segunda-feira, 15 de agosto de 2011

O Brilho do Mundo - Gen. 1:3



Qual era a fonte da luz que apareceu no primeiro dia da Criação, se o Sol só aparece no relato do quarto dia?



Disse Deus: “Haja luz”, e houve luz.

Qual era a fonte da luz que apareceu no primeiro dia da Criação, se o Sol só aparece no relato do quarto dia? Poderia ser a luz solar, de forma difusa, por chegar à Terra penetrando uma espécie de dossel de vapor, uma vez que a formação atmosférica só se estabeleceria no segundo dia. Segundo essa teoria, no quarto dia o Sol não teria sido criado, mas apenas, “revelado”.

Outra idéia sugere que aquela luz era uma luz que emanava de Deus, pois Ele é luz, ou fonte de luz. 1João 1:5: Deus é luz; nele não há treva alguma. Quando Deus chegou para efetuar a criação, Sua glória, como diz Isaías capítulo 6 versículo 3, encheu toda a Terra.

O apóstolo Paulo comparou essa luz com a glória da experiência da salvação. Na segunda carta aos Coríntios, capítulo 4 versículo 6, ele escreve: Pois Deus, que disse: “Das trevas resplandeça a luz”, ele mesmo brilhou em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus na face de Cristo.

Arun Gandhi, neto de Mahatma Gandhi, era um adolescente empolgado que havia acabado de receber sua autorização para dirigir. Ele viu com os próprios olhos, este paralelo entre a luz física e a lucidez dos pensamentos. Seu pai pediu que o levasse até a cidade. Louco pra pegar no volante, ele gostou da idéia. O pai lhe explicou que, após deixá-lo na advocacia, o garoto poderia ir sozinho levar o carro ao mecânico, com uma condição: apanhar o pai, na advocacia, às 18h, em ponto.

Como combinado, o jovem levou o automóvel até à oficina. Enquanto o carro estava no concerto, ele aproveitou para ir ao cinema. Mas, se empolgou demais por lá, perdeu a noção do tempo, e assistiu a duas sessões de filme. Quando Arun saiu do cinema e percebeu que o dia já estava escurecendo, ficou apavorado. Seu pai levava muito a sério, a questão de horário. Correu desesperadamente para a oficina, que, por sorte ainda estava aberta. Retirou o carro e foi voando!

Meia hora de atraso. O velho estava sentado na calçada esperando o boy. O filho inventou uma história, para justificar o erro, dizendo que o carro demorara muito para ser concertado. Seu pai permaneceu em silêncio. Depois, pediu que ele parasse no acostamento. Calmamente se virou para o filho e lhe contou que às 17h, telefonara para a oficina e o carro já estava pronto. Disse ao filho que estava profundamente chateado. O que teria levado seu filho a mentir para ele? Teria falhado no papel de pai, a ponto de seu filho não confiar nele, dizendo a verdade? Precisava refletir sobre aquilo. E o momento era aquele.

O pai de Arun foi a pé para casa. Uma caminhada de seis horas, em profunda reflexão. O filho, a mando do pai, foi dirigindo atrás, na velocidade das tartarugas, para iluminar o caminho, ma refletindo sobre tudo aquilo.

Aquele quadro nunca mais se apagaria da mente de Arun Gandhi. Ele nunca mais mentiu. Ao iluminar a estrada para seu pai, conseguiu ver a luz da verdade e da sinceridade que precisava existir no relacionamento entre um filho inexperiente e um pai tão amoroso.

Amigo leitor, Deus sabe que a nossa moral é tão escura como as trevas. Mas ele quer focar o nosso olhar para a iluminada companhia que quer trazer para a nossa vida. Ele é a luz do mundo e, como seu pai amoroso, deseja que você também seja a luz do mundo. Confira em Mateus 5:14-16.

Deixe Jesus brilhar em sua vida!

Twitter: @Valdeci_Junior

Pergunta Que Será Respondida Amanhã:
Na visão bíblica, o que é "Luz"?

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