domingo, 23 de agosto de 2015

Porque o Brasil Está em Crise

POR QUE O BRASIL ESTÁ EM CRISE?

A crise que o Brasil está atravessando é muito fácil de ser explicada. Vem da postura da presidência da República que, atualmente, está levando o Brasil a um fracasso financeiro tão grande como o fez o ex-presidente Ernesto Geisel na recessão e no endividamento aos quais ele levou o país. Estamos em recessão e isso nos levará a um grande endividamento (aliás, as raízes do MST e de vários outros pontos absurdos apoiados pelo partido da bandeira vermelha têm suas raízes vindas desde Giesel, que só apoiou a abertura política pra agradar o povão, afirmando que o brasileiro sentiria falta da ditadura militar). E talvez o problema atual será até maior que tal comparação, pois, apenas por exemplo, o Brasil nunca experimentou mais de um ano de recessão do PIB, como agora acontecerá.

Mas a explicação para a atual crise financeira é simples. O melhor presidente que o Brasil teve em nossa geração foi um homem chamado: Fernando Henrique Cardoso. Isto, não por um acaso, mas por sua experiência, preparo cultural e formação acadêmica. Creio que o presidente mais culto que também já tivemos. Pesquise e conheça a biografia e o currículo dele. O resultado foi que, financeiramente, ele transformou o Brasil de uma jangada num avião. E decolou forte, estabilizou o voo, e nos deixou em segurança. Mas seu turno como piloto terminou. Ele precisou colocar o Boeing no automático e entregá-lo a um próximo “piloto” que tinha apenas um curso para andar de bicicleta, e que só segurou o Brasil porque o mesmo estava no piloto automático. Isso eu já dizia para os meus amigos que se encantavam com a política destas últimas gestões presidenciais: “amigo, o avião estão planando, mas com alguém que não sabe pilotar; uma hora a gasolina vai acabar, e aí virá o caos”. Eles riam, e não acreditavam. Agora está provado. Aqueles que se sentaram na cadeira de pilotagem estão com o tanque vazio, não têm como segurar a nave no ar e não sabem como aterrissá-la.

Meu amigo, se eu quiser aparecer na sua casa na semana que vem dirigindo uma BMW eu posso fazer isso. Mas deixe-me tentando ficar de posse de tal carro por dois anos e depois volte à minha casa pra ver como estará a minha família. Pra angariar os muitos votos que vêm do povão, os governantes quiseram dar a tal povão o padrão irreal para a as condições do Brasil. Isto está mais para falta de responsabilidade do que de capacidade. Tentando alcançar popularidade, alcançaram o maior índice de reprovação popular já registrado.

E, com essa “capacidade” toda, o Partido dos Trabalhadores, em vez de falar ao potencial trabalhador: “Levante-se, reaja, vamos trabalhar, pois vamos ensinar-lhe a ganhar dinheiro e conquistar benefícios”, disse-lhe: “Acomode-se na lei do mínimo esforço, e vamos saquear o tesouro nacional para dar-lhe dinheiro e supostos benefícios”. E assim, por anos, sagraram a vaca em pé, até o esgotamento extremo. Hoje, os “beneficiados” não conseguem reagir porque não aprenderam algo diferente da ociosidade. Formou-se uma cultura. E agora, os que são de fato trabalhadores é que vão pagar a conta porque são os únicos dos quais ainda se poderá sugar algo mais. Esta é a razão pela qual estamos em crise. É uma crise social.

Portanto, como se tratou de um processo de formação comportamental ao longo de mais de uma década, uma crise como essa não se resolve com manobras administrativas financeiras. Vamos precisar de outros tantos anos, para, talvez, nos reerguermos, com novas mentalidades e comportamentos que poderão se formar através e a partir do presente caos. Sem contar as tamanhas lacunas que tais últimos governos deixaram abertas para que tantos recursos fossem roubados. Pois a corrupção também é um fator cultural que precisa esperar, no mínimo, a chegada de uma nova geração, talvez, diferente. Não estamos mais sob o comando do piloto automático nem planando. Nosso avião está em queda livre, e, por enquanto, não há quem o segure.

Porque estou comentando isso? Para fazer campanha política, ou dar preferência a este ou àquele? Não. Em primeiro lugar, é bom ter consciência desse atual quadro do nosso país para não alimentar falsas esperanças. Reajuste a sua vida para esbanjar menos, economizar mais, ter mais saúde e trabalhar dobrado, pois a bonança não virá tão cedo. Mas se você apertar a chincha desta forma,
poderá sobreviver ao troteio. E também, estou fazendo essa reflexão para que você entenda que precisamos de nova mentalidade, mudança de ações, novos comportamentos e inovação na nossa postura em influenciarmos as demais pessoas em toda essa nossa renovação.

Sabe o que é mais legal de tudo isso? É que no evangelho está a solução para tudo isso. A Bíblia nos ensina a ética, a administração sábia, o uso da liberdade de consciência, a capacidade de pensar abertamente em análise (para saber votar, por exemplo), a diligência nos tempos de tempestades, a sabedoria para sobreviver às crises, o esmero para com a economia e o trabalho e, acima disso tudo, a esperança para um mundo melhor.

Seja cristão de verdade, e será o primeiro, grande, maior e principal passo para sobreviver não somente à atual crise, mas a este próprio mundo em que vivemos.

Que Deus lhe abençoe.

OBSERVAÇÃO: O que é apresentado neste post não representa a ideia de nenhuma instituição, denominação ou igreja, mas sim, é de responsabilidade e ideia totais do próprio autor.


Pr. Valdeci Jr.


quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Sugestões Para o Estudo da Bíblia

A primeira grande regra para o estudo das Escrituras é examinar tudo o que ela diz sobre determinado assunto. Isso deverá ser feito para que haja equilíbrio nas conclusões.


Alguns se referem à Bíblia usando a figura de uma bússola, outros a comparam a um mapa. Há também os que a consideram uma carta na qual Deus revela seu amor pelo ser humano. A Bíblia é tudo isso  e até mais. É um livro muito especial. Um registro autêntico e confiável da História, provendo ela mesma a interpretação desses atos.

Os 66 livros que compõem a  Bíblia, são a revelação da vontade de Deus e de Sua salvação. Cristo é seu personagem central.

Quem quer que se disponha a estudar a Bíblia vai descobrir que ela ajuda a viver melhor, com amplitude de visão, otimismo e  esperança. Encontrará respostas acertadas para inquietudes há muito tempo arraigadas  na mente humana. Também oferece respostas para as mais intrigantes questões da existência atual, soluções para os problemas individuais, ou um modo mais positivo de enfrentá-los.

Como  nenhum outro livro, a Bíblia fornece uma visão abrangente da experiência humana. Expões o propósito de Deus para o homem e o Universo, narra as causas do conflito na vida humana e na Natureza, e seu desfecho final marcado pela vitória do bem.

A Bíblia apresenta ainda o plano que Deus elaborou no sentido de salvar o homem de sua decadência moral e espiritual, restaurando-o ao estado de perfeição que possuía ao ser criado. Mostra exemplos de pessoas que também viveram experiências semelhantes às nossas, tropeçaram e caíram, fizeram escolhas erradas e colheram as trágicas conseqüências disso. E, todavia, foram recuperadas

É uma experiência maravilhosa e muito positiva começar o dia com Jesus. Um problema que muitos enfrentam é  como tornar a leitura da Bíblia interessante e proveitosa. As sugestões  a seguir podem ajudar:

1) Tome a decisão de reservar um horário diário em que haja silêncio e busque a Cristo através de uma leitura da Bíblia. Certamente, você precisará da ajuda de Deus, no sentido de confirmar e fortalecer tal resolução, diante dos imprevistos.

2) Comece com pequenos versos, e até com uma parte que lhe seja agradável e medite naquilo que leu; não precisa ler grandes capítulos, mas que aquilo que for lido possa ter sentido para sua vida. Comece e termine com uma oração , sempre. Aumente a leitura aos poucos e quando menos esperar, este hábito se tornará como se fosse um alimento espiritual; você não poderá viver mais sem estes momentos. Isto se chama ter comunhão diária com Deus.

3) Procure ter uma versão da Bíblia que apresente uma  linguagem moderna, leve e de fácil entendimento.

4) É interessante ter à mão um caderno para registro de idéias, reflexões e comentários pessoais, ou para sublinhar algo na própria Bíblia.

5) Pedir  a ajuda de Deus para entender o que se vai estudar é a primeira coisa que deve ser feita. Através do Espírito Santo, Ele iluminará a mente e guiará o pensamento.

6) A Bíblia deve ser lida sem pressa. Nada de correria. Palavras e pensamentos devem ser bem digeridos, com uma atitude mental positiva, e disposição para ouvir a voz de Deus.

8) Concentração é fundamental. Se for necessário, a passagem deve ser lida mais de uma vez, até que o significado esteja claro e possa ser aceito.

9) Duas ferramentas que podem ajudar na obtenção de melhor aproveitamento da leitura da Bíblia são um dicionário bíblico e uma concordância bíblica. O primeiro auxiliará na compreensão de certas palavras desconhecidas e seus significados. A concordância trará alfabeticamente por assuntos todos os versos bíblicos que contém uma determinada palavra.


A Palavra de Deus nos dá sabedoria para enfrentarmos os desafios da vida com segurança.

Vale a pena pesquisar a Bíblia, e através dela passarmos a conhecer melhor a Deus.

Salmos 19:7 A lei do SENHOR é perfeita e restaura a alma; o testemunho do SENHOR é fiel e dá sabedoria aos símplices.


quinta-feira, 30 de julho de 2015

A Crise Na Opinião de Albert Einstein

"Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar 'superado'."
"Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia".
"Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la... Nem tudo que se enfrenta pode ser modificado, mas nada pode ser modificado até que seja enfrentado".

Albert Einstein

quarta-feira, 15 de julho de 2015

¿Reavivados?

¿A quién debe agradar el pastor: a los miembros de la iglesia, a su organización, a la sociedad, a su familia? Recuerdo una vez que estuve angustiado. Me sobrevino un sentimiento de que tal vez yo no estuviese agradando. Y mi angustia era querer agradar al Señor. Después de un tiempo de reflexión, percibí que eso fue bueno, porque al final, ¡esa debe ser la incomodidad de todos los cristianos! Después de orar por algunas semanas, la revelación recibida fue de algo muy obvio: ¡se agrada a Dios teniendo fe (Hebreos 11:6); y se adquiere fe leyendo la Biblia (Romanos 10:17)! Se queremos agradar siempre, debemos ser estudiantes constantes de la Palabra de Dios.
El día 17 de abril de 2012 tuvo inicio una actividad colectiva mundial de un pueblo que estaba deseando una sonrisa en el rostro del Creador. Un viaje de tres años y tres meses en los cuales innumerables personas alrededor del globo serían motivadas a leer cada día el mismo capítulo de las Escrituras, comenzando en Génesis y yendo hasta el final de la Biblia. Todos juntos, a pesar de estar esparcidos por el planeta. ¿Para qué? Para ser reavivados, porque esta es la característica de un pueblo que agrada a Deus.
¿Y hubo adhesión? Es difícil medir un balance exacto del proyecto hasta hoy, más de 1180 días después. Pero basta escribir “Reavivados Por Su Palabra” en Google[i] y ver el resultado. Sin contar que para las demás partes del mundo el “rpsp” acontece en muchos otros idiomas. La imposibilidad de saber números exactos es justamente por el tamaño gigantesco de personas e instituciones que se unieron a la idea, creando centenas de medios de interacción del proyecto como sitios web, blogs, páginas, comunidades, canales de videos, juegos, concursos, gráfica, panfletos, artículos, aplicativos, programas de radio y TV, espacios en lecciones de la Escuela Sabática y otros periódicos, etc. ¡Un verdadero nicho cultural pasó a existir!
La palabra “reavivados” implica justamente volver con fuerza a la vida[ii]. Y si usted deja Twitter abierto en el marcador #rpsp por la mañana, horario en que el cristiano hace su meditación personal, verá que el timeline se estará actualizando cada pocos segundos, sin parar. El aparato electrónico, que es materia sin vida, parece pulsar. Todo eso por estar subiendo a la red mundial la unificación del pensamiento de millares de creyentes que están recibiendo juntos el alimento de una sola fe, dada por un solo Espíritu (Efesios 4:4-6). Al final, más importante que los hits de los medios es lo que sucede en la vida de las personas. Y eso es real.
Para sentir eso, creé el correo electrónico oqueacheidoreavivados@hotmail.com . Y de apenas un llamamiento que hice en la radio[iii], pidiendo a los oyentes sus opiniones, recibí decenas de respuestas como:
“Buen día, Pastor, soy oyente de reavivados, mi vida cambió, pasé a interpretar la Biblia de otra forma, pasé a ser guardador del sábado y diezmista de verdad, doy estudio bíblico en mi comunidad y siempre comparando lo de reavivados con la Biblia. Soy de la Pastoral Familiar y doy Curso para novios. Aprendí a no venerar más la imagen, solamente a Dios. Soy católico. Gracias por cambiar mi manera de interpretar la Palabra de Dios. Soy mineiro, moro en Lavras [sic]”.
Májore Cabral hace este comentario sobre Reavivados: “Fue una bendición en mi vida, sin contar que se lo señalé a muchas personas, principalmente no adventistas”. Como Renata Romão que, todos los días, envía los comentarios y actualizaciones de rpsp para sus “grupos de evangelismo en WhatsApp, que son en total 12, y con [cerca de] 100 personas cada uno, o sea, casi 1200 personas”. Pero un punto que une todos los e-mails que recibí es el pedido de que el proyecto no termine al completar la lectura de los 1189 capítulos de la Biblia.
¿A partir de las muestras tan sencillas pero exponenciales, usted tiene la noción de cuántos millares o millones de personas se juntaron como células robustecidas para fortalecer el cuerpo de Cristo? Para tener una idea, acompañe la conclusión de este proyecto hoy, 10 de julio, que sucederá dentro del 60º Congreso de la Asociación General de los adventistas del séptimo día. Será una ceremonia en presencia de más de 60 mil fieles reunidos en San Antonio, Texas, EE.UU., representando a los 18,5 millones de miembros de la Iglesia Adventista del Séptimo Día activos en 215 países.
Por tanto, para el cuestionamiento que un gran teólogo adventista hizo en un periódico oficial de la denominación preguntando “¿Podemos todavía ser considerados el ‘pueblo de la Biblia’?”[iv], 14 años después, la respuesta continua siendo, ampliamente, un gran “sí”. Considerados como “evangélicos de misión” tradicionales por la “nomenclatura utilizada por el Instituto Brasileño de Geografía y Estadística (IBGE) para el censo”[v], actualmente los adventistas del séptimo día “tienen asumido su puesto entre las mayores denominaciones”[vi]. Históricamente, son llamados el “pueblo de la Biblia”[vii]. Para la Iglesia Adventista es de vital importancia saber si lo que está siendo enseñado, creído y practicado viene de algún claro “así dice el Señor”, o sea, si está escrito en las Sagradas Escrituras. “Los escritos de los adventistas se preocupan mucho de ofrecer ‘pruebas’ a través de la Biblia”[viii]. Para Ellen White[ix], la Biblia debe ser considerada como una norma infalible a través de la cual las ideas científicas del hombre deben ser analizadas. Por lo tanto, en el adventismo la Biblia es la Palabra de Dios que sirve como única regla de fe y práctica[x].
¿Y en su vida? Para el pastor Bruno Raso, que lideró este proyecto en el territorio de la División Sudamericana (que corresponde a ocho países sudamericanos), el “rpsp” contribuyó a tornar a la Iglesia “más espiritual y misionera”. ¿Usted también desea agradar al Señor? A partir de mañana, 11 de julio, esta Iglesia quiere reforzar su búsqueda de Dios, ahora con la lectura bíblica acompañada con comentarios inspirados. Será el proyecto “Creed en Sus Profetas”. Raso considera que profundizar la lectura de las Escrituras y del Espíritu de Profecía es indispensable para la comunión, la relación y la finalización de la misión. ¿Usted está dispuesto a creer en el don de profecía concedido por el Espíritu Santo? Entonces usted va a participar. Y, pensando en eso, por favor, deje abajo su evaluación diciendo lo que usted halló del proyecto Reavivados por Su Palabra, ¿está bien?
¡Que Dios le bendiga!

[iv] TIMM, Alberto R. Podemos ainda ser considerados o “povo da Bíblia”? Revista adventista. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, ano 97, n. 6, p. 14-16, jun. 2001, pg 14.
[v] JACOB, Cesar Romero, et al. Atlas da filiação religiosa e indicadores sociais no Brasil. Rio de Janeiro: Ed. PUC-Rio; São Paulo: Loyola, 2003, pg 69.
[vi] BAINBRIDGE, William Sims. The sociology of religious movements. Nova Iorque: Routledge, 1997, pg 107.
[vii] GONZALEZ, Lourenço Silva. Assim diz o Senhor. 11. ed. Niterói: Ados, 2009, pg 456.
[viii] GAARDER, Jostein et al. O livro das religiões. São Paulo: Cia. das Letras, 2000, pg 209.
[ix] WHITE, Ellen G. Educação, 7ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1997, pg 173.
[x] NISTO CREMOS: as 28 crenças fundamentais da Igreja Adventista do Setimo Dia. Tradução de Hélio L. Grellmann. 8. ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2008, pgs 11-25.

terça-feira, 14 de julho de 2015

Como as pessoas eram salvas antes de Cristo vir a este mundo?

A salvação não pode ser conseguida por esforço humano. A salvação sempre foi e sempre será produto da graça e da misericórdia divinas.

Mas o que para nós é gratuito custou um preço muito alto. Nossos pecados são uma ofensa grave a Deus. Somente através da morte de Cristo nós poderíamos ser perdoados. Para isto Jesus veio até nós.

Marcos 10:45: “Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos”.

Portanto os que viveram antes da cruz de Cristo foram salvos porque acreditaram no Salvador que haveria de vir. E nós que vivemos depois da cruz somos salvos por acreditarmos no poder do Cristo que já veio.

“sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo, conhecido, com efeito, antes da fundação do mundo, porém manifestado no fim dos tempos, por amor de vós” 1 Pedro 1:18-20.



Deus pôde oferecer o perdão para as pessoas que viveram antes da cruz com base no sacrifício futuro que seria feito em favor da raça humana, o sacrifício de Cristo.

Reavivados?

A quem um pastor deve agradar: aos membros da igreja, à sua organização, à sociedade, à sua família? Lembro-me de uma vez em que estive angustiado. Sobreviera-me um sentimento de que talvez eu não estivesse agradando. E minha angústia era em querer agradar ao Senhor. Depois de um tempo de reflexão, percebi que isso foi bom, pois afinal, esse deve ser o incômodo de todos os cristãos! Após orar por algumas semanas, o insight recebido foi de algo muito óbvio: agrada-se a Deus tendo fé (Hebreus 11:6); e adquire-se fé lendo a Bíblia (Romanos 10:17)! Se quisermos agradar sempre, devemos ser estudantes constantes da Palavra de Deus.
No dia 17 de abril de 2012 teve início uma atividade coletiva mundial de um povo que estava desenhando um sorriso no rosto do Criador. Uma jornada de três anos e três meses nos quais inúmeras pessoas ao redor do globo seriam motivadas a ler, a cada dia, o mesmo capítulo das Escrituras, começando em Gênesis e indo até o final da Bíblia. Todos juntos, apesar de espalhados pelo planeta. Pra quê? Para estarmos reavivados, pois esta é a característica de um povo que agrada a Deus.
E houve adesão? É difícil mensurar um balanço exato do projeto até hoje, mais de 1180 dias depois. Mas basta digitar “Reavivados Por Sua Palavra” no Google[i] e ver o resultado. Sem contar que para as demais partes do mundo o “rpsp” acontece em tantos outros idiomas. A impossibilidade de saber números exatos é justamente pelo tamanho gigantesco de pessoas e instituições que se juntaram à ideia, criando centenas de meios de interação do projeto como sitesblogs, páginas, comunidades, canais de vídeos, games, concursos, artes, panfletos, artigos, aplicativos, programas de rádio e TV, espaços em lições da Escola Sabatina e outros periódicos, etc. Um verdadeiro nicho cultural passou a existir!
A palavra “reavivados” implica justamente em voltar com força à vida[ii]. E se você deixar o Twitter aberto no marcador #rpsp, pela manhã, horário em que o cristão faz sua devoção pessoal, verá que a timeline estará se atualizando de poucos em poucos segundos, sem parar. O aparelho eletrônico, que é matéria sem vida, parece pulsar. Tudo isso por estar subindo para a rede mundial a unificação do pensamento de milhares de crentes que estão comungando juntos o alimento de uma só fé, dada por um só Espírito (Efésios 4:4-6). Afinal, mais importante que os hits da mídia é o que acontece na vida das pessoas. E isso é real.
Para sentir isso, criei o e-mail oqueacheidoreavivados@hotmail.com. E de apenas uma chamada que fiz na rádio[iii], pedindo aos ouvintes suas opiniões, recebi dezenas de respostas como:
“Bom dia Pastor, sou ouvinte do reavivados, minha vida mudou, passei a interpretar a Bíblia de outra forma, passei a ser guardador do sábado e dizimista de verdade, dou estudo bíblico na minha comunidade e sempre comparando o reavivados com a Bíblia. Sou da Pastoral Familiar e do Curso para noivos. Aprendi a não mais venerar imagem, somente a Deus. Sou católico. Obrigado por mudar minha maneira de interpretar a Palavra de Deus. Sou mineiro, moro em Lavras [sic]”.
A Májore Cabral comenta assim sobre o Reavivados: “Foi uma benção na minha vida, sem contar que indiquei pra muitas pessoas, principalmente não adventistas”. Como a Renata Romão que, todos os dias, envia os comentários e atualizações do rpsp para seus “grupos de evangelismo no WhatsApp, que são ao todo 12, e com [perto de] 100 pessoas cada um, ou seja, quase 1200 pessoas”. Mas um ponto que une todos os e-mails que recebi é o pedido de que o projeto não acabe ao completarmos a leitura dos 1189 capítulos bíblicos.
A partir de tão singelas, mas exponenciais amostras, você tem noção de quantos milhares ou milhões de pessoas se juntaram como células revigoradas para fortalecer o corpo de Cristo? Para ter uma ideia, acompanhe a conclusão deste projeto hoje, 10 de julho, que acontecerá dentro da 60º Conferência Geral dos adventistas do sétimo dia. Será uma cerimônia na presença de mais de 60 mil fiéis reunidos em San Antonio, Texas, EUA, representando os 18,5 milhões de membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia atuantes em 215 países.
Portanto, para o questionamento que um grande teólogo adventista levantou num periódico oficial da denominação perguntando “Podemos ainda ser considerados o ‘povo da Bíblia’?”[iv], 14 anos depois, a resposta continua sendo, largamente, um grande “sim”. Considerados como tradicionais “evangélicos de missão” pela “nomenclatura utilizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para o recenseamento”[v], atualmente os adventistas do sétimo dia “têm assumido o seu posto entre as maiores denominações”[vi]. Historicamente, são chamados de “povo da Bíblia”[vii]. Para a Igreja Adventista, é de vital importância saber se o que está sendo ensinado, crido e praticado vem de algum claro “assim diz o Senhor”, ou seja, se está escrito nas Escrituras Sagradas. “Os escritos dos adventistas se preocupam muito em oferecer ‘provas’ através da Bíblia”[viii]. Para Ellen White[ix], a Bíblia deve ser considerada como uma norma infalível através da qual as ideias científicas do homem devem ser abalizadas. Portanto, no adventismo, a Bíblia é a Palavra de Deus que serve como única regra de fé e prática[x].
E na sua vida? Para o pastor Bruno Raso, que liderou este projeto no território da Divisão Sul-Americana (que corresponde a oito países sul-americanos), o “rpsp” contribuiu para tornar a Igreja “mais espiritual e missionária”. Você também deseja agradar ao Senhor? A partir de amanhã, 11 de julho, essa Igreja quer reforçar sua busca por Deus, agora com a leitura bíblica acompanhada de comentários inspirados. Será o projeto “Crede em Seus Profetas”. Raso considera que aprofundar a leitura das Escrituras e do Espírito de Profecia é indispensável para a comunhão, o relacionamento e o término da missão. Você está disposto a crer no dom de profecia concedido pelo Espírito Santo? Então você vai participar. E, pensando nisso, por favor, deixe abaixo a sua avaliação dizendo o que você achou do projeto Reavivados por Sua Palavra, ok?
Que Deus lhe abençoe!
Um abraço,
Pr. Valdeci Júnior
Fonte: http://noticias.adventistas.org/pt/coluna/valdeci-junior/reavivados/

[i] https://www.google.com.br/?gws_rd=ssl#q=Reavivados+por+sua+palavra
[ii] http://noticias.adventistas.org/pt/coluna/valdeci-junior/esse-defunto-sou-eu/.
[iii] http://novotempo.com/audios/categoria/reavivados-por-sua-palavra/
[iv] TIMM, Alberto R. Podemos ainda ser considerados o “povo da Bíblia”? Revista adventista. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, ano 97, n. 6, p. 14-16, jun. 2001, pg 14.
[v] JACOB, Cesar Romero, et al. Atlas da filiação religiosa e indicadores sociais no Brasil. Rio de Janeiro: Ed. PUC-Rio; São Paulo: Loyola, 2003, pg 69.
[vi] BAINBRIDGE, William Sims. The sociology of religious movements. Nova Iorque: Routledge, 1997, pg 107.
[vii] GONZALEZ, Lourenço Silva. Assim diz o Senhor. 11. ed. Niterói: Ados, 2009, pg 456.
[viii] GAARDER, Jostein et al. O livro das religiões. São Paulo: Cia. das Letras, 2000, pg 209.
[ix] WHITE, Ellen G. Educação, 7ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1997, pg 173.
[x] NISTO CREMOS: as 28 crenças fundamentais da Igreja Adventista do Setimo Dia. Tradução de Hélio L. Grellmann. 8. ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2008, pgs 11-25.

quinta-feira, 9 de julho de 2015

ORDENAÇÃO DA MULHER: MUDEI A MINHA OPINIÃO.

Para entender este post é preciso reler, pensando no evento, Romanos 14

Para atualizar quem está passando por aqui, nesta quarta feira, 8 de julho, depois de anos de discussão (sadia e respeitosa), de pesquisas teológicas e de procedimentos administrativos, a Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD), em reunião mundial, tomou uma decisão polêmica e histórica tão importante, que chegou a ser noticiada nos grandes meios seculares, como por exemplo o “Washington Post[1]”. De 02 a 11 de julho, cerca de 7000 adventistas estão reunidos em San Antonio, Texas, EUA, representando os mais de dezoito milhões de membros da IASD presente em mais de duzentos países. Trata-se de uma reunião mundial que acontece a cada cinco anos para revisões de decisões administrativas, devocionais e doutrinárias[2]
E ontem, cerca de 2500 delegados discutiram, por várias horas, durante a manhã e a tarde, a deliberação de um voto que tomaram no final da discussão. “Por 1.381 votos contra 977, os delegados presentes” votaram que a igreja não ordenará mulheres ao ministério[3]. O silêncio que imperou-se no autidório no começo da manhã demonstrou que tudo foi muito solene, e o louvor cantado no fim da tarde durante a apuração dos votos demonstrou que tudo foi muito inspirador.

Eu era a favor pela ordenação da mulher e queria ver o “sim” no resultado da votação da conferência geral, até ontem pela manhã. Mas ontem, depois que passei o dia inteiro ouvindo os comentários dos delegados a favor e contra, bem como as perguntas, mudei de opinião.

Abaixo, explico o porquê.

Ontem, bem como antes, eu não vi uma teologia da ordenação da mulher. Eu vi uma sociologia da ordenação da mulher. Era interessante. Cada vez que um delegado ia falar, antes que fosse apresentada a opinião dele, a gente já sabia se era “sim” ou “não”, apenas por perceber seu lugar de origem. Por exemplo, se era da América do Norte, “sim”, se era da África, “não”, com suas exceções, é claro. Uê, será que Deus teria duas teologias, ou mais, uma para cada território? Veja os documentos “teológicos” de cada divisão. Quatro recomendam um "Não". Cinco recomendam um "Sim". E quatro ficam em cima do muro, deixando claro que apoiariam tanto o "Não" quanto o "Sim"[4]. Ou será que um povo, raça, ou nação tem mais capacidade para compreender a verdade do que outro? Claro que não.

Com todo respeito, depois de anos comissionados para isso, nossos teólogos não conseguiram apresentar uma teologia da ordenação da mulher. Não que sejam incapazes. Puderam apresentar uma teologia da ordenação em geral, e não da mulher. E puderam deixar claro pra gente também uma outra coisa: a questão é que a teologia da ordenação da mulher não existe (pelo meios ainda). É tipo tentar querer inventar uma suposta teologia da música. A maior evidência disso é o quanto o auditório se dividia em argumentos. Se existisse um claro “Assim Diz o Senhor”, a favor ou contra, não haveria tamanhos vieses de argumentos. Aí você pode questionar: mas assim é no mundo religioso, uns guardam o sábado outros o domingo, todos com argumentos supostamente teológicos... Não. Não estamos falando de correntes teológicas diferentes. Ontem, ali dentro daquele auditório, todos eram adventistas. Se a discussão ali fosse sobre qualquer uma das nossas 28 crenças fundamentais, não seria assim. Porque todos seguem uma mesma escola de interpretação bíblica. Todos têm em sua predisposição querer ser obedientes à Bíblia. Ou você acha que depois de a igreja selecionar seus delegados, que são pessoas experimentadas, veteranas, conhecedoras da igreja e comprometidas com a mesma, teríamos praticamente metade (cerca de mil pessoas) que estariam pré-dispostas a torcer a Bíblia? Óbvio que não! E agora a sequência dividida de comentários e artigos segue com diferentes vieses do mesmo jeito. É só procurar na internet. O que os nossos teólogos conseguiram nos mostrar é que essa não é uma questão teológica.

E por ser uma questão cultural, entram as teologias da igreja e do amor. Na eclesiologia, alguns princípios devem ser mantidos, inclusive, o da unidade do corpo de Cristo. O capítulo 14 de Romanos nos revela algo muito importante: Se o que eu faço escandaliza o meu irmão, e o faz pecar, então não devo fazer. Na realidade, devemos amar a Deus acima de todas as coisas e amar ao nosso próximo como a nós mesmos. Esse é o princípio do Cristão. "Um novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei a vós, que também vós vos ameis uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros. (João 13:34-35)”. E foi até de princípios do comportamento infantil que Jesus tirou as lições para tal necessidade, acrescentando o cuidado em fazer as outras pessoas tropeçar, ou não, o cuidado pra não escandalizar os outros, o cuidado que devemos ter para sempre ganhar e nunca perder uma pessoa, e até mesmo a cartilha do que a gente deve fazer quando um irmão pisa na bola, passo a passo.

Entende o que aconteceu? O que aconteceu ontem foi exatamente o que aconteceu em Romanos 14. Um paradoxo entre a liberdade e o escândalo, onde “um que crê” foi chamado à tolerância para com “um que se entristece”. Se comer carne vai fazer escandalizar o meu irmão, então é melhor comer vegetais. Eu pensei até em, em vez de escrever este post, escrever uma paráfrase de Romanos 14. Mas poderia escandalizar ou ofender a algum leitor, e então cairia no mesmo erro sobre o qual Paulo adverte. Mas o fato é que, o que me fez mudar de opinião não foram as supostas teologias contra ou a favor[5]. A pesquisa foi teológica, mas os relatórios não. Os resultados foram práticos. Ontem, desde a manhã até a tarde, eu estava olhando aquela vasta multidão naquele auditório e fazendo uma
reflexão. Apesar de vários levantarem para falar, era a minoria. A maioria dos delegados não falou. Ficaram sentados, calados, em observação e oração. E se Pedro, Tiago, Abraão, Isaías, qualquer outro profeta ou escritor bíblico, Ellen White e até o próprio Cristo estivessem presentes no auditório, o que eles fariam? Levantariam para falar contra, ou a favor? Nenhuma das duas opções. Ficariam sentadinhos caladinhos, só observando e orando, confiando tudo às mãos de Deus. Como eu sei disso? É simples. É porque nos escritos inspirados não tem nada que eles tenham dito sobre isso, e o que eles tinham para dizer ficou deixado como escrito. Agora, se Paulo estivesse presente, acho que ele diria: “Se ordenar mulheres num continente vai ofender os irmãos do outro continente (ou até mesmo no próprio território), então é melhor não ordenar”.

Logo, por estas razões, minha opinião mudou, e não tenho vergonha em dizer isso. Creio que é melhor, por enquanto, que a igreja não ordene mulheres, pois ela ainda não está preparada para isso. Espero que nunca esteja, pois espero ver Cristo voltar em breve. Mas se Ele demorar, creio que a igreja, numa próxima geração, chegará a esse amadurecimento. Pois o voto de ontem foi um “não” não por mostrar amadurecimento para o “não”, mas sim por mostrar a falta de amadurecimento, ainda, para lidarmos com o assunto. Amadurecimento eu digo do corpo como um todo em seu entendimento filosófico, e não quanto aos procedimentos administrativos e a maturidade das pessoas envolvidas. No que tange a procedimentos, tudo foi feito com muito amadurecimento e oração, e portanto creio que, por enquanto, essa é a vontade de Deus: “não ordenarmos mulheres ao ministério adventista pastoral”.

Essa é a minha opinião. Ela respeita as dos demais, e também não representa a opinião de mais ninguém. Mas sou convicto disso.


Com amor,

Pr. Valdeci Jr.

Para ver o quanto isso está em uma questão cultural, e não teológica, leia também os documentos a partir de: Ordenação de Mulheres na Igreja Adventista do Sétimo Dia.



[1] http://www.washingtonpost.com/local/social-issues/seventh-day-adventists-vote-against-female-ordination/2015/07/08/42920f7e-25c8-11e5-b77f-eb13a215f593_story.html
[2] http://gc2015.adventistas.org/pt/.
[3] http://noticias.adventistas.org/pt/noticia/institucional/delegados-decidem-por-continuar-a-nao-ordenar-mulheres-ao-ministerio-pastoral/
[4]http://www.nasaladopastor.com/2014/07/ordenacao-de-mulheres-na-igreja.html
[5] Leia “Falácias e a Ordenação da Mulher” no blog do Michelson Borges: http://www.criacionismo.com.br/2015/02/falacias-e-ordenacao-da-mulher.html

sexta-feira, 3 de julho de 2015

¿Cuál es su conexión principal?

En mi Smartphone, los libros que estoy leyendo se actualizan con cada anotación de lectura que hago, mi GPS requiere conexión directa con el satélite, el teléfono sintoniza constantemente con la operadora, los aplicativos están siempre subiendo y bajando informaciones de actualización y mi agenda está en sintonía constante con la agenda del servidor y de mi oficina.
Todo eso sin contar los nuevos Apps en los cuales siempre detengo mi vista. Las radios que escucho ya no son transmisiones de ondas electromagnéticas, sino señales digitales. El antiguo portafolios ejecutivo que llevaba ahora está todo dentro de este aparatito de tecnología móvil que cargo en mi bolsillo. Dependo de él para casi todo.
Es así como la generación actual vive conectada. FacebookWhatsAppViber, Netflix, Instagram, Youtuve, Twitter, Menssenger y hasta los antiguos, pero todavía vigentes e-mails y SMS, todos necesitan ser controlados constantemente. Los que no son nativos digitales también tratan de acompañar la obsesión de la información instantánea, y si es posible, en tiempo real. ¡Todas las posibilidades están disponibles online! Y eso hace que cada vez más las personas no puedan vivir desconectadas. O sea, la conexión es parte de la vida. Hasta cuando duerme, el usuario deja su aparato conectado a la energía eléctrica para la recarga.
Recibí el siguiente mensaje: “una de las mayores utilidades de Twitter y de Facebook será probar en el último día que la falta de oración no fue por falta de tiempo”. Las redes sociales no existirían si no existieran las relaciones, aunque virtuales, así como la principal e indispensable razón de ser de una empresa es el dinero. De la misma forma, la sangre y la vida del reino de Dios se resume en una palabra: “relaciones”. Así como las finanzas están para el comercio, las relaciones están para la vida espiritual. ¿Qué sucedería si nos preocupáramos tanto con la comunión así como nos dedicamos tanto a la economía y a las conexiones?
Si fuera colocada una persona a su lado, las 24 horas del día, con un cronómetro en la mano, registrando todas las veces que usted controla su Iphone (o similar), recibiendo o generando contenido, ¿cuánto tiempo líquido registraría? ¿Y si la misma actividad se haría para intentar medir los minutos que dedica a la oración, estudio de la Biblia, alabanza y testimonio cada día?
Pare por un momento y reflexione: honestamente, ¿su conexión con el Cielo es más baja que su conexión con la Tierra? Si es afirmativa, entonces lamento informarle que usted nunca será arrebatado, pues no hay un Cielo allá encima que lo espera. Lo que sube y baja de informaciones entre su mente y la mente de Dios necesita ser en cantidad mucho mayor que el movimiento de informaciones entre usted y su servidor de datos.
¿Y si al pasar por su escritorio, usted se detuviera en más de un versículo de la Biblia? ¿Y si al sentarse en un banco para un pequeño tiempo de espera usted transmitiera un mensaje de esperanza a alguien? ¿Y si al sentir el deseo de expresar cualquier pensamiento o imagen mientras tiene un tiempito de pausa, usted elevara su pensamiento en oración? ¿Y si en vez de quedar tanto tiempo con el audífono usted estuviera con un canto de alabanza en el corazón? ¿Sabe lo que sucedería? La sensación que usted tiene de que su aparato de tecnología móvil está vivo sería substituida por la realidad de que su vida espiritual estaría realmente reavivada en Dios.
¿Qué tipo de vida quiere tener? Mientras no vayamos a la realidad espiritual de ser una generación “linkeada” constantemente con el Cielo, estaremos alejados del mismo lo suficiente para no entendernos, no lo recibiremos y no estaremos listos para estar allí. Sea tan inteligente como para mantener conexiones que le den garantías infinitas y eternas de plenitud real.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Adiciona Aí

QUAL É A SUA PRINCIPAL CONEXÃO?

No meu smartphone, os livros que estou lendo são atualizados a cada anotação de leitura que faço, meu GPS requer ligação direta com o satélite, o telefone sinaliza constantemente com a operadora, os aplicativos estão sempre subindo e baixando informações de atualização e minha agenda está em sincronia constante com a agenda do servidor e do meu escritório. Tudo isso sem contar os novos Apps nos quais estou sempre de olho. As rádios que ouço não são mais transmissões de ondas eletromagnéticas, mas sim de sinais digitais. A antiga pasta executiva que eu carregava agora está toda dentro deste aparelhinho de tecnologia mobile que carrego no bolso. Dependo dele para quase tudo.
É assim que a atual geração conectada vive. Facebook, Whatsapp, Viber, Netflix, Instagram, Youtube, Twitter, Messenger e até os antigos, mas ainda vigentes, e-mails e SMSs, todos precisam estar sendo conferidos constantemente. Mesmo os que não são nativos digitais procuram acompanhar a obsessão da informação instantânea e, se possível, em tempo real. Todas as possibilidades estão disponíveis on-line! E isso faz com que, cada vez mais, as pessoas não consigam viver desconectadas. Ou seja, a conexão faz parte da vida! Até mesmo enquanto dorme, o usuário deixa o seu aparelho plugado na energia elétrica para a recarga.
Recebi a seguinte mensagem: “uma das maiores utilidades do Twitter e do Facebook será provar no último dia que a falta de oração não era por falta de tempo.” As redes sociais não existiriam se não existissem os relacionamentos, ainda que virtuais, assim como a principal e indispensável razão de ser de uma empresa é o dinheiro. Da mesma forma, o sangue e a vida do reino de Deus se resume numa palavra: “relacionamento”. Assim como as finanças estão para o comércio, os relacionamentos estão para a vida espiritual. O que aconteceria se nos preocupássemos tanto com a comunhão assim como nos dedicamos tanto com as economias e as conexões?
Se fosse colocada uma pessoa ao seu lado, 24horas por dia, com um cronômetro na mão, mensurando todas as vezes que você confere o seu iphone (ou similar), recebendo ou gerando conteúdo, quanto tempo líquido seria registrado? E se a mesma atividade fosse feita para tentar medir os minutos gastos em oração, estudo da Bíblia, louvor e testemunho cotidianos? Pare por um momento e reflita: honestamente, sua conexão com o Céu é mais baixa que sua conexão com a Terra? Se sim, então lamento informar que você nunca será arrebatado, pois não há um Céu lá em cima esperando por você. O que sobe e desce de informações entre sua mente e a mente de Deus precisa ser em quantidade muito maior que o tráfego de informações entre você e o seu servidor de dados.
E se ao passar pela mesa, você desse uma conferida em mais um versículo da Bíblia? E se ao sentar-se no banco para um pequeno tempo de espera você transmitisse uma mensagem de esperança a alguém? E se ao sentir vontade de expressar qualquer pensamento ou imagem enquanto tem um tempinho de pausa, você elevasse seu pensamento em oração? E se, em vez de ficar tanto tempo com o fone no ouvido, você estivesse com um cântico de louvor no coração? Sabe o que aconteceria? A sensação que você tem de que o seu aparelho de tecnologia mobile está vivo seria substituída pela realidade de que sua vida espiritual estaria realmente reavivada em Deus.
Que tipo de vida você quer ter? Enquanto não migrarmos para a realidade espiritual de sermos uma geração “linkada” constantemente com o Céu, estaremos alienados do mesmo o suficiente para não o entendermos, não o recebermos e não estarmos prontos para ele. Seja inteligente o suficiente para manter conexões que lhe deem garantias infinitas e eternas de plenitude real.
UM ABRAÇO,
Pr. Valdeci Júnior.
Fonte: http://noticias.adventistas.org/pt/coluna/valdeci-junior/qual-e-sua-principal-conexao/

terça-feira, 19 de maio de 2015

O Último Degrau da Liderança

No livro o último degrau da liderança, C. Gene Wilkes inverte os papéis da tendência da liderança, chegando a inverter a própria pirâmide hierárquica com a qual estamos acostumados a lidar nas organizações da nossa sociedade. Os modelos de organogramas organizacionais geralmente têm um padrão de hierarquia funcional óbvio. Mas não sob a ótica de Wilkes, quando busca olhar como seria a construção do movimento de missão de Cristo.

Estamos acostumados a ir numa escola onde o menor é o aluno e o maior é o diretor. Estamos acostumados a frequentar clubes onde o mais importante é o presidente. Estamos acostumados a olhar para a grande maioria que está no chão da fábrica como os menos importantes, e ver como cada um que está numa liderança “acima” como sendo mais importante, até chegar ao último grau da liderança na chefia, diretoria ou presidência da companhia. Nesse prisma, se o operário passa a ser líder de um pequeno grupo de pessoas dentro da seção, ele subiu o degrau. Mas ele pode subir um próximo degrau quando se tornar o encarregado da seção. E talvez um terceiro degrau possa ser galgado ao este encarregado se tornar supervisor dos encarregados, depois gerente de setor, um dos administradores até chegar ao último degrau da liderança, que seria o presidente.

Todos nós sabemos que Jesus foi um líder. E se foi líder, teve diferentes graus de liderados. Por tanto, como se desenharia o Seu organograma? Como Cristo galgou os diferentes degraus até chegar ao ponto mais alto da liderança? Indo direto ao ponto, Jesus passou sim por vários estágios, até chegar ao último degrau da liderança, que foi sentar-se na cadeira de... Errado! Chegar ao último degrau da liderança foi tirar o paletó, amarrar uma toalha na cintura, abaixar-se diante de seus liderados, tirar-lhes os calçados e lavar-lhes os pés. No cenáculo, instituindo a cerimônia de lava-pés, Jesus atuava na cena que ficaria gravada para sempre como a demonstração da maior execução do mais alto posto da liderança na correta ótica do cristianismo.

Então, a teoria é clara e simples: humildade e serviço. Como Jesus foi líder? Sendo servo. Não um servo desavisado. Um servo intencional. Não com intenções motivadas por razões que não seriam nobres. Mas com pressupostos corretos. Falar sobre isso é muito fácil, e parece até óbvio dentro do meio cristão. Entretanto, ser, na prática, líder-servo, conseguir, realmente, liderar através da humildade, é muito difícil. E é aí que entra a utilidade do livro de Wilkes. Ele procura nos ensinar o “como”.

Neste chamado para a liderança servil que Wilkes vê no exemplo de Cristo, esse autor leva o leitor a compreender sobre como liderar servindo, através de sete princípios, os quais ele nomeia através dos imperativos: a) submeta seu coração; b) seja primeiro um seguidor; c) descubra a grandeza no serviço; d) corra riscos; e) pegue a toalha; f) compartilhe responsabilidades; e g) forme uma equipe. Nisto, Wilkes ensina sobre como ser humilde, como aprender a esperar, como ser um seguidor, como ser equilibrado na busca pela grandeza, como correr riscos, como liderar na condição de servo, como compartilhar autoridades, como preparar outros para servir e como um líder servo pode formar equipes de trabalho.

O livro é muito prático. Mas mesmo sua visão filosófica é, não somente impactante, bem como influenciadora. Na parte final há uma seção de ideias contemporâneas sobre a liderança servil, a qual eu confesso que nunca usei. Mas outra coisa eu também confesso. Desde que li este livro, há quinze anos, nunca mais o esqueci, e ele nunca mais deixou de influenciar os meus atos. Depois deste, já li centenas de outros livros dos quais esqueci. Entretanto, “O Último Degrau da Liderança” continuou acompanhando-me por todos estes anos porque quebrou meus paradigmas, mudou meus pressupostos e me deu uma nova cosmovisão. Nova não somente no sentido da filosofia que eu tinha anteriormente, mas também no sentido de que, a cada interação como o mundo que me cerca ou com o raio de influência que está sob mim, isso é novo para os tais. Procuro liderar servindo, e devo a esse modelo de Jesus à alegria que já tive até aqui na minha carreira.

Eu não recomendo ao leitor a leitura deste livro apenas. Recomendo veementemente, além da leitura, o câmbio dos das pressuposições e a operacionalização prática deste modus-operandi totalmente liminar, mas seguramente eficiente como um diferencial superior sobre todos os demais mesmismos convencionais de liderança. Os dados bibliográficos deste livro são: WILKES, C. Gene. O Último Degrau da Liderança: descobrindo os segredos da liderança de Jesus. São Paulo - SP: Mundo Cristão, 2000. 271 páginas.

Que Deus abençoe tanto a você quanto a tudo que está sob o seu raio de influência,


Pr. Valdeci Júnior.

terça-feira, 12 de maio de 2015

Idade da Terra

É possível saber, pela Bíblia, a Idade do Mundo?

Em relação à idade do mundo, não podemos ao certo precisá-la, pois nos faltam dados suficientes para tanto.
A Bíblia é a palavra final em assuntos de salvação. Ela não é, entretanto, autoridade em assuntos de cronologia, gramática ou ciência, por exemplo. Isto não quer dizer que a Bíblia não seja confiável. Apenas nos mostra que Deus usou homens para transmitir o conhecimento de si mesmo. E estes homens tinham suas limitações. O calendário que eles usaram foi o calendário de seus dias, a gramática que usaram era proporcional à escolaridade que tinham. Assim um escritor como Paulo não tinha erros gramaticais, mas já Pedro (que era inculto) tinha muitos erros no uso da língua grega.
Os judeus têm um calendário baseado no ANNO MUNDI (ano do mundo, desde a sua criação). De acordo com este calendário, a idade da Terra está dividida em função dos principais eventos da história da humanidade como se segue:

·         Dilúvio                             1656 A.M. (anno mundi)
·         Êxodo                              2513 A.M.
·         Nascimento Cristo           3958 A.M.
·         Ano 2000                         5958 A.M.

Estas datas, contudo, não nos dão garantia alguma de que esta seja realmente a idade do mundo. Mas nos dá uma idéia aproximada.
Ellen White, uma famosa escritora cristã, no final do século passado referiu-se várias vezes a 6.000 anos da história do pecado. Entretanto quando ela assim escreveu não tinha a pretensão de ser “a autoridade” final no que se refere à idade da Terra. Ela tirou esta informação da margem de sua Bíblia.
Nos dias em que Ellen White vivia, as Bíblias daquela época traziam em sua margem, uma cronologia elaborada por um bispo anglicano que se chamava Usher. De acordo com ele, o mundo tinha aproximadamente 6 mil anos desde a sua criação. Como esta informação era aceita por todas as autoridades teológicas da época, todo mundo se referia a esta cronologia como sendo correta, inclusive a irmã White.
A Bíblia traz algumas genealogias, em que se menciona que com tantos anos Adão gerou um filho, o qual por sua vez com tal idade gerou outro filho. Mas estas listas não são completas e não é possível saber quantos anos houveram de Adão e Eva até Cristo.
Segundo Usher, um pesquisador destas genealogias, houve 4004 anos de Adão até Jesus. Mas esta informação como falamos acima, não tem se confirmado pelos achados arqueológicos e históricos. Outros pesquisadores acham que deve ter havido mais de 5.000 anos antes de Cristo.
Hoje nós sabemos que a Terra tem mais do que 6 mil anos de civilização, contudo, isto não muda as predições das profecias que nos mostram claramente que estamos vivendo nos últimos dias da história deste velho mundo. Por isto Cristo disse, “o dia e a hora não sabeis... portanto vigiai e orai”, pois este dia virá como um ladrão”.

Como cristãos temos que estar preparados diariamente, pois para nós não importa “o dia” em que o mundo vai acabar, mas o que importa é estar com Jesus todos os dias, para que quando Ele voltar possamos estar entre aqueles que viverão com Cristo para sempre.