domingo, 7 de julho de 2013

CRÊ-ACIONISTA - SALMOS 135-139

Sabe por que na leitura de hoje tem tantos salmos de louvor para depois terminar com um salmo científico? Para começar a responder, quero lhe mostrar o resultado de duas pesquisas feitas com cientistas a respeito de suas crenças religiosas (Perspective Digest - ano 2001, vol. 6, nº. 3):

CIENTISTAS QUE...
(Primeira Pesquisa – Realizada em 1916)
...disseram acreditar em Deus
40%
...disseram não acreditar em Deus
45%
...não responderam à pesquisa
15%
(Segunda Pesquisa – Realizada em 1996)
...disseram acreditar em Deus
40%
...disseram não acreditar em Deus
45%
...não responderam à pesquisa
15%

Depois de 80 anos, a crença dos cientistas não mudou porque, na natureza, há evidências da existência do Criador! Por isso, Einstein falava que “a ciência sem a religião é manca; e a religião sem a ciência é cega”. Deus deseja que a ciência seja uma ferramenta útil para mostrar que Ele é o Criador. Como Ele é um Ser e não simples matéria ou fórmula, Sua existência é provada pelos humanos através da experiência pessoal, no relacionamento com Ele. Nem todos têm essa coragem. Dessa forma, ao longo do tempo, sempre existem crentes e céticos.
Mas os criacionistas são a grande maioria. Muito mais da metade da população acredita que fomos feitos por Deus. Por que, após mais de um século de pregação, tão poucos sigam a doutrina evolucionista? Para Ariel Roth, cientista cristão, o problema é que “muitos acham difícil acreditar que o homem e todas as complexas formas de vida ao seu redor, juntamente com a Terra e um Universo que tão adequadamente os sustentam, se tornaram organizados por si mesmos.”
É muito ilógico olhar para um sistema de complexidade irredutível, como por exemplo, o olho, e não esperar que alguém o tenha planejado (Michael J. Behe, A Caixa Preta de Darwin - Editora Jorge Zahar). Isso tem sido motivo de discussão por dois séculos. A questão da origem do olho não é tida como um tópico favorito de discussão, por vários evolucionistas (Pierre P. Grassé, Evolution of Living Organisms: Evidence for a New Theory of Transformation - Nova York, San Francisco e Londres: Academic Press - 105). Até Darwin, ciente desse problema, confessou seu desespero numa carta que escreveu a Asa Grey, em 3 de abril de 1860, que diz: “Só de pensar no olho, tenho calafrios”. “Tipos altamente complexos de olhos como os nossos são um assombro de partes coordenadas que operam em conjunto para que possamos ver” (Ariel A. Roth, Origens, Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2001, 29-30). “Eu te louvo porque me fizeste de modo especial e admirável. Tuas obras são maravilhosas! Digo isso com convicção” (Salmo 139:14).


Valdeci Júnior

Fátima Silva

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