yours Can Too.(Nashville, Tennessee: B & H Publishing Company, 2007) 260 páginas.
[1]Un mayor detalle puede verse en Comeback Churches: Igrejas em Retornohttp://www.nasaladopastor.com/2014/05/comeback-churches-igrejas-em-retorno.html
[1] Biogênese e Abiogênese, http://pt.wikipedia.org/wiki/Biog%C3%AAnese

Fonte: http://noticias.adventistas.org/es/columna/valdeci-junior/prodigio-biogenetico/

domingo, 28 de setembro de 2014

¿Ese difunto soy yo?

¿Acepta la invitación para asistir a su propia autopsia? Tratando con un poco más de suavidad, quiero invitarlo a la necropsia de su iglesia. Acabo de recibir por el correo un libro, publicado ahora en mayo de 2014, muy intrigante: Autopsy of a Deceased Church [Autopsia de una iglesia muerta], de Thom S. Rainer. El contenido es muy provechoso. Pero lo que me intrigó fue la asociación que yo hice de este título con una realidad de llamado urgente que estamos viviendo en nuestra iglesia desde 2010. Podemos interpretar que nuestro documento sobre reavivamiento y reforma lanzado en el último Congreso de la Asociación General de la Iglesia Adventista nos declara como muertos.
Sí. ¿O qué definición etimológica usted le daría a esta palabra “reavivamiento”? El Dr. M. L. Torres, coordinador del curso de Traductor e Intérprete de UNASP (Centro Universitario Adventista de SP), comentando los prefijos, radical y sufijo latinos de esta palabra ofrecidos por el Diccionario Aulete, aclara que “etimológicamente, la palabra ‘reavivamiento’ significa ‘acción en que una persona muerta sufre una transformación que la hace volver a vivir’”. Definición parecida con la explicación del Dr. M.H. Bentancor, de la posgraduación en Letras en la UCS: “sugiere que el elemento estaba vivo, entró en un proceso de muerte, y ahora intenta revivir”.
¿Muertos de verdad? ¿Ese es nuestro estado? Esto no es lo mismo que jugar con las letras como Machado de Asís lo hizo en “Memorias Póstumas de Brás Cubas”. Puede parecer gracioso intentar mirar a su propio cadáver, pero, en realidad, una autopsia no es en nada placentera, a pesar de ser útil. Sin rodeos, Pablo deja claro que quien está viviendo en situación de pecado está espiritualmente muerto (Efesios 2:1; Colosenses 2:13; Romanos 5:12; 6:23). Yo peco, tu pecas, él peca, todos nosotros pecamos (Romanos 3:23). Ese es nuestro contagio mortífero diario (Romanos 7:15-24). Entonces, vamos a mirarnos a nosotros mismos, por medio de los lentes de uno de los hombres más experimentados del mundo en consultoría de iglesias, para intentar auto diagnosticarnos.
  1. Erosión l enta: La estructura física de la iglesia se deteriora cada año. El mayor impedimento no es financiero. Los miembros simplemente parecen no preocuparse con la apariencia física del edificio. Pero este acto de no observar la degradación continua del lugar puede ser un punto que represente el todo de la decadencia denominacional o congregacional por la cual están pasando.
  2. El pasado y el héroe: En ese caso, generalmente, en los últimos años, se puede ver un envejecimiento en la franja de edad media de la membresía. Los miembros idolatran otra era, recordando con nostalgia los viejos y buenos tiempos. Parecen ver su futuro retornando al pasado. Al decir “en mi tiempo”, están demostrando que no existen más.
  3. Alienación de la comunidad: La iglesia se rehúsa a parecerse con la comunidad en transición en la cual está insertada. Los miembros se cierran en una especie de isla y dejan de tener un ministerio enfocado a las necesidades del pueblo donde está ubicada. Si se la saca de allí, los de afuera no sentirían su falta. Parece ya no existir.
  4. Prioridades presupuestarias internas: Las finanzas de una iglesia en extinción se destinan a movimientos internos. Lo que se gasta en intereses denominacionales, de la iglesia y de las propias necesidades locales representa un porcentaje mayor que lo invertido en evangelismo o en las misiones.
  5. La gran omisión: La falta de énfasis en evangelismo es fatal. Cuando la iglesia pierde su pasión colectiva y obcecada de buscar, alcanzar y traer a los perdidos, la congregación comienza a morir. La Gran Comisión es asunto vital.
  6. Una iglesia con preferencias: Cada miembro tiene más y más argumentos sobre lo que quiere. Mientras la iglesia continúa declinando, el foco interno de los miembros se vuelve cáustico o sarcástico. Las comisiones se vuelven amargas. Una boca amarga es un síntoma de una vida perdida.
  7. Mandatos pastorales cortos: Iglesias extremadamente sanas no son dependientes de sus pastores. Pero en este caso, los pastores van perdiendo su espacio y disminuyendo su tiempo. Cuando el ministro sale es un alivio, pues una característica de la iglesia que muere es no necesitar más al pastor, en el sentido negativo de rechazarlo.
  8. Ausencia de programas de oración colectiva: La iglesia en necrosis raramente invierte tiempo en orar juntos. Las únicas oraciones colectivas son breves y en función de algo que sucedió o va a suceder. Pero no existen más los momentos colectivos que tienen la oración como parte del programa.
  9. Sin un propósito claro: Una membresía que no tiene sus declaraciones de misión, visión y propósitos, en realidad no conoce la razón de su existencia. La ausencia de la razón de vivir es la justificación para el fallecimiento.
  10. Obsesión por las instalaciones: Cuando las cosas (y también los cargos, las actividades, los departamentos o la agenda) son más importantes que las personas, los miembros se enfocan en memoriales y dejan de ser acogedoras. Como la materia no tiene vida, la reproducción cede lugar a la falencia.
Si su iglesia presenta una o más de estas características ponderadas por Rainer, procuren el Médico de los médicos (Mateo 9:12). La Iglesia nunca morirá (Mateo 16:18), pero las iglesias pueden morir. La única gracia alcanzada en una autopsia es buscar la vida. Por eso, antes de este lanzamiento, Rainer ya publicó una solución en Breakout Churches (2005), pues es posible que las iglesias retornen de su estado mortecino. Por lo tanto, la convocación para el reavivamiento es santa y oportuna.
“Yo he venido para que tengan vida, y para que la tengan en abundancia” (Juan 10:10), dijo Jesús a la iglesia. No permita que su cuerpo llegue a estar necrosado.

Fonte: http://noticias.adventistas.org/es/columna/valdeci-junior/ese-difunto-soy-yo/ 

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

La mayor palanca del mundo

“Denme un punto de apoyo y moveré la Tierra”, dijo Arquímedes.
¿Usted sabe lo que es una palanca? Es cualquier objeto rígido que, con un punto fijo apropiado, se usa mecánicamente para aumentar la fuerza que se aplicará para mover otro elemento mayor que él mismo. El científico descubrió ese principio de la ventaja mecánica en el tercer siglo a.C.  La física consigue establecer los cálculos para eso. Pero aún como un simple muchacho ayudante en un taller mecánico, yo sabía que podía trasladar piezas mucho mayores que mi propia fuerza usando palancas. Y lo hacía. Una masa menor, más débil, más frágil, puede mover algo mucho mayor, más fuerte y más rígido. Todo eso con el agregado de un tercer elemento, la inteligencia.
¿Y hasta qué punto se puede llegar? ¿Depende de cuán largo sea el elemento de la palanca? Piense bien en estas palabras: Denme un punto de apoyo y moveré el planeta. ¿Qué punto de apoyo sería ese? Para aquel gran matemático griego de la antigüedad el punto de apoyo para mover el mundo era solo un deseo. El sabía que pedía algo que en la ley de la Física, de manera literal, no existía.
No para él. ¿Pero usted sabe que para nosotros, los cristianos, existe? ¡Sí! Esa palanca, a partir de la cual la gente puede mover el mundo,  ¡existe! El punto de apoyo de la disciplina espiritual, mi querido hermano, es buscar el reino de Dios y su justicia, en primer lugar, en nuestra vida (Mateo 6:33).  Entonces, en el momento apropiado para cada cosa, todo lo que sea necesario vendrá hasta nosotros. ¿Y qué tipo de esfuerzo podemos hacer para buscar el renio de Dios? ¿Lo sabe? ¿Cree que uno debería conseguir un empleo adecuado para poder ejercer una influencia virtuosa? ¡No! Debemos buscar primero el reino de Dios.
Alguien podría preguntar si deberíamos, por ejemplo, distribuir todo el dinero que tenemos para alimentar a los pobres. Nuevamente, no. Debemos buscar el renio de Dios en primer lugar. ¿Entonces deberíamos priorizarlo y salir a decírselo a todos? Tampoco. Primero debe venir mi búsqueda, después la predicación a partir de la búsqueda. En cierto sentido, lo que debo hacer es “nada”. ¡Porque volverse nada ante Dios es todo! Quedar quieto ante él es dejarlo hablar a nuestro corazón es el primer paso en la búsqueda por su reino.
Oír la voz de Dios es el punto de apoyo inicial para poder comenzar a cambiar el mundo. Quien no busca el reino de Dios en primer lugar, en realidad no lo busca. No importa cuán dignas sean las otras cosas, en el momento que esas otras cosas buenas llegan a ser el foco de nuestros esfuerzos, todo se vuelve idolatría. Y entonces caemos en el mismo pecado que todas las naciones del tiempo bíblico cayeron. Se hicieron idólatras, se debilitaron, y no pudieron hacer nada por el mundo.
“La influencia que ejercemos para bendecir y elevar a los seres humanos se mide por la devoción y la consagración a Cristo que nosotros mismos tenemos” (Elena de White, El discurso maestro de Jesucristo, p. 45).  Ah, ¡si aquel gran físico hubiera conocido esa ley! Pero él no la sabía. Es una pena que Arquímedes no conoció a Cristo o la Palabra de Dios. Quién sabe si ese científico no habría clamado por un punto de apoyo, sino por el contrario, habría hecho lo que usted hoy tiene la oportunidad de hacer, que es su devoción personal con Dios. Cuánto más profunda, más potente.  El verdadero punto de apoyo para poder cambiar su mundo de influencia está a su alcance. Dedique mucho tiempo a leer la Biblia, a orar y alabarlo. Esto es reavivarse. Y en consecuencia, usted moverá una masa humana impresionantemente mayor que usted mismo en dirección a Cristo, por agregarse un tercer componente, la unción del Espíritu. Y eso será la reforma. ¡Haga palanca!
Fonte: http://noticias.adventistas.org/es/columna/valdeci-junior/la-mayor-palanca-del-mundo/

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Sou uma boa pessoa. Posso me orgulhar disso?

Nós somos salvos pela bondade de Deus, não por nossos méritos. Você sabe que o que você conseguiu nestes últimos meses não foi produto de seu esforço apenas, mas milagres de Deus. Interessante que Deus faz a parte dEle mas nós temos que fazer a nossa. Mas um ponto importante: nunca devemos nos orgulhar do que fizemos para Deus ou com Deus. Ele é a quem toda a glória por nossa salvação deve ser dada.

Davi escreveu no Salmo 22:28: Tu salvas o povo humilde, mas, com um lance de vista abates os altivos. Ele estava convicto de que, sem o auxílio divino, não teria alcançado tamanha graça em sua vida.

Davi não foi um homem perfeito ao longo de toda a sua trajetória. Cometeu alguns erros graves. Seu coração, porém, era humilde. Quando o profeta Natã o desmascarou, ele se humilhou até às cinzas. Abaixou a cabeça perante Deus e diante da triste realidade em que se encontrava naquele instante, contrito escreveu o Salmo 51, que é um poema de confissão e arrependimento. Depois de reconhecer sua pobre condição espiritual, rogou a Deus que lhe desse um coração puro e um espírito inabalável.

Cada ser humano tem algo de que se arrepender, tem faltas particulares a superar. O cristão genuíno não duvida de sua salvação em Cristo Jesus. Mas atribui a Ele, somente a Ele, toda a glória.

 Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. - (Romanos 7:18).

 Porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade. - (Filipenses 2:13).

Continue assim. Seguindo a Jesus bem de perto e com humildade.

Não se contente com o que você já alcançou na vida cristã. Pois: “A vereda dos justos é como a luz da aurora. Brilha cada vez mais até ser dia perfeito”. Provérbios 4:18.



segunda-feira, 22 de setembro de 2014

¿Qué vamos a cambiar en nuestra iglesia?

“Si la iglesia fuera suya, ¿qué cambiaría?” Hace algunos meses formulé esta pregunta en Internet. Los participantes de blogs y redes sociales quisieron responderme en particular, sin exponerse a los demás internautas. Y las respuestas se refirieron a los usos y costumbres, al abordaje de la transmisión del mensaje y al asunto de las programaciones. Superficial. Por un lado, gracias a Dios por eso. Sin cuestionamientos doctrinarios. Pero entonces, ¿qué nos falta? ¿De qué carecemos? ¿De coraje para poner la boca en el trombón? ¿De profundidad? ¿O de mayor reflexión y conocimiento eclesiásticos, para entonces conseguir dar una contribución más plausible de sugerencia de cambio?
En mi blog, el espacio donde está la mayor y más continua frecuencia de interacción es una publicación del 07/04/2011, donde hice un pedido de oración. De ahí hasta aquí, ya coloqué más de mil nuevos textos. Pero ese registro continúa, por lejos, siendo el que más comentarios recibe. Corrigiendo, ni son comentarios. Los internautas transformaron lo que sería el espacio para comentarios en un mural de pedidos de oración.
Yo resumiría todo eso en una palabra: “carencia”.
En el comienzo de la historia, la pregunta debería haber sido hecha de manera diferente, pues somos la iglesia. Ella no está allá y nosotros aquí. La iglesia es la reunión de personas, físicamente, en actividad o propósito. Con edificio o sin él. La iglesia es usted. Entonces, la pregunta es: ¿Qué debo cambiar en mí para que la iglesia sea diferente? ¿Ya se detuvo a pensar en eso? Si la iglesia precisa de ajustes, en primer lugar, los tornillos flojos deben buscarse en mi persona. Pero, ¿y qué de los problemas distantes o mayores que yo? Responda cuestionando en relación a cómo potenciar el tamaño de su radio de influencia. “No por la fuerza, sino por mi espíritu” (Zacarías 4:6).
Nelson Mandela no comenzó por el poder estatal. Pero a partir de lo que existía en sí dio un giro de 180 grados en el destino de miles. Una influencia tan radical que continúa hasta con el ejercicio práctico del legado póstumo. Nuestra carencia es individual, pero, múltiple. Nuestra oportunidad también.
No pienso en cambiar ninguna cosa en la iglesia. Hice la pregunta con el único propósito de obtener el pretexto de escribir este texto. Pero tengo conciencia de que precisamos ser importunados. Nuestra carencia está relacionada con el zarandeo. Cuando recibí la invitación para el “Reavivados por su Palabra”, en la Radio Nuevo Tiempo, dudé en aceptar, sin saber el porqué. Después lo descubrí. El coraje para decir “sí” solo iba a llegar cuando el proyecto estuviera internalizado en mí. O mejor, el reavivamiento comienza de adentro hacia afuera, como las ondas producidas por una piedra arrojada en la laguna.
Pienso que a Elena de White le gustaría cambiar algo en la iglesia, pero ella no lo haría. No por reservas, sino porque eso le sería imposible: “Un reavivamiento de la verdadera piedad entre nosotros es la mayor y más urgente de todas nuestras necesidades. El buscar esto debe ser nuestro primer trabajo”. Eso debería cambiar en la iglesia: nuestro estado espiritual, de tibio a caliente.
Jesús también está insatisfecho con la situación de la iglesia, hasta lo pasa mal. Sí, él está con náuseas (Apocalipsis 3:16). Por eso, nos escribió una carta de amor (v. 19). Porque su sufrimiento es por usted y por mí. La carta a la iglesia de Laodicea (v. 14-22) revela su verdadera ansiedad para que la iglesia cambie al estado de reavivada, a través del estudio de la Biblia, de la aceptación del señorío de Jesús y de la oración por el bautismo del Espíritu Santo (v. 17). ¿Y quién de nosotros no puede revestirse de esta dorada revelación?
“Por cuanto todos pecaron, y están destituidos de la gloria de Dios” (Romanos 3:23). Y la carencia es tan grande que no sabemos lo que necesitamos. Lo que me entristece es que, de modo general, los internautas no reclaman por reavivamiento y reforma. Piden oración por cura y prosperidad. Bien diferente de la oración del Maestro en Juan 17. En ella se menciona la gloria a todos los que participan de la comunión. Es lo que usted puede hacer. Reformar sus hábitos para orar más, abrir el corazón a leer la Biblia, para poder ser visto como un reavivado.
Fonte:  http://noticias.adventistas.org/es/columna/valdeci-junior/que-vamos-cambiar-en-nuestra-iglesia/

Os Cristãos Podem Ser Canditados a Algum Cargo Político?



Não é errado ser político, errado é ser corrupto. Devemos procurar candidatos que tenham princípios cristãos e que irão defender esses princípios ao elaborarem leis e ao representarem os seus eleitores.

Cristo disse: “Dai a César o que é de César, dai a Deus o que é de Deus” (Mateus 22:21). O cristão deve ser politizado mas não politiqueiro.

Vários versos bíblicos orientam para termos em alta consideração as autoridades.

Romanos 13:1: Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas.

Tito 3:1: Lembra-lhes que se sujeitem aos que governam, às autoridades; sejam obedientes, estejam prontos para toda boa obra,

1 Pedro 2:14:  quer às autoridades, como enviadas por ele, tanto para castigo dos malfeitores como para louvor dos que praticam o bem.

Deus ama a humanidade. Quando um governante dirige bem, alegra o coração de Deus.
Quando um governante governa com injustiça, corrupção ou qualquer outra impropriedade, o povo sofre, e Deus fica triste com isso.

Aqueles que dizem que o meio político não é um ambiente apropriado para um cristão estão caindo num erro condenado pela Bíblia. O erro de separatismo farisaico das demais funções e pessoas da sociedade.

... povo que diz: Fica onde estás, não te chegues a mim, porque sou mais santo do que tu. És no meu nariz como fumaça de fogo que arde o dia todo. (Isaías 65:5 RA)

Pensemos bem: para uma sociedade funcionar são necessários líderes. E se nós cristãos fazemos parte da sociedade, porque não podemos ajudar a tornar esta sociedade um lugar melhor mediante nossa participação nas decisões que influenciam os demais cidadãos?

Jesus disse que os Cristãos devem ser o sal (Mateus 5:13) - aqueles que tornam este mundo melhor  pela sua presença e atividades.

É bem verdade que não pode haver nenhuma harmonia entre a luz e as trevas. É algo bastante difícil permanecer honesto e fiel aos princípios da Palavra de Deus frente às exigências do meio político. Mas embora seja difícil não é impossível.

Eles não são do mundo, como também eu não sou. (João 17:16 RA)

 E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as. (Efésios 5:11 RA)

Na Bíblia temos exemplos de servos de Deus (como Daniel, José, Ester e outros) que foram uma benção em suas atividades ligadas aos governantes.

Exercer a política (no correto sentido da palavra) é exercer o dom da administração. Este é um dom de Deus (chamado também de “governos” - em 1 Coríntios 12:28). Muitas pessoas podem ser abençoadas por um dirigente justo, honesto e competente.

Há um verso bíblico que se refere a todos os nossos deveres e, secundariamente, se refere a nossos deveres cívicos também:

Portanto, aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz nisso está pecando. (Tiago 4:17 RA)

Se como cidadão tenho a oportunidade de escolher um bom candidato e não o faço sou responsável por isso.

Se como cidadão tenho o dom e a disposição de ser um bom candidato a algum cargo público, porque não o fazer?

Se como cidadão posso exercer bem as funções políticas, para benefício da sociedade, porque não o fazer?

Não há nada de errado em ser um político.

Se o desejo da pessoa ao se candidatar é ajudar o povo, e não explorá-lo, Deus irá abençoar esta pessoa em sua função.

Pastor Jobson Santos


Setor Respostas Teológicas da Rede Novo Tempo de Comunicação em 15 de junho de 2005.

domingo, 21 de setembro de 2014

Por que Deus permitiu o pecado?

Sua dúvida é bastante razoável. Muitas pessoas nos perguntam sobre este mesmo tema: Por que Deus criou o ser humano se sabia que ele iria pecar e trazer tanta desgraça sobre si mesmo?

A pergunta pode ir mais longe ainda: Por que Deus criou o anjo Lúcifer, se sabia que mais tarde ele iria se rebelar e transformar-se no grande inimigo de Deus e da raça humana?
           
Para uma melhor compreensão deste assunto recomendo-lhe a leitura dos primeiros capítulos do livro "História da Redenção" (Editora: CASA fone: 0800 9790606)

Mas de forma resumida, minha compreensão sobre este tema é a seguinte.
Deus com certeza sabe todas as coisas. Ele sabe o que já aconteceu e o que irá acontecer. Só que ele não interfere em uma coisa: na liberdade de escolha dos seres criados por ele.

Se Deus deixasse de criar a Lúcifer somente porque este no futuro daria muito trabalho, daria mostras de um certo tipo de manipulação. Não! Deus criou seres livres. Que tinham todos os motivos para amá-Lo, mas que também poderiam se voltar contra Ele próprio se o quisessem.

Deus não criou o "mal". Deus criou seres inteligentes e de grande capacidade. Mas por escolha pessoal Lúcifer e seus aliados escolheram duvidar da bondade de Deus, e se rebelarem contra seu governo.

Deus tem permitido o "mal" por tantos milênios, apenas para que sua real malignidade fique patente aos olhos de todo o universo. Quando Satanás levou os Judeus a matarem a Jesus, as afeições dos seres celestiais que não haviam pecado juntamente com Lúcifer se desfizeram por completo deste enganador.

Por semelhante razão Deus tem permitido a existência da raça humana. Deus criou uma raça linda e elevada, mas livre, com a possibilidade de pecar. Após uma prova, desconfiaram da bondade de Deus e comeram do único fruto que Deus havia lhes ordenado para não comerem. Era apenas uma prova, mas sua desobediência demonstrou que eles deixaram de confiar em Deus. Deus viu que eles foram enganados. Jesus se dispôs a vir e morrer no lugar deles para lhes dar outra chance. Mas cada filho de Adão e Eva deveria agora escolher de que lado gostaria de ficar neste grande conflito entre o bem e o mal.

Você vê que Deus pagou um preço alto pela liberdade que ele conferiu aos seres humanos. A morte de seu próprio filho. O trabalho incansável de milhões de anjos que trabalham em prol de nosso resgate.

Mas, por que então criou Deus a raça humana, sabendo que iríamos pecar? Esta é uma pergunta difícil, para a qual não temos todas as respostas. Mas uma coisa temos certeza: "Deus é amor" I João 4:8. Qualquer que seja a resposta ela sem dúvida passa pela certeza de que Deus nos ama muito.
Eu pessoalmente creio que Deus criou a raça humana, porque mesmo apesar da triste história do pecado, muitos iriam se colocar ao lado dEle no conflito contra o mal. Muitos iriam aprender a louvá-Lo em meio das tragédias causadas pelo pecado. Muitos se tornariam amados filhos em meio aos tormentos desta vida.

Eu, por exemplo, agradeço a Deus por ter tido o privilégio de nascer. Se não houvesse raça humana eu não teria nascido. Agradeço também por que apesar de minhas falhas e defeitos, tenho um salvador amoroso que morreu por mim que me perdoou lá na cruz, e que me ajuda a vencer através do Seu bom Espírito Santo.


Logo Cristo virá separar os que são dele dos que não são. Logo Jesus virá libertar os oprimidos pelo Diabo. E então eles receberão a vida eterna das mãos do Criador, e nunca mais quererão se afastar do Deus de amor. 

sábado, 20 de setembro de 2014

Jóias e Vestuário

Jóias


O uso de jóias é um assunto ligado à conduta cristã. O estilo de vida de um seguidor de Deus manifesta-se em grata resposta à magnificente salvação através de Cristo.
Cristo orou: “Não peço que os tires do mundo, e sim que os guardes do mal. Eles não são do mundo, como também eu não sou” (João 17:15, 16).
Os Cristãos devem adotar um estilo de vida diferente do mundo não pelo capricho de serem diferentes, mas porque Deus os chamou para viverem por princípio. Ser diferentes também representa um aspecto da sua missão: servir o mundo – servir como o sal do mesmo, e como a sua luz.

Conduta e Salvação
Ao determinar o que constitui uma conduta adequada, deveremos evitar dois extremos. O primeiro é aceitar as regras e aplicações de princípios como meio de obter a salvação. Paulo resume este extremo nas seguintes palavras: (Gálatas 5:4) -  “De Cristo vos desligastes, vós que procurais justificar-vos na lei; da graça decaístes”.
O extremo oposto é crer que, uma vez que as obras não salvam, não são elas importantes. Paulo também fala deste extremo: (Gálatas 5:13) - “Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade; porém não useis da liberdade para dar ocasião à carne; sede, antes, servos uns dos outros, pelo amor”. Quando cada um dos membros da igreja segue a sua própria consciência em desrespeito ao sentimento do grupo, a igreja torna-se não o corpo de Cristo, mas uma coleção de indivíduos isolados, cada um dos quais seguindo o seu próprio caminho.
Embora nossa conduta e espiritualidade estejam intimamente relacionadas, jamais poderemos obter salvação através de conduta correta. Em vez disso, o comportamento cristão é um fruto natural da salvação e encontra-se alicerçado naquilo que Jesus já realizou por nós no Calvário.

Adornos

A percepção de beleza, por parte do céu, caracteriza-se pela graça, simplicidade, pureza e encantos naturais.
Em lugar de adornos exteriores o apóstolo Pedro aconselha que os cristãos se concentrem no desenvolvimento do “interior do coração, unido ao incorruptível de um espírito manso e tranqüilo, que é de grande valor diante de Deus”  (I Pedro 3:1-4).
Tanto Pedro como Paulo expõem o princípio básico que deve orientar homens e mulheres na área dos adornos: (1PE 3:3) -  Não seja o adorno da esposa o que é exterior, como frisado de cabelos, adereços de ouro, aparato de vestuário; (1TM 2:9, 10) -  Da mesma sorte, que as mulheres, em traje decente, se ataviem com modéstia e bom senso, não com cabeleira frisada e com ouro, ou pérolas, ou vestuário dispendioso, porém com boas obras (como é próprio às mulheres que professam ser piedosas).
Quando Jacó convocou sua família para a dedicação de si próprios a Deus, entregaram ao Patriarca “todos os deuses estrangeiros que tinham em mãos e as argolas que lhes pendiam das orelhas”, os quais foram enterrados por Jacó  (Gênesis 35:4). Vemos que a simplicidade harmoniza-se com a reforma e o reavivamento que Deus quer operar em seu povo.
Simplicidade no estilo de vida e na aparência coloca o Cristão em notório contraste com a ganância, materialismo e ostentação da sociedade do século vinte, onde os valores focalizam as coisas materiais em lugar das pessoas.

Conclusão

Em vista destes ensinamentos das Escrituras e dos princípios aqui relacionados, cremos que os cristãos não devem se adornar com jóias. Entendemos assim que o uso de brincos, anéis, colares e braceletes, bem como vistosos prendedores de gravata, abotoaduras e broches – ou qualquer outro tipo de jóia cuja função principal seja de adorno – é desnecessário e não se harmoniza com a simplicidade de adorno recomendada pelas Escrituras.
Sob todas as circunstâncias, favoráveis ou adversas, deveríamos procurar a compreensão e a prática da harmonia com a vontade de Cristo (1 Coríntios 2:16). “Toda verdadeira obediência vem do coração. Se consentirmos, Cristo se identificará de tal forma com os nossos pensamentos e ideais, que, obedecendo-Lhe, não estaremos senão seguindo nossos próprios impulsos” O Desejado de Todas as Nações, p. 668.
Finalizamos dizendo que o desenvolvimento da conduta cristã – “semelhança com Cristo” – é progressivo. Envolve a união de toda uma vida com Cristo. Esta entrega da vontade ao controle de Cristo é efetuada à medida que nos familiarizamos com os ensinos de Cristo mediante a oração e o estudo da Bíblia. Uma vez que “amadurecemos” em velocidades diferentes, devemos abster-nos de julgar nossos irmãos ou irmãs mais fracos que não procedem da maneira como nós viemos a compreender (Romanos 14:1; 15:1).


Escola Bíblia da Novo Tempo

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Depressão

Definição

Depressão não é apenas uma sensação de tristeza ou de “baixo astral”. É mais do que se sentir triste ou ficar de luto após uma perda. Estar deprimido é diferente das sensações ocasionais de tristeza que fazem parte normalmente da vida. Para pessoas deprimidas, estes sentimentos podem ser persistentes, incapacitantes e desproporcionais em relação a qualquer causa externa.

A depressão é uma doença (tanto como diabetes, a pressão arterial elevada ou as doenças cardíacas), que afeta seus pensamentos, seus sentimentos, sua saúde e seus comportamentos. A depressão geralmente é acompanhada de alterações do humor, sono, apetite e várias outras funções do organismo.

Quem sofre desta doença geralmente não consegue simplesmente livrar-se dela com as próprias forças e sentir-se bem. Sem tratamento adequado, os sintomas podem persistir por semanas, meses ou anos.

A depressão não ocorre por sua culpa. Não é uma fraqueza. É uma doença. E pode ser tratada.

Sintomas mais comuns na depressão

Os sintomas abaixo geralmente estão presentes nos casos de depressão. Geralmente a pessoa não apresenta todos esses sintomas, mas apenas alguns deles, de forma grave suficiente para interferir no seu funcionamento normal.

·         Sentimentos persistentes de tristeza.
·         Perda do interesse ou prazer pelas atividades de rotina ou passatempos preferidos.
·         Desespero, que surge sem razão aparente.
·         Crises de choro. Ansiedade.
·         Sentimentos de desesperança, pessimismo.
·         Sentimentos de culpa.
·         Distúrbios do sono (insônia, despertar matinal, hipersonia).
·         Irritabilidade fácil.
·         Falta de apetite com perda de peso. 
·         Perda da energia .
·         Dificuldade de concentração, de tomar decisões, de relembrar fatos.
·         Dificuldade de relacionamento pessoal, com tendência ao isolamento
·         Falta de interesse em atividades prioritárias e abandono delas.
·         Negligencia das responsabilidades e da aparência.
·         Perda do interesse ou prazer nas atividades sexuais.
·         Pensamentos de morte ou suicídio, tentativa de suicídio.


Possíveis Causas

A depressão pode ser causada por diversos fatores, isolados ou combinados, incluindo:

·           História familiar .Outras doenças não-psiquiátricas como, por exemplo, doenças crônicas
como AIDS ou câncer, alterações hormonais (hipotireoidismo), etc.
·           Alguns medicamentos. Uso de drogas ou álcool .
·         Outras doenças psiquiátricas.
·         Algumas situações de vida, como “stress” intenso ou uma perda importante, podem desencadear a depressão.

Muitas vezes a depressão pode surgir mesmo quando tudo está muito bem na vida da pessoa. 

A depressão não ocorre por sua culpa. Não é uma fraqueza. É uma doença. E pode ser tratada.

Fatores de Risco

Os fatores descritos abaixo estão relacionados com a depressão. Significa que a presença de ou mais desses fatores na vida da pessoa torna-a mais vulnerável para apresentar depressão. A identificação desses fatores é feita com bases estatísticas e o fato da pessoa ter ou não esses fatores não determina o surgimento de depressão em sua vida. Os principais fatores de risco identificados são:

·         Sexo feminino , Adultos jovens.
·         Vida urbana.
·         Desempregados.
·         Presença de importante doença física.
·         Doença afetiva prévia.
·         Historia familiar de depressão.
·         Perda de uma pessoa importante e próxima nos últimos 6 meses.
·         Solidão.
·         Falta de satisfação com a vida.


Alguns Dados Estatísticos

·           Depressão afeta 15-20% das mulheres e 5-10% dos homens.
·           Mulheres são 2 vezes mais afetadas que os homens.
·           Aproximadamente 2/3 das pessoas com depressão não fazem tratamento.
·           Dos pacientes que procuram o clinico geral apenas 50% são diagnosticados corretamente.
·           A maioria dos pacientes deprimidos que não são tratados irão tentar suicídio pelo menos uma vez. 17% deles conseguem se matar.
·           Com o tratamento correto, 70-90% dos pacientes se recuperam da depressão.


O que devo fazer se tiver sintomas que indiquem depressão?

Muitas vezes as pessoas não procuram tratamento para sua depressão porque não reconhecem os sintomas, porque têm dificuldade em pedir ajuda, ou porque não sabem que existem tratamentos
para a depressão.

Você pode procurar um psiquiatra cristão ou um outro profissional de saúde de sua confiança. Ele pode:
·         Descobrir se existe uma causa física para sua depressão.
·         Tratar a depressão.
·           Encaminhar você a um outro profissional para avaliação complementar e tratamento.

Se você não tiver um médico que o (a) acompanhe regulamente, procure um psiquiatra ou um ambulatório de saúde mental. Clínicas de psiquiatria de centros médicos universitários também dão assistência a pessoas com depressão.

Entre as possíveis coisas que você pode fazer para sentir-se melhor estão:

·         Cultivar Boas leituras
·         Aprender a gostar de si mesmo(a) e de suas habilidades
·         Ajudar pessoas em necessidade
·         Ampliar seu círculo de amigos ou amigas.
·         Aprofundar seus conhecimentos bíblicos
·         Praticar mais exercícios físicos
·         Aprender a rir de si mesmo(a) e da vida
·         Desenvolver uma amizade sólida com Jesus

Descubra a pessoa linda que você é, e não guarde seus talentos apenas para você mesmo(a).

Deus lhe ama. Ele deu a vida por você para você viver a vida intensamente.

Isaías 49:15  Acaso, pode uma mulher esquecer-se do filho que ainda mama, de sorte que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta viesse a se esquecer dele, eu, todavia, não me esquecerei de ti.

João 3:16  Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.


João 10:10  ... Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.


Deus lhe abençoe!