domingo, 27 de outubro de 2013

SUBMISSÃO À VONTADE DE DEUS - Lucas 21-22

Da leitura de hoje, quero destacar apenas um verso:
“Vigiai, pois, a todo tempo, orando, para que possais escapar de todas estas coisas que têm de suceder e estar em pé na presença do Filho do homem (Lucas 21:36)”.
E sobre este verso, que apresentar-lhe o melhor texto que poderia encontrar, transcrito abaixo.
“Orem freqüentemente ao Pai celestial. Quanto mais vezes você se empenharem em oração, tanto mais serão atraídos em sagrada proximidade de Deus. O Espírito Santo fará intercessão pelo suplicante sincero, com gemidos inexprimíveis, e o coração será abrandado e sensibilizado pelo amor de Deus. As nuvens e sombras que Satanás lança em torno da vida serão espancadas pelos brilhantes raios do Sol da Justiça, e as recâmaras da mente e do coração serão iluminadas pela luz do Céu.
“Mas não desanimem se suas orações não parecem alcançar resposta imediata. O Senhor vê que a oração é muitas vezes misturada com coisas terrenas. Os homens oram pedindo aquilo que satisfaça seus desejos egoístas, e o Senhor não os atende da maneira que esperam. Leva-os através de provas e aflições, conduzindo-os através de humilhações, até que vejam mais claramente quais são suas necessidades. Ele não dá aos homens aquilo que satisfaça um apetite pervertido, e que se demonstraria um mal ao agente humano, tornando-o uma desonra para Deus. Não concede aos homens aquilo que satisfaça suas ambições, resultando apenas em exaltação própria. Quando vamos a Deus, temos de ser submissos e contritos de coração, subordinando tudo a Sua sagrada vontade.
“No jardim do Getsêmani, Cristo orou ao Pai, dizendo: “Meu Pai, se possível, passa de Mim este cálice!” O cálice que Ele pedia que fosse removido, e que se aparentava tão amargo a Sua vida, era o cálice da separação de Deus, em conseqüência do pecado do mundo. Aquele que era perfeitamente inocente e irrepreensível diante de Deus Se tornou como alguém que fosse culpado, de modo que o culpado pudesse ser perdoado e permanecer inocente diante de Deus. Quando Lhe foi assegurado que o mundo não poderia ser salvo a não ser através de Seu sacrifício, Ele afirmou: “Todavia, não seja como Eu quero, e sim como Tu queres” (Mt 26:39). O espírito de submissão revelado por Cristo ao apresentar a Deus Sua oração é o espírito que é aceitável a Deus. Que o pecador sinta sua necessidade, seu desamparo, sua nulidade; sejam invocadas todas as suas energias, num sincero desejo de auxílio, e o socorro virá (LC, p. 89).”
Fonte: Ellen White, “Jesus Meu Modelo – Meditações Diárias” (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira), 10 de janeiro, página 17.
Tenha um bom dia!


Valdeci Júnior
Fátima Silva


sábado, 26 de outubro de 2013

FAZ UM MILAGRE EM MIM - Lucas 18-20

“Como Zaqueu, quero subir o mais alto que eu puder, só pra te ver, olhar para Ti, e chamar tua atenção para mim. Eu preciso de Ti, Senhor. Eu preciso de Ti, ó Pai. Sou pequeno de mais. Me dá a tua paz. Largo tudo pra te seguir. Entra na minha casa, entra na minha vida. Mexe com minha estrutura, sara todas as feridas. Me ensina a ter santidade. Quero amar somente a Ti porque o Senhor é o meu bem maior. Faz um milagre em mim”.
Esta é a letra de uma das canções que mais inspirou os cristãos brasileiros em 2008. Regis Danese cantava-a nas igrejas, nos encontros, nos toca CDs, rádios e aqui também, na internet. O povo gostou muito desta música. Mas, por que, será?
Por que ela expressa uma sede que todo ser humano tem. Sede de Deus. Muitos não reconhecem esta sede. Muitos não sabem que a têm. Tentam matar esta sede bebendo, em fontes erradas, conteúdos errados. Como um desesperado que vem a beber uma bebida prejudicial gelada, só porque está com a garganta seca, em lugar de beber água. Mas a necessidade da hidratação é real. Existe, em cada um de nós, um buraco tão grande, que só alguém do tamanho de Deus pode preenchê-lo. É por isto que quase a totalidade da população acredita que Deus existe.
Mas por quê poucos o encontram? A resposta pode ser encontrada na parábola do fariseu e do publicano, em Lucas 18:9-20. A busca por Deus deve ser tão simples quanto a letra da canção supracitada. Aliás, tão simples, que nem é busca, mas sim, espera, submissão. Como um bebê, que deixa-se ser pego ao colo. A pré-potência humana, do apego aos recursos que se tem em mãos, atrapalha-nos disso. Mas foi para quebras essas barreiras da nossa cegueira espiritual, que Jesus veio a este mundo, que Ele vem até você.
Zaqueu não queria subir para encontrar salvação, é claro. Ele não conhecia, ainda, o fim da história. Mas hoje temos o exemplo do que aconteceu com ele, para que, melhor ainda, conscientemente, possamos ir até Jesus. Você precisa de Deus? Sente-se pequeno demais? Deseja Sua paz? Largue tudo, para segui-Lo. Experimente um envolvimento real com tudo que tem a ver com Seu reino. Não permita que a entrada triunfal do Rei aconteça somente nas histórias bíblicas, mas também e principalmente, na sua vida. Se Ele foi Senhor até do mais glorioso rei de Israel (Davi), porque não poderá também fazer um milagre no seu coração?
Volte ao primeiro parágrafo, e faça essa oração a Deus. Peça-Lhe o milagre!


Valdeci Júnior
Fátima Silva


sexta-feira, 25 de outubro de 2013

RETRATOS REVELADOS POR JESUS - Lucas 15-17

Antigamente, a gente carregava um trambolhão pesado, com um baita de um holofote conectado em cima, um rolo de fita plástica pra colocar como carga por dentro, do que chamávamos de máquina fotográfica. Era a máquina fotográfica que tínhamos. E parecia que quanto maior, melhor. Você se lembra? Filmes de 12, 24 ou... no máximo, 36 cliques, e era tudo. Ou melhor, ainda não era tudo, porque nem era possível saber imediatamente o resultado.
Então vinha o processo da revelação. Precisava-se saber tirar o rolo para não estragar os quadro e levá-lo a uma casa de revelação. Depois, esperar por alguns dias e preparar um bom dinheiro. Com aquela grana, pagava-se pelas boas fotos, e por aquelas horríveis também: “se não sabe bater fotos, problema seu!”. Era, realmente, uma revelação, daquilo que a expectativa esperava sem piscar, para descobrir as bem tiradas, as bem posadas, as bem erradas e as bem perdidas. As melhores tinham que ser muito bem guardadas, reproduzidas, pois, como peças raras, tornavam-se históricas.
Hoje, com tudo ao contrário, aquilo tudo virou conto. O aparelhinho faz 1001 coisas e, também tira boas fotos. Pode ser um celular, um MP sei lá quanto, uma câmera digital, uma caneta eletrônica ou até mesmo um relógio de pulso. A impressão atual é que, quanto menor, mais tecnológico. Esses você conhece: milhares de pixels, bytes e possibilidades. Para conseguir dar conta disso tudo, haja criatividade e rapidez de pensamento.
Antes que o ato aconteça, o LCD já lhe “revela” como vai ficar. Desse jeito, qualquer um consegue um bom retrato, nem que seja com muita insistência. Afinal, a tecla “del” existe pra ajudar nisto mesmo. Não custa nada, tirar milhares escolher uma e apagar o resto. Com isto, conseguimos mais e mais imagens lindas, que podem refletir melhor as belezas da natureza, das artes, do universo que nos rodeia. Até a nossa própria imagem fica melhor valorizada, com tantos recursos de captação e tratamento daquilo que é retratado.
“Há muito tempo Deus falou muitas vezes e de várias maneiras aos nossos antepassados por meio dos profetas (Hebreus 1:1)...”. Ninguém nunca vira a Deus. Pela fé, num YHWH invisível, conhecido principal e - quase que – somente através da tradição oral (de boca em boca), eles se esforçavam para merecer, ao menos de longe, ter em si um pequeno reflexo que, um dia, talvez, revelar-se-ia.
“...mas nestes últimos dias falou-nos por meio do Filho (Hebreus 1:2)...”. Em Lucas, do capítulo 15 em diante, você encontra retratos, revelados por Jesus, do Deus no Novo Testamento: um Pai de amor, que, por Sua graça, lhe redime à Sua imagem.

Valdeci Júnior
Fátima Silva


quinta-feira, 24 de outubro de 2013

AS PREOCUPAÇÕES DA VIDA - Lucas 12-14

Dirigindo-se aos seus discípulos, Jesus acrescentou: “Portanto eu lhes digo: Não se preocupem com sua própria vida, quanto ao que comer; nem com seu próprio corpo, quanto ao que vestir. A vida é mais importante do que a comida, e o corpo, mais do que as roupas. Observem os corvos: não semeiam nem colhem, não têm armazéns nem celeiros; contudo, Deus os alimenta. E vocês têm muito mais valor do que as aves! Quem de vocês, por mais que se preocupe, pode acrescentar uma hora que seja à sua vida? Visto que vocês não podem sequer fazer uma coisa tão pequena, por que se preocupar com o restante?
“Observem como crescem os lírios. Eles não trabalham nem tecem. Contudo, lhes digo que nem Salomão, em todo o seu esplendor, vestiu-se como um deles. Se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada ao fogo, quanto mais vestirá vocês, homens de pequena fé! Não busquem ansiosamente o que comer ou beber; não se preocupem com isso. Pois o mundo pagão é que corre atrás dessas coisas; mas o Pai sabe que vocês precisam delas. Busquem, pois, o Reino de Deus, e essas coisas lhes serão acrescentadas.
“Não tenham medo, pequeno rebanho, pois foi do agrado do Pai dar-lhes o Reino. Vendam o que têm e dêem esmolas. Façam para vocês bolsas que não se gastem com o tempo, um tesouro nos céus que não se acabe, onde ladrão algum chega perto e nenhuma traça destrói. Pois onde estiver o seu tesouro, ali também estará o seu coração.
“Estejam prontos para servir, e conservem acesas as suas candeias, como aqueles que esperam seu senhor voltar de um banquete de casamento; para que, quando ele chegar e bater, possam abrir-lhe a porta imediatamente. Felizes os servos cujo senhor os encontrar vigiando, quando voltar. Eu lhes afirmo que ele se vestirá para servir, fará que se reclinem à mesa, e virá servi-los. Mesmo que ele chegue de noite ou de madrugada , felizes os servos que o senhor encontrar preparados. Entendam, porém, isto: se o dono da casa soubesse a que hora viria o ladrão, não permitiria que a sua casa fosse arrombada. Estejam também vocês preparados, porque o Filho do homem virá numa hora em que não o esperam”
Nota: O que você acabou de ler, acima, é uma transcrição “ipsis litteris” de um trecho da leitura bíblica de hoje. Como pôde ver, é um texto tão bom, que tirou de mim qualquer pré-disposição de ousadia em comentar algo mais. Detalhe: isso aí é somente 20% de toda a leitura de hoje.



Valdeci Júnior

Fátima Silva

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

VOE MAIS ALTO! - Lucas 09-11

Na leitura de hoje, encontramos o desafio da decolagem do cristianismo, em suas formas mais primitivas. Para ser enviado é preciso ter duas características contrastantes que, ironicamente, se harmonizam: submissão e coragem.
Submissão para esperar que o pão não seja comprado, mas provido; coragem para fazer uma confissão de pensamento revolucionário; submissão para contemplar a glória do pai, e não querer glória para si; coragem para enfrentar o poder do mal, em nome de Jesus; submissão para não querer ser o maior; coragem para enfrentar a oposição que muitos fazem ao ministério (Lucas 9).
Submissão para ser enviado por Cristo, aonde quer que Ele mandar; coragem para quebrar as regras que não passam de tradição opressora; submissão para sentar-se aos pés de Cristo; coragem para falar o que é preciso na hora certa (Lucas 10).
Submissão para aprender a ouvir a voz de Deus no encontro da oração; coragem para permanecer ao lado de Jesus, mesmo quando o cristianismo sofre acusações; submissão para aceitar a mensagem pela fé, e não pelos sinais de engano; coragem para ser uma candeia brilhante; submissão para aceitar o cristianismo do jeito de Cristo, e não do meu jeito; coragem para chamar o pecado pelo nome (Lucas 11).
Encontrei uma história que ilustra esse paradoxo coadunante, sobre um piloto que foi, ao mesmo tempo, submisso o suficiente para sofrer o que era preciso, mas corajoso o suficiente para alçar-se ao que era necessário. Conta-se que, logo após a segunda guerra mundial, este jovem inglês experimentava o seu frágil avião monomotor numa arrojada aventura ao redor do mundo. Pouco depois de decolar de um dos pequenos e improvisados aeródromos da Índia daquela época, ouviu um estranho ruído por trás do assento. Percebeu logo que havia um rato à bordo e que poderia, roendo a cobertura de lona, destruir seu frágil avião. Pensou em voltar ao aeroporto para se livrar de seu inesperado passageiro, mas isso iria atrasar e poderia até frustrar sua viagem. Lembrou-se, então, que os ratos não resistem às grandes alturas e voou cada vez mais alto e, pouco a pouco, cessaram-se os ruídos e perigos. Correu riscos, mas superou o problema.
Coragem e submissão lhe impulsionam a uma situação que podemos chamar de “um vôo mais alto”. Se estão tentando acabar com a sua missão, voe mais alto! Em caso de inveja, voe mais alto! Em caso de calúnia, voe mais alto! Em caso de maledicência, voe mais alto! Em caso de crítica maldosa, voe mais alto! Lembre-se: Os “ratos” não resistem às grandes alturas, pois não são corajosos nem submissos.
Voe! Voe mais alto!
Fonte: adaptado de http://www.sitedopastor.com.br/ilustracoes/voemaisalto.htm

Valdeci Júnior
Fátima Silva


terça-feira, 22 de outubro de 2013

O GRANDE DESAPONTAMENTO - Lucas 06-08

Foi um grande evento. Já ouviu falar? O Dia do Grande Desapontamento foi 22 de outubro de 1844, quando religiosos norte americanos inspirados em profecias bíblicas esperaram o retorno de Jesus Cristo. O movimento foi liderado por Guilherme Müller. Alguns dos remanescentes deste evento mais tarde fundaram algumas denominações cristãs. Dentre eles, emergiram os que fundaram a Igreja Adventista do Sétimo Dia, duas décadas depois.
A história aconteceu assim. Entre 1831 e 1844, Guilherme Miller - um fazendeiro e pregador Batista, ex-capitão de exército da guerra de 1812 - após anos de profícuo estudo, lançou a idéia do que veio a ser chamado de um “grande despertar do segundo advento”, que eventualmente se espalhou através do mundo cristão. Interpretando as profecias de Daniel 8:14, sobre as 2.300 tardes e manhãs, Müller calculou que Jesus Cristo retornaria a Terra em entre a primavera de 1843-1844. O ano passou, nada aconteceu. Ele e muitos de seus colaboradores, pastores de várias denominações, voltaram novamente ao estudo da Bíblia para descobrir o erro. Dentre eles, Samuel Snow chegou à conclusão da vinda de Jesus para 22 de outubro de 1844. Quando foi constatado que Jesus não apareceu, os seguidores de Miller experimentaram o que veio a se chamar de “O Grande Desapontamento”.
Dependentes dos estudos alheios, sem ter uma base bíblica pessoal sólida, a maioria dos milhares que haviam se juntado ao movimento, saiu em profunda desilusão. Entretanto, uns poucos se voltaram à Bíblia para descobrir porque tinham sido desapontados. E descobriram! A data de 22 de outubro estava correta. O detalhe era apenas que Miller tinha predito o evento errado para aquele dia. A profecia bíblica previa não o retorno de Jesus à Terra em 1844, mas que Ele começaria, naquela data, o juízo investigativo no santuário celestial.
Mas o grande desapontamento foi: não encontrar-se com Cristo. Isso foi em 22 de Outubro de 1844. Mas e no 22 de outubro de hoje? Como pode acontecer o nosso evento? Um desapontamento ou um encontro com Cristo? Lembre-se: os que desapontam são os biblicamente superficiais. A diferença hoje, é que estes não desapontam-se, mas deixam o Cristo desapontado. Entretanto, se a busca bíblica pessoal for diligente, não há desapontamento, mas sim encontro. Quem aprofunda-se no estudo da Bíblia encontra Jesus, o grande profeta, Suas profecias e a esperança que trazem.
Em Lucas 06-08 você pode ver a Jesus no encontro sabático da igreja, na eleição dos Seus seguidores, no ensino aos que Ele ama e no testemunho de quem O encontrou primeiro. O grande dia vem, em que os que desapontaram serão desapontados, e os que O encontraram O verão.

Valdeci Júnior
Fátima Silva


segunda-feira, 21 de outubro de 2013

O QUE LUCAS 03-05 PODE SIGNIFICAR? - Lucas 03-05

No devocional de ontem, você leu sobre a idéia de vários autores consagrados no mundo da literatura cristã, por suas publicações editadas aos milhares, sobre o texto do evangelho de Lucas. Hoje, quero apresentar-lhe a opinião de alguns autores preciosos para mim, por serem meus amigos internautas, sobre, exatamente, a leitura de hoje.
André Santos, respondendo à pergunta “O que o texto da leitura bíblica de hoje representa para você?”, escreveu:
“Esse é um texto belíssimo! mas gostaria de destacar o 5:11 em que Simão pedro fora convidado por Jesus a Seguí-lo. É interessante notar o que Lucas narra : "deixou TUDO e segui-o". Será que estamos dispostos a tomar essa mesma atitude para seguir o Mestre? Deixar o que há de mais valioso para nós em prol do reino por amor de Cristo? Isto é a prioridade que Jesus deseja que nós tenhamos. Ele só aceita o primeiro lugar em nossas vidas. É só olharmos a palavra e notaremos em Jesus a priorização pelo reino, pelos interesses do Pai... Será que temos buscado a vontade do Pai ou temos buscado a Deus desejando barganhar com Ele o atendimento de nossos interesses? Reflita caro amigo, e peça ao Senhor que sonde seu coração [sic].”
Com certeza, amigo André, este é o grande desafio de cada um de nós, cristãos: ter a Jesus como prioridade autêntica. Só conheço um jeito de alcançarmos este enorme alvo. É quando nos tornamos íntimos com Ele, que vemos estas características nEle em nossa direção. Você é prioridade para Ele. O amor dEle por você é incondicional. Muito obrigado, André, por este seu comentário.
E aproveitando o gancho, quero também dizer aqui o que o texto de Lucas 03-05 significa para mim. Ele renova em mim o senso de missão. Sabe o que é isto? É a auto-motivação interior (dada por Deus, é claro) de ter como prioridade desgastar-se alegremente no trabalho da pregação do evangelho, de forma integral. Vejo isto este exemplo em João Batista , que deu a vida pelo ministério de Cristo, e não pelo dele mesmo. E posso ver também o senso de missão no próprio Jesus, tanto ao entregar-se à obra quanto ao, incansavelmente, chamar a outros para a mesma.
E termino com o anseio do email de Wellington Silva, de que, “com este texto da leitura bíblica de hoje, venhamos prosseguir no entendimento, para que cheguemos à aptidão de ensiná-lo na sinagoga, como Jesus o fazia”. Você tem este anseio, amigo? Não? Então, por favor, leia Lucas 03-05, e pense no que este texto precisa significar para você. Isto é o mais relevante.


Valdeci Júnior
Fátima Silva


domingo, 20 de outubro de 2013

O EVANGELHO DE LUCAS SEGUNDO ALGUNS AUTORES CRISTÃOS - Lucas 01-02

“Por que necessitamos de Mateus, Marcos, Lucas, João, Paulo e todos os escritores que deram testemunho quanto à vida e ao ministério do Salvador? Por que não poderia um dos discípulos escrever o relatório completo? Por que introduz um dos escritores pontos que outro não menciona? É porque a mente dos homens difere. Nem todos compreendem as coisas exatamente de igual maneira (Ellen White).”
“O Evangelho segundo Lucas é a narrativa mais completa da vida de Jesus que veio até nós proveniente da era apostólica. Teve a intenção de ser uma descrição completa do curso da vida do Salvador desde o seu nascimento até a sua ascensão, e faz parte de uma obra maior que inclui o livro dos Atos, o qual prossegue com a história das atividades missionárias da igreja até o estabelecimento da comunidade cristã em Roma (Dwight Lyman Moody).”
“O estilo de seus escritos, e a sua familiaridade aos ritos e costumes dos judeus, demonstram de modo fidedigno que era judeu, enquanto o seu conhecimento do grego, bem como o seu nome, declaram a sua origem gentia (Matthew Henry).”
“Lucas escreve como um historiador e estabelece sua narrativa nos moldes da história contemporânea. Principia ‘nos dias de Herodes, rei da Judéia’. Menciona o decreto imperial que levou José e Maria da Galiléia para Belém. No decurso da narrativa, Lucas presta atenção cuidadosa a datas e marcos de tempo. Quando dá início ao relato do ministério público do Senhor, ele nota os anos do César reinante e a idade de Jesus e faz um levantamento relacionado aos dirigentes civis e religiosos que estavam relacionados particularmente com a Palestina (Francis Davidson).”
“É evidente que Lucas escreveu principalmente para os gentios. Teófilo era um gentio, como o autor, e não há no Evangelho nada que um gentio não possa captar ou compreender. Mas a característica mais proeminente de Lucas é que seu evangelho é universal. Caem todas as barreiras; Jesus é para todos os homens sem distinção (William Barclay).”
“O livro de Lucas trata da nova vida. Este é o cerne do evangelho de Lucas: a vida transformada. Jesus é apresentado como o transformador, o portador de uma mensagem de vida nova para o mundo e de novidade de vida para os que crêem. À medida que avançarmos no estudo da emocionante história desse livro, descobriremos mais e mais a respeito do que significa a verdadeira vida”. O que a nova vida significa para você? Diga, às outras pessoas, que significado isso lhe traz, “tanto no que já experimentou quanto no que deseja experimentar, no relacionamento com Jesus (Lawrence Richards)”.


Valdeci Júnior
Fátima Silva


sábado, 19 de outubro de 2013

“NOVAS LÍNGUAS” - Marcos 15-16

“Como entender a promessa de falar ‘novas línguas’, em Marcos 16:17?”
Esta é uma pergunta freqüente, entre os que são estudiosos da Palavra de Deus, e se colocam como leitores do livro de Marcos. Alberto Timm, Ph.D., em um de seus artigos, (Revista Sinais dos Tempos, Tatuí – SP - Casa Publicadora Brasileira, Janeiro – Fevereiro de 2000, página 21), nos dá algumas explicações que podem ajudar a encontrar a resposta para este questionamento.
Ele explica que “como o conteúdo de Marcos 16:9-20 não aparece nos manuscritos gregos mais antigos e melhores, especialistas em crítica textual do Novo Testamento têm sugerido que o evangelho de Marcos terminava, originalmente, com o verso 8 do capítulo 16”.
Diante disso, se poderia argumentar que o texto de Marcos 16:17 não compartilha da mesma autoridade canônica que o restante do evangelho.
Mas o teólogo supracitado continua argumentando que, aceitando ou não o conteúdo de Marcos 16:9-20 como parte do Cânon, “é importante observar que, na expressão ‘novas línguas’ de Marcos 16:17, o termo original grego para ‘novas’ é ‘kainós (novas línguas para quem fala)’ e não ‘néos’ (línguas até então desconhecidas)”. Isso significa, portanto que essas “novas línguas” dizem respeito às mesmas línguas de nações mencionadas em Atos 2:4 como “outras línguas”, plenamente compreensíveis às respectivas pessoas que as reconhecem como suas línguas maternas (Atos 2:6,8 e 11).
O fato de Marcos 16:17 colocar o dom de falar em “novas línguas” como parte dos “sinais” que haveriam de acompanhar aqueles que cressem, não significa que esse dom deveria ser concedido a todos os crentes em todas as épocas e lugares. Assim como os cristãos não haveriam, obviamente, de pegar “em serpentes” todo o tempo (verso 18), também não é de se esperar que eles devessem falar sempre em “novas línguas”. Além disso, Paulo esclarece que o dom de línguas é dado apenas a alguns crentes, havendo uma necessidade concreta que justifique a sua manifestação (ver 1Coríntios 12:4-11, 28-30).
Ou seja, “falarão novas línguas” seria uma ação-ferramenta usada para a grande realização descrita no verso vinte de Marcos 16: “Então, os discípulos saíram e pregaram por toda parte; e o Senhor cooperava com eles, confirmando a palavra com os sinais que a acompanhavam”. “Pregaram por toda a parte” do mundo alcançado de então: desde a sua Palestina local, onde poderiam falar aramaico, até as mais distantes nações, onde precisaram falar os respectivos idiomas: novas línguas. Deus os capacitou!
Se você também quiser pregar o evangelho, limitação não é o problema. Deus completa a sua vontade com a capacitação que só Ele pode oferecer. Ofereça-se a Ele, como um obreiro disposto, e Ele lhe usará.


Valdeci Júnior
Fátima Silva


sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Encontro de Universitários da Serra Gaúcha!


Congresso Jovem ACSR


"Cabe ao homem formular projetos em seu coração, mas do Senhor vem a resposta da língua." Provérbios 16:1-2

Desde novembro do ano passado que a equipe do Ministério Jovem da ACSR esta trabalhando para preparar uma programação de alto nível para que os nossos jovens possam ter um encontro com Jesus. Como o texto acima revela, as vezes fazemos planos mas Deus tem outros, que com certeza serão melhores que os nossos.
Recebemos várias informações da aparte de algumas sociedades, de que alguns jovens não poderiam participar do evento por impossibilidade financeira ou de estar num Acampamento por 3 dias para o evento. Sendo assim, juntamente com os administradores e pastores distritais da ACSR, tomamos a iniciativa de reestruturação do evento. Vamos apostar numa programação de um dia (16/11) sem qualquer custo para os participantes, a não ser o transporte e a alimentação do sábado (leve seu lanche).
Vamos manter alguns dos convidados (Pr. Roberto Motta, Quarteto Athus, Coral Jovem do IASP) e, é claro que devolveremos 100% do valor que vc pagou pelo campori.
Podemos contar contigo neste novo programa?
Espero por você em Farroupilha!

Att.

Pr. Samuel Camilo

NO “FIM”, PARTICIPAÇÕES DETERMINANTES - Marcos 13-14

Há três “fins” nesta leitura. O “Fim dos Tempos” virá a ser o final da história deste contexto de mundo em que vivemos, que acontecerá quando Jesus voltar a este mundo em poder e grande glória. O fim da vida ministerial terrestre de Jesus aconteceu pelos seus últimos atos antes de ser crucificado na cruz do Calvário. Estes dois fins têm a ver com a maneira que se desencadeará o seu fim. O tratamento que dá a Jesus determina o modo como O espera em sua vinda e será o determinante do seu destino eterno. Este é o terceiro fim.
Sobre o fim do mundo já ficou bem comentado aqui no último dia 12 (Mateus 24). Mas o capítulo 14 de Marcos, narrando os últimos eventos antes do fim da vida de Cristo, começa e termina com dois personagens que podem, muito bem, refletir-nos. Jesus foi ungido em Betânia (“casa dos pobres; casa da miséria”) por Maria Madalena, a ex-endemoninhada que fora prostituta. Jesus foi negado no pátio da casa do sumo sacerdote (o representante de Deus) por Simão Pedro, o ex-pescador que fora discípulo. Uma mesma história pode ter diferentes fins? Como você quer que seja o fim da sua história?
Compare Marcos 14:3-9 com Mateus 26:6-13 e João 12: 1-11. Pense no contexto. Aconteceu numa cidadela pequena e feia. Na casa de um camarada odiado por muitos, de conduta questionada e que tinha tido a pior de todas as doenças da época, o clima era o da discriminação. E para completar a história, entra uma representante da pior das castas. O que não faltava naquele ambiente era constrangimento. Várias facetas da vergonha humana estavam ali estampadas, ou, à flor da estampa. Malícias e maldades não pareciam dar lugar a nada relacionado à misericórdia. Mas Paulo disse que “onde aumentou o pecado, transbordou a graça (Romanos 5:20)”! Contemple você mesmo. Leia!
Agora observe os textos paralelos a Marcos 14:66-72: Mateus 26:69-75; Lucas 22:54-62 e João 18:15-27, tentando imaginar a cena. Aconteceu na mais gloriosa cidade Judaica: Jerusalém. A capital, cujo nome significa “cidade de paz”. Na casa daquele que ocupava a posição que qualquer um cobiçaria. Muitos sacerdotes pagariam fortunas para comprar, por pelo menos um ano, o título de “sumo”. A polícia romana estava ali, exibindo seus lindos trajes da ordem e da decência (humanas). As pessoas estavam descontraídas, aquecendo-se ao fogo. Todo mundo numa boa. Todavia, ensinou Paulo, “aquele que julga estar firme, cuide-se para que não caia (1Coríntios 10:12)!”. Veja! Entenda!
Que participações diferentes, em um mesmo fim!
Qual é a sua participação?
A História apresentará diferentes fins de histórias individuais.

Valdeci Júnior
Fátima Silva


quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Como Vencer na Vida?


FONTE CONECTADA - Marcos 10-12

Hoje, enquanto dirigia-me para o trabalho, do rádio do meu carro, ouvia uma emissora evangélica transmitindo a leitura dos capítulos da leitura bíblica de hoje. Por instinto, eu estava na rodovia que vai de minha casa até a Novo Tempo. Mas em cenário mental, era como se eu estivesse de corpo presente naquela Palestina antiga, sentindo o cheiro agrícola, protegendo os olhos da luz solar, com os pés empoeirados, mastigando um pouco de sementes e ouvindo os ensinamentos de Cristo. Tal era a qualidade da produção de áudio que, oriunda daquela emissora, parecia realmente transportar-me no espaço e no tempo, para um contexto que, por ser desconhecido, surgia de minha criatividade intelectual.
Intelectual ou espiritual? Qual era (ou é) a fonte? O rádio? A rádio? O locutor? A Bíblia? Ou as informações históricas? Nada disso, mas algo bem além. É claro que o conteúdo de hoje trata-se de muita intelectualidade, pois, na íntegra vem a ser puramente ensinos do maior de todos os Mestres. Mas “intelectualidade” é um termo muito falível para dar crédito à verdadeira fonte. Todos os recursos humanos juntos não conseguiriam comunicar com tanto poder. Há algo um algo a mais, que faz com que a simples mensagem seja poderosa mensagem. Quer saber o quê?
Na própria leitura de hoje encontramos a resposta. “O próprio Davi [um dos autores bíblicos], falando pelo Espírito Santo, disse... (Marcos 15:35)”. Este verso é uma das chaves teológicas para abrir o espaço que deixa tornar-se conhecida a verdadeira autoria da Revelação: o Espírito Santo. É por isso que os hereges que não crêem no Espírito Santo são tão irredutíveis; por ignorarem o Único que lhes revelaria o que vem a ser relevante dos conteúdos religiosos. Pois, neste mundo tão confuso, como escolher o que é certo? Só mesmo estando conectado à Fonte correta.
Por certo você não se ache um profeta, e, por isso, não se veja sendo tão agraciado com uma revelação canônica. Mas você quer entender o que foi revelado, não quer? O Espírito Santo revela a Deus e todos os conhecimentos concernentes a Ele, aos profetas. Ao mesmo tempo, inspira os profetas a transmitirem (de forma escrita ou oral) tal mensagem. Por isso, a fonte da Inspiração também é Ele. E para que você entenda esta Revelação dada através da Inspiração profética, precisa ter a mente iluminada. Como Ele já é a fonte da Revelação e da Inspiração, quem, você pensa, vem a ser a fonte da Iluminação?
Percebe o privilégio? O mesmo Espírito Santo que esteve com os profetas na autoria da leitura de hoje, pode estar com você, na leitura da mesma. Invoque-O!


Valdeci Júnior
Fátima Silva


quarta-feira, 16 de outubro de 2013

AS DUAS TRANSFORMAÇÕES - Marcos 07-09

A leitura de hoje me fez lembrar de uma das mais belas obras de arte guardadas na Itália. Estou falando do famoso quadro “Transfiguração”, de Rafael Sanzio, que, embora não intencionalmente, resumiu o espírito da Reforma.
A pintura mostra Cristo em pé sobre o monte, com os endemoninhados olhando esperançosamente para Ele desde o vale (Marcos 9:2-29). Os dois grupos de discípulos – um na montanha, o outro no vale – retratam dois tipos de cristãos. Os discípulos da montanha desejavam permanecer com Cristo, mais ou menos indiferentes às necessidades que ocorriam no vale. Ao longo dos séculos, muitos têm construído no alto da “montanha”, muito afastados das necessidades do mundo. Sua experiência é a das orações desacompanhadas de obras. Por outro lado, os discípulos do vale trabalhavam sem oração – e seus esforços em desalojar os demônios provaram-se um fracasso. Multidões têm sido vencidas tanto pela tentação de trabalhar em favor dos outros sem o poder da oração, quanto pela tentação de muito orar sem trabalhar pelos outros. Ambos os tipos de cristãos necessitam que a imagem de Deus seja neles restaurada.
Deus espera converter seres caídos em imagens Suas, através da transformação de sua vontade, mente, desejos e caracteres. O Espírito traz aos crentes uma decisiva mudança de aparência. Seus frutos: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:22-23) constituem agora o estilo de vida destes cristãos – mesmo tendo em vista que eles continuarão sendo mortais corruptíveis até o retorno de Cristo. Se não Lhe resistirmos, Cristo poderá efetuar em nós a obra da transformação santificadora.
A transfiguração de Cristo revela outro marcante contraste. Cristo foi transfigurado mas, em certo sentido, também o foi o garoto no vale. O menino foi transfigurado numa imagem demoníaca (Marcos 9:1-29). Aqui podemos ver claramente dois planos opostos – o plano divino de restaurar-nos e o plano satânico de arruinar-nos. As Escrituras dizem que Deus é capaz de nos guardar “de tropeços” (Judas 24). Satanás, por sua vez, faz tudo o que a seu alcance está para manter-nos no estado decaído.
A vida envolve constantes mudanças. Não existe terreno neutro. Ou estaremos sendo enobrecidos, ou degradados. Ou seremos “escravos do pecado”, ou “escravos da justiça” (Romanos 6:17-18). Quem quer que ocupe nossa mente, estará ocupando todo o nosso ser. Se, através do Espírito Santo, Cristo ocupar nossa mente, tornar-nos-emos pessoas semelhantes a Cristo – pois uma vida cheia do Espírito apresenta “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2Coríntios 10:5). Mas se estivermos sem Cristo, vamos terminar nos separando da fonte de vida, e então, nossa destruição última será inevitável.
Que sua transformação seja santificadora!
Fonte: “Nisto Cremos”, 179-180.

Valdeci Júnior

Fátima Silva

terça-feira, 15 de outubro de 2013

SANTO DE CASA NÃO FAZ MILAGRES - Marcos 04-06

Essa frase dá “pano pra manga”. Uê, se é pra usar ditados populares, então aproveitemos! Mas o que quero dizer é que é uma frase que, apesar de ser lugar comum, é, ao mesmo tempo, uma grande ferramenta. Ferramenta para desde fóruns de conversas jogadas fora até grandes filosofadas. Pra você ter uma idéia, no Orkut tem várias comunidades “Santo de Casa Não Faz Milagres”. A que tem a proposta que achei mais interessante se descreve assim:
“Se vc tem um amigo médico, dentista, veterinário, mala, enfermeiro, bruxo, contador, coordenadora ou secretário de saúde, chefe de motorista, chefe do miro, tio, tia, irmã ou irmão...sobrinho, neto, vó, vô, pai, mãe, amigo e amiga ou só uma simples moça que faz fatura....mas que na hora H, na hora que vc mais precisa eles somem....desaparecem...inventam uma desculpa para não te ouvir ou te ajudar...entre nesta comunidade....ela é pura emoção...” (sic).
É rir pra não chorar, não é mesmo? E acredita que tem gente que perde tempo com isso?
Indo ao outro extremo, olha só o que encontrei na Faculdade Paranaense FACCAR. No curso de letras, uma monografia de alguém da Universidade Estadual de Londrina, com o título: “Santo de Casa Não Faz Milagres”. Falando sério! O trabalho acadêmico se propõe como um estudo dos fatores argumentativos ligados a este provérbio. Provérbio este, que já serviu de carro chefe para uma das maiores campanhas publicitárias que já aconteceram no Brasil.
Basta entrar num site de busca e digitar “Santo de Casa Não Faz Milagres”, e você pode ver como esta frase se transcultura, pluraliza, adapta, flexiona e encaixa às mais diferentes utilidades e inutilidades. Mas, parando de jogar conversa fora e indo ao ponto, por incrível que pareça, foi num espaço nada documentativo que encontrei um bom argumento sobre esta frase. Linkando com a leitura de hoje, no “Yahoo Respostas”, para a pergunta “Por que se diz que santo de casa não faz milagres?”, que alguém postou por lá, um internauta respondeu:
“Essa história vem da Bíblia. Veja o que diz em Marcos 6:4-5: ‘Então Jesus lhes dizia: Um profeta não fica sem honra senão na sua terra, entre os seus parentes, e na sua própria casa. E não podia fazer ali nenhum milagre, a não ser curar alguns poucos enfermos, impondo-lhes as mãos’.” (sic).
Isso mesmo! O próprio Jesus Cristo foi considerado um profeta sem honra. É de arrepiar? Não. Porque não pode ser normal acontecer de você passar um dia inteiro sem falar com Ele ou ler Sua Palavra? E Ele não é o seu Santo?
Deixe-me parar de tentar milagrear com esta prosopopéia!



Valdeci Júnior

Fátima Silva

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

QUEM ERA MARCOS? - Marcos 01-03

Sobrinho de Barnabé, Marcos era filho de Maria, uma dama de Jerusalém cujos recursos econômicos eram folgados e cuja casa era o lugar de reunião e encontro da igreja primitiva (Atos 12:12). Desde o começo, Marcos foi criado no próprio centro da comunidade cristã.
Quando Paulo e Barnabé saíram em sua primeira viagem missionária, levaram a Marcos consigo para que lhes servisse de ajudante e secretário (Atos 12:25). Esta viagem foi muito desafortunada para Marcos. Quando chegaram a Perge, Paulo propôs abandonar a costa e dirigir-se para o interior, até chegar à meseta central da Ásia Menor; mas Marcos abandonou a expedição neste ponto e voltou para sua casa (Atos 13:13).
Por que retornou? Algumas hipóteses:
a) Por medo de enfrentar o que todo mundo sabia era um dos caminhos mais perigosos que havia naquela época, infectado de bandoleiros e assaltantes.
b) Porque cada vez se fazia mais evidente que o chefe da expedição era Paulo, e Marcos pôde haver-se sentido incômodo ao ver que seu tio passava a segundo plano.
c) Ou talvez, porque não estava de acordo com o tipo de trabalho missionário que Paulo fazia.
Paulo e Barnabé concluíram sua primeira viagem missionária e começaram a fazer planos para uma segunda viagem. Desta vez, Barnabé desejava levar Marcos. Mas Paulo negou-se a contar com um homem que os tinha abandonado na Panfília (Atos 15:37-40). Isso foi tão sério, a ponto de Paulo e Barnabé se separarem. Pelo que sabemos, nunca voltaram a trabalhar juntos.
Durante alguns anos, Marcos desaparece da história. Segundo a tradição, teria viajado ao Egito e fundando ali a igreja alexandrina. Realidade ou não, o que sabemos é que quando Marcos volta a aparecer, o faz da maneira mais surpreendente. Da prisão romana, quando Paulo escreveu aos Colossenses, Marcos estava no cárcere com ele (Colossenses 4:10). Em outra nas Cartas da prisão, Filemom, Paulo menciona a Marcos na lista de seus colaboradores.
Quando Paulo estava esperando a morte, muito perto do fim, escreveu a Timóteo, seu homem de maior confiança, pedindo-lhe levasse Marcos até ele, porque, para Paulo, Marcos lhe era útil ao ministério (2 Timóteo 4:11). Esta última opinião de Paulo sobre Marcos é muito diferente daquela quando o acusou de tê-los defraudado. Não sabemos o que pode ter acontecido nesse ínterim, mas evidentemente Marcos conseguiu conquistar um título do tipo “o homem que soube redimir-se”.
O único colaborador que Paulo quis, quando se aproximava o fim de seu ministério, foi Marcos. Sempre há uma segunda chance! Hoje, a sua chance é a de começar a ler Marcos. Aproveite!
Assim como Paulo contava com Marcos, Jesus conta com você.

Valdeci Júnior
Fátima Silva


domingo, 13 de outubro de 2013

CYRUS MCCORMICK - Mateus 27-28

Somos pais. E sabemos que, como seres humanos, nós pais falhamos. Não somos perfeitos. Há um anseio por um pai perfeito. Mas será que ele existe? Para pensarmos sobre isto, quero destacar Mateus 28:20: “Eu estarei com vocês até o fim dos tempos”, e contar-lhe a seguinte história, que li num material que foi escrito para infantes que ainda dependem dos seus pais.
Com 22 anos de idade, Cyrus observava como seu pai, Robert McCormick, conferia cada porca e parafuso, casa roda, garra e correia da nova colheitadeira. As seis foices montadas numa barra de madeira reluziam naquela manhã ensolarada.
- Ela está pronta para rodar! – disse o Pastor McCormick.
Os cavalos esforçavam-se puxando a máquina vagarosamente pelo campo de grãos dourados. As garras pegavam os retos e fortes talos de trigo e os puxavam contra a faca.
- Olhe como vai! – Cyrus gritou.
- O verdadeiro teste está pela frente – disso o pai quando eles se aproxiamaram de um trecho do campo inclinado pelo vento.
Cyrus prendeu a respiração quando as foices passaram sobre os talos quebrados dos grãos espremendo-os sobre o chão.
- A coisa é um fracasso! – disse Robert McCormick, muito nervoso, sacudindo as rédeas dos cavalos, e trazendo a colheitadeira para a cocheira. – Há vinte anos estou tentando fazer uma colheitadeira e sempre acaba como esta, um fracasso! Eu estou acabado.
- Mas, pai – objetou Cyrus – Ela cortou bem no início.
- E que adianta isto? – revidou o pai . – Nenhuma colheitadeira pode ser contada como um sucesso a menos que ela corte bem, chova ou faça sol, colhendo talos eretos ou grãos derrubados. Você não pode ter um campo feito sob medida. Você deveria saber disto, Cyrus.
- Sim, pai – respondeu Cyrus – mas eu ainda acho que deve haver uma maneira. Eu gostaria de tentar.
- Vá em frente – suspirou o pai, sacudindo os ombros. – Eu ficaria orgulhoso se meu filho tivesse sucesso onde fracassei.
Três anos depois, em 1834, Cyrus obteve sua patente para uma colheitadeira que trabalhava com sol ou chuva, com talos eretos ou grãos derrubados, em terra plana ou acidentada.
A vida, como os campos de cereais, não é feita sob medida. Há tempos agitados e dias chuvosos. Para ter sucesso, precisamos mais que um Deus de tempo bom. Necessitamos de um Deus para todas as estações. Alguém que pode erguer-nos quando estamos tortos e quebrados. Alguém que pode ajudar-nos quando estamos derrotados.
“Eu sou esta espécie de Deus”, disse Jesus, com Seu gesto estampado nos dois capítulos propostos para a leitura bíblica de hoje.
Leia!
Fonte: Dorothy Watts, Inspiração Juvenil 2003, “Meu Herói de Cada Dia”, 47.


Valdeci Júnior
Fátima Silva


sábado, 12 de outubro de 2013

BREVE JESUS VOLTARÁ - Mateus 24-26

“Sevos de Deus, a trombeta tocai. Breve Jesus voltará. A todo mundo a mensagem levai. Breve Jesus voltará. Breve virá, breve virá...”. Esta mensagem tem sido cantada pelo mais tradicional ministério evangélico de rádio do Brasil, “A Voz da Profecia”, por muitas décadas. Como eu também gostaria de cantá-la para você. Não posso? Posso. A tônica desta nota pode ficar soando na abóbada do seu cérebro numa acústica interminável, se você der ouvidos à leitura de hoje, cuja pauta é “A Volta de Jesus”.
Trata-se de um evento global, real, iminente e de data imprevista (Mateus 24:36). Portanto, torna-se imprescindível, o seu envolvimento com as preocupações que o abarcam. É por isto que a leitura de hoje é tão importante para você, na necessidade do preparo (Mateus 25:1-13), antes que aconteça o selamento do Espírito Santo, e a porta da graça se feche (Mateus 7:22-23; 25:11-12; Apocalipse 7:1-3. As habilidades especiais que o Senhor lhe deu devem ser aplicadas nisto (Mateus 25:14-30).
Em Mateus 24 você pode conhecer os sinais no contexto do mundo religioso precedente à esta segunda vinda de Cristo. O declínio ético (Apocalipse 13) afeta até o “dom de profecia”. E a advertência de Jesus no tocante aos falsos profetas no tempo do fim indica que neste mesmo tempo haveria profetas verdadeiros (Joel 2:28). Mas, nesta confusão religiosa, algo predomina, a fim de que você não termine desorientado (2Timóteo 3:15).
Ainda neste capítulo, veja a descrição do quadro dominante no mundo moral. Compare os versos 38-39 com 1Tessalonicenses 5:2-3 e Daniel 2:32-35. Mas até aí podemos ver esperança. A expressão “e os levou a todos” (verso 39) é, teologicamente, aplicada ao fim do Milênio (Apocalipse 20), quando ocorrerá também o fim da presença do pecado no Universo, com o extermínio total de toda impiedade (Lucas 17:29).
Será por esta ocasião que virá o Reino da Glória. Hoje, vivemos o Reino da Graça, que é uma situação em que estamos já salvos na garantia, mas não ainda livres de nos perdermos novamente (é o que a teologia chama do estágio do ‘já mas não ainda’, quanto à nossa salvação. Mas quando Deus vier  (e note que até o Pai participará ativamente da segunda vinda de Cristo, de acordo com Mateus 26:64) seremos glorificados (1Coríntios 15) e viveremos num contexto em que não mais haverá nenhum tipo de degeneração (Mateus 25:31; Daniel 7:27).
Para Jesus, tudo isto era e é tão real a ponto de poder ser sentido na boca (Mateus 26:29). Você também precisa degustar esta realidade. A Santa Ceia, que tomamos na igreja, é o antegozo da volta de Cristo. Viva em comunhão!



Valdeci Júnior
Fátima Silva


RELIGIÃO “DA BOCA PRA FORA” - Mateus 21-23

Conhece esta seita? A igreja “da boca pra fora”? Quer o endereço? Ela fica mais perto da sua casa, do que você imagina. É a tentação que temos de honrar a Deus com os lábios, mantendo-O longe do coração. É um perigo, como dizia uma antiga música secular romântica: “Perigo é ter você perto dos olhos, mas longe do coração”. A religião só é realmente religião quando acontece na prática. Mas o maior paradoxo que Jesus enfrentou foi a carência desta praticidade na vida das pessoas, diante da teoria que lhes circundava. E o enfrentamento era porque o Mestre não era assim. Pelo contrário, era autêntico. Autenticamente diferente do modismo religioso predominante.
Olhando por este prisma, você entende o Cristo, quando teatralizou o papel da entrada do Reino (Mateus 21:1-11). Quase todos os cambistas, vendedores, fregueses, freqüentadores e oficiantes do Templo não conseguiam enxergar por este lado. Por isto se escandalizaram. Nem os discípulos conseguiam ter o pé no chão com equilíbrio. E isto fazia com que não conseguissem vislumbrar as montanhas atrás da figueira. E a sua religiosidade, é uma tradição, uma profissão de fé, ou um viver autêntico? O que as suas crenças têm a ver com as suas práticas?
Não espante-se, por ser questionado. Jesus também o foi (21:23-27), de forma muito mais dura. E se você tiver dificuldades em responder a estas perguntas, não pense que suas respostas estejam longe. Não! Você não precisa ir à biblioteca, ao computador ou a um guru... não precisa de um defensor, um apologeta ou advogado, que lhe defenda. Não é necessário que se desgaste em uma busca cansativa, para apresentar um verdadeiro tratado que satisfaça tais questionamentos. Seria redundar na síndrome do teorismo morto.
Você não conhece pessoas ao seu redor que têm filhos, cônjuge e pais? Como se relacionam? Como você se relaciona com eles? É dos relacionamentos que precisamos aprender de Deus, e através dos relacionamentos que devemos testemunhar de Deus. Você não convive em ambiente de trabalho, em seu cotidiano? Quanto de idoneidade pode ser visto neste sistema de serviço? Tão visão transmite o quê, sobre a presença real de Deus em sua vida e na vida dos envolvidos? Você já lidou com dinheiro, fez negócios, comprou ou vendeu alguma coisa? Deu a César o que lhe era devido e a Deus o que Lhe pertencia? É nestas coisas corriqueiras da vida que a nossa verdadeira religiosidade está estampada (Mateus 22).
E o meu apelo é que, a partir das respostas aos questionamentos que lhe fiz, você tome a atitude de realizar mudanças práticas em sua vida cristã (Mateus 23).


Valdeci Júnior
Fátima Silva


sexta-feira, 11 de outubro de 2013

FALANDO EM FOFOCA... - Mateus 17-20

A maioria dos fuxiqueiros são inconscientes ou não-assumidos. Da leitura de hoje, quero destacar Mateus 18:15-17. “Se o teu irmão pecar contra você, vá e, a sós com ele, mostre-lhe o erro. Se ele o ouvir, você ganhou seu irmão. Mas se ele não o ouvir, leve consigo mais um ou dois outros, de modo que qualquer acusação seja confirmada pelo depoimento de duas ou três testemunhas. Se ele recusar ouvi-los, conte à igreja; e se ele se recusar a ouvir também a igreja, trate-o como pagão ou publicano”. Todos os cristãos deveriam conhecer esta regrinha básica dos relacionamentos. O pior é que muitos conhecem, mas dela se esquecem. Logo, cada um de nós deveria sempre fazer-se relembrar da mesma.
Você conhece alguém que diga mais ou menos assim?
- Não quero falar mal de fulano. Eu não fico falando por aí. Mas, só comentando com você...
Então narra um fato. E, em seguida:
- O que eu acho... Não, eu tenho certeza que o motivo é...
Já presenciou isso? O incrível, é que uma pessoa que se comporta assim, geralmente é alguém tido, por muitos, como pessoa de confiança, e ela mesma não julga-se fofoqueira. Mas é exatamente este tipo de mexeriqueiro que você mais deve temer. Se ele teve a coragem de falar o outro para você, com certeza, terá coragem de falar de você para os outros. Aliás, terá a covardia, porque tais atitudes são covardes. Quer a prova?
Se, quando essa pessoa, começar este tipo de comentários, você interrompê-la e disser:
- Amigo, antes que você me conte, quero perguntar-lhe: você já conversou sobre tudo isto com esta pessoa? Conseguiu resolver a parada com ela? Pôde ajudar-lhe? Ela autorizou-lhe a contar isto para mim?
Se esta pessoa for um fuxiqueiro crônico, vai sentir-se ofendida. Se for alguém vítima do hábito de fofocar, mas, ao mesmo tempo, sincera, vai cair em si. Porque o conselho bíblico está ligado à nossa índole moral, o que, mais popularmente, é conhecido como brio na cara. É por isto que alguns, nesta situação, ficam até vermelhos.
Manter a bandeira da nobreza em dizer apenas o que é preciso, quando preciso, a quem é preciso, não é fácil. Já fui abordado por fofoqueiros inconscientes ou não-assumidos muitas vezes. Algumas delas, pessoas muito queridas, próximas, amadas. Também já coloquei o exercício acima em prática, em muitas destas situações. Ganhei alguns, perdi outros, que até se diziam meus parentes, mas preferiram abraçar o gosto acariciado pela desonestidade no modo como lidar com as informações alheias. Eu prefiro ficar com a Bíblia.
Pratique estes exercícios, com a Bíblia e os diálogos.


Valdeci Júnior
Fátima Silva


PROCUREM AS OVELHAS PERDIDAS - Mateus 14-16

Desta leitura, as palavras que mais chamaram minha atenção foram: “fui enviado... às ovelhas perdidas de Israel (Mateus 14:24). Isso lembra-me, também, Mateus 10:5-6. Leia em sua Bíblia, sobre a necessidade de procurar as ovelhas perdidas.
O pastor Ortberg fez um comentário inspirado a respeito desse tema tão importante dos ensinamentos de Jesus.
"Todo mundo tem um reino, num sentido bíblico. Seu reino pessoal é a pequena esfera em que aquilo que você diz acontece. Seu reino é o campo de domínio da força de vontade...
"Meu reino é o campo de domínio da minha força de vontade, onde as coisas acontecem da forma que desejo... Tudo bem, todos nós fomos criados para possuir um reino.
"Nosso reino está manchado pelo pecado. Na Terra, vamos unir todos os nossos pequenos reinos - o seu e o meu. Assim, interagirão e formarão reinos maiores. Formarão famílias, escolas, companhias, corporações e nações...
"Jesus disse que essa é a esfera, a sociedade, a comunidade que Ele chama de Reino de Deus, ou, às vezes, especialmente no Evangelho de Mateus, de Reino do Céu... Esse é o campo de domínio da vontade de Deus. Sempre que a vontade de Deus é colocada em prática, a esfera em que ela ocorre conta com a aprovação e o deleite de Deus. Tudo acontece exatamente do jeito que Deus deseja. Com que isso se parece? De todas as coisas que Jesus ensinou, esse era o tópico número um. Ele tentou deixar claro para as pessoas o que isso realmente significa.
"Vamos imaginar por um momento... uma sociedade em que as pessoas se preocupam constantemente em ajudar aqueles que se sentem solitários ou rejeitados para que se sintam incluídos e amados. Uma sociedade onde não há rancor, fofoca, crueldade e medo. Uma sociedade em que reina a criatividade e a bondade e onde habita o maior e mais alegre de todos os servos, o maravilhoso Deus e Pai de Jesus, que é adorado e honrado por toda eternidade pelo Seu infinito amor. Esse, Jesus disse, é o Reino de Deus e ele existe. Esse Reino está aqui neste momento...
"Essa foi a estratégia de Jesus... uma nova comunidade apoderada pelo Espírito, um modelo de estilo de vida totalmente alternativo para o mundo através do qual o Reino de Deus pode começar a transformar este mundo triste e escuro."
O evangelismo nada mais é do que falar de Cristo. Claro que não podemos falar de Jesus aos outros se não O conhecemos. Da mesma forma, testemunhar nada mais é do que falar a um amigo a respeito de seu melhor Amigo.




Valdeci Júnior
Fátima Silva


ESCOLINHA DE JESUS - Mateus 11-13

Um dos melhores livros que li no último ano da faculdade foi “A Pedagogia de Jesus”, de J.M. Price, - JUERP. Quando fui professor, precisei reler este livro. Anteriormente publicado sob o título “Jesus, o Mestre por Excelência”, esse livro é a resultante da vida de trabalho do professor Price: aulas de ensino religioso no Seminário do Sudoeste (EUA), palestras feitas para professores de escolas bíblicas denominacionais, reuniões de congressos e de convenções regionais de classes bíblicas e cursos intensivos. É claro que não trata-se de um livro que pretende ser uma apresentação exaustiva ou erudita de Jesus como mestre. O objetivo dele é extrair da vida e dos ensinos de Jesus aquelas verdades que possam dar aos professores melhor visão e maior estímulo em sua gloriosa tarefa de ensinar.
Penso que nosso estudo deve partir do sentimento de que os professores cristãos (e aqui incluo qualquer pessoa, que em qualquer nível e contexto, ensine algo da Bíblia a outro) são hoje efetivamente a maior força para o ensino e a prática do bem. Ensinar os conceitos bíblicos não é fácil.  Os professores de Ensino Religioso sabem muito bem disso. Eles, que laboram sob dificuldades e desencorajamentos mui fortes, para o bendito labor em que estão empenhados, precisam muito - e muito - de inspiração e de maior preparo. Mas qualquer de qualquer cristão espera-se o testemunho. E no testemunho eficaz estão subtendidos o ensino e o aprendizado.
E então, como ser um “ensinador” cristão? Sendo alguém que ensina como Cristo. E como era o ensino de Jesus? Sem teorizações, abra sua Bíblia em Mateus 11-13 e veja, na prática, o que rola na sala de aulas do Grande Mestre. “Quando acabou de instruir...”. O texto já começa assim. Jesus gastou dois terços do seu tempo ministerial ensinando. Ele gostava disso, e, com isso, influenciava. Este deve ter sido o motivo que levou João Batista, o seu primo, e professor precursor, a fazer uma pergunta para Jesus. Ele queria aprender de Jesus. Isto não diz nada a você? Claro que sim, não é mesmo? Então, venha curtir os ensinos do Messias, comigo.
Ele lamenta pelas cidades que não se arrependem dos seus pecados, e diz o porquê. Ele deixa claro sobre como é que os cansados podem encontrar repouso. Ensina também sobre porquê devemos guardar o sábado. Instrui sobre o servo escolhido de Deus, depois, da acusação que fazem contra Ele, deixa mais instruções ainda, como por exemplo sobre o sinal de Jonas. Por fim, deixa claro sobre quem são sua mãe e irmãos e conta sete parábolas.
Quer aprender tudo isto? Você já sabe como.


Valdeci Júnior
Fátima Silva


PROCUREM AS OVELHAS PERDIDAS - Mateus 08-10

"Jesus enviou esses doze homens, dando-lhes a seguinte ordem: 'Não vão aos lugares onde vivem os não-judeus, nem entrem nas cidades dos samaritanos. Pelo contrário, procurem as ovelhas perdidas do povo de Israel'" (Mateus 10:5, 6).
O pastor John Ortberg fez um comentário inspirado a respeito desse tema tão importante dos ensinamentos de Jesus.
"Todo mundo tem um reino, num sentido bíblico. Seu reino pessoal é a pequena esfera em que aquilo que você diz acontece. Seu reino é o campo de domínio da força de vontade...
"Meu reino é o campo de domínio da minha força de vontade, onde as coisas acontecem da forma que desejo... Tudo bem, todos nós fomos criados para possuir um reino.
"Nosso reino está manchado pelo pecado. Na Terra, vamos unir todos os nossos pequenos reinos - o seu e o meu. Assim, interagirão e formarão reinos maiores. Formarão famílias, escolas, companhias, corporações e nações...
"Jesus disse que essa é a esfera, a sociedade, a comunidade que Ele chama de Reino de Deus, ou, às vezes, especialmente no Evangelho de Mateus, de Reino do Céu... Esse é o campo de domínio da vontade de Deus. Sempre que a vontade de Deus é colocada em prática, a esfera em que ela ocorre conta com a aprovação e o deleite dEle. Tudo acontece exatamente do jeito que Deus deseja. Com que isso se parece? De todas as coisas que Jesus ensinou, esse era o tópico número um. Ele tentou deixar claro para as pessoas o que isso realmente significa.
"Vamos imaginar por um momento... uma sociedade em que as pessoas se preocupam constantemente em ajudar aqueles que se sentem solitários ou rejeitados para que se sintam incluídos e amados. Uma sociedade onde não há rancor, fofoca, crueldade e medo. Uma sociedade em que reina a criatividade e a bondade e onde habita o maior e mais alegre de todos os servos, o maravilhoso Deus e Pai de Jesus, que é adorado e honrado por toda eternidade pelo Seu infinito amor. Esse, Jesus disse, é o Reino de Deus e ele existe. Esse Reino está aqui neste momento...
"Essa foi a estratégia de Jesus... uma nova comunidade apoderada pelo Espírito, um modelo de estilo de vida totalmente alternativo para o mundo através do qual o Reino de Deus pode começar a transformar este mundo triste e escuro."
O evangelismo nada mais é do que falar de Cristo. Claro que não podemos falar de Jesus aos outros se não O conhecemos. Da mesma forma, testemunhar nada mais é do que falar a um amigo a respeito de seu melhor Amigo.



Valdeci Júnior
Fátima Silva


CARRERAS - Mateus 05-07

Ao fazer a leitura de hoje, demore-se em Mateus 5:44-46. E pense na história abaixo, que nem todos conhecem, mas, que nos leva a pensar se precisamos mesmo conviver com rivalidades.
Você se lembra desses três nomes: “Plácido Domingo”, “José Carreras” e “Luciano Pavarotti”? Deles, quero referir-me a dois, dos três tenores que encantaram o mundo cantando juntos.
Mesmo quem nunca visitou a Espanha, conhece a rivalidade existente entre os catalães e os madrileños, dado que os catalães lutam pela autonomia numa Espanha dominada por Madri.
Pois bem, Plácido Domingo é madrileño, e José Carreras, Catalão. E devido a questões políticas, em 1984, Carreras e Domingo tornaram-se aferrados inimigos. Sempre muito solicitados em todo o mundo, ambos faziam questão de exigir nos seus contratos, que só atuariam em determinado espetáculo se o adversário não fosse convidado.
Em 1987, apareceu a Carreras um inimigo muito mais implacável que o seu rival, Plácido Domingo: For surpreendido por um diagnóstico terrível: leucemia. Sua luta contra o câncer foi muito difícil. Ele submeteu-se a diversos tratamentos, a um transplante de medula óssea, além de uma mudança de sangue, que o obrigava a viajar mensalmente até aos Estados Unidos. Nessas circunstâncias, não podia trabalhar. Apesar de ser dono de uma fortuna razoável, os elevadíssimos custos das viagens e dos tratamentos, dilapidaram as suas finanças. Quando não tinha mais condições financeiras, teve conhecimento da existência de uma fundação em Madri, cuja finalidade era apoiar o tratamento de doentes com leucemia.
Graças ao apoio da fundação “Formosa”, Carreras venceu a doença e voltou a cantar. Voltou a receber os altos cachês que merecia, e resolveu associar-se à fundação. E foi ao ler os seus estatutos que descobriu que o fundador, maior colaborador e presidente da fundação era Plácido Domingo. Logo, soube que Domingo tinha criado a fundação para ajudá-lo e que ficara no anonimato para que ele não se sentisse humilhado ao aceitar o auxilio do seu “inimigo”.
Mas... O mais comovente foi o encontro de ambos. Surpreendendo Plácido Domingo num dos seus concertos em Madri, Carreras interrompeu a atuação deste, subindo ao palco e humildemente, ajoelhou-se a seus pés, pediu-lhe desculpas e agradeceu-lhe publicamente. Plácido ajudou-o a levantar-se e com um forte abraço, selaram o início de uma grande e bela amizade.
Mais tarde, uma jornalista perguntou a Plácido Domingo, porque criara a fundação “Formosa”, num gesto que, além de ajudar um “inimigo”, ajudava também o único artista que poderia fazer-lhe concorrência. Sua resposta foi curta e definitiva: “-Porque uma voz como aquela não poderia perder-se.”.
Se nobreza humana (história real) serve-nos de inspiração e exemplo, quanto mais então, deve servir-nos, a leitura de hoje?


 Um Abraço,

Valdeci Jr.

RABISCADANDO A BÍBLIA - Mateus 01-04

Estou com minha Bíblia aberta. Toda riscada, rabiscada e re-rabiscada. Bíblia bonita é bíblica assim. Ao mesmo tempo, um sinal de que já foi estudada, e uma fonte para um bom próximo estudo. Já estudei minha Bíblia algumas vezes. Pretendo continuar sempre. E quero compartilhar os meus estudos com você, para que você também cresça nos seus estudos. Portanto, transcrevo aqui, o que, em minha Bíblia, tenho anotado ao lado de alguns versos, dentro do trecho da leitura de hoje.
1:1 – “filho de Abraão”; Esta expressão é um cumprimento de Gênesis 22:18.
1:18; 20 e 21 – “Jesus Cristo”; “Espírito Santo”; Somando estas duas expressões ao conteúdo de João 3:16, temos, no evento da encarnação, a presença da trindade (ver também Lucas 1:35).
1:21 – A divindade de Jesus, encarnada. Esta encarnação foi para nos salvar do pecado.
1:22 – “para que se cumprisse” o que já estava escrito em Isaías 7:14.
2:5-6 – “Pois assim escreveu o profeta” Miquéias (5:2).
3:3 – “o Senhor [Jesus]”; Esta citação é de Isaías 40:3, por cujo original hebraico podemos ler Jesus como Jeová, atestando assim a sua divindade.
3:11 – “batizo com água”; Este “com” poderia ser traduzido também como “em”, “na”. Essa possibilidade da língua original ajuda a determinar que o batismo realmente é por imersão.
3:11 – “batizará com o Espírito Santo”; Em conexão com o batismo de Jess, mostra o quanto o batismo nas águas é sagrado, pois é seguido pelo batismo do Espírito Santo. Compare, em sequência, por exemplo, Atos 1:5 e 8 com Atos 3:8. Veja Colossenses 3:1-2: para ser batizado tem que mostrar os frutos.
3:13-17 – O Batismo de Jesus; Ele o fez para dar-nos o exemplo (compare com Mateus 28:18-20 e Lucas 3:21-22).
3:13-15 – Jesus se apresentou.
3:16 – O Espírito Santo deu cobertura.
3:17 – O Pai deu estímuilo.
Pelas três linhas acima, vemos a trindade unida em relacionamento funcional.
3:17 – “este é o meu Filho” é uma expressão cerimonial para entronação, que seria a função do ministério da vida de Jesus. Isto pode ser melhor entendido em comparação com Hebreus 5:5 e Salmo 2:7.
4:4 – “Está escrito: ‘Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que procede da boca de Deus’ (cf. Deuteronômio 8:3)”. Compare este verso com 1Coríntios 10:16-17. No contexto da Santa Ceia, “comer a carne” é similar à Sua Palavra.
Fica aqui, então, algumas sugestões de rabiscos para sua Bíblia. Isto lhe será muito útil, não somente para o estudo de hoje, mas, principalmente, para estudos posteriores.
“Procure apresentar-se a Deus aprovado, como obreiro que não tem do que se envergonhar e que maneja corretamente a palavra da verdade (2Timóteo 2:15)”.


Valdeci Júnior
Fátima Silva


BOA IN-FORMAÇÃO - Revisão do Velho Testamento

Se você olhar para trás, para estes mais de 270 dias que já rolaram esse ano abaixo, como é que você consegue ver a sua vida? O que você fez? Leu o Antigo Testamento todo? E que impressão isso deixou na sua mente? Se você não leu, vou ilustrar o que quero perguntar, com outra fonte de conteúdo que costuma, diariamente, jogar informações para dentro da nossa mente. Refiro-me à mídia.
Na internet, normalmente, o jornal em que dou uma lida para atualizar-me é o “Estado de São Paulo”, por ter uma linha menos negativa, e mais neutra, o que já não é o caso da “Folha”. Não me demoro em ler notícias negativas; preferentemente as positivas. Costumo também ler, semanalmente, os jornais da minha cidade. Os noticiários locais também têm menos desgraças para contar.
Mas a triste realidade é a de que os órgãos de informação dão as notícias de forma segmentada, e conforme cada segmento, o colorido é diferente. Compare, por exemplo, a “Veja” com a “Exame”. Ambas, da mesma editora. Ambas, para trazer informação. Mas como são diferentes. Porque em cada uma se seleciona o que quer. A primeira tem uma determinada linha editorial “daquele” um jeito, enquanto que a outra apresenta informações de uma forma mais otimista.
Mas e qual é a mensagem mais oportuna de todas? Com qual mensagem devemos concordar. Falando em mídia, não posso deixar de elogiar aqui a Rádio Novo Tempo, é claro. Afinal de contas, é preciso selecionar, porque um fato com o qual, infelizmente, temos que concordar é o de que muito daquilo que é praticado na mídia diminui nossa capacidade de pensar e refletir sobre o que realmente é importante. Vende-se, constantemente, a mentira como se fosse verdade e fala-se da verdade como se fosse mentira. Inverte-se a realidade, desfocaliza-se, distorce-se, subverte-se. E nós continuamos a nos deixar seduzir por tanta desinformação.
Lembrei-me de que, recentemente, li um texto do sermão do monte que diz: “Se os seus olhos forem bons, todo o seu corpo será cheio de luz. Mas se os seus olhos forem maus, todo o seu corpo será cheio de trevas”. Você vai ler este verso em algum lugar da leitura que começaremos exatamente nesta época do ano: O Novo Testamento. Mas volto a perguntar: “como foi o seu ano até aqui?”. Você gastou tempo diário lendo a primeira linda metade da Bíblia? Se “sim” ou se “não”, que crescimentos isso trouxe-lhe, ou deixou de trazer? Pare! Reflita.
A melhor in-formação que você pode pôr para dentro de si é a Palavra de Deus.
Faça da Bíblia sua principal mídia! Aproveite!


Valdeci Júnior
Fátima Silva


“COMO UM REFINADOR E PURIFICADOR DE PRATA” - Malaquias

Hoje, dia três, quero estudar, com você, uma frase de Malaquias 3:3. Para nossa reflexão, trago aqui também uma pequena história ilustrativa. Mas antes, vamos ao versículo que trás a frase em questão. “Ele se assentará como um refinador e purificador de prata; purificará os levitas e os refinará como ouro e prata. Assim trarão ao SENHOR ofertas com justiça” (Malaquias 3:3).
Da mesma maneira que você está fazendo hoje, certa vez, um grupo de mulheres estudava o livro de Malaquias. E, ao se depararem com a frase acima, o estudo tomou um rumo inesperado. Pois, na realidade, elas depararam com um assunto do qual nada sabiam: “Ele se assentará como um refinador e purificador de prata...”.
Este verso as deixou intrigadas, pois elas não conseguiam entender seu significado. Parecia que aplicava-se ao caráter de Deus, mas como? Uma delas, porém, se ofereceu para tentar descobrir como se realizava o processo de refinamento da prata, até a próxima reunião.
O que ela fez? Entrou em contato com um ourives e marcou horário com ele. Não disse-lhe o motivo da sua curiosidade, mas, ainda assim conseguiu convencê-lo a deixá-la presenciar seu trabalho com a prata.
O homem colocou um pedaço do metal sobre o fogo e o aqueceu. Explicou que no processo de refinamento devia-se manter a prata no meio do fogo, onde as chamas eram mais quentes, de forma a queimar todas as impurezas.
Ela perguntou se era verdade que ele tinha que se sentar em frente ao fogo enquanto a prata estivesse sendo refinada. O ouvires respondeu que sim, pois tinha que ficar olhando o tempo todo para a prata, para evitar que ela fosse destruída pelo fogo.
A mulher, então, perguntou: “Como você sabe quando a prata já está purificada?”.
“Ah! é fácil, respondeu o ourives, quando eu vejo a minha imagem nela”.
Como Deus sabe, como o mundo pode saber, quando você já está purificado, meu amigo?
A resposta é fácil. É quando é possível ver a imagem de Deus em você.
O Senhor se dá ao trabalho de dar-lhe atenção exclusiva, para moldar-lhe o caráter. Imagine o grande ourives assentado, suando, concentrado, sem pestanejar, persistente, ansioso, perito, cauteloso, esperançoso, sem pensar em mais nada, concentrado no objetivo de transformar o que já é matéria-prima, em jóia preciosa: você. Mas não você como nasceu, um pecador. Não! Você como será, um justificado!
Diante disto, o que custa sentar-se também, como um leitor das escrituras, para hoje, terminar de ler o Antigo Testamento, e colaborar para a purificação desta prata preciosa de Deus? Faça-o, com a mesma dedicação de um ourives.


Valdeci Júnior
Fátima Silva


SIM! PODEMOS CRER! - Zacarias 12-14

De acordo com Mathew Henry, a profecia de Zacarias “é adequada para todos, porque seu objetivo é repreender por causa do pecado, anunciar os juízos de Deus contra o impenitente, e exortar aos que temem a Deus com as certezas das misericórdias que Deus tem reservadas para sua igreja, e especialmente da vinda do Messias, e o estabelecimento do seu reino no mundo”. Mesmo assim, há pessoas que descrêem, não somente do livro de Zacarias, bem como de toda a Bíblia. Portanto, hoje quero apresentar-lhe uma evidência de que a Bíblia é verdadeira, e de que as suas profecias se cumprem, realmente, através do estudo e um único detalhe profético. Vamos lá?
Texto de estudo: “E derramarei sobre a família de Davi e sobre os habitantes de Jerusalém um espírito [ou ‘o Espírito’] a de ação de graças e de súplicas. Olharão para mim, aquele a quem traspassaram, e chorarão por ele como quem chora a perda de um filho único, e se lamentarão amargamente por ele como quem lamenta a perda do filho mais velho ” (Zacarias 12:10).
Zacarias escreveu o texto acima por volta de 520 a.C. Nesta profecia messiânica, olhando para o futuro, o profeta descreve pelo menos duas coisas que viriam a ocorrer, em relação a Cristo.
1) “...aquele a quem traspassaram...”. Somada ao contexto, esta frase do profeta era uma predição de que, em sua morte, o Cristo, teria o seu lado perfurado.
2) “Olharão para mim... e chorarão... e lamentarão...”. E esta seria a descrição do que aconteceria com aqueles que perfurariam o lado do Messias.
E isto aconteceu?
O cumprimento profético: “Estas coisas aconteceram para que se cumprisse a Escritura: ‘Nenhum dos seus ossos será quebrado’, e, como diz a Escritura noutro lugar: ‘Olharão para aquele que traspassaram’” (João 19:36-37).
Meio milênio se passou, e no ano 31 d.C., e o primeiro item da profecia de Zacarias cumpriu-se. Ele não estava lá para ver, mas cumpriu-se, pois não era uma predição sua, e sim, de Deus.
Mas e o segundo item?
Ainda se cumprirá: “Eis que ele vem com as nuvens, e todo olho o verá, até mesmo aqueles que o traspassaram; e todos os povos da terra se lamentarão por causa dele. Assim será! Amém.” (Apocalipse 1:7)”.
Esta é uma evidência para que você continue dando crédito à Bíblia e ao que ela diz. Se as Escrituras Sagradas dizem que Jesus voltará, creia você ou não, Ele voltará. Porque a Sua vinda não depende da sua crença, mas da vontade de Deus.
Que naquele dia, você e eu possamos dizer: “este é o nosso Deus, a quem aguardávamos!”.


Valdeci Júnior
Fátima Silva