sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

TODOS DEVEM ADORAR - Levítico 26-27

Estamos terminando de estudar mais um livro da Bíblia! Que bom, não acha? Se quiser saber como o livro Levítico termina, não deixe de fazer a leitura bíblica de hoje.
O capítulo 26 começa com uma admoestação contra a idolatria. Em seguida, explica ao povo quais seriam as conseqüências escolhas boas das escolhas que eles fizessem, e também as conseqüências ruins, das escolhas tolas. De acordo com o Antigo Testamento, o objetivo da Lei era para que os israelitas vivessem de acordo com a vontade do Senhor e, por conseqüência, ser um povo abençoado. Contudo, caso não se submetesse àquela vontade divina, a desobediência traria o oposto da benção: a maldição. Portanto, esse capítulo enumera uma série de bênçãos (vs. 1-13) e uma porção de maldições (vs. 14-43) em fase de obediência ou de infidelidade.
Mas o que seria “bênçãos”, para eles? Alimento em abundância, saúde, vida longa, fecundidade e descendência numerosa. E a maldição incluía morte, enfermidades, esterilidade, e outras desgraças como a seca, a fome, a guerra, a escravidão e até a dispersão. Que terrível!
Na conclusão do livro (cap. 27), encontramos os votos particulares, a avaliação desses votos, o voto de um campo e seu resgate, as explicações de que não havia resgate para certas coisas sagradas, e um esclarecimento sobre as dízimas. Às vezes, quando os israelitas dirigiam suas súplicas ao Senhor, votavam ou prometiam consagrar a Deus, alguns dos seus pertences. Essas ofertas (que poderiam ser pessoas, animais, casas terrenos), que seriam destinadas para a manutenção do santuário e do culto, poderiam ser substituídas por uma quantidade estipulada, em dinheiro.
Mas, para mim, o destaque desse texto bíblico está no seguinte verso: “Se quem fizer o voto for pobre demais para pagar o valor especificado, apresentará a pessoa ao sacerdote, que estabelecerá o valor de acordo com as possibilidades do homem que fez o voto (27:8)”. Olha só! Este versículo contém uma cláusula em favor dos pobres! Se uma pessoa de poucos recursos, que tivesse feito uma promessa, posteriormente se encontrasse numa situação que não lhe permitisse ter condições para pagar, então ela deveria consultar os sacerdotes, e os sacerdotes deveriam designar-lhe uma condição  que estivesse dentro das suas condições.
Isso nos ensina duas grandes lições: a) Os lideres espirituais devem ser, também, educadores que ensinem o povo a lidar com as finanças; b) Independentemente das condições financeiras “desse” ou “daquele”, a igreja deve proporcionar tudo o possível para que todos tenham condições de ser verdadeiros adoradores.
Isso é um recado remetido diretamente de Deus para você: “Querido, sem preocupar-se com sua condição social ou financeira, por favor, aproxime-se de mim”.

Twitter: @Valdeci_Junior
e
Fátima Silva

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